História Marks a Past Obscure - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Coe coe! Mais um cap hj. Não vou enrolar muito. Até as notas finais

Capítulo 26 - Nightmare


Fanfic / Fanfiction Marks a Past Obscure - Capítulo 26 - Nightmare

Pov Alexy

Sangue. Esse é o gosto que eu sinto em minha boca agora. Meus olhos continuam fechados porque não quero abri-los. Não sei o que está acontecendo. Não sei onde estou. Só sei que tudo está confuso. Não sei como vim parar aqui mas sei que mais cedo ou mais tarde precisarei abrir os olhos.

Tomo coragem e finalmente abro os olhos com uma dificuldade. Parece que eu estou dopada ou algo assim. Estou em um quarto escuro, como um galpão. Não vejo muito, apenas uma mesa que parece cirúrgica com alguns utensílios para uma cirurgia. Bisturi, alicate, tesoura, essas coisas. Estou amarrada em uma cadeira. Meus pulsos parecem machucados e minha blusa, ou o que restou dela, esta coberta de sangue. 

Como eu vim parar aqui?!

Ora ora. Alguém acordou...

Essa voz? Eu conheço de algum lugar. Olho para o homem que disse isso e, que ótimo! Ele está usando uma máscara de médico e roupas sinistras cobertas de sangue. É impressão minha ou eu entrei em um filme de terror?

Eu conheço ele mas ao mesmo tempo não. É muito estranho. Tento me mover mas tudo dói. 

Ai!

Ah, linda. Não se preocupe. Eu posso fazer passar essa dor

O que?! Quem ele pensa que é?

Q-quem é você?

Interessante você não saber quem eu sou. Pensei que fosse mais importante

E-eu não...

Como não se lembrar de quem te deu a vida?

Ah merda! Isso não pode estar acontecendo comigo! 

Ele se aproxima de mim. Eu não quero isso. Não posso me mexer

Não... Por favor

Querida, não se preocupe. Eu estou aqui para cuidar de você

Ele está fazendo carinho no meu rosto. Que nojo que eu sinto disso. Meio que inconscientemente eu comecei a chorar. Eu estou com medo, muito medo

Ah, querida. Não chore. Papai está aqui com você...

NÃO!- grito 

Um sonho. Aquilo tudo foi um sonho. Ou melhor, um pesadelo. Começo a chorar desesperada. Okay, foi um pesadelo, mas parecia tão real. Todo aquele cenário, tudo tão horripilante que daria um belo filme de terror.

Alexy? Ai meu Deus! Você ta bem?- Alex pergunta correndo até mim- eu ouvi você gritar e eu fiquei preocupado

Não consigo responder. Apenas o abraço e continuo chorando como um bebê. Ah semanas que eu não tenho um pesadelo. Por que agora? E por que em um cenário tao horrível como aquele? Por que ele estava vestido de médico? Mais nada faz sentido.

Depois de um tempo eu finalmente consegui chorar e falei para Alex que preferia ficar sozinha. Mesmo relutante, ele aceitou e saiu do meu quarto. Tranquei a porta e fui até o banheiro. 

Olho meu reflexo no espelho. Eu estou acabada. Olhos vermelhos, rosto enchado e com uma dor enorme no peito. Mesmo sabendo que foi apenas um pesadelo, não consigo me sentir menos pior. 

Bom, o que temos pra hoje? Um quarto vazio, uma tristeza acumulando meu peito, um medo que acaba de voltar. Anos de terapia jogados no lixo. Abro a gaveta e encontro uma velha amiga. Sei que é errado, mas eu não vejo outra alternativa.

Pego a pequena lâmina. Sim, eu ainda sei fazer isso. É como andar de bicicleta, você nunca esquece. Estou me sentindo mal por fazer isso. Mas eu preciso. Essa droga sempre vai ser minha válvula de escape, eu querendo ou não.

Passo pelo meu braço e a sensação de queimação se apodera dele. O sangue escorre e eu espero. Espero sozinha no banheiro, como da última vez. Vejo meu celular na tomada ao em cima do cesto de roupa suja e a culpa toma conta do meu corpo. Preciso contar a alguem, mas pra quem eu conto?

Já sei! Desbloqueio e acabo sorrindo com o bloqueio de tela: eu e o pessoal sorrindo na praia. Esse dia foi incrível! Disco o número que logo aparece nos contatos. Coloco no viva voz e espero a pessoa atender

Alô? Alexy? Aconteceu algumq coisa? Seu irmão está bem?

Começo a chorar de novo

Tay me perdoa

Te perdoar? Pelo que? Você ta bem mesmo?

Eu fiz besteira, Tay. Eu não queria mas aconteceu. Me perdoa, por favor

Alexy, não se preocupa okay? Eu te perdoo. Mas o que você fez? Eu preciso que você me diga

Eu me machuquei de novo

O telefone ficou mudo por um momento. Eu estava soluçando de tanto chorar

Eu estou indo 

O que?! Não precisa Tay

Alexy, eu não pedi, eu informei. Eu estou indo e eu vou cuidar de tudo isso. Vou cuidar de você

Mas, mas eu...

Sem mas. Te vejo depois

E então ela desligou a chamada. Ela não pode fazer isso! Ninguém me viu assim e eu não posso, eu não quero que ela me veja assim. Mas eu acho melhor me preparar logo porque daqui a pouco ela chega.


Notas Finais


Nosan. Que depre esse cap. Eu achei que a fic precisava de um pouco de drama e o drama ta ai. Estou postando todo dia para recompensar esses meses sem postar. Até amanhã galerinha.


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