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História Mary White - A Menina Perfeita - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Okay, I pull up, hop out at the after party... You and all your friends, yeah, they Love to get naughty! Sippin' on that Henn', I know you Love that Bacardi. 1942, I take you back in that 'Rari!

Capítulo 14 - C.11 - The Weekend e Don Toliver


Fanfic / Fanfiction Mary White - A Menina Perfeita - Capítulo 14 - C.11 - The Weekend e Don Toliver

Foram quatro horas dentro do carro de Los Angeles até Las Vegas. Não foi uma viagem longa, mas bem cansativa.
Mereço um deleitável descanso ao chegar à residência de minha avó materna.

Rastejo minhas malas até a entrada da casa de minha avó. Formo um espaço pequeno entre a porta e a parede. Passando pelo mesmo, começo a reparar na enorme residência. Além de enorme, era linda.

Desfaço o espaço e acabo trancando a porta logo depois.
Continuo encarando a residência.

Suba as escadas e vá ao primeiro quarto à esquerda. Peça ao Scott para lhe ajudar com as suas coisas.”

Sigo as instruções de Margareth e vou até o segundo andar. Esquadrinho o local e caminho até o primeiro quarto à esquerda.
A porta do cômodo se encontra aberta. Caminho até o mesmo e acabo me deparando com um garoto de pé, mexendo em sua caixa de som.
Havia cerca de um metro e oitenta ou mais, usava uma toalha branca cobrindo de seu umbigo para baixo.

Deveria ser o Scott.

— Oi. – cumprimento-o em um chamado.

O garoto virou-se em um sobressalto.

— Me desculpa, eu não queria incomodar. – dialoguei.

— Sem problemas. – expôs sua fala.

Sua voz era um pouco adenóide, melosa, rouca. Não tenho as palavras certas para descrever.

— Você deve ser o Scott. – estendo minha mão – Muito prazer, eu sou Mary.

— Sua avó me falou sobre você. – segurou minha mão – Por falar dela, onde ela está?

— Minha avó chegará logo. Ela ficou em LA meio que dando uma “lição” nos meus pais. – informo-o – Sabe me informar onde é o meu quarto?

— É ao lado. – mostrou-me um sorriso esbelto – Você quer ajuda para arrumar as suas coisas?

— Não quero incomodar. – respondo-o – Você deve estar cheio de coisas para fazer.

— Claro que não. – expôs – Vou apenas me vestir e te ajudo.

Meneei a cabeça positivamente e desloquei-me para o cômodo ao lado.

Era o quarto dos meus sonhos. Havia uma cama enorme e um espelho atrás que cobria a parede. Ao lado esquerdo da minha cama, uma estante de livros.
A escrivaninha localizava-se de frente para a janela assim como em minha casa.

— Mary, você está com fome? – questionou-me – Não sei se você tomou café da manhã ou comeu algo em algum lugar.

Scott se fez presente em meu quarto, secando seus cabelos em sua toalha branca.

— Eu não comi nada, mas prefiro arrumar tudo primeiro e depois comer. – respondo-o.

— Sua avó me deu as ordens de te alimentar caso não tenha comido nada. – informou-me – Vamos, vou ver se encontro algo na cozinha.

Acompanhei Scott até a cozinha e me acomodei em uma das banquetas da ilha.
O garoto redirecionou-se para o fogão. Pude reparar que suas costas fundas são marcadas por arranhões.

Formei uma expressão surpresa.
Que coisa, não?

— Não sou muito bom na cozinha. – gargalhou um pouco sem graça.

— Você quer ajuda? – indaguei – Também não sou nada boa na cozinha, mas posso preparar algo que preste.

— Agora eu me senti ofendido. – brincou – Acho que tem pasta de amendoim na geladeira.

Descaio-me da banqueta e caminho até o armário. Afasto as portas do mesmo e acabo encontrando pão de forma.

— Há pão aqui.

— Ótimo, vamos comer um ótimo sanduíche. – risou.

Tomo duas fatias de pão e aplico um pouco de pasta de amendoim sobre as mesmas. Junto-as logo em seguida.

— Me fala mais sobre você. – peço ao mesmo.

— Não tenho muito que falar. – dialogou – Sou um adolescente de dezesseis anos, meu aniversário e uma semana depois da próxima agora. – apontou para mim, como se dissesse para eu não me esquecer de seu aniversário – Jogo futebol americano, sou devorador de livros e curto músicas. Bom, perdi minha mãe há pouco tempo.

— Sinto muito pela sua mãe. – respondo-o.

Scott deu ombros.

— Agora me fale sobre você. – pediu.

—Eu também não tenho muito que falar. – esboço-lhe um sorriso – Adolescente rebelde de dezesseis anos, também sou uma devoradora de livros, estudo na Sierra High School, e também sou apaixonada por músicas.

— Adolescente rebelde. – risou – Tens a aparência de uma adolescente mimada.

— Muito obrigada por me chamar de patricinha. – agradeço-lhe com sarcasmo.

— Não lhe chamei de patricinha.

— Ah não? Adolescente mimada seria o que? – questiono-o.

— Uma adolescente mimada...

— Patricinha. – corrijo-o.

O garoto novamente deu ombros e abocanhou seu sanduíche.

— Qual sua música preferida? – perguntou-me.

— É Gassed Up do Nebu Kiniza. – informo-lhe.

— Não brinca. – respondeu-me como se estivesse incrédulo – Eu também curto muito essa música.

Bad biddie and she Love the way I'm swaggin. – entoamos juntos – Everywhere I go they be like yeah what happened... Looking like a check, I can't even flex! Give me my respect! I fucked your bitch and got that neck.

— Essa música é demais! – elogio-a.

— Sou obrigado a concordar com você. – dialogou – Você já escutou aquela do The Weekend? Often?

— Já sim! Escuto sempre quando estou no meu momento de estudo. – contei-lhe.

Baby i can make that pussy rain, often. – Scott solou me encarando profundamente – Curto essa música também.

— Sou apaixonada nas músicas do The Weekend. – esboço-lhe um sorriso – Gosto muito de algumas músicas do Don Toliver.

— Quais? – expressou interesse.

No Idea, After Party... – cito-lhe.

Okay, I pull up, hop out at the after party... You and all your friends, yeah, they Love to get naughty! Sippin' on that Henn', I know you Love that Bacardi. 1942, I take you back in that 'Rari! – cantarolamos.

— Percebo que estão se tornando bons amigos. – Vovó Margareth nos pegou de surpresa ao fazer presença na cozinha.

Scott caminhou até minha avó materna e a envolveu em um abraço carinhoso.
A mulher retribuiu o abraço do garoto.

— Estávamos cantando algumas músicas do The Weekend e do Don Toliver.

— E vocês cantam muito bem. – Margareth nos elogiou.

— Não canto tão bem quanto sua neta, Margareth. – Scott elogiou-me.

— Você canta sim! – informo-lhe – Se bobear canta melhor que eu.

— Claro. Scott, você e a Mary podem guardar essas compras para mim? Tenho uma reunião com a editora agora.

— É claro, podemos sim. – respondemos em uníssono.

— Obrigada. – nos mostrou gratidão, com um sorriso esbelto.

— Disponha...


Notas Finais


Galera, q capítulo foi esse? Aconteceu nada demais... Ah, problema!
Tá bom, da próxima o capítulo vai estar melhor KKKK (não vou prometer pq n sei, mas vou tentar)
Bjão p vcs...


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