História Marcio Duarte: ninja total - Capítulo 45


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aviso:eu vou colocar uma parte de um carinha de um canal que ultimamente, está fazendo vídeos de filmes animados. Obviamente, eu não vou colocar o nome do canal, nem o nome dele porque é surpresa.

Capítulo 45 - Cap 45 - separações


Joaquim assistia televisão, mas com muito tédio, já que heitor tinha saído e só havia ele e jaime no quarto. 

- jaime, eu queria fazer algo de interessante. 

- tente usar a sua máscara. 

- boa ideia. - joaquim botou a máscara, sem hesitar, virando um cantor com a aparência do elvis presley. - eu me sinto novo. 

- joaquim, lembra que eu aperfeiçoei o relógio 200? 

- sim. Foi o 32 melhor dia da minha vida. 

- eu consegui fazer outro upgrade. Fazendo um portal em outra dimensão. - jaime apertou alguns botões do relógio 200, criando um portal laranja. Ele e joaquim se olharam, deram as mãos, e pularam. 

- AHHHHH!!!


Eles caiam sobre um lugar totalmente preto, até caírem em uma casa, com um garoto aparentemente mais velho escrevendo um roteiro. O garoto olhou para trás, e viu os 2. 

- AHHHHHHHH!! Quem são vocês? 

- eu sou o jaime e esse garoto com a aparência do elvis presley é meu irmão, joaquim. E você? 

- eu sou o matt do canal "cartoonizando".

- eu vejo seus vídeos. São tão mágicos. 

- ei, matt, eu passei no mercado e comprei o dori...notou que tem 2 meninos e um tem a aparência do elvis presley?

- galera, esse é o meu eu de outra dimensão. O mad matt. 

- ele é do mal? 

- o que? Não. Isso é coisa de fanfic mal feita, seu estúpido. 

- não sou eu que tem "mad" no nome. 

- ei. Isso é um nome de família. 

- gostei desse cara. Ele é boa pinta. 

Mad matt pegou um rádio e colocou a música dos mortos da "noiva cadáver", deixando jaime e matt irritados, menos joaquim. 

- pelo amor de deus, para de escutar essa música. 

- mais é tão legal. 

- eu sei que é. Mas é a 10 vez que você escuta ela. 

- parece que alguém está com medo de chegar sua vez. 

- também não suporto essa música. Mais então, matt, qual aventura, você e o mad matt fizeram? 

- teve na terça feira. 


- AHHHH!!

- AHHHHHHH!!! O que foi? 

- o que foi? Olha pra baixo. Não pra baixo de você, olha pra janela. 

- tá falando da casa voando? 

- não. Eu tô falando do chão de madeira. Claro que eu tô falando da casa voando. Foi você que fez isso? 

- sim e não. Lembra que você disse que os vizinhos tavam fazendo muito barulho? 

- e você achou que fazendo a casa voar, afastaria o som? Mano, a gente tá no brasil. Tem um monte de vizinho fazendo barulho à cada 3 metros. 

- bom, pensei em explodir os vizinhos, mais daí eu vi que era ilegal, por algum motivo. Eu pensei em botar um domo envolta, mais a gente ficaria sem ar. 

- daí você fez a casa voar? 

- nope. Eu fui lá pra pedir aos vizinhos para abaixar o volume. 

- e...?

- eles não ficaram nem um pouco felizes. Um desses carinhas, você curte bastante. 

- obrigado, bob. Eu finalmente posso aperfeiçoar minha clarineta. 

- buhuhuhuhu. Só é melhor aproveitar, porque pode cair à qualquer momento. 

- sim. Sim...espera, o que? 

- cara, nossa casa afundou. À propósito, eu curti esse novo visual. 

- obrigado. Eu pensei em outras coisas e blá blá blá blá. 


- aqui é o brasil?

- sim. De onde vocês são? 

- nós somos dos estados unidos. 

- como é lá? 

- muitas coisas doidas acontecem. 

- eu sei como é. 

- falando nisso, cadê o mad matt e o joaquim? 

- eles saíram faz 1 hora enquanto eu contava a história. Foram comprar doritos. 


Heitor chegou no quarto, e viu que não tinha ninguém em lugar nenhum. Ele tentou procurar alguém, mais não havia ninguém. 

- eu não lembro de que eles tinham compromissos. 

- oi, heitor. 

- adrien, como entrou se eu tranquei as janelas? 

- eu usei o cataclismo. 

- cara, você não acha que é melhor destrocar os corpos? 

- mais o jaime ainda nem construiu uma máquina. 

- e ele sumiu, com o joaquim. E com esse bilhete. 

- o que está escrito?

- "saímos para fazer algo interessante, jaime e joaquim".

- bom, quer ir pra minha casa? 

- a sua casa ou a da marinette? 

- a minha casa. 

- claro. Mais eu posso ficar nas suas costas? Eu não tenho mais o miraculous da cobra. 


- não lembrava das janelas do seu quarto serem grandes. 

- você não veio aqui. Foi os seus 2 irmãos. 

- como vamos entrar? 

- eu já pensei nisso. - adrien pegou um compasso, e fez o buraco de um círculo em uma das janelas, empurrando ela e entrando com heitor. 

- que quarto grande. Tem até fliperamas. 

- esqueceu que eu sou rico? 

- eu nem sabia que você era rico

- tem até uma rampa de skate. 

- que bom que você não é igual ao seu primo, o felix. 

- é...espera, você viu meu primo? 

- não...eu vi ele em outra realidade alternativa. 

- precisamos encontrar a marinette. 

- ela tá tomando banho. 

- como sabe disso? 

- dá pra ouvir o barulho do seu chuveiro. E porque você tem banheiro no quarto? 


- jaime, até que eu gostei de conhecer o matt. 

- que bom que voltamos. 


Marcio fazia uma química para fazer uma cura, até que a campainha tocou e ele atendeu. Quando abriu a porta, ele ficou surpreso, sabendo que era a sua irmã, amy rose. 

- marcio, sabe aonde o shadow foi? Ele saiu ontem de noite pra comprar fraldas e sumiu. 

- pra que você quer fraldas? 

- lembra que eu tive a minha filha no mês passado?

- ahhh, sim. 

- me ajuda à procurar ele? 

- eu não posso, amy. Eu tenho que fazer a cura pro papai. 

- mas, você está fazendo a cura à 4 meses. 

- eu ainda desenvolvi a cura. 

- marcio, por favor. Eu e minha filha precisamos do shadow. 

- tá bom, mais só porque você é minha irmã. - marcio botou um terno preto, ligou o seu carro, e saiu dirigindo. - qual foi a última hora que você viu o shadow? 

- 22:41. Ele tinha saído pra comprar fraldas pra amanda. 

- ela é mesmo uma anjinha.

- nya. 

- eu esperei ele para voltar, só que ele não voltou. Eu botei a amanda na cama e dormi no sofá. 

- você devia botar pijamas. 

- eu gosto de ficar sem roupas. 

- pelo menos, você usa botas e luvas. Continuando, e o que aconteceu depois? 

- eu continuei esperando. E recebi um bilhete de um anônimo. 

- e o que tinha escrito? 

- "olá, amy rose. Eu soube que seu marido foi comprar fraldas e vou fazer coisas horríveis com ele se não me trazer um objeto. Assinado "anônimo"".

(Obs:a última aspas foi proposital, não um erro).

- BUAAAAA!! - a bebê começou a chorar desesperadamente e se mexia de um lado pro outro. 

- calma, amanda. Mamãe vai resgatar o papai dos malvados. 

- porcaria. O rastreador foi cortado. 

- desde quando você colocou um rastreador no shadow? 

- eu coloquei quando eu tinha 15 anos. 

- você não colocou em mim e na amanda, não é? 

- claro que coloquei. Vocês podem se meter em perigo. 

- eu fico lisonjeada.

- nya. 

- hum, o local em que o shadow está é...ahhhh, não. 

- o que? 

- ele está na base da general gray. 

- quem é essa? 

- o pedro foi o aliado dela para me destruir, mais eu cconsegui derrotar os 2. 

- marcio, porque você sempre é o culpado por problemas? 

- eu sou o culpado? 

- não foi eu que me fazia de ridículo na escola. 

- eu pisei na bola, desculpa. 

- chegamos. - marcio estacionou o carro e desceu o carro. - melhor ficar aqui. 

- não. Eu vou ajudar você, mesmo que eu tenha que cuidar da amanda. 

- como vai lutar? 

- lembra do martelo piko piko? - amy invocou o martelo piko piko, e a bebê olhou o martelo com os olhos brilhando. 

- então, vamos para a luta. - marcio e amy entraram pelo gigantesco portão, e viram shadow amarrado em uma roleta giratória, e sangrando. De uma escada rolante, a general gray desceu da escada rolante. 

- sentiu minha falta, ninja fighter? 

- nem um pouquinho. Só devolve o ouriço, esquecemos isso e metemos o pé. 

- ou eu posso ficar com o ouriço. 

- já que você insis...

- MARCIO!!

- era brincadeira, irmãzinha. 

- eu sou mais velha que você. 

- mais eu sou mais alto que você. 

- vamos negociar. Eu libero o ouriço se vocês me derem uma coisa.

- um namorado? 

- sério mesmo, amy? 

- eu não posso fazer uma piadinha? 

- eu quero a criança.

- nem pensar. 

- se não vão me dar por bem, vão me dar por mal. - gray fez um sinal para os capangas. Imediatamente, eles agarraram amy e marcio, deixando eles acorrentados. Até uma explosão acontecer, e aparecer um herói com roupa ninja. Ele usava uma roupa de ninja branca, o cachecol era branco, e a listras da máscara era preta. 

- mexeu com o ninja fighter, mexeu com o mystic ninja. - o mystic ninja soltou uma bola de plasma, congelando um dos capangas. Ele correu até o resto dos capangas, e chutou a cabeça deles. 

- valeu por isso, garoto. 

- de nada, papai. 

- papai? 

- quero dizer...cidadão. - o mystic ninja tirou a máscara, revelando ser jorge. 

- jorge, onde aprendeu essas técnicas? 

- eu frequentei aulas de artes marciais. 

- garoto, porque não se junta à mim? 

- eu não sou uma arminha ou objeto. 

- você deve ter puxado do seu pai. 

- eu puxei e não me importo. - jorge agarrou gray pelas costas, e lhe deu um golpe nos nervos. - desculpa. Mais até os ninjas matam. - jorge pegou uma espada, e enfiou nas costas de gray, matando ela na hora. 

- mandou bem, filho.

- eu sei. - jorge lançou a espada com força no ar, cortando as correntes de todos que ficaram acorrentados.

- como soube que íamos para cá? 

- eu segui vocês o tempo todo para me certificar de estarem seguros. 

- jorge, você agiu muito responsável. 

- obrigado, pai. 

- pimo. 

- ouviram isso? 

- Sim. Ela falou "primo".

- só que sem o r. 

- pimo. 

- fala mamãe, filha. 

- pimo. 

- vai. Fala mamãe, filha. 

- PIMO!! - a bebê falou de um jeito com voz grossa. 


- jaime, o que você acha que aconteceu em konichiwa? 

- nada demais. Nada demais. 


                                          Continua . . .



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