História Marionete - Fillie - Capítulo 4


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Categorias Stranger Things
Personagens Dustin Henderson, Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Will Byers
Tags Caleb Mclaughlin, Finn Wolfhard, Millie Bobby, Noah Schnapp, Sadie Sink
Visualizações 101
Palavras 1.326
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Four


Minhas orbitas arregaladas e meu coração a mil apenas me confirmavam o quanto eu estava incrivelmente fudido. A ideia de pegar o novo videogame de Nick sem permissão, havia acabado de passar de brilhante para incrivelmente estupida. Ele me mataria e jogaria meu corpo em um terreno baldio – Meu subconsciente gritava - Eu estava com medo? Imagina, apenas imaginado quantos dias levariam para encontrar meu corpo. 

 

Os retos mortais – Por assim dizer – Do videogame estavam espalhados por todo o carpete do meu quarto, eu puxava meus cabelos em aflição, não sabendo o que fazer. Nick chegaria daqui meia hora, e minhas pernas tremiam apenas de lembra. 

 

Eu catava as peças, as colocando dentro de uma sacola preta. As horas pereciam voar, e quando me dei conta já havia se passado vinte e cinco minutos, meu irmão chegaria a qualquer hora é a única coisa que eu havia feito havia sido recolher as peças do chão. Minha mente criava várias desculpas esfarrapadas, porem eu sabia que Nick não acreditaria em nem uma. 

 

- Finn. - Eu paralisei, meu coração errou a batida e meus pés pareceram virar gelatina. 

 

Merda. 

 

Caralho. 

 

To fudido.  

 

- FINN. - Gritou meu irmão, fazendo minhas mãos suarem e meu estomago embrulhar. 

 

- ESTOU AQUI EM CIMA. - Gritei. - Minha vida está em suas mãos Deus! - Pigarreio baixo enquanto olho para cima. 

 

- Parece que a princesa aprendeu a virar gente é não fez nenhuma merda. - Falou quando entrou em meu quarto, mas seus olhos estavam fixos na sacola preta em minha mão esquerda. - O que tem aí Finn? - Questionou apontando para a sacola, então logo tratei de a esconder de trais das minhas costas. 

 

- Nada. - Falei abrupto. 

 

- Vamos lá garoto, passe essa sacola para cá, agora! - Mandou é eu neguei, segurando mais forte aquele pedaço de plástico. - Vamos Finn! 

 

- Não, Nick. - Chiei. 

 

Eu dei passos para trais quando ele deu passos se aproximando de mim, mas eu acabei tropeçando no carpete e a sacola caiu de minhas mãos, espalhando as peças do que deveria ser um videogame no chão novamente. 

 

Merda. 

 

- Seu moleque. - Os olhos de Nick estavam saltando de suas orbitas, e seus punhos estavam fechados. - Quem mandou você pegar no meu videogame? Eu não lhe falei para não encosta nele? - Seu tom rude fez eu me encolher. - Responde desgraça! 

 

- Ninguém. 

 

- Então porque você pegou?  

 

- Por que eu quis! 

 

- Vou contar para mamãe. - Falou saindo do meu quarto em passos duros. 

 

O clima tenso pairava no ar, mamãe provavelmente falaria a bíblia para mim. 

 

- Idiota, idiota, idiota. - Falei me jogando em minha cama. - Como eu não queria ter um irmão mais velho, como eu queria que Nick morresse. 

 

[...] 

 

É foi com aquele pensamento que eu fui dormi aquela noite, de como eu queria que você morresse. Agora estou aqui, clamando a Deus que ele não tire sua vida, que não tive você de mim. Aquela havia sido apenas uma de nossas inúmeras brigas, lembro que você ficou sem me dirigir a palavra por semanas, e apenas voltou a falar comigo pois mamãe ameaçou que bateria nos cabeças um contra a outra, caso não parrássemos com aquela birra toda. 

 

Oh meu irmão! O que eu não daria pelo seu olhar de desprezo ao invés de você está em uma maca sendo aberto por médicos. 

 

Suspiro angustiado. 

 

Millie havia me deixado sozinho, perdido em pensamentos e lembranças. Eu não quero perde Nick, assim como Millie perdeu Ava, naquele dia ela foi destruída, ela desmoronou e chorou até não poder mais. Naquela fatídica noite ela soube que não havia mais nada que podia ser feito para trazer Ava de volta a vida, naquela noite ela teve que deixar sua irmã partir é junto com ela uma parte de Millie se foi também. 

 

[NARRADOR NARRANDO] 

 

Em um canto, Millie chorava encolhida, e do outro, Finn estava refletindo sobre as palavras ditas por Millie. Os dois estavam na beira do precipício, machucados e solitários. 

 

Dizem que é apenas quando perdemos alguém é que nos damos valor para quem estava ao nosso lado. 

 

O ser humano e falho em diversas coisas. Todos sabemos que nada dura para sempre, principalmente a vida que é algo tão frágil, e mesmo assim queremos machucar aqueles que nos rodeiam, com gestos e palavras. 

 

A verdade é que nós sabemos que a vida um dia chegara ao fim, porem nos nunca estaremos prontos para perde alguém. 

 

Pois no final, apenas no final, você percebe que cada vela, cada oração, qualquer coisa que você tenha feito, não compensaram o fato de que a única coisa que sobrara e um buraco na sua vida e no seu coração, um buraco que ninguém nunca será capaz de fecha, pois era ali que aquela pessoa que você amava, mais não dava valor abitava.  

 

[FINN NARRANDO] 

 

Os médicos falavam que Nick era como uma bomba relógio, que a qualquer momento poderia entra em colapso e explodir, todos pareciam me olhar com pena é apreensão e eu detestava isso. 

 

Eu estava sentado com Sadie e Noah no refeitório, nenhum deles havia dito nada ainda, porém eu podia ver a troca de olhares entre a ruiva e o loiro, e então Noah resolveu quebra o silencio perturbador. 

 

- Então, como você está? - Suspiro, soltando o copo de café em cima da mesa de metal gelada. 

 

- Mal. - Pigarreio a verdade. - Vocês sabem aonde Millie se meteu? - Questiono dando uma mordida no sanduiche que roubei de Sadie. 

 

- Não. - Noah falou tirando o sanduiche de minhas mãos. 

 

- Eu pensei que ela estivesse com você! - A ruiva falou. 

 

- Ela estava.... - Murmuro, porem para de falar, pois não queria contar sobre nossa briga. - Ah, acho que vou procura-la. - Eles apenas concordam e eu me levanto da mesa. 

 

- Ei Finn. - Falou a ruiva. - Eu acho que ela está no balanço que Ava gostava. - Ela fala a última parte mais baixo. Falar sobre Ava ainda era muito doloroso para todos nos. Eu não falo mais nada, apenas dou meia volta e saio dali a procura de Millie. 

 

E lá estava ela, eu podia ver a dor refletida em seus olhos enquanto ela olhava para o balanço, as pontas de seus dedos contornavam a corda que o sustentava, eu caminho até ela em passos lentos e silenciosos. Millie ao notar minha presença se sentar no balanço, sua estatura baixa faz com que seus pés fiquem foram do chão. 

 

Millie se segura nas cordas, e fica em silencio quando minhas mãos tocam gentilmente suas costas para empurra-la. 

 

- Desculpa. - Murmuro baixo. Ela não diz nada, então eu apenas continuo a empurrando no balanço. 

 

- Tudo bem. - Pigarreou depois de um tempo. - Você é um idiota mesmo! 

 

- Eu sei. 

 

Um silencio torturante se instala entre nós dois, era possível ouvir apenas nossas respirações turvas. Mas quando eu escuto um soluço vindo de Millie eu paro de a balança é passo meus braços em torno dela a abraçando, porem ela se desprende se levantando do balanço e ficando de frente para mim. 

 

Seus olhos vermelhos faziam meu coração aperta, sua feição estava abatida e tristonha. Eu estava me sentindo um lixo, por saber que parte daquelas lagrimas eram por mim. Em milésimos de segundos sinto meu rosto virar bruscamente, sinto o formigamento e a ardência em minha bochecha direita. Millie havia me dado um tapa novamente, quando eu havia virado seu saco de pancada? Mas eu sabia que merecia. 

 

Quando meus olhos se encontram com o dela novamente, posso ver que eles estão marejados e então uma lagrima cai, escorrendo por sua bochecha rosada. 

 

- Apenas me abrace. - Em um fio de voz ordenou Brown. 

 

Então eu a puxo para meus braços, era penas nos dois ali, sem mais ninguém, apenas nos. 



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