História Marcado - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bottom!jungkook, Jikook, Kookmin, Top!jimin, Vampiros, Vkook!friends
Visualizações 27
Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não tenho muito a dizer, só espero que gostem.
Boa leitura~

Capítulo 1 - Unus


 Justo quando eu achava que meu dia não tinha como piorar, vi o cara parado perto do meu armário. Taehyung estava falando sem parar as baboseiras de sempre e nem reparou nele. De início, agora que parei para pensar de verdade, ninguém havia reparado nele antes que começasse a falar, o que reforça tragicamente minha esdrúxula incapacidade de me encaixar no grupo.

— Não, Kook, juro por Deus que Yugyeom não ficou tão bêbado depois do jogo. Você não devia ser tão duro com ele.

— É — disse eu distraidamente — Claro — então tossi. Outra vez me senti um lixo. Eu devia estar sofrendo daquilo que a senhorita Hani, minha "mais insana que o normal" professora de biologia do curso preparatório, chamava de Praga Adolescente.

Será que se e morresse conseguiria escapar da prova de geometria de amanhã? A esperança é a última que morre.

— Jungkook, por favor. Você está ouvindo? Acho que ele só tomou umas quatro, sei lá, cinco cervejas, e talvez umas três doses de licor. Mas isso não vem ao caso. Ele provavelmente nem teria bebido nada se os seus pais não o tivessem feito voltar para casa logo depois do jogo.

Trocamos um longo longo olhar de resignação e de total concordância em relação à última injustiça cometida contra mim por minha mãe e pelo infeliz do meu padrasto, com quem ela se casara há cerca de três longos anos. Então, após mal parar para respirar, Taehyung continuou a tagarelar.

— Além do que, ele estava comemorando. Ou seja, nós derrotamos o Union! — Tae sacudiu meu ombro e levou o rosto para perto do meu. — Hello! Seu namorado...

— Meu quase-namorado — eu o corrigi, tentando ao máximo não tossir sobre ele.

— Que seja. Yugyeom é nosso zagueiro, então é claro que ele ia comemorar. Fazia um milhão de anos que o Bangtan não derrotava o Union.

— Dezesseis — sou um desastre em matemática, mas Taehyung me faz parecer um gênio.

— Mais uma vez, que seja. A questão é: ele estava feliz. Você devia dar um desconto para o garoto.

— A questão é que ele estava bêbado pela quinta vez na semana. Desculpe, mas não quero sair com um cara cujo principal foco na vida passou de jogar futebol no time do colégio a enxugar uma caixa de cerveja sem engasgar — tive de fazer uma pausa para tossir. Estava me sentindo meio tonto e forcei-me a respirar lenta e profundamente quando passou a crise de tosse. Não que o tagarela do Taehyung tivesse reparado. — Beijá-lo é como beijar um pudim de cachaça. — Eu dei um jeito de ignorar outra vontade de tossir.

Taehyung fez uma careta.

— Tá certo, seu doente. Pena que ele é tão gostoso.

Eu revirei os olhos sem fazer questão de esconder minha irritação com sua típica superficialidade.

— Você fica tão irritadiço quando está doente. Enfim, você não faz ideia da cara de cachorrinho abandonado de Yugyeom depois que você o ignora no almoço. Ele nem conseguia...

Então eu vi o cara novamente. Morto. Tudo bem, eu logo me dei conta que ele não estava tecnicamente "morto". Ele era um morto-vivo. Ou não humano. Sei lá. Os cientistas diziam uma coisa, as pessoas diziam outra, mas no final era sempre a mesma coisa. Não havia dúvida do que ele era, e mesmo se e não tivesse sentido o poder e a escuridão que irradiavam dele, não havia como deixar de perceber sua marca, a lua crescente azul-safira em sua testa e a tatuagem adicional de um nó entrelaçado que lhe emoldurava os olhos igualmente azuis. Ele era um vampiro, e pior... ele era um rastreador.

Bem, bobagem! Ele estava ao lado do meu armário.

— Jungkook, você não está nada do que eu estou dizendo!

Então o vampiro falou e suas palavras cerimoniais deslizaram pelo espaço entre nós, perigosas e sedutoras, como sangue misturado a chocolate derretido.

— Jeon Jungkook! Fostes escolhido pela noite; tua morte será teu nascimento. A noite te chama; preste atenção para escutar sua doce voz. Teu destino aguarda por ti na morada da noite!

Ele ergueu um dedo longo e branco e apontou para mim. Minha testa explodia de dor e Taehyung abriu a boca e gritou. 



Notas Finais


É isso, espero que aproveitem a história
Até a próxima


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