História Maré de Azar - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bem vindos a minha nova fic! Só esses dois mesmo pra me fazer voltar ao spirit e escrever de novo kkkkkkkk ( ͡° ͜ʖ ͡°)
Algumas informações:

✦ Cenas hot (+18) serão feitas no último cap (por enquanto planejei para terminar no 3° cap), e o romance pode ser meio devagar no começo hehe
✦ Essa história se passa depois do episódio com o Djinn e antes do episódio do Dragão Dourado
✦ Eu vi o jogo e a série em inglês, então se tiver alguma tradução errada, por favor me avisem :)
✦ Eu sou meio demorada pra atualizar fanfics, então posso demorar alguns dias para publicar os novos capítulos

Boa leitura! ❤

Capítulo 1 - Afogado em ilusões


Fanfic / Fanfiction Maré de Azar - Capítulo 1 - Afogado em ilusões

 

  Jaskier, mal humorado e com seus sapatos e roupas molhados de suor e sujos de lama, caminhava com Geralt por entre um pântano abafado e fedorento. Desde que tinham entrado no lugar, o bardo percebeu uma diferença súbita de humor em Geralt, mesmo este estando em silêncio nas últimas duas horas, mas semanas — ou meses — na companhia do bruxo ensinaram Jaskier a ler seu amigo como ninguém. Seus ombros estavam tensos e fazia força para segurar as rédias de Plotka, a égua caminhando com pernas rígidas e suas orelhas viradas para trás em desconforto.

— Aonde estamos indo, Geralt? — Jaskier engoliu em seco e começou a falar para quebrar o clima pesado. O som da sua própria voz sempre o acalmava, por mais esnobe que isso parecesse. - Falta muito para sairmos daqui? Espero que não.  Só não quero esse cheiro impregnado nas minhas roupas. E no meu alaúde. Na verdade, não quero esse cheiro em lugar nenhum perto de mim. E essa lama também.

Ele tentou tirar a sujeira dos sapatos sem sucesso. Em seguida ajeitou o broche em sua camisa, uma mania nervosa que tinha adquirido depois de ter ganhado o presente em uma aposta de jogo de cartas em uma taverna no dia anterior. Era em formato de alaúde, bronze na escuridão e dourado quando o sol brilhava em cima. Quando Jaskier o viu enfeitando o chapéu de um mercador bêbado e rico, decidiu que foi amor à primeira vista.

Geralt continuou em silêncio.

— É claro que você não reclamaria, — Jaskier continuou — Está todo confortável sentado em Plotka, sem se sujar ou se cansar. Que vida de rei você vive, Geralt, enquanto camponeses como eu se arrastam na lama da melancolia e se perdem na vasta imensidão da vida.

Ele pegou seu alaúde, agora se sentindo inspirado, para soltar alguma melodia, quando Geralt decidiu se manifestar.

 — Estamos em um antigo campo de batalha onde os Nilfgaardianos massacraram vários inocentes foragidos. Tenha um pingo de respeito e guarde esse alaúde, Jaskier. — Ele falou sem nem olhar para o músico, seu tom de voz forte proibindo quaisquer protestos do outro.

Jaskier fez uma careta e guardou o instrumento, agora olhando a sua volta pela primeira vez e notando pedaços de ossos e poças de sangue misturadas na lama. Bom, isso explicava o cheiro insuportável. Ele inconscientemente se aproximou de Plotka e Geralt, sua vontade de ir embora aumentando a cada minuto. Ele notou o bruxo relaxar os ombros ao fazer aquilo, talvez estavam perto da saída.

Com seus passos apressados para tentar acompanhar os passos de Plotka, Jaskier acabou tropeçando em uma poça de água e, se não fosse por Geralt e seus reflexos, estaria de cara no chão.

 O bruxo o pegou pela gola de seu casaco, como se o bardo fosse um gato mal criado e atrapalhado, e o colocou gentilmente no chão.

 — Estamos chegando. Sem pressa. — Geralt murmurou e diminuiu a velocidade de Plotka para que Jaskier pudesse os acompanhar.

— Isso seria muito mais fácil se você me deixasse subir na Plotka com você... — Jaskier bufou, ignorando suas bochechas coradas de vergonha.

Geralt o encarou em resposta com seus olhos dourados e penetrantes. Jaskier sempre se via fascinado por aqueles olhos, desde a primeira vez que o conheceu. Oh, tantas canções que ele conseguiria fazer só com aqueles olhos como inspiração. Eram felinos, com um risco escuro no lugar da pupila redonda, e Jaskier podia jurar que ja os viu dilatando alguma vez.

— Não quero que você suje a Plotka de lama. — Ele murmurou em baixo tom, e se Jaskier não estivesse prestanto atenção, nem conseguiria ouvir a resposta.

— O qu-- Eu não estou tão sujo assim?! Você ja montou nela cheio de sangue de kikimora, pare de mentir, Geralt-- — Antes que pudesse reclamar mais, um alto trovão ecoou pela floresta e Jaskier pulou de susto. Geralt simplesmente levantou uma sobrancelha cínica para ele.  - Vai chover assim de repente? Que ótimo, justo o que precisávamos.  — Jaskier disse, mal humorado, logo antes de sentir alguns pingos de chuva em seu rosto.

— Chuva é bom. Vai lavar o sangue e lama embora. — Geralt respondeu e continuou a cavalgar.

— Ah! Espere por mim, Geralt! — Jaskier virou para acompanhá-lo, mas quase tropeçou de novo quando sentiu algo agarrar seu tornozelo.

Em apenas um instante, antes mesmo de virar para ver o que era, Jaskier sentiu seu corpo inteiro ficar frio e rígido de medo e terror. Alguns segundos se passaram em que ele não mexeu um músculo, como se tivesse parado no tempo. Seu coração começou a bater tão forte que se perguntou se a audição aguçada de Geralt era capaz de ouvir.

— Geralt-- — Ele foi puxado para o chão assim que começou a falar, e todo o ar de seus pulmões foi embora quando seu corpo caiu com força. Olhou para trás e viu uma mão escura saindo da água gelada segurada em seu pé e Jaskier entrou em pânico quando começou a ser arrastado para o fundo da poça.

Tentou se livrar ou segurar em algo, mas foi tudo em vão. Suas mãos arrastavam pela terra agora molhada e escorregadia pela chuva e acabou mergulhando depois de gritar o nome de Geralt pela última vez e tomar fôlego.

 Ele tentou chutar a coisa que estava puxando-o para o fundo, mas agora dentro da água seus movimentos eram fracos. A criatura, um monstro escuro e pegajoso com algumas feições humanóides, agarrou sua camisa e o puxou com mais afinco. O fôlego de Jaskier se esgotou quando sentiu outra mão forte agarrar a gola de seu casaco e o levar de volta para a superfície.

— Jaskier! — Ele ouviu Geralt gritar seu nome quando saiu da água e deitou sobre o chão, mas não entendeu o resto pois estava vomitando água demais para prestar atenção. Depois que o pânico passou e conseguiu respirar de novo, viu a criatura ser cortada ao meio pela espada de Geralt, e de repente Jaskier decidiu que não tinha vomitado o suficiente.

 O bardo tentava recuperar o fôlego e controlar seus tremores ao mesmo tempo, o que não era fácil. Logo sentiu uma mão hesitante mas firme passando por cima de suas costas em um movimento confortante, provavelmente Geralt tentando ajudar. Depois de algum tempo - minutos ou horas, Jaskier não sabia — Geralt o levantou com cuidado e o colocou em cima de Plotka.

 — A partir de agora você vai cavalgando, — Geralt disse, sua voz tensa e preocupada, e Jaskier quase não conseguiu ouvi-lo devido a chuva intensa — Você está bem? Se machucou? — Geralt ficava mais inquieto a cada segundo que seu amigo não respondia — Jaskier!

— O qu-- O quê era aquilo? — Ele sussurrou roucamente, tremendo até os ossos. Geralt resmungou e montou na égua também, que relinchou com o peso. Jaskier, ainda ofegante, imediatamente abraçou as costas de Geralt, tentando ao máximo segurar em algo e se sentir seguro. Se estivessem em outra situação, Geralt nunca permitiria qualquer contato físico, muito menos um abraço, o que fez Jaskier pensar que o bruxo estivesse realmente com muita pena dele. Deuses, ele era tão patético, se permitindo pensar em abraçar Geralt num momento daqueles.

Afogardos, — O bruxo respondeu e comandou Plotka a correr. Jaskier segurou firme em Geralt para não cair. — Monstros aquáticos que afogam humanos. Temos que sair daqui logo. Eles caçam em grupo.

Jaskier respondeu com um suspiro fraco e fechou seus olhos. A presença reconfortante de Geralt e o cansaço o fez dormir por alguns breves momentos. Sonhou com o som de lâmina cortando carne e broches dourados.

 

--

 

 — Essa foi a pior experiência da minha vida, — Jaskier murmurou enquanto tentava miseravelmente tirar suas roupas sujas de lama. Geralt tinha os levado até um abrigo por dentro de uma caverna, finalmente livre do pântano horrível, mas a chuva ainda não cessara. Estavam sentados perto de uma fogueira que Geralt tinha montado — Pior que todo aquele fiasco com o Djinn, e olha que depois daquilo minha garganta ainda ficou doendo durante semanas! E também tive que comprar outra camisa, porque tinha tanto sangue naquela que já era um caso perdido. Não sei como você aguenta ficar coberto de sangue, Geralt… — Ele passou as mãos pelo cabelo para tirar a lama e parou ao ver Geralt o encarando novamente.

Tinha virado um hábito nos últimos dias, os olhares fixos e enigmáticos de Geralt em Jaskier. O bardo se remexeu no lugar, não acostumado com tanta atenção do amigo.

 — O quê? — Jaskier indagou. — Tem algo no meu rosto além de rastros de experiências pós traumáticas?

Geralt virou-se bruscamente e começou a tratar de Plotka, que tinha recebido um arranhão no focinho ao correr por entre as árvores no caminho. Jaskier decidiu que iria ser ignorado pelo resto da noite e estudou o resto das suas coisas. Seu alaúde estava intacto, graças aos deuses, assim como seu broche de bronze, mas seu caderno de músicas e histórias estava completamente encharcado e destruído.

 — Ah, não… — Jaskier sussurrou ao ver que todas suas anotações estavam ilegíveis. Tantos contos e poesias maravilhosos perdidos. Ele suspirou, aceitando derrota, e jogou o caderno no fogo. As chamas subiram e aqueceram Jaskier, que tremeu e esfregou os braços para se esquentar. A noite tinha ficado fria e ele ainda estava molhado e assustado. Teria pesadelos naquela noite, sem dúvida.

Focado em seus pensamentos melancólicos, Jaskier não ouviu Geralt se aproximar e jogar seu casaco em cima dele. Era cinza e estava um pouco molhado, mas era quente e tinha cheiro de ferrugem, pêlo de cavalo e, bem, Geralt.

— Está frio. Cubra-se, — O bruxo sentou-se do outro lado da fogueira de costas para o bardo e relaxou os ombros.  — E durma. Eu irei vigiar caso algo mais aconteça.

Jaskier sabia que Geralt dormia na maioria das noites, assim como ele, mas às vezes o bruxo ficava acordado durante dias quando estava inquieto ou algo o perturbava. Não era uma boa ideia incomodá-lo quando ficava daquele jeito.

 — Obrigado, Geralt... — Ele murmurou, sentindo uma imensa gratidão ao amigo. Obrigado por me salvar. Obrigado por cuidar de mim. Obrigado por se importar, mesmo que você seja péssimo em mostrar isso. Era o que ele queria dizer, mas estava cansado demais para confissões vulneráveis e constrangedoras no meio da noite, então simplesmente deitou no chão com sua mochila como travesseiro e o casaco de Geralt como cobertor. Fechou os olhos antes que pudesse notar o olhar terno e afetuoso que o bruxo reservara para ele.

 

--

 

Jaskier estava se afogando, mas parecia que estava lá há uma eternidade. Não conseguia desmaiar e nem respirar, seus pulmões cheios de líquido, tudo escuro e frio. Sentia uma mão puxá-lo mais afundo e, entre o pânico e a dor, se perguntava se Geralt o salvaria novamente, ou se o bruxo tinha finalmente se cansado e o abandonado dessa vez. Já era a hora. Não sabia até quando Geralt iria aguentar os problemas que o bardo se metia, então Jaskier aproveitava cada minuto ao máximo perto de seu amigo, esperando o inevitável.

A cada segundo Jaskier se debatia enquanto seu corpo ficava mais frio e rígido, mas estava exausto e sem esperanças. A última coisa que viu foi o rosto monstruoso e doentio da criatura surgindo por dentro da escuridão para devorá-lo--

—Jaskier! — Ele abriu os olhos e, como um inalar depois de horas embaixo d'água, o bardo acordou assustado e com olhos arregalados. Geralt estava ao seu lado chamando seu nome com a testa franzida. Estava sem sua armadura, em seu peito só sua camisa escura e seu medalhão de bruxo balançando com cada movimento brusco.

— Geralt? — Ele tentou falar, mas sua voz estava rouca e seca, o que desencadeou uma sequência de tosses tão fortes que o deixou ofegante depois. Sentia-se fraco e cansado, mas dormir era a última coisa que ele queria naquele momento.

— Calma, Jaskier, — Geralt usou um tom de voz do qual Jaskier não tinha ouvido antes. Ele passou a mão em suas costas como da última vez, um movimento tranquilizante, mas que só fez Jaskier estremecer e perceber o quanto estava com frio. - Foi um sonho.

— Será que foi mesmo? — Ele se perguntou em voz alta, lembrando-se de Geralt e como ele pensou que o amigo o tinha abandonado para morrer. Foi um pensamento tão obscuro de seu subconsciente, como se todas as suas esperanças tivessem se esgotado e tudo o que sobrava era um luto pesado. Não conseguia explicar. Olhou para Geralt e pensou se ele realmente iria deixá-lo para trás algum dia.

O bruxo só retribuiu o olhar, confuso, e pôs a palma de sua mão, agora sem luva, na testa de Jaskier. O bardo quase pulou quando sentiu a pele gelada do amigo. Geralt sempre foi uma pessoa quente - mais quente do que o normal, provavelmente coisa de bruxo - mas agora estava frio como gelo.

 — Geralt? — indagou, e percebeu também que estava suado e um pouco tonto quando tentou se mexer. Geralt tirou a mão e o ajudou a se sentar.

 — Você está com febre. — Ele respondeu. Ah, agora tudo faz sentido, Jaskier pensou quando se sentou e sua cabeça começou a latejar. Uma náusea violenta subiu pelo seu corpo.

— Ah. Não. Não, não, não. Me coloca de novo pra deitar, Geralt. Não. Hoje não-- — Ele reclamou e recusou as tentativas do bruxo para colocá-lo em pé. Não estava disposto a vomitar de novo, muito obrigado, principalmente quando ainda estava coberto pelo casaco de Geralt da noite passada. Tentou deitar-se no chão e esquecer que tudo aquilo estava acontecendo, mas Geralt continuava a puxá-lo de volta. — Geralt! Me deixa sofrer em paz!

O bruxo o carregou pelo ombro até um rio perto dali, o vento frio da manhã congelando a pele de Jaskier e, miserável e desconfortável, deixou-se ser manuseado como um infeliz saco de grãos. Depois disso, o bardo não conseguia prestar muita atenção no que estava acontecendo. Seus membros estavam pesados e sua mente uma névoa pesada. Até sua visão estava embaçada, percebeu, quando tentou encarar Geralt e o viu como um borrão preto e branco. A chuva cessara e só o ar frio e úmido permanecera.

— Você está ferido em algum lugar? — A voz tensa de Geralt o fez sair de seu transe. - Sangrando? Ou uma ferida aberta pode ter infeccionado.

Jaskier tentou pensar, mas sentiu uma intensa dor de cabeça ao fazê-lo e colocou uma mão na testa instintivamente.

— Na cabeça? Uma concussão? — Geralt continuou, soando mais preocupado com cada palavra. Dirigiu suas mãos rapidamente ao rosto de Jaskier, que não estava de jeito nenhum acostumado com toda aquela atenção — Deixe-me ver. Pode ter sangrado, o que não é bom. — Jaskier tentou se afastar ou dizer qualquer coisa, mas era difícil se mexer, muito menos falar.

— Não tem nada de errado aqui, — Geralt murmurou após estudar a cabeça do outro. Em seguida foi apalpando o corpo de Jaskier a procura de machucados, o que fez um arrepio correr por sua espinha — O afogardo te pegou aqui, não foi? — Tocou em seu tornozelo e Jaskier puxou todo o ar pelo nariz ao limitar um urro de dor. Não tinha percebido o quão machucado estava antes de ver seu tornozelo roxo e sensível ao toque — Não está quebrado, pelo menos... —Geralt murmurou e começou a enfaixar sua perna com um curativo enquanto Jaskier gemia de desconforto.

 O bruxo o encarou novamente quando terminou, como se estivesse esperando alguma coisa da qual Jaskier não sabia o quê.

— Você está terrivelmente quieto, — O bruxo comentou, talvez com um pouco de humor — O afogardo pegou sua língua também? — Jaskier não o culpava. Era realmente estranho ver Geralt fazer monólogos enquanto o bardo ficava em silêncio. Como se tivessem trocado de papéis.

— Dói quando eu falo. — Jaskier explicou secamente, sentindo uma ardência em sua garganta. O rosto de Geralt se desmanchou em uma mistura de emoções, e ele não gostou de nenhuma delas. Pena. Simpatia. Tristeza. Preocupação. Era verdade que sua voz era muito importante para Jaskier, e era muito irritante não poder exclamar suas frustrações em voz alta para todos ouvirem, mas o que ele poderia fazer? Tocou em seu broche, a única coisa em si que estava intacta e limpa, tentando buscar o mínimo de conforto. Os olhos dourados e perspicazes de Geralt não perderam nada.

— O que é isso? — Ele passou a mão no broche e acabou encostando nos dedos gelados de Jaskier também. O bardo pulou de susto e se afastou com um olhar ofendido. Geralt revirou os olhos, exasperado. — Okay, não vou tocar. Só não me lembro de você usando isso. Pegou em alguma das cidades que passamos por aí?

Jaskier assentiu, fraco e pálido. Suas energias já estavam se esgotando. Geralt o fez beber um pouco de água do rio e não demorou muito para voltarem para desfazer o acampamento e continuarem na estrada.

— Logo chegaremos a um curandeiro, — O bruxo disse. Jaskier foi colocado com cuidado em cima de Plotka, Geralt logo atrás. — Vai levar algumas horas, mas acho que conseguiremos para chegar antes do anoitecer.

 Jaskier puxou o casaco de Geralt para mais perto de si, seu corpo estremecendo de frio. O peito do bruxo, agora vestido com sua armadura, servia de encosto para suas costas e o fazia ficar sonolento, assim como os braços fortes que o envolviam e a respiração quente que soprava em seus cabelos. Geralt sempre teve uma presença reconfortante para Jaskier, mesmo sendo um assassino profissional e mal humorado, pensou ele com um leve sorriso no rosto enquanto sentia o constante trotar de Plotka e adormecia profundamente nos braços do bruxo, sentindo-se finalmente seguro pela primeira vez durante muito tempo. Não teve mais pesadelos.


Notas Finais


Eaí, gostaram? Não sou muito boa com cenas de ação, desculpem qualquer coisa~
jaskier meu bb só sofre nessa fic
comentem se puderem! cada comentario vai ser respondido com muito amor e carinho


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