História Marota - Capítulo 26


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Categorias Harry Potter
Tags Harry, Potter, Romance, Sirius
Visualizações 197
Palavras 1.135
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii amoras!!
Espero que gostem do capítulo.
Boa leitura!

Capítulo 26 - Aproveitando a liberdade


Jordana

No primeiro dia após o término do meu noivado, contei tudo para Alice e comemos doces. No segundo dia, tomei um porre com Marlene, Jonathan cuidou de nós. Era ótimo ser livre e eu queria aproveitar.

Só lá pra uma semana depois, que eu voltei para a vida responsável de uma adulta. Acordei cedo, me arrumei e coloquei minha jaqueta de couro que fazia um tempo que eu não usava. Tomei meu café da manhã rapidamente e joguei uma blusa em Sirius que ainda dormia no sofá quando eu estava de saída.

— Acorda, temos reunião com a Ordem. — Ele resmungou e se levantou sonolento, enquanto eu já saía para ir ao Ministério.

As reuniões da Ordem estão acontecendo no quartel general dos aurores, pelo menos enquanto Voldemort não toma o Ministério. Sabemos que ele tem trabalhado duro para conseguir derrubar o ministro atual, colocando espiões dentro dos departamentos.

Fui a primeira a chegar. Como novata, eu precisava ler os relatórios das antigas reuniões para saber a que ponto nós estávamos, quem era responsável pelo o quê e o que eu poderia fazer para ajudar.

— Minha marota está de volta — ouvi alguém dizer atrás de mim, uma hora mais tarde quando eu já estava terminando de ler os relatórios. Percebi logo que era Sirius. Ele me abraçou e me deu um beijo na bochecha.

— Que ousadia é essa, Black. Está muito abusado para o meu gosto — brinquei.

— É por isso que você gosta de mim, obviamente.

— Ih olha lá, Moony, começou a putaria de novo. — James e Moony estavam com ele.

— Claro que não, James. Eles são só amigos — James riu da ironia de Remus. E eu dei uma cotovelada em Sirius para que ele se afastasse.

— Não estou entendendo a piada. Somos só amigos mesmo — eu disse e separei o último relatório já lido. Sirius contornou a mesa redonda e sentou na minha frente.

— Por enquanto — acrescentou com um olhar desafiador e piscou um olho. Não pude responder nada, pois todos os outros começaram a entrar.

— Bem vinda, Dana — disse Lily.

— Que bom que se juntou a nós, Dana — Dorcas e Lene me cumprimentaram e muitos outros disseram o mesmo, até o professor Dumbledore chegar.

A reunião tinha aquele clima pesado de guerra. Dumbledore agradeceu por eu ter me juntado à Ordem, seria ótimo ter uma curandeira no campo de batalha para ajudar os feridos, e pediu a James para me ensinar a usar um patrono corpóreo para me comunicar com eles. Com o fim da reunião, eu precisava ir para o St. Mungus. Me despedi de todos e dei um beijo na bochecha de James e de Remus que estavam sentados ao meu lado e saí.

— Faltou se despedir de mim. — Ouvi a voz de Sirius atrás de mim. Me virei e o encontrei emburrado.

— Não faltou, não. Eu falei "tchau pessoal".

— Mas não me deu um beijo. — Ele se aproximou. — Ah vamos parar de enrolar, Jordana. Volta comigo?

Arregalei os olhos por alguns instantes. Eu queria dizer sim, mas então as paranóias voltaram: nós iríamos voltar, ia ser ótimo, nós íamos brigar ou ele ia se cansar de mim e ia ficar estranho, talvez até ficássemos um tempo sem se falar como da última vez. Esperei Molly e Arthur Weasley passarem e respondi:

— Não. Não é uma boa ideia. — Foi à vez de Sirius esperar Moody e Courtney passarem pelo corredor para continuar com a testa franzida:

— Ok, tudo bem se fazer de difícil, eu gosto de um desafio, mas eu não insisto muito, você me conhece. — Ele disse me lembrando o idiota que era e se afastou com um sorriso irresistível e ridículo. Revirei os olhos, ele estava me tratando exatamente como tratava as "presas" dele em Hogwarts.

— Eu não vou ser sua próxima aposta, Black — gritei.

— Você é minha única aposta, pequena Potter — ele respondeu de costas para mim e entrou de volta no quartel, me deixando ali parada naquele corredor, meio desnorteada.

Desde então ele estava fazendo o possível para deixar minha decisão de não me envolver com ele, cada vez mais difícil de manter. Andando sem camisa pela casa e me provocando sempre que possível (o passatempo preferido dele).

Uns três dias mais tarde, o despertador tocou duas horas antes do normal e eu não conseguia lembrar qual era o motivo para isto. Levantei e fui para a cozinha, não havia nenhum lembrete nos post-its colados na geladeira. Então abri a porta e calmamente peguei um pouco de sorvete e coloquei na taça.

Notei que Sirius ainda não tinha saído, dormia de bruços no sofá. Sentei no balcão da cozinha e enquanto comia meu sorvete me peguei observando-o. Ele usava apenas uma calça de moletom e estava sem camisa, o cobertor jogado no chão, o braço para fora do sofá. Meus olhos gravavam cada músculo daquelas costas largas, mordi o lábio inconscientemente.

— Cuidado para não babar, Potter. — A voz sonolenta de Padfoot me chamou e revirei os olhos.

— Eu nem estava olhando pra você, convencido. — Sirius se levantou, se espreguiçou e veio até mim.

— Nós temos cadeiras, sabia?

— Gosto de me sentir alta — brinquei e ergui os ombros. Ele se encaixou entre minhas pernas e roubou o sorvete da minha colher.

— Já experimentou beijo com gosto de sorvete? — Aquilo era me tentar demais e mesmo com o sorvete, a temperatura parecia não parar de subir.

— O-o que está fazendo? — sussurrei quando nossos lábios estavam tão próximos que quase roçavam um no outro. Seus lábios entreabertos me convidando de forma tão irresistível a beijá-lo.

— Te conquistando, está dando certo? — E ele não ficava nem vermelho. Sirius acabou com o pouco espaço entre nós e colou nossos lábios, o que destruiu todos os meus muros e minha resistência. Minhas mãos, como se tivessem vida própria, foram até seu cabelo, meus dedos se afundaram nos fios negros e macios, enquanto ele me puxava pela cintura e nossas bocas matavam a saudade uma da outra. Fomos interrompidos por batidas frenéticas na porta que me tiraram da intensidade daquele beijo. Me afastei, ofegante e fui em direção a porta. Antes de abri-la, levantei o dedo indicador e disse:

— Isso não vai acontecer de novo. — O que fez Sirius gargalhar.

Abri a porta e encontrei Mary Mcdonnald batendo o pé, impaciente.

— Anda, Jordana. A madame superior nos pediu para chegar mais cedo, lembra? Por que diabos você ainda está de pijama?

— Merda, merda, merda! — gritei enquanto corria para o quarto. — Fico pronta em dez minutos, Mary.

Me concentrar nas poções de cura foi um desafio naquela manhã, levando em consideração que eu só conseguia pensar nos lábios de Sirius pressionando os meus, nos braços dele ao meu redor, tudo parecia mais quente só de pensar nele. Devo ter levado algumas, muitas broncas da madame superior por distração, eu precisava fazer algo para aquilo parar.


Notas Finais


Gostaram? Mereço comentários?
Eu espero que tenham gostado do capítulo
Qualquer crítica, sugestão, desabafo, é muito bem vindo!!! Vou adorar saber o que estão achando.
Perdoem qualquer errinho, capítulo não está betado.
Até o próximo ♥ ;D


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