História Mar de Contos - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Aquele que partiu


Porventura eu encontrei uma caixa de memórias, nossas memórias, lia uma carta que você fez pra mim então uma lagrima caiu em cima de sua caligrafia, nunca vi letra mais linda que a tua, ora duvidava se era uma carta ou se era uma obra de arte, você não escrevia, você desenhava letras, desenhava palavras e sabia como usá-las sabia como encantar qualquer ser humano apenas usando palavras, ate hoje tento entender como você conseguia esse feito. Ate hoje tento entender o porque que você escolheu justo eu, responsável por todo seu sofrimento, toda lagrima derramada pelos seus olhos.

Lembro como se fosse hoje, no verão depois do fim das aulas, quando você tomou coragem e me chamou para dar uma volta, o que levei como nosso primeiro encontro, você me beijou, meu primeiro beijo, seus lábios brincavam com os meus sabiam exatamente como se mover, nossas línguas se moviam em sincronia como uma dança, como se já se conhecessem a vidas inteiras, passamos horas em seu carro curtindo o momento, o nosso momento, você me deixou entrar em seu mundo alternativo, ficamos ouvindo Radiohead por horas, ate você me levar para casa, e se despedir com um beijo terno.

Tínhamos o costume de roubar bebidas de seu pai, e correr para o telhado, eu deitava sobre seu peito, enquanto apreciávamos o céu, preciosos diamantes, como seus lindos olhos, que você me prometeu um dia me dar, planejávamos o nosso futuro, sempre juntos, mal sabendo o que o destino nos reservara, nunca planejei que um dia eu perderia você. Você sempre dizia que eu era sua June e que você era o meu Jonhy Cash, sempre juntos inseparáveis.

 

Às vezes boto nossos velhos CDs para tocar, e acabo como sempre pensando em nosso passado, pensando em o que passamos juntos. Mas agora é a hora de encarar o sentido da musica, de lembrar que não sou mais sua Musa.

Todo esse dinheiro não pode comprar uma máquina do tempo, nem posso te substituir com meus milhões de anéis, nunca conseguirei reviver o que passamos juntos, de todas as nossas aventuras, de nossas noites de amor. Eu deveria ter te dito o quando você significava pra mim enquanto tinha tempo, por que agora pago o preço de tanto orgulho.

Talvez em outra vida, eu poderei ser sua garota, vamos manter nossas promessas, então seremos só nos contra todo o mundo. Eu te farei ficar, te farei se sentir especial, te farei se sentir amado, então não terei que dizer que você foi aquele que foi embora, aquele que foi embora e levou contigo meu coração.

 



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