História Marichat - juntos pela eternidade - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Emilie Agreste, Hawk Moth, Kagami Kyoko Tsurugi, Luka Couffaine, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathalie Sancoeur, Nino, Nooroo, Plagg, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Marichat
Visualizações 24
Palavras 2.498
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiee, esse capitulo vai mostrar como Marinette começou a conversar com Adrien e Chat Noir, mas de um jeito totalmente diferente da série de Miraculous. Espero que curtam.

Capítulo 3 - Novas amizades (parte 1)


Fanfic / Fanfiction Marichat - juntos pela eternidade - Capítulo 3 - Novas amizades (parte 1)

Quando acordei ainda não acreditava no que havia acontecido. Eu, Marinette, uma das garotas mais desastradas de Paris, havia me tornado uma heroina, Ladybug.

Fiquei deitada na cama durante um bom tempo pensando nisso, parecia uma piada! Quem diria que super vilões realmente existiam?

Eu mesma, desde pequena, sempre discordava de meus amigos que diziam acreditar em vilões e super-herois, afinal, eram apenas personagens criados para ensinar as crianças a serem do bem, e a não fazer coisas erradas ou brigar com as pessoas a sua volta.

Mas enfim, minha teoria se provou falsa! Os super vilões não só existiam, mas estavam por perto, e eu iria descobrir quem estava espalhando o caos por Paris, se não hoje, alguma hora.

- Bom dia Marinette!

Levei um susto, mas logo me acalmei ao ver Tikki flutuando perto da porta, com uma bandeja cheia de Cookies.

- Bom dia Tikki! O que é isso?

- Hoje de madrugada, seus pais sairam e te deixaram um bilhete, que dizia que eles voltariam logo, não disseram o motivo, mas essa bandeja de Cookies estava lá e me pareceu que eles te deixaram o café da manhã! - explicou enquanto trazia a bandeja até mim.

- Obrigada Tikki! - olhei para aquele monte de cookies - Você não vai comer comigo? - perguntei ao ver que ela havia se virado e estava saindo do quarto - Você também deve estar faminta depois de toda aquela agitação de ontem...

Sua cara de surpresa me confundiu, por quê aquele espanto todo? Eu estava apenas lhe oferecendo Cookies! Porém ela não discutiu, veio até mim e comeu. Antes de pegar algo da bandeja, lembrei-me do horario! Quer ver que eu iria me atrasar de novo? Pulei da cama e abri as cortinas.

- Que estranho! Ainda esta escuro lá fora! - olhei para Tikki confusa e ela riu.

- O sol ainda nem nasceu Marinette! Por isso estranhei você me oferecer comida à uma hora dessas!

Olhei novamente para fora e dei uma risadinha, mas ainda não tinha entendido.

- Mas como?! Eu não costumo acordar uma hora dessas, aliás, eu costumo acordar atrasada para o colégio... - ouvi Tikki engasgar e me assustei.

- Você não se sente cansada?

- Nem um pouco...

- Acho que isso pode ser culpa minha...

- Como assim?

- Olha, Marinette, eu fiquei fora de cena por mais de três mil anos! Minhas energias e forças se acumularam com o tempo, quando você se transforma, nós duas nos fundimos! Seus sentimentos e dores se tornam os meus, e vice versa. Ou seja, minha energia acumulada deve ter passado pra você... - Ela terminou o discurso com um sorrisinho culpado.

- Calma Tikki, não tem problema! Foi só por hoje. - senti que ela não havia me contado tudo, mas não reclamei. Peguei um cookie e comemos juntas, mas em momento algum parei de imaginar o que Tikki estava me escondendo sobre o miraculous.

Depois de tomar o café da manhã, deixei o assunto "heróis" para outro momento e fui fazer minhas coisas de Marinette.

Tomei um banho quente para relaxar os musculos tensos, e funcionou. Me enrolei na toalha e fui para o quarto vestir uma roupa.

Para não ficar sem fazer nada, fui até o computador e abri meu aplicativo de busca favorito.

Depois de algum tempo pesquisando e avaliando modelitos resolvi pegar meu caderno, e os traços foram surgindo em minha cabeça, como se eu já tivesse o visto inúmeras vezes.

                           ~*~

Assim que acordei pela manhã eu soube, não fora um sonho, as dores pelo corpo provavam isso! Além do mais, Plagg já havia começado a pedir por queijo.

-Adrieeen, minha barriguinha está doeendo!

-Tem queijo perto da tv Plagg, eu te avisei ontem! - virei o rosto e tentei dormir novamente. Claro que não consegui.

- Mas aquele já acabooou.

- Como assim?!? Tinham quase 3 kg de queijo Plagg! Você comeu tudo aquilo durante uma noite? - encarei-o com um olhar de reprovação.

Em resposta ele me olhou fixamente e retrucou:

- Eu fiquei preso, sem comida por mais de três mil anos! Como você ousa me negar queijo?

O danadinho realmente tinha razão, eu estava sendo um pouco duro com ele.

- Ok, ok, você venceu, mas eu posso tomar um banho primeiro? Não quero me sentir um Camembert ambulante pelo resto do dia!

- Apesar de isso ter sido um insulto ao cheiro divino do Camembert, sim, você pode.

Não contive a risada ao ouvir aquilo, Plagg riu comigo. Levantei e fui tomar banho.

A água estava gelada, e isso ajudou um pouco com as dores nos ombros e costas, mas saí depressa, não sabia que horas eram, muito menos se eu estava atrasado para o colégio.

Enrolei a toalha na cintura e fui para o closet. Coloquei uma bermuda e meu celular. Ainda era cedo. Quando voltei para o quarto plagg estava zangado me olhando de cima da TV.

- Você deve ter ido dar banho em 15 gatos para ter demorado tanto!

Ergui uma sobrancelha e olhei para o celular, depois virei a tela para ele.

- eu não demorei nem 5 minutos plagg!

Ele voou e se deitou em minha cama com uma falsa expressão sofrida e disse:

- mas pra mim pareceram hoooraas!!

Revirei os olhos e fui para a cozinha, guardando o celular no bolso enquanto descia as escadas. Quando cheguei, encontrei Nathalie, que ainda estava tomando o café da manhã.

-A- Adrien? Você não devia estar dormindo? - disse ela enquanto se levantava.

- Pode terminar seu café! - Corri e a fiz se sentar de novo, ela abriu a boca para protestar mas eu a interrompi - Até porque eu só vim pegar um copo d'água.

Ela respirou fundo e se voltou para a fatia de bolo e o suco de laranja a sua frente.

Troquei a água por uma maçã, coloquei quase 2 quilos de Camembert em um prato, e voltei para o quarto.

Fui recebido da forma mais "calorosa" de todas, ou melhor dizendo, o Camembert foi!

Assim que fechei a porta, Plagg veio voando em minha direção e apanhou o queijo, voando para cima de uma mesinha.

- MEU PRECIOSO! QUE SAUDADE!!

Revirei os olhos e fui para a cama com o celular na mão. Me deitei e abri um dos meus jogos favoritos.

Enquanto carregava, olhei para o Plagg, que devorava ferozmente o queijo e resolvi provoca-lo.

- Se esse queijo não durar até amanhã você fica sem.

Ele virou a cabeça para mim tão devagar e com uma expressão tão chocada que me senti em um filme de terror barato e não contive a risada.

Emburrado, Plagg pegou o prato de queijo e o guardou em um dos meus armários, ficando apenas com uma fatia.

Ele se sentou em minha TV e me voltei para o celular. Ouvia apenas as reclamações baixinhas de Plagg enquanto comia .

Depois de algum tempo, percebi que ele não havia dito mais nada. Olhei para a TV, e ele não estava mais lá. Guardei o celular e fui procura-lo.

-Plagg? - esperei uma resposta, mas nada. Agachei para olhar embaixo da mesa, caso ele estivesse se escondendo - Onde foi que você se meteu?

- Procurando por alguém Adrien? - levei um susto ao ouvir uma voz feminina que eu não esperava, levantei com tudo e acabei batendo a nuca na quina da mesa.

- Ai!!! DROGA! - Sentei no chão e pus a mão na cabeça, onde um galo havia se formado. 

- Você está bem?!? - disse Nathalie enquanto corria para me ajudar.

- Sim, eu só estava... éh... procurando... meu celular? Isso! Estava procurando meu celular!

- Estava perguntando sobre a sua cabeça, está doendo? Quer que eu chame um médico? Vou ligar para o Dr agora mesmo- disse ela enquanto pegava o tablet que a todo momento estava sob seu braço.

-Eu estou bem Nathalie! Foi só uma pancada. Do que você precisa?

Ela me olhou torto, colocou o tablet sobre a mesa e me ajudou a levantar.

-Seu pai quer falar com você. - foi só o que disse, depois tomou o tablet em suas mãos novamente e se virou para sair.

- Você sabe sobre o que se trata? 

Ela saiu e fechou a porta, me deixando no vácuo, e no mesmo instante, Plagg surgiu da casa do caralho gritan como se não houvesse amanhã.

-ATÉ QUE ENFIIIM- Levei um susto e taquei meu celular em sua direção. Mas o kwami já tinha experiência, girou o celular e, em uma fração de segundo ele já havia voltado para mim. - vai ficar aí passando vergonha ou vamos logo falar com seu pai para você não se atrasar para a escola -  disse com um tom de superioridade, apesar de eu ter pego o celular facilmente e o colocado de volta em meu bolso.

- Vou trocar de roupa e já vamos. Vê se não destrói meu quarto enquanto isso. - revirei os olhos e fui para o closet. Coloquei minha jeans, uma camiseta branca com listras coloridas e um casaco, ou seja, meu visual de sempre.

Voltei para o quarto e puxei um dos lados do meu casaco, Plagg entendeu, revirou os olhos e voou para dentro dele. Soltei o tecido , peguei minha bolsa e desci até o escritório do meu pai. Bati na porta e entrei.

-Pai? - olhei para trás da Tela, onde ele sempre estava, mas dessa vez, o vi sentado em um dos sofás do cômodo. Entrei e fechei a porta atrás de mim.

A conversa foi longa, ele me pediu para que fizesse um post, anunciando que eu teria uma sessão de fotos nas proximidades da Torre Eiffel, e para que convidasse todos meus colegas de classe. Assim eu o fiz, depois disso ele disse que teria que sair, e que o motorista (gorila) o levaria hoje, portanto eu iria para a escola a pé, além de que Nathalie também iria com ele.

- Não tem problema pai, eu sei o caminho para a escola, e consigo me virar, não se preocupe. - levantei e saí da sala. No momento que fechei a porta, me vieram  sentimentos que sempre dominava meu corpo inteiro depois de falar com meu pai... tristeza, infelicidade e... saudade. Saudade de como ele era antes do desaparecimento da minha mãe, saudade da minha mãe, saudade de coisas que não voltam mais... 

Senti uma lágrima escorrer pelo rosto e a limpei logo. Fui para a  saída e me apressei para ir à escola. Mas assim que cheguei, já não podia mais entrar. Só na segunda aula, a conversa com meu pai havia demorado mais tempo do que eu havia imaginado. Pensei em voltar para a casa, mas desisti no mesmo instante em que a idéia me ocorreu. Olhei em volta e vi Marinette, a garota do chiclete, sentada em um banco próximo à escola e resolvi cumprimenta-la.


~*~

Olhei satisfeita para o desenho finalizado, estava exatamente como eu havia imaginado, levantei-o para ter uma visão melhor, esquecendo-me de que, agora, não estava mais sozinha.

- Que lindo Marinette! - levei um susto com a observação da pequena, ela havia ficado em silêncio por tanto tempo que eu pensava estar sozinha - Você tem muito talento!

-obrigada Tikki, mas esse ainda é só um esboço, peciso finaliza-lo, colorir, fazer o sombreado... - parei ao ver que ela não estava entendendo nada. Dei uma risadinha, guardei o caderno e liguei o visor do cumputador (que havia se desligado, eu sei lá quando). - DROGA - dei um grito e Tikki se assustou.

- Oque foi Marinette?!? - perguntou com preocupação.

- Estou atrasada para o colégio... De novo!- terminei a frase e corri para o banheiro. Troquei de roupa, prendi o cabelo como sempre e voltei para o quarto.

Tikki estava voando de um lado para o outro, pegando meu material escolar e qualquer coisa que eu pudesse precisar durante a aula. Enquanto ela fazia isso, peguei minha bolsinha de mão e abri, ela terminou de guardar as coisas e depois, entendendo meu olhar, entrou na pequena bolsa.

Peguei minha mochila e desci as escadas correndo, passei pela cozinha e peguei uma maçã, até porque alguns cookies não iriam satisfazer minha fome durante toda a manhã...

- TCHAU MÃE, TCHAU PAI! - Gritei, e dei uma risada alta depois, por ter esquecido que eles não estavam em casa.

Passei pela padaria e vi outro bilhete de minha mãe, que estava em cima de algumas cédulas de 50,00. Peguei tudo e coloquei na bolsa, fiquei apenas com o bilhete. Saí e tranquei a porta.

Durante o caminho me voltei ao bilhete deixado por minha mãe. Dizia assim:

" Marinette, esse dinheiro é para você passar a semana, não se esqueça de guardar o tanto certo para pagar o fornecedor de farinha, ele virá daqui a alguns dias, desculpe por não ter dito nada no outro bilhete, mas não queríamos te deixar preocupada a manhã inteira, agora você já deve estar indo para a escola, divirta-se e não se preocupe com o horário, se quiser pode dormir na casa de uma amiga, mas tome cuidado! Você sabe como está perigoso por ai, caso haja alguma akumatização, por favor, corra e se esconda! Nós te amamos muito, quando puder, eu te ligo, vamos pegar uma estrada onde não tem sinal de celular, até, te amamos muito filha."

Guardei o bilhete junto com o dinheiro e corri para a escola. Mas, de que adiantava correr, eu só iria chegar a tempo para a 2° aula mesmo. Resolvi sentar em um banco, que ficava próximo ao Françoise Dupont. Peguei meu celular e me ajeitei, para esperar os 47 minutos até que a segunda aula finalmente começasse.

Assim que acendi a tela vi as notificações de novas publicações, do Ladyblog, Nino, Adryen e Gabriel Agreste. Claro que eu fui primeiro no do Adrien, ou não seria eu!

Era um convite, para que os fão fossem ve-lo fotografar esta tarde, perto da Torre Eiffel. Claro que eu iria! Como poderia perder? Mas eu teria que chegar cedo, se quisesse realmente ve-lo, ao invés de ver as costas de suas fãs. Curti e fui para a publicação de Alya. 

Era a montagem de todas as garotas da sala com a mascara e maria-chiquinhas da Ladybug, quer dizer, minhas, e todos os garotos com as orelhas, cabelo e máscara do Chat Noir. Achei estranho que Adrien não tinha uma montagem. Será que ele tinha faltado? Seu pai o havia tirado da escola? O que havia acontecido!?!

- Marinette?! - derrubei o celular assim que ouvi uma voz masculina chamar por meu nome, mas antes que o aparelho atingisse o chão, mãos firmes o pegaram, com uma agilidade impressionante. Olhei para cima e encontrei seu olhar.

- A-A- adriano! Q-quer dizer, Adrien!?! O que você esta fazendo aqui? - ele deu uma risadinha e me devolveu o celular. Nunca mais eu iria trocar aquela capinha ou a película... espera, o quê eu estou pensando? Que horror! Quando eu tinha me tornado aquela garota babona?


Notas Finais


Gentee, desculpem pelo capitulo longo, eu me empolguei um pouco! Pra não ficar muito comprito vou dividi-lo em partes. Tchaau.


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