História Markpoo - Capítulo 77


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Categorias Star vs. as Forças do Mal
Personagens Angie Diaz, Hekapoo, Jackie Lynn Tomas, Janna Ordonia, Marco Diaz, Personagens Originais, Rafael Diaz, Star Borboleta, Thomas "Tom" Lucitor, Toffee
Tags Hekapoo, Marcapoo, Marco Diaz, Markapoo, Markpoo, Star Borboleta, Star Butterfly, Svtfoe
Visualizações 55
Palavras 3.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem, comentem o que acharem e boa leitura.

Capítulo 77 - Capitulo Extra 07


Fanfic / Fanfiction Markpoo - Capítulo 77 - Capitulo Extra 07

 

07.

Minutos após a saída da casa dos Diaz, Marco, Hekapoo, Kay e Dracy se dirigiram novamente a autoestrada, voltando ao foco da viagem.

H: E agora, querido?

M: Ainda temos mais uma parada antes de seguir nosso rumo, e essa é bem importante.

H: Sobre aquele assunto?

M: Exatamente. Hoje vai ser um dia cheio.

Em quanto, do banco da frente, o casal conversava seriamente, ao fundo do veículo os jovens admiravam a paisagem que ficava para trás a cada segundo que se passava. Ao contrário da conversa por parte dos mais velhos, os jovens se mantinham em silêncio profundo. Pareciam perdidos em seus particulares, até que Dracy interrompe a corrente silenciosa que se fazia presente.

D: Uh...ei, Kay. 

Após um momento de aguardo sem respostas, a jovem vira-se para o mais velho a seu lado percebendo tamanha imersão qual ele estava dentro de seus pensamentos. O observou durante alguns segundos, depois, esticando seu braço, tocou-lhe o ombro, fazendo com que, de imediato, ele voltasse sua atenção para a mais nova.

K: Hã? Ah, oi, o quê?

A expressão de confusão por parte do garoto foi suficiente para tirar uma leve risada da pequena, o que apenas deixara ele mais confuso ainda.

D: Nada, só ia perguntar se você sabe aonde vamos agora. -Respondeu sorrindo ao jovem.

K: Hm, bem, não sei direito, apenas que é importante e que vai ser um pouco trabalhoso.

A discussão sobre seu local de destino não se estendeu muito, pois a voz de Marco cortou-os de suas teorias, os trazendo de volta a realidade.

M: Segurem-se, vamos passar por um portal. -Disse ajeitando-se no banco.

Todos concordaram e assim foi feito, passaram pelo portal. Ao chegar do outro lado, viram-se em uma terra já conhecida, o que confundiu um tanto os pequenos ao fundo. Estavam nas terras da dimensão de Hekapoo.

K: Ué, mas pra que viemos aqui?

H: Precisávamos guardar o carro em algum lugar. Precisamos ir a pé daqui.

K: Quêeee...? A pé?

M: Sim, a pé.

K: Mas para onde estamos indo, a final de contas? -Disse após um longo suspiro de rendição.

H: Mewnee. Vamos fazer uma visitinha para os seus tios, Star e Comet.

K: Mas por que não podemos ir de carro?

M: Você vai entender depois, agora, vamos indo. Não temos tempo a perder!

Minutos após a chegada na dimensão de fogo, seguiram uma estrada até a casa de Hekapoo, qual agora estava sob os cuidados de sua família. Ao chegarem, encostaram o carro próximo a um dos muros da casa e em seguida todos desceram.

H: Bem, vamos indo. Por agora estamos um pouco sem tempo, então vamos só deixar o carro aqui e ir direto para Mewnee.

M: Concordo. Melhor nos apressarmos.

E assim abriram mais um portal, entrando nele sem dar tempo aos pequenos que tentaram se pronunciar antes que os mais velhos passasem, porém, fora em vão.

K: Ugh... tenho a impressão de que isso vai ser chato.

D: Bem, não dá pra sabermos se não formos, não é? -Disse animadamente.

K: (*Sigh*). É, você tem razão. Então, vamos indo? -Reponde apontando para o portal.

D: Sim! Vamos antes que ele fech...e.

Antes de terminar sua frase, a jovem pôde ver o circulo azulado em sua frente diminuir até sumir da vista.

D: Uh...Kay, você está com sua tesoura?

K: ...não.

D: Então estamos presos aqui?

K: Sim e não. Não podemos sair, mas meus pais vão voltar pro carro alguma hora, então acho que é só questão de tempo, mas... 

D: Mas?

K: Não tenho a mínima ideia de quanto tempo eles vão levar por lá. Vamos ter que ficar por nós mesmos por em quanto.

D: Nós dois...sozinhos...?

K: Bem, sim, por qu--

A voz de Kay se cala ao encarar o rosto de Dracy. A jovem tinha suas maçãs ruborizadas e seus olhar fixo no chão. Finalmente o mais velho percebe a situação em que se encontram. Logo a memória de quando estavam em sua casa, durante seu café da manhã, o vem a mente, fazendo com que não consiga mover um único músculo.

E assim ficaram por alguns momentos, até Kay recobrar sua consciência e pensar em algo para solucionar o "problema" em que se encontravam.

K: B-b-bem, a-acho que podemos f-ficar na casa em q-quanto isso. Aposto que minha avó vai estar em casa! Ela nunca sai. -Sua voz trêmula entregava seu nervosismo.

Se antes encontrava-se incomodado com tal situação, agora ainda mais, pois sentira em sua mão o toque gentil da mais nova, segurando-a em busca de um guia.

K: D-D-Dracy?!

D: E-eu nunca vim aqui antes, então... será que eu posso...? 

Os olhos da jovem mantiveram-se fixos no chão, seus cabelos escondendo boa parte do rosto e sua voz se fez calma, porém se podia notar uma leve pontada de insegurança e vergonha em seu tom.

K: M-mas é que-- Eu não-- Eh...

Em quanto se embolava com suas palavras, Kay sente um forte palpitar de seu coração quand seus olhos se encontram com o da pequena em sua frente. Seu rosto está vermelho de um lado a outro, cima a baixo, porém, ainda assim, mantém-se firme ao segurar na mão de Kay. 

D: Não posso...?

A fala de Dracy fora o suficiente, Kay apenas rendeu-se. Abaixou sua cabeça e encarou o chão, murmurando um leve "pode, claro que pode" em quanto retribuía o contato.

Juntos, os jovens dirigiram-se até a entrada da casa, aonde se de param com uma grande porta trancada. Após algumas tentativas de conseguir contato com quem estivesse no interior, fracasso foi o que se sucedeu. 

K: Droga, acho que não tem ninguém em casa.

D: M-mas então o que faremos?

K: Não se preocupe, eu sei um jeito de entrar.

Logo, Kay abaixou-se perto da porta e passou um de seus dedos por baixo da mesma. Um estralo seguido por um clique foi ouvido, seguido pelo som da porta se abrindo.

K: Prontinho. 

D: Como você fez isso?

K: Ah, é que tem um fio que leva até a tranca da porta, caso aconteça algo do tipo. Então é bem fácil de se entrar. -Disse em quanto empurrava a porta e adentrava na residência.

Assim que Dracy passa pela porta, Kay a fecha rapidamente, logo virando-se e a guiando até a sala, aonde os dois sentam-se no sofá, aguardando o momento em que os mais velhos voltariam em sua procura.

Momentos passam em quanto o som dos ponteiros do relógio continuam seu vagaroso Tic-Tac. Um ensurdecedor silêncio. Sem palavras, sem olhares ou qualquer contato entre os dois.

Kay não sabia como reagir as ações de Dracy, e a mesma também não. Embora parecesse calculado, a mais nova apenas agia por impulso nos momentos em que deveria ficar calma, amaldiçoando-se logo em seguida por tais ações.

O denso silêncio é cortado por Kay, que torna sua atenção para a jovem sentada a seu lado.

K: Está com sede?

D: Hã?

K: Sede, se quer beber algo. 

D: A-ah, sim! Por favor...

A voz da mais nova seguia trêmula e por algumas vezes chegava a falhar. Vergonha? Insegurança? O mais provável era uma mistura de ambos. Arrependia-se de ter agido de tal forma, mas não completamente. Faria de novo, caso fosse possível, mas, de momento, apenas conseguia encarar o vazio em quanto esperava o retorno de Kay com a água que havia pedido, embora não tivesse sede, realmente.

Um olhar ao chão, outro ao teto, e, entre um destes, pairou seus olhos sobre uma mesa de canto, sobre esta havia uma moldura grande, com várias fotos e, dentre todas, podia ver que apenas uma Kay estava presente. Na época que a foto fora tirada, podia-se dizer que o jovem estava com seus dois ou três anos de idade. Era segurado nos braços por uma elegante mulher qual se parecia ao extremo com a mãe de Kay, diferenciada apenas por sua altura e tipos de vestimenta.

K: É minha avó.

A voz do garoto quebra a concentração de Dracy juntamente do silêncio que gritava e enchia o local.

Antes vidrada na foto, Dracy torna toda sua atenção ao mais velho, de pé ao lado do sofá.

K: Essa foi a última vez que me encontrei com ela. Desde então, nunca mais a vi.

D: Você se lembra desse dia?

K: Vagamente. Eu era muito pequeno e fazem muitos anos desde que aconteceu, mesmo assim, ainda me lembro do rosto dela. Deve ser por que é quase o mesmo da minha mãe. 

D: Entendi... e aonde ela está agora?

K: Bem, na teoria, ela estaria morando aqui com as minhas tias, mas parece que não tem ninguém em casa faz um tempo. Está tudo empoeirado e quase não tem nada na dispensa. Eu chuto que não vem ninguém aqui a pelo menos uma semana.

D: Mas por qual motivo abandonariam a casa assim, do nada?

K: Também gostaria de saber, mas... sem qualquer vestígio, não dá pra simplesmente deduzir.

D: E que tal se, talvez, nós... sabe, procurarmos...? Assim poderíamos saber o que aconteceu e ainda passármos um tempo até seus pais voltarem.

K: ...nossa. Brilhante ideia!

D: Hehe, obrigada.

K: E então, por onde sugere que comecemos ?

D: Hm, não sei... lá por fora, talvez?

K: Parece legal, vamos!

E assim os dois partem em direção da porta da frente, e assim que chegaram se depararam com algo um tanto peculiar. Um pequeno papel preso na parte de trás da porta.

D: O que é isso?

K: Acho que... um bilhete?

Kay pega o pedaço de papel em mãos e o observa atentamente.

D: O que está escrito?

K: Diz que minhas tias e minha avó saíram em uma viagem de... férias? E que ficariam fora por volta de um mês... isso explica o estado da casa.

D: Mas pra onde elas foram?

K: Deixe eu ver... foram pro... Havaí ? Mas esse lugar fica na Terra. Elas estavam lá o tempo todo...

D: Bem, hehe, parece que solucionamos o mistério da casa vazia.

K: É, não foi tão longo quanto eu esperava, mas, de certa forma, foi... divertido? Não sei dizer, não deu tempo de sentir alguma coisa, eu acho...

D: Hehe. E que tal voltarmos pra sala? Tem algo pra gente passar o tempo?

K: Acho que sim. Lembro de ter achado quando fui na cozinha.

D: Você conhece bem a casa?

K: Sim, conheço. Não vim aqui muitas vezes, mas quando vim, passei mais de um dia. Por quê?

D: É que, bem, ficar sentada jogando um jogo de tabuleiro não é exatamente meu tipo ideal de passa-tempo, hehe.

K: Então você leu minha mente, por que eu já estava ficando entediado só de pensar. Quer dar uma olhada por ai pra ver se encontramos algo legal?

D: Sim!

K: Beleza!

Dita a ultima palavra, os jovens partem para explorar a grande casa das D'Fiery.

(Quebra de Tempo / 52 minutos antes / Mewnee)

Após passarem pelo portal, Marco e Hekapoo dirigem-se diretamente até o castelo, com destino as grandes portas da sala do trono. Pouco antes de adentrarem ao grande salão, param a fim de recuperar o folego.

H: Ufa, é isso, chegamos. Estão bem, crianç-- Cadê as crianças? Marco, aonde estão as crianças?

M: Mas elas estavam atrás de nós antes de... entrarmos no portal. Será que eles ficaram do outro lado?

H: Deixe-me conferir.

Hekapoo utiliza magia na tesoura qual revela uma lista de vezes em que foi usada.

H: Pronto, agora, a última vez que abriu um portal, o número de pessoas que passaram... duas. É, apenas nós víemos, eles devem ter ficado lá. Precisamos voltar e pega-los.

M: Espera, querida.

H: Como assim esperar, Marco? As crianças estão lá, sozinhas! Não podemos esperar mais.

M: Calma, amor. Eles estão perto do carro, do lado da sua casa. Kay sabe como entrar e, caso precise, também sabe cozinhar algo para comer. Além do mais, suas irmãs vão estar lá, e é um bom momento para o Kay rever a avó dele. Não há com o que se preocupar.
Hekapoo se põe pensativa por breves momentos e então se pronuncia positiva sobre o assunto.

H: De fato, não temos com o que nos preocupar, claro, além do que minhas irmãs podem acabar fazendo, mas não acho que cheguem tão longe.

M: Então está decidido, vamos.

H: Estou logo atrás de você.

Os dois adentram no grande salão, aonde são recebidos por Moon, em um vestido azul casual, um tanto diferenciado para a figura, que

normalmente utiliza de grandes vestidos bordados e com enfeites, típicos da realeza. 

MB: Hekapoo, Marco! Que bom, chegaram a tempo, estava começando a ficar preocupada.

M: Sim, desculpe a demora, tivemos que fazer uma parada no caminho.

MB: Não tem problema, agora, já que estão aqui, podemos começar a preparar tudo.

H: Mal posso esperar.

A antiga rainha guia o casal até a parte de trás do castelo, um espaço mais afastado qual fora reservado para a família e amigos.

Nesse dia em questão, aconteceria um evento, dependendo das circunstâncias. Comet iria pedir Star em casamento. Os jovens partilhavam e de um relacionamento longínquo, e agora o rapaz preparava-se para dar o próximo passo. 

Após virarem em alguns corredores, passarem por algumas portas e guardas, o trio alcança seu destino, na parte de trás do castelo, aonde uma grande decoração enchia o lugar de beleza, ainda mais do que já tinha naturalmente. 

M: Comet!

Ao ouvir a voz do moreno, o loiro se vira apressado para encarar o amigo que há tempos não via.

CM: Marco! Amigo! Você veio!

M: Mas como não viria?! Estou sempre aqui para os meus amigos, e principalmente num momento importante desses.

Ambos compartilham um breve abraço, a reunião depois de tempos é muito bem-vinda.

M: E então, vai ser aqui mesmo?

CM: Sim, exatamente neste lugar. Pensei que, como ela mora aqui, não desconfiaria de nada, e a surpresa poderia ser maior ainda.

M: Incrível. Mas, o que acontece caso ela venha antes da hora certa?

CM: Isso já foi arrumado graças a senhorita Moon. Ela fez uma agenda para a Star, e garantiu que ela ficasse ocupada por um tempo. Além do mais, ela sempre vem aqui no final da tarde, então tudo está no horário previsto.

M: Tão perfeitinho, em. Parece até que vai pedir alguém em casamento. -O tom de ironia se fez presente na última frase do moreno, tirando uma risada de ambos.

CM: Mas, sim, chegou o dia. -Disse num leve suspiro.

M: Finalmente, em. Meus parabéns, Comet.

CM: Não me parabenize ainda, preciso saber da resposta dela primeiro.

M: É verdade. Posso ter que te consolar bastante depois disso. -Disse rindo.

CM: Vire essa boca pra lá, você já é casado, não precisa se preocupar com essas coisas! -Imitou uma voz de ofendido, mas logo se entregou as risadas.

M: Brincadeiras a parte, não se preocupe, conheço a Star, pode comemorar, amigo.

CM: Sério? Acha mesmo?

M: Tenho certeza! Eu já menti pra você antes?

CM: Si--

M: Não precisa responder.

CM: Hehehe. Mas obrigado mesmo, por tudo. Ter me tirado daquela vida chata que eu tinha, por me abrir esse novo mundo, por me permitir conhecer a mulher da minha vida, e por hoje, neste dia tão importante, estar presente como meu amigo. De verdade, obrigado Marco.

M: Ah, que isso cara, assim você vai me fazer chorar. Vem cá, dá um abraço, futuro senhor Butterlfy!
Um sinal de afeto, amizade, carinho e respeito. Aquele abraço simbolizou tudo o que os dois já passaram, todos os momentos em que dependeram um do outro, e assim se consolidou uma amizade que durou por muito tempo, e que viria a durar muito mais.

M: Vai lá cara, está quase na hora.

CM: Sim, pode deixar comigo!

M: Esse é o espirito!

MB: Desculpe interromper esse momento lindo, mas, está quase na hora da Star vir para cá, vamos todos nos preparar.

M: Ah, sim, desculpe. Vamos lá.

Com todos a postos, nada mais faltava, a não ser a hora chegar e Star se fazer presente, o que não demorou muito. A noite mal começava a cair, quando a loira adentrou o jardim enfeitado com maravilhosas decorações. Ela nada disse, apenas se dirigiu até Comet, qual a aguardava.

SB: Comet, mas... o que houve aqui? Essa decoração, vai haver algum evento que eu não estou sabendo?

CM: Bem, talvez.

SB: Como assim talvez? 

CM: Dependendo da resposta de uma pessoa, esse lugar pode se tornar uma festa. Uma bem animada, por sinal.

SB: Resposta? De que, e de quem?

CM: Sua, e de uma pergunta muito importante.

SB: Então pergunta logo! Eu quero festa! -A loira ava pequenos pulinhos alegres em quanto falava a última frase.
CM: Bem, então... lá vai.

Comet segura uma das mãos de Star, que acha a ação um tanto estranha, mas logo vê que algo muito sério se escondia por de trás de tal ato, assim que Comet põe um dos joelhos no chão e a encara, com uma das mãos nas costas.

SB: C-Comet...?

CM: Star. Durante muito tempo, você, mais do que muitos, tem estado ao meu lado, me apoiando e sendo o motivo de meus dias alegres.

Pequenos focos de lágrimas começavam a se formar no rosto da loira, e logo escorrendo por sua face.

CM: Todos os dias, me dando motivo para sorrir, para tentar melhorar em minhas falhas, mostrando que, não importa quem eu seja ou o que eu faça, sempre estará lá por mim.

Star não conseguia se segurar, sua face demonstrava felicidade, entrando em contraste com suas lágrimas. Ela sorria por baixo da mão que levara aos lábios.

CM: E não apenas por estes, mas por muitos outros motivos, que eu lhe peço, Star Butterfly... quer se casar comigo?

Comet puxa uma pequena caixa de trás de si, contendo um belo par de anéis, um tanto simples, porém sem perderem sua beleza. Um simbolo de amor e união.

Momentos se passaram apenas com o som de lágrimas caindo ao chão até que a voz de Star se fez presente.

SB: Comet... Comet, eu...

Os joelhos da loira foram de encontro ao chão em quanto abraçava o jovem a sua frente.

SB: Sim, sim, sim, sim, sim! Eu aceito, aceito mil vezes! Sim!

E assim, o abraço fora retribuído, seguido por aplausos vindos de todas as direções. Os jovens levantaram-se, Star surpresa pela presença de seus amigos e família no local, e Comet olhando em direção a Marco, que sinalizava positivamente, em sinal de um "missão cumprida", que apenas ambos entenderiam.

O momento do casal foi levado para dentro do castelo, aonde prepararam um belo jantar para comemorar, e logo após o mesmo, toda a multidão, aos poucos, dispersava-se, restando apenas dois casais, Star, Comet, Hekapoo e Marco.

O quarteto se direcionou à entrada do castelo, aonde se despediram. Um dia memorável na vida dos quatro, amigos de longa data tendo suas vidas cheias de felicidade. Para todos era um momento a nunca ser esquecido.

Logo depois de se despedirem, Hekapoo e Marco retornam a casa da ruiva, na dimensão de fogo. Notam que não há ninguém dentro ou perto do carro, o que é um alívio. Presumem então que as crianças estariam dentro da casa, afinal, Kay tinha conhecimento de como adentrar. E assim foi, quando o casal entrou, encontraram os jovens sentados na sala, jogando um game de tabuleiro, qual parecia ser xadrez.

H: Crianças, vocês estão bem?!

A ruiva se pronuncia, preocupada. Afinal, deixaram-os sozinhos por um longo período de tempo.

K: Estamos sim, mãe. E como foi lá? Deu tudo certo?

H: Ah, sim, tudo correu bem. Desculpe por termos deixado vocês aqui, é que... bem, seu pai disse que ficaria tudo bem.

M: Ei, não joga a culpa em mim! Filho, em minha defesa, ela que concordou! 

H: Hey, não faça parecer como se eu fosse a vilã. 

M: Mas amor, você sabe que minhas ideias não são boas.

H: Pra mim elas fazem sentido...

M: Own... é por isso que eu te amo, sabia?

H: Sabia sim, você sempre me diz isso. Mas eu nunca me canso de ouvir, hehe.

M: Então vou repetir até você cansar.

H: E se eu não me cansar?

M: Então eu canso. -Disse fazendo uma face de cansaço.

A "conversa" do casal se encerra por ali, após ouvirem as risadas dos mais novos.

M: Bem, correu tudo bem, e estamos prontos para continuar, mas antes, vocês estão com fome?

K: Hm, eu estou com um pouco de fome.

D: Eu também.

M: Okay, então vou ver o que tem e faço um almoço rapidinho pra vocês dois.

K: Não vão comer também?

H: Ah, nós meio que já comemos, depois que acabou tudo aconteceu um jantar e, bem, não podiamos negar...

K: Vocês ficaram pra um... espera, jantar? 

M: Estavamos em Mewnee, filho. O tempo não é o mesmo que aqui.

K: Ah, sim, verdade.

H: Mas vamos logo com isso, eu te ajudo a preparar algo para eles comerem.

M: Sim, dai podemos voltar à estrada o mais cedo possível. Nossas férias não vão esperar!

07-Fim.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, obrigado por terem acompanhado até aqui, comentem o que acharam e nos vemos no próximo extra!


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