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História Marry Christmas - Capítulo 1


Escrita por: Projeto_Dofia e C_Z_Oliver

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Marry Christmas - Capítulo 1 - Capítulo Único

A neve caía fortemente lá fora, o inverno tinha chegado com força esse ano. Era normal ver as crianças brincando na neve, fazendo guerra de bolinha, boneco de neve e anjinhos na neve. Os moradores arrumaram as casas muito cedo para o feriado, o natal tinha chegado, alguns decidiram ir comemorar com os amigos, familiares e viajavam para outro lugar, para passar o feriado. 

O natal era a melhor época do ano, poderia encontrar a família que não via há muito tempo, reencontrar os amigos. Mas naquela época os níveis de acidentes praticamente duplicava e os hospitais lotavam. Por causa da neve era muito fácil de acontecer acidentes de carros, pessoas escorregarem enquanto andavam na rua. Aconteciam também acidentes domésticos, já que várias pessoas estava em casa.

A morena caminhava pelos corredores cumprimentando as pessoas que conhecia, seu turno estava acabando, poderia finalmente descansar da correria do dia. Soltou o cabelo, assim que entrou no seu consultório, estalou o pescoço procurando aliviar a dor que sentia. Pegou suas coisas, colocando na bolsa, tirou o jaleco, guardando-o, pegou seu casaco e saiu do consultório. 

Caminhou pelos corredores brancos, vendo enfermeiros, e pacientes andando por ali, apressados, na maioria das vezes. Olhou para o relógio, que estava marcando oito da noite. 

— Já está indo, Sra. Carson?  — perguntou o enfermeiro aproximando da doutora. 

— Estou sim, James — continuou andando vendo o jovem enfermeiro caminhando ao seu lado. 

— Queria saber se gostaria de sair comigo qualquer dia desse — Sofia parou de andar, virando para olhar o homem.

James era um garoto de 23 anos, alto, forte, cabelo castanho claro, quase puxando para o loiro, olhos azuis, simpático. Qualquer mulher gostaria de namorar com ele, o que não era o caso da morena. Suspirou, cansada. O dia havia sido exaustivo para ela, apenas queria ir para casa e relaxar. 

— Desculpa, James, mas não estou afim — falou sincera, o garoto ficou triste. — Sempre soube que você tem uma queda por mim, porém só quero amizade contigo. 

— Mas, apenas me dê uma chance — pediu, se aproximando da morena, estavam parados no corredor perto da saída. 

— Até eu daria, James, mas... Não curto homens — falou séria, não gostava de misturar sua vida pessoal com a profissional. O garoto de olhos azuis abriu a boca surpreso. 

— Oh! Se eu soubesse disso, não estaria aqui te perturbando. Me desculpe, prometo que isso nunca mais vai ser repetir — deu um sorriso para a morena, havia ficado triste com que acabara de escutar, porém não ia insistir. 

— Sem problemas, James, você não sabia disso — falou checando a hora novamente. — Precisa de mais alguma coisa? 

— Não, pode ir — indagou James — Até amanhã — despediu-se da morena com um breve abraço, indo fazer seus afazeres. 

A morena se virou para a saída, recebendo uma rajada de vento frio no corpo. Apertou mais o casaco, caminhando pelo estacionamento do Hospital Central de Los Angeles. Destravou o carro, agradecendo por ter um aquecedor nele, que aos poucos ia esquentando o seu corpo gélido. 

[...]

 

Jogou as chaves na mesinha de centro, se livrando dos sapatos que usava, sentindo um certo alívio. Tinha acabado de chegar no apartamento onde morava sozinha. Às vezes sua irmã ia a visitar, ficando alguns dias na casa da garota de olhos castanhos, por isso a morena tinha um quarto só para ela. 

Estava indo para o quarto, quando escutou o celular tocando. Suspirou frustrada, pegou o celular dentro da bolsa, o atendendo sem ler o nome que aparecia no visor.

— Alô? — sua voz sai cansada. 

— Sofia, onde você está? — a voz da irmã mais nova, Paulina, soou do outro lado da linha, fazendo a morena franziu o cenho. 

Por que sua irmã estava ligando aquela hora? 

— Lina? Eu estou em casa, por quê?— perguntou ainda confusa. 

— O que diabos você está fazendo em casa? Lembra que hoje é véspera de natal e você disse que ia vir para a casa de férias do nossos pais comemorar o natal? — perguntou mesmo sabendo que a irmã tinha se esquecido. 

Sofia bateu a mão na testa, havia esquecido daquilo. 

— Eu esqueci, Doll — escutou uma risada debochada da irmã do outro lado da linha.

— Claro que esqueceu, por isso eu liguei — falou no tom debochado — O que seria de você sem mim? 

— Não seria nada — retrucou— Tenho que ir mesmo? — pergunta com manha. 

— Claro, se não quiser ficar duas horas escutando nossos pais reclamando no seu ouvido — Lina falou do outro lado da linha. 

— Estou tão cansada, já tinha um compromisso com a minha cama — se jogou no sofá, segurando o celular no ouvido. 

— Esse compromisso foi desmarcado, venha o mais rápido possível para cá.

Ela ouviu um barulho de falatório atrás, indicando que a mais nova estava passando perto de uma discussão.

— Vou tentar, até depois — despediu-se da irmã, desligando o celular. 

Teria que ir para a casa dos seus pais, onde que sua família possivelmente já estava lá. Sentia-se cansada, mas poderia aguentar um pouco mais. 

[...]

 

Estacionou a sua Mercedes em frente a casa com enfeites natalinos na faixada, seus pais adoravam o natal, decoravam a casa toda para essa festividade. 

Caminhou pelo pequeno caminho livre de qualquer floco de neve, apertou a campainha esperando pacientemente alguém ir atender. 

Trajava um vestido vermelho quase vinho colado no corpo e salto alto da mesma cor nos pés. No rosto uma maquiagem básica, apenas marcando bem seus olhos e lábios. O casaco de lã completava o look da noite. 

A porta foi aberta, e a morena olhou para sua mãe que acabara de abrir a porta. 

— Oi, mãe — beijou docemente o rosto da sua mãe, abraçando ela em seguida. 

— Pensei que não iria vir — saiu do abraço, dando espaço para a morena entrar. 

— Demorei um pouco, mas aqui estou — entrou, deixando os olhos cor de caramelo vagar pela enorme sala de estar. 

Uma enorme árvore enfeitada de natal, localizava-se no canto da sala, havia vários presentes embaixo — mais do que o natal do ano passado. Vários parentes se encontravam espalhados pela sala, e crianças corriam de um lado para o outro. 

— Vai ficar ai parada, Sofia, ou vai cumprimentar sua tia? — ouviu dizerem atrás.

Ao se virar, encontrou sua tia Bia sorrindo para ela. 

— Tia Bia, que saudade da senhora — falou abraçando a mais velha, se sentido esmagada pelo aperto.

— Também estava com saudade de você, minha filha — soltou a morena, olhando em para seu rosto — Mudou bastante desde do ano passado.

— Sim, tia, mudei bastante. A senhora também, parece mais jovem, qual é a fórmula da Juventude que usa? Preciso dela — brincou a morena, arrancando uma risada da senhora de olhos claros. 

Sofia cumprimentou todos os parentes, parando para com alguns que não via há muito tempo. Tirou várias fotos com todos, principalmente com sua irmã. 

— Sofi — uma voz infantil chamou atenção da morena, que se virou encontrando seu primo de 5 anos a chamando. 

— Oi, pequeno — se abaixou para ficar na altura do garotinho. 

— Já vai dar meia-noite, canta igual aos outros natais?

Havia virado uma tradição a garota de olhos caramelos cantar  “Merry Christmas” antes de meia-noite. A morena sorriu diante do pedido do seu priminho. 

— Claro, Isaac. Canta comigo?

Isaac ficou surpreso com o pedido da morena, mas o aceitou, concordando várias vezes com a cabeça. Sofia pegou o pequeno no colo, se preparando para cantar. 

A família Carson parecia saber o que já estava por vir, e aos poucos pararam de fazer o que estavam fazendo para prestar atenção na de olhos caramelos e da pequena cópia masculina dela.

Sofia começou a cantar com sua voz suave que encantava todos, Isaac apenas olhava a prima com os olhos brilhando, esperando pacientemente sua vez de cantar. Aos poucos as vozes de todos iam acompanhando os dois, até escutarem o relógio indicando meia-noite. Oficialmente era natal. 

— Feliz natal, Isaac — desejou a morena, dando um beijo na testa do garoto e colocando ele no chão para poder desejar feliz natal para os outros.

Vários “Feliz natal” eram escutado por todo os cantos daquela casa. Todos se abraçavam e festejavam a chegada daquele dia especial.

— Feliz natal, Toots — Lina abraçou a irmã fortemente, sentindo a irmã abraçar ela de volta. 

— Feliz Natal, Doll — deu um beijo na bochecha da irmã, ainda abraçadas.



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