1. Spirit Fanfics >
  2. Maravilhoso é ele >
  3. Minha língua não é suficiente

História Maravilhoso é ele - Capítulo 4


Escrita por: Jcette

Notas do Autor


Olá, meus amores 🤗
Apareci😃
Não me esqueci do capítulo dessa fic delicinha 😌
Vamos ler mais uma safadeza desse casal😉
Boa leitura 🤗

Capítulo 4 - Minha língua não é suficiente


Fanfic / Fanfiction Maravilhoso é ele - Capítulo 4 - Minha língua não é suficiente

Capítulo 4 — Minha língua não é suficiente

“Uma deliciosa tentação só ocorre quando a mente se nega a fazer, mas o corpo é ousado para desobedecer. Desconhecido”.


O sol estava alto no céu, indicando o horário de meio-dia quando às duas morenas entraram no estabelecimento de sempre e fora para sua mesa favorita.

Elas não se viam exatamente há duas semanas, o que gerou desconfiança por parte de Kagome.

Arqueando a sobrancelha, Kagome retirou os óculos de sol e estranhou Rin ainda não ter tirado e decidiu questionar, já que o dia estava quente e a amiga também usava um lenço preso no pescoço, camisa social de manga comprida e saia longa.

— Rin, o dia está bastante quente, então vamos pedir um sorvete bem grande. Agora qual motivo não tira logo esse óculos e o lenço?

Suspirando e com as bochechas coradas, Rin tirou os óculos e levou as mãos no nó do lenço e desamarrou causando um susto em Kagome.

— Misericórdia, Sesshoumaru te jogou no lago de sanguessugas? Que chupões são esses?

O pescoço de Rin de branco estava marcado por chupões em toda a extensão.

— Tu esqueceste que não preciso de sanguessugas! Eu já tenho uma em casa e de preferência macho que faz de tudo para deixar claro a sua posição de alfa.

Kagome deixou a primeira colherada de sorvete cair em sua blusa quando concluiu seu pensamento.

— Conte-me tudo. 

Rin sentiu a pepeca pulsar e as lembranças da paga logo tomou conta de toda sua mente.


“... Naquele dia em que Sesshoumaru ainda sentia a sensação de toda a pegação luxuriosa percorrendo suas veias, após Rin lhe domar na sala da presidência com todas as forças de uma humana. Ele não reclamou de abrir a sacola e poder balançar a cabeça negativamente ao saber que sua fêmea é muito sagaz.

Uma saia vermelha com fenda ao lado. Sesshoumaru ainda pelado sentou na borda da mesa e observou o pedaço de tecido enquanto gargalhava. 

Uma saia não seria uma barreira para o impedir de sair dali. Desnudo, caminhou até a janela do grande prédio e saltou, usando a sua habilidade se transformou em uma bola de energia branca e desapareceu em fração de segundos.

Teve sorte de chegar em casa primeiro do que Rin, o que lhe ajudou a montar o seu plano maravilhoso. O prateado sentia-se sortudo por encontrar uma mulher perfeita, que além de lhe dar muito amor, sempre lhe deixa com o gostinho de quero mais sua safada.

Com toda a empolgação, Sesshoumaru puxou uma cadeira para o meio da sala recém-limpada para seu plano e sentou à espera de sua fêmea.

Não demorou, sentiu o cheiro adocicado de Rin do outro lado da porta. Movendo os lábios em um sorriso cafajeste, revelando seus caninos, ele soltou um grunhido assim que vislumbrou a sua fêmea tomada por feição surpresa.

Também, não era para menos, ele arrumou a sala toda em um ambiente romântico, com velas aromatizantes, pétalas de rosas-vermelhas espalhadas pelo chão, a música baixa ao fundo tocando e uma mesinha contendo a garrafa de vinho e duas taças.

— Sesshy...

Ouviu a voz baixa de sua fêmea lhe chamar.

Ele queria dizer muitas coisas, mas o meio de suas pernas ainda pulsava e em razão disso, não suportaria nem mais um segundo sem tê-la.

— Amei a saia! Agora que vê-la usando enquanto chupo todinho esse corpo maravilhoso e ouço implorar para te comer nas melhores posições.

Se Rin pensava que castigou Sesshoumaru no melhor quesito, duvidou nos segundos a frente quando viu os pulsos sendo amarrados com uma fita e jogada no colo do faminto youkai.

Os gemidos não foram contidos quando os lábios dele alcançavam alguma parte de seu corpo, torturando e levando ao delírio.

Rin se contorcia, queria tocá-lo, abraçá-lo e beijá-lo, mas não podia.

— Sesshy! — Ela gemeu alto quando sentiu os grandes lábios vaginais serem puxados pelos caninos.

O corpo tremeu e o primeiro gozo foi liberado com brutalidade para a boca dele que sugava cada gota com maestria.

Colocada sentada novamente no colo dele e de frente, pode vislumbrar o olhar vermelho puro-sangue.

Sua boca foi tomada e ela pode sentir o seu próprio gosto. Mas sua mente estava turva por apenas uma coisa, ser devorada por ele.

Começou a se mover sobre o colo dele, desejando aproximar os corpos, mas a maldita saia vermelha que cobria seu corpo impedia de concretizar o ato.

— Que droga! Me coma logo seu cachorro safado.

E Sesshoumaru que chupava o seio direito pode sorrir satisfeito pela ordem.

Não demorou para Rin compreender o motivo de Sesshoumaru ter feito usar a saia. O tecido agora estava fora de seu corpo, porém sendo amarrado em seu pulso preso e a ponta presa na estante. Com o corpo virado de costa e o bumbum empinado, recebia as investidas firmes e fortes acompanhadas com tapas e puxões de cabelos.

Sim, era um fetiche sexual do Dayoukai e com certeza Rin estava amando. Pois, a cada entrada e saída de seu canal vaginal, ela implorava por mais. 

Dessa vez, quando se contorcia para gozar pela segunda vez, abriu a boca para liberar o som, mas ele não saiu. A mão forte tapou os seus lábios e os movimentos do sexo dele diminuiu e ali ela soube que ele estaria lhe torturando. Era uma agonia e a sensação de prazer aumentava a cada vez.

Suas pupilas já em estado de dilatação, se molhavam pelo choro iniciado. Sentiu outra descarga elétrica acumular em seu ventre, ela queria chegar ao finalmente, mas como? Se um Dayoukai destemido a controlava.

Seu pescoço levou outra chupada e a orelha mordiscada.

Sesshoumaru estava diferente naquele momento, sussurrando com a voz animalesca em seu ouvido e em um estalar de memória, Rin praguejou mentalmente.

“Puta merda, ele está no cio”.

E ali soube que não podia tê-lo o desafiado naquele dia, pois só fazia despertar o lado bestial.

Como Sesshoumaru era um youkai da raça cachorro entrava em cio em um determinado momento do ano. Apesar de ser ativo sexualmente com Rin, o prateado ficava mais sedento e insaciável.

Mais outra puxada dessa vez pela cintura e Rin sentiu as pernas fraquejarem. Ele grunhindo em seu ouvido, permitiu que seu corpo naquele momento se relaxasse. 

Não só ela, ambos entraram em uma dança sincronizada de tremores e o alívios percorreram cada fibras de seu ser.

Com os lábios ainda colado no pescoço dela, Sesshoumaru sussurrou:

— Só estamos começando.

E novamente Rin sentiu seu corpo vibrar...”


Rin piscou quebrando a conexão com as imagens pervertida com seu marido e confessou:

— Foi por isso que eu faltei a empresa a semana inteira.

Kagome ainda não piscava, até que abriu a boca e gargalhou alto.

— Ele te deixou fraca das pernas. Mas bem que tu gostou, safada.

Rin olhou para um lado e o outro, com receio de ninguém ter ouvido. Corada, falou baixinho:

— Gostei, mas quando o Sesshy está perto desses dias de cio, ele me pede para eu não provocar. Ele teme que não consiga se controlar e só rola sexo normal. 

Kagome fez uma cara emburrada ao ver o sorvete derretido. 

— Bom, isso é verdade! Mas a fera dele é caidinha por tu, duvido machucá-la.

Rin voltou a amarrar o lenço no pescoço.

— Tem razão, mas ela gosta de se exibir deixando meu corpo todo chupado.

Kagome sorriu maliciosamente e cutucou Rin.

— Até no boga?

Rin ficou vermelha e começou a tossir.

— Cala a boca, Kagome! Se já sabe a resposta não me faça essa pergunta. Vamos embora que não tenho ideia dessa vez  para contra-atacar.

Kagome tirou o dinheiro da bolsa e colocou em cima da mesa, se levantou e correu para acompanhar Rin, que já estava do lado de fora.

— Eu posso te ajudar na próxima ideia.

Rin virou-se para a amiga e sorriu.

— Dessa vez vou pensar, pois sempre que tu me dar uma ideia, o Inuyasha chega lá perguntando a Sesshoumaru.

— O quê? — Kagome se espantou.

— Não finja ser inocente, dona Kagome! Pois o seu marido fez questão de pedir conselho a Sesshoumaru para comer o teu boga.

Kagome corou e se arrepiou.

— Eu fiquei incerta em dar ou não.

Rin sorriu.

— Só quero ver quando Inuyasha ficar no cio.

Kagome suspirou.

— Se for do jeito que Sesshoumaru fez com tu, não irei negar, afinal, também quero ficar uma semana em casa e colocar o atestado de fraqueza nas pernas. 

Rin abriu a boca surpresa e piscou antes de falar:

— Depois vem me acusar de ser safada.

Kagome piscou para a amiga e começou a seguir para sua casa em outra direção.

— Se eu não aparecer, já sabe a resposta. 

— Descarada. — Rin ajeitou a bolsa no ombro e seguiu em direção a sua casa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...