História Mas, meu sinhô! - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Comedia, Escravidão, Jikook, Jimin!bottom, Jimin!escravo, Jk!top, Jungkook!sinhô, Kookmin, Lemon, Srta_park
Visualizações 443
Palavras 1.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Plotei isso enquanto tomava banho, céus.

Bom, queria deixar claro alguns pontos:
● Essa fanfic se passa na época da escravidão, mas saibam que ela não é voltada nem um pouco às situações terríveis que os escravos passavam.

● Eu não estou fazendo uma fanfic crítica e muito menos menosprezando ou tentando ofender a ninguém com isso. Escravidão é coisa séria, sim, muitas pessoas foram injustiçadas e mortas por causa disso — MAS aqui eu não estou focando nisso; a fic é comédia e em nenhum momento pensei em fazer isso realista.

● A ÚNICA COISA COM RELAÇÃO À ESCRAVIDÃO AQUI É A ÉPOCA, apenas.

● Jikook com Jimin!bottom.

● Jungkook é um senhor de escravos, mas ele eh um amorzinho, tudo bem?

Boa leitura :3

Capítulo 1 - Prólogo: Meu Sinhôzinho Jeon;


Fanfic / Fanfiction Mas, meu sinhô! - Capítulo 1 - Prólogo: Meu Sinhôzinho Jeon;

Prólogo: “Meu Sinhôzinho Jeon.”

Há muito tempo atrás — ou nem tanto assim — havia uma bela fazenda nos arredores da Bahia. Seu dono era José da Silva Jeon, um dos senhores de terra mais ricos da região. Um dia, como para todos chegará um dia, a morte bateu em sua porta, e ela não queria lhe esperar. O homem, já velho então, passou todo o seu engenho para o único filho homem que possuía, Jungkook — cujo nome era estranho assim somente por causa da bela jovem asiática pela qual se apaixonou ainda moço, casando-se e deixando-a escolher o nome das crianças, embora sua língua enrolasse toda vez que tentava falar o nome da própria cria.

No quarto principal da mansão dos Jeon’s, Bonhee, a sua esposa, chorava as pitangas em um canto do cômodo, com um lenço nos lábios que não impedia som algum. O primogênito e único herdeiro do casal se encontrava ajoelhado ao lado da cama do pai, ainda trajando seu uniforme escolar pois havia sido convocado às pressas pelo mensageiro, tendo que pegar o primeiro carro de aluguel para chegar na fazenda a tempo de despedir-se de seu progenitor.

Junkiuk, meu filho… — o pobre menino chorou ainda mais ao ser chamado daquele jeito — Você é tudo o que nossa família tem agora… então pare de preocupar vossa mãe por se trancar no dormitório do colégio com outros rapazes durante a madrugada!

O homem praticamente implorou, já que sua reputação não era mais das melhores por causa das viadagens de seu único filho.

— Desculpa, papai! — disse o mais novo, aos berros, com o rosto vermelho de choro e catarro escorrendo do seu nariz — Eu prometo que não dou mais a bunda!

Até parece…os escravos presente no local mentalizaram, mas nada disseram.

— Jungkook! — Sua mãe repreendeu.

José da Silva olhou para o céu — o teto da cama de dossel — e questionou-se o que tinha feito de errado para merecer aquilo. Todavia, resolveu ignorar tão costumeiro comportamento de sua cria por hora. Afinal, já estava com o pé na cova mesmo.

Além de que tinha tido a sua “faseantes de Bonhee. E é… preferia não comentar.

Ergueu a mão enrugada, pousando-a na bochecha do moreninho e esse a segurou.

Meu menino lindo… — o adolescente fungou, passando as costas da mão pelo rosto e acabando por espalhar ainda mais catarro durante o ato. José contorceu sua face numa careta, quase arrependido da fala anterior, porém ignorou. — Você vai cuidar bem da sua mãe, não vai? — tossiu.

José… — sofreu, a progenitora.

A mulher se aproximou, tocando o ombro do filho e encarando o marido com dor no olhar. Seu rosto estava ainda mais feio do que outrora já estivera, mas mesmo assim o maior a achava linda. Ah, o amor é cego.

— Cuide das finanças, da fazenda, do seu primo maior, da nossa casa, e ah! Não se esqueça da nossa promessa com nossos criados, filho… — Ele se referia ao fato de que, anualmente, a família Jeon alforriava todos os seus escravos no dia do natal, os dando a oportunidade de serem livres ou continuar ali, caso quisessem, recebendo um salário como os seus criados tinham.

Jungkook, quando criança, não entendia porque seu pai o fazia, pois sempre ouvia — em todo lugar que ia — que não havia ordem legal que o obrigasse. Porém, após crescer, compreendeu a bondade do mais velho e almejava se espelhar no homem.

— Prometo que o farei, pai.

Sua voz fora firme, embora a dor estivesse presente, sentiu a necessidade de mostrar ao maior que faria isso direito e o deixaria orgulhoso, de onde quer que estivesse.

— Sei que sim, filho.

A família permaneceu unida durante toda a tarde, tentando ao máximo conter o seu pranto — não obtendo sucesso nisso — e o deixando confortável para que pudesse descansar em paz. Não havia nada a ser feito, o médico já havia deixado isso claro.

No fim do dia, ao estar prestes a anoitecer, após uma sessão de tosse sanguínea, as últimas palavras do homem foram ouvidas.

— Seja forte, Junkiuk… — disse o maior — E, por favor, cuide bem de Jimin.

E então, sem lhe permitir que pelo menos uma vez escutasse seu nome sair correto pelos lábios do pai, partiu dessa vida.

•    •    •

As malas foram postas do lado de fora, onde o grande carro de aluguel esperava-o. Ajeitou o sobretudo longo negro e sua gravata ensacada dentro da camisa branca, olhando para a porteira da casa. Sua mãe ali estava trajando roupas negras fechadas, junto a um garoto miúdo e desengonçado.

Jimin era o escravo mais valioso da família, não apenas por seu preço no mercado — onde nunca seria vendido — mas sim pelo valor sentimental que tinha com os Jeon’s. Ele era filho de uma escrava com o primo distante de sua mãe, que morreu quando a moça ainda estava grávida. Desde então, o menino era criado por Bonhee, que o mimava mais do que fazia com o próprio Jungkook. Até mesmo seu pai era apegado a ele e o convocou a sós antes de falecer.

De qualquer maneira, o moreno não tinha tido contato algum com o menino, já que boa parte de sua vida passou no internato e não tivera muito tempo de conhecê-lo com a morte do mais velho, logo, ele não se dava bem com o moleque bochechudo que ficava com os olhos arregalados em um semblante curioso sempre que lhe via.

A mulher lhe puxou para um abraço assim que se aproximou, depois de um escravo terminou de pôr suas malas no carro. Ela tinha o rosto vermelho de choro recente.

— Jungkook-ah… — iniciou ela e o mais jovem soube imediatamente o que diria.

— Mãe, eu tenho que ir — suspirou.

Ele não queria. Mas precisava crescer se quisesse tomar conta de tudo aquilo e não deixar sua família despencar à miséria.

Ela se afastou, limpando o canto dos olhos com um lenço de seda que carregava por aí. Sorriu frágil, porém compreendia que o seu menininho precisava virar um homem.

— Tudo bem… se cuide, filho.

Jungkook selou o topo de sua cabeça.

— Eu irei lhe mandar cartas, não chore.

Bonhee assentiu, sorrindo.

O moreno dirigiu seu olhar para o garoto de treze anos parado com os olhos — que supostamente eram miúdos — maiores que os do seu pai ficaram quando soube que saía às escondidas com os filhos dos outros senhores de engenho. Park era um menino muito estranho, pensou o maior.

— Tchau, Jimin.

Disse, se afastando.

Sinhôzinho Jeon! — chamou-lhe quando já estava prestes a entrar no automóvel. Fitou-o, vendo-o de bochechas coradas e cabeça baixa, lhe olhando pela franja loira.

— Sim? — induziu-lhe a prosseguir.

— Tenha uma boa viagem… — balbuciou.

Jungkook encarou-o por bons minutos, enxergando — pela primeira vez — o rapaz como algo além de “o escravo que mamãe e papai gostam…”. Ele era só um garotinho que agora dependia completamente de si.

— Obrigado, Jimin.

E então, partiu sem data prévia de volta.


Notas Finais


Ignorem o fato do Jimin ser um asiático loiro em pleno século XVIII. ajsbshsha finge que o primo distante da mãe do Jungkook é mestiço de europeu com asiático — fazer o quê?

Enfim, como eu disse lá em cima: não esperem seriedade dessa história, ok? Aqui só vai ter besteira e putaria, bye.

Amo vocês <3


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