História Mariage d'amour - Capítulo 7


Escrita por: e DallasParrilla

Postado
Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time, Sean Maguire
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Daniel, Emma Swan, Lacey (Belle), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Lana Parrilla, Once Upon A Time, Outlaw Queen, Regina Mills, Robin Hood, Romance
Visualizações 61
Palavras 1.071
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei mores!!! Espero que gostem.

Capítulo 7 - Consequências II


Fanfic / Fanfiction Mariage d'amour - Capítulo 7 - Consequências II

Ele realmente dormiu, e muito, para falar a verdade. Nesse tempo ela fez muitas coisas: fez alguma coisa para comer -já que estava faminta-, limpou a cozinha, respondeu algumas mensagens, fez sua atividade de literatura, estudou algumas partituras e até mesmo cochilou um pouco. De vez em quando subia e olhava como o Robin estava, e, além de se remexer um pouco ele não demonstrava estar acordando, Regina descia e voltada a fazer quaisquer que fossem as outras coisas. Quando ficou claro de que já tinha terminado de fazer tudo de útil pegou um livro na estante de Robin e sentou na mesma poltrona acolchoada que estava antes, mas assim que se sentou e abriu o livro Robin despertou. Imediatamente fechou o livro e sentou na ponta da cama.

Enquanto ele, lentamente ia se espreguiçando e abrindo os olhos de maneira preguiçosa, Regina passou a mão delicada em seu peitoral afim de lhe fazer cócegas.

-Que horas são? –Perguntou se sentando na cama com um sorriso.

-Já é o fim da tarde, talvez umas sete horas... –Disse ela.

-Dormi tanto assim?

-Oh se dormiu... –deu uma risadinha – Estava me sentindo um pouco sozinha.

Robin se aproximou do seu rosto - pouca coisa, mas perceptível -, e então passando uma mecha caída para detrás da orelha e sussurrou perto do seu nariz:

-Nunca estrará sozinha, meu amor...

Regina enfim se sentiu livre de todo aquele medo e sensações ruins que vinha sentindo sobre eles e até ela mesma. Sentiu que precisava se entregar completamente aos sentimentos, ao seu coração.

Robin beijou o canto da sua boca

-Para sempre comigo... –Sussurrou ele em seu ouvido.

Regina consentiu passando a mão em suas costas e jogando a cabeça para trás, dando passagem livre para Robin atacar seu pescoço em beijos lentos, mas extremamente cálidos.

-Quero que se lembre disso... –Sussurrou mais uma vez puxando a camisa de Regina.

-Vou me lembrar, prometo. –Dessa vez ela sussurrou contra o ombro de Robin.

Ele a puxou para si beijou-a com voracidade. Regina fechou os olhos e sentiu Robin retirar sua camisa completamente e a deitando.

-Tudo bem? –Perguntou ele.

-Sim... só um pouco tensa...

Ele sorriu e lhe deu selinho. Depois, em uma caixinha de som na estante ao lado Robin ligou e colocou A música. Sim, essa música, Mariage D’amour.

-Que tal agora?

-Está tudo perfeito, vai ser perfeito...

Ele se inclinou e a beijou novamente. Certamente, iria ser perfeito.

(...)

Regina devia adivinhar que não iria voltar mais para casa. Já era domingo e mais do que tarde da noite e o que eles estavam fazendo era tocando piano juntos sem se preocupar com nenhuma das responsabilidades que deveriam ter. Ambos estavam se entregando aos sentimentos mais profundos. E enquanto observava Robin tocar pela milésima vez a mesma música Regina, teve uma visão clara de como o seu futuro seria maravilhoso. Em um sussurro ela disse: “Eu te amo”. Espera? Tinha dito isto mesmo? Estava se entregando aos seus sentimentos e era isso que o seu coração mandava dizer. Não sabia se Robin tinha ouvido, realmente, não sabia, mas em pouquíssimo tempo quando ele terminou de tocar, encarou-a com seus olhos que fazia Regina se perder e disse em alto e bom tom:

-Eu também te amo.

Regina se iluminou e no mesmo instante pulou em seu pescoço e o abraçou.

-Promete não me deixar ir novamente?

-Nunca... nunca vai se ver livre de mim...

E ali se entregaram mais uma vez a paixão.

(...)

 -Pensei bastante sobre o assunto, meus queridos... –Disse o diretor olhando para ambos a sua frente.

-A decisão que tomar nós compreenderemos... –Disse Regina apertando a mão de Robin.

-Muito bem... –Deu-se uma pausa, mas logo depois ele continuou. –Infelizmente ele não pode continuar dando aula para a senhorita, eu sinto muito.

Regina engoliu a seco mas continuo olhando para frente sentindo o polegar de Robin acariciar seu dorso.

-Como todos sabem... –continuou- Eu sou casado com Mary, a professora de piano da classe no andar de cima, e me identifiquei com a história de vocês, por isso não expulsarei nenhum dos dois e nem proibirei de visita-lo em sua classe de vez em quando, senhorita Mills, contanto que mantenham o profissionalismo, mas de hipótese alguma posso deixar que ele lhe der aula, é contra a ética e, acima de tudo, não pretendo acabar com o relacionamento de vocês, por isso tomei essa decisão.

Regina estava feliz por poder continuar lá e com Robin a mesma coisa, e preferia que fosse assim. O diretor estava correto, não podia deixar de fazer seu papel como gerente de uma grande universidade.

-Tudo bem. –Disseram juntos.

-Então assunto encerrado. –Disse e os dois levantaram-se. –Espere, Senhorita Mills.

-Sim?

-Não se preocupe mais com a Brianna Copwer, ela voltará para Londres, portanto não te importunará mais. –Sorriu. –Mas vocês sabem, ela é apenas o começo de muitos que virão tentando atrapalhar esse relacionamento. Boa sorte.

-Muito obrigada, nós precisaremos... –Disse sorrindo.

E realmente, precisou durante quase dois meses antes do casamento.

(...)

Regina era uma nova delicada, faltava menos de um mês para o seu casamento e não sabia o que fazer com o teste de gravidez a sua frente. Pesou que estava enganada, mas aquele tinha sido o terceiro em três dias, não podia mentir três vezes, ela tinha que aceitar o destino de estar carregando um bebê em seu ventre. Robin bateu na porta. Primeiro, nenhuma reação, depois que Robin voltou a bater ela apenas destrancou o banheiro.

-Rê... Você está aqui a mais de 40 minutos, não ouvi o chuveiro e...

Regina apontou os três testes em cima da pia, não sabia o que fazer, não sabia como contar em palavras e não sabia se ele iria ficar feliz com a notícia.

-Você está grávida?

A reação dele não fora muito clara, porque Regina começou a sentir lágrimas em seus olhos.

-Robin, me desculpe eu...

-Desculpe? –Ele explodiu em uma gargalhada. –Eu sou o homem mais feliz do mundo! –Agarrou-a pelo rosto e deu um beijo. –Eu te amo!

-Não está chateado? –Perguntou confusa.

-Claro que não, por que estaria?

-Eu não sei... talvez quisesse esperar ou, sei lá, simplesmente não querer.

-Claro que não! São consequências boas de um ato em conjunto, vou amar cuidar dessa criancinha que sairá de você. –Disse tocando sua barriga.

-Eu fico aliviada... –Disse e o abraçou. –Te amo.

-Eu amo mais, muito mais!

 


Notas Finais


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