História Máscara Negra - Jikook - Capítulo 3


Escrita por: e Bakury

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Flex, Garoto De Programa, Jikook, Jk!bottom, Jkpowerbottom, Jm!top, Kookmin, Máscara Negra, Prostituição
Visualizações 223
Palavras 2.966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Por detrás da máscara há falhas


Fanfic / Fanfiction Máscara Negra - Jikook - Capítulo 3 - Por detrás da máscara há falhas

Park Jimin




— Só me fala se você foi ou não. Isso não vai te matar, Jimin. 


— É tão simples, concorda? — ironizo, e assim que as portas do elevador se abrem, caminho a passos rápidos até meu carro, - ou quase isso, já que não lembro com exatidão onde ele está - deixando meu primo para trás, querendo deixar também seu infinitos questionamentos.


É segunda-feira, e como o esperado o estacionamento do prédio da empresa está cheio. Até quando vou me esquecer onde estaciono meu próprio carro? Se fosse uma moeda perdida, uma carteira, qualquer coisa. Mas porra, é um carro!


Continuo a andar no meio daquelas inúmeras filas de automóveis. Sabendo que Jiwon me seguia despreocupadamente. Após alguns carros, finalmente encontro o meu. Dessa vez não demorou tanto.


— É claro que é simples, Jimin. — assim como eu, meu primo adentra o carro.


— Coloque o cinto. — desconverso, dando partida.


— Sabe que não vou sair do teu pé, não sabe?


— Se continuar insistindo nisso, irá já sair do meu carro. — o alerto e ele faz uma feição desgostosa, olhando para a janela.


— O que custa dizer se você foi ou não. — ele resmunga com os braços cruzados, assim que paramos no semáforo. 


— Pode custar simplesmente a droga do meu casamento. — toco em minha testa, em completa frustração e penso por alguns minutos.


Finalmente o silêncio se faz presente no carro e enfim pude escutar meus pensamentos. 


— Você foi. — Jiwon disse a si mesmo, em seguida sorriu abertamente. — Eu sabia! — ele aponta o dedo indicador pra mim e eu respiro fundo.


Paciência, paciência, paciência. 


O som insistente da buzina dos carros de trás, me fez despertar e ver que o sinal estava verde.


— E eu não deveria ter escutado você. — resmungo após um tempo e dobro o carro em uma rua. — Em qual restaurante vai querer jantar? — tento mudar de assunto.


Já estava ao fim do nosso expediente na empresa de meus pais, e já era quase como uma tradição Jiwon e eu jantarmos após o trabalho, mas dessa vez está com certeza sendo complicado.


— Quando você foi? 


— Ontem. — respondo engolindo a seco, adentrando o estacionamento de um restaurante qualquer. 


— Estou orgulhoso. 


— Orgulhoso por eu ter traído minha esposa? — pergunto sarcástico e estaciono o carro em uma vaga. 


— Foi você quem disse que seu casamento está um inferno há três anos seguidos. — ele diz simplista e eu saio do carro, sendo acompanhado por ele.


Essa era a forma mais eficaz para me ver irritado. Apenas a menção do meu casamento, já trazia uma bola de neve com problemas acumulados, o suficiente para me tirar do sério em segundos. 


— Sim eu disse, e continua sendo minha realidade. — contenho o impulso de ser ignorante.


— E então?


— E então isso não significa que eu tenha que quebrar uma aliança de cinco anos. 


— Não quer mesmo falar sobre isso?


— Agora não, tá bom? Vamos jantar sem falar disso. Eu só quero um pouco de paz. Você entende?


— Eu entendo, Ji. — ele finalmente desiste do assunto e passa um dos braços por meus ombros, caminhando comigo para dentro do estabelecimento. — Já viu o comercial da nova sobremesa daqui? Dizem que tá fazendo sucesso.



[...]



— E então vocês brigaram de novo? — Jiwon pergunta risonho, encarando a garrafa alcoólica em suas mãos como se fosse algo precioso.


— Bingo! — respondo não evitando uma risada também.


— Mas que droga. — meu primo murmura.


— Uma tremenda droga. — ele me olha e ergue a garrafa de Bacardi e eu faço o mesmo, batendo os vidros e provocando um tilintar.


Estávamos apoiados no capô do carro, de frente para imensidão dos prédios iluminados da cidade. Parados em uma rua deserta qualquer, mas que nos permitia ver toda a cidade de cima. Uma paisagem deslumbrante. E para nos acompanhar naquele momento, nada melhor do que uma boa dose de álcool. Sempre que as coisas estão ferradas para um de nós, sempre nos encontramos aqui.


A semana havia corrido, estávamos mais uma vez em uma noite de domingo. Mesmo com os poucos dias que passaram naquela semana, perdi a conta das vezes em que briguei com Jessica Jung, minha esposa. Nossas discussões frequente já nem me surpreendiam mais, era tão normal quanto o café da manhã. 


E durante os dias dessa semana, eu garanto que estava fazendo o possível para evitar futuras brigas entre Jessi e eu, estava me esforçando, mas ela parecia não estar disposta a colaborar. O peso na consciência de saber que tinha sido infiel em nosso relacionamento, não me abandonava de jeito nenhum. Eu estava enlouquecendo em guardar aquilo pra mim. Sequer conseguia olhá-la nos olhos sem sentir as mãos suarem, eu nunca tinha feito algo dessa altura. Nem mesmo na minha adolescência, que fora cheia de altos e baixos.


Quando Jiwon me apareceu, em um dia qualquer da semana, me estendendo um cartão com o endereço de um site anotado e dizendo que tinha encontrado a solução perfeita para o fim do meu estresse e restauração do meu bom humor, tudo o que fiz, foi zombar e dar as costas.


Porque nem de longe e nem de perto, me encontrar com uma prostituta, seria a minha "solução". Só pude cogitar que Jiwon tinha vinte anos com a maturidade de quinze. Eu nunca cometeria aquilo, era um absurdo.


Poucos dias continuando na minha rotina de merda, seja no trabalho ou em casa, cheguei realmente a refletir se seria tão ruim assim acessar aquele site. E quando Jessi chegou em casa, e acabamos brigando por um motivo que agora nem me lembro mais, conclui que iria jogar tudo ao espaço e acessar o maldito link, que me levou direto para um bate-papo privado. 


E então enviei uma mensagem, procurando mil formas de não soar broxante ou desesperado, procurando também ignorar a vergonha que estava sentindo de mim mesmo, estava até mesmo pronto para desligar o notebook e ignorar qualquer resposta que viesse, mas quando vi que se tratava de um garoto, e não uma mulher. Meus ideais tomaram outro rumo.


Há tempos não me deitava com um cara, e apenas a consideração daquela ideia, me fez seguir em frente e ir até o fim.


E eu estava disposto a tomar uma atitude, eu iria dizer à ela o que tinha acontecido no domingo passado. Iria pôr as cartas na mesa, mas apenas alguns minutos antes de me decidir se falaria ou não, vi que não seria uma boa ideia. Resultaria em mais uma discussão, e talvez bem maior do que as outras. Porque como de costume, Jessica estava cansada e sem cabeça para conversar, pois seu dia foi cheio.


Preciso dizer que antes de aceitar sair com Jiwon, brigamos? E vem sendo assim, há malditos três anos. 


— Sabe de uma coisa, Jiwon? — o olho, me sentindo confiante e eufórico. — Muito obrigado. — dou duas batidinhas em seu ombro, me sentindo bem.


— Quê? — faz uma careta e continua — Pelo o quê?


— Se eu não tivesse seguido o seu brilhante concelho, não teria tido uma das melhores transas da minha vida. — digo com o olhar perdido nos prédios e os pensamentos em um certo provocadorzinho que não beija na boca.


— Mas você passou a semana inteira dizendo que foi um erro, que se pudesse evitar-


— Eu sei o que eu disse. E estava completamente errado. — sorrio. — Meu casamento já tá ferrado há muito tempo, que diferença faz, não é? Quem se importa? — ri ainda mais. 


— Eu acho que você já bebeu demais, Ji. — ele tenta pegar minha garrafa, mas não deixo. — Se você chegar desse jeito em casa, a Jessi vai ficar muito-


— Eu te admiro pra caralho, sabia? 


— É? — ele sorri como o grande bobão que era.


— É claro. Acho incrível como você não se importa com nada, enfrenta seus problemas do seu jeito e raramente vai pro fundo do poço. Você é livre. É por isso que além de ser meu primo, é o meu melhor amigo. — passo um braço por seus ombros. — Um dia quero ser igual a você. 


— Você tá delirando, Ji. — diz rindo e eu o acompanho. — Mas agradeço aos elogios, concordo também. — gabou-se. — E já que tocou no assunto…


— É, eu tô a fim de desabafar agora.


— Tem toda minha atenção, primo. — ele responde animado. — Como foi a experiência com a garota de programa?


Nunca entendi o porquê, mas desde que éramos crianças, Jiwon sempre gostou de me ouvir falar sobre minhas "aventuras", e as burradas também. E eu também gosto de falar.


Garoto. — o corrijo e ele me encara surpreso, com olhos pequenos arregalados. Ainda assim, ele já sabia que eu também jogava para o outro time.


— Você não estava brincando quando disse que precisava se divertir e sair da seca. — diz impressionado, me fazendo rir. 


— Mas foi você que me deu o contato dele, como não sabia que era um cara?


— Recebi de um colega em uma festa, ele disse algo como "Não tem nada melhor". Mas não cheguei a entrar em contato. Achei que era a porta certa pra você e me precipitei logo em te indicar. Não sabia que era um garoto. — diz sem rodeios e dá de ombros. — Como foi? Agora estou mesmo curioso. — diz e deixa sua garrafa no chão.


— Antes de ir vê-lo, nós trocamos algumas mensagens. Mudei de ideia justamente por ser um cara, e não uma mulher. Nós marcamos o dia e aconteceu. 


— E como você sabia que ele era o seu tipo?


— Fotos. — respondo simplista.


— Você ainda tem? Me deixa ver? — pede realmente interessado e eu apoio minhas mãos no capô do carro, me inclinando para trás.


— Não. — acabo rindo da cara de tacho que ele fez logo em seguida.


— Qual é? Por quê?


— Peça dele. E se ele quiser, vai mandar.


— Beleza, não é como se eu estivesse mesmo a fim de ver um cara pelado. — fez uma expressão pensativa. — Mas ele era bonito? Tipo, era igual nas fotos?


— Diria que até melhor, mas não pude ver o rosto dele. — comento.


— E como não?


— Estava usando uma máscara, cobria metade do rosto. E mais, acredita que ele não me deixou beijá-lo? — digo me lembrando da audácia do garoto para me provocar. — É umas das "condições". Foi incrível de qualquer maneira.


— E você queria?


— Acho que nunca quis tanto beijar alguém como naquela noite. Talvez, só pelo fato de ser "proibido", acabe despertando mais a vontade. Não deve grande coisa. — respiro fundo. 


— Vocês foram até o fim? 


— É claro que fomos até o fim. — acabo rindo ao fim da frase.


— É melhor do que estar com uma mulher?


— Pra mim foi. — respondo veloz. Sem dúvidas, muito melhor. — Deveria experimentar. — digo divertido, dando um soquinho em seu ombro.


— Acho que isso não é pra mim. E não estamos falando de mim, e sim sobre você.


— Nós transamos, foi incrível. É o que tenho a dizer. 


— Não está mais arrependido?


— Não. 


— E por que resolveu mudar de ideia?


— Jessica. — resumo. — Sequer consegui sentir remorso por muito tempo, os motivos que ela dá para me tirar do sério são bem maiores, acredite. 


— Eu sei. — responde sem ânimo.


— Às vezes, sinto vontade de acabar com toda essa merda. Olhe o estado que cheguei, minha consideração diminuiu tanto ao ponto de traí-la. Não estou nem um pouco arrependido com isso, não mais. É estúpido, eu sei que é. Mas nosso relacionamento deixou de ser amor há tempos.


— Então faça aquilo que te traga a felicidade, Ji. — minha cara de confusão o fez continuar. — Joga tudo para o alto.


— Jogar tudo para o alto. — sussurro.


— Que se ferre esse casamento, o trabalho, as responsabilidades, toda essa merda. Busque a sua própria diversão, Ji. — diz motivador. — É o que eu sempre faço.


— Eu bem que gostaria, mas não sou tão corajoso assim. 


— O que você tem a perder?


— Tenho muitas coisas a perder.


— Por exemplo?


— O meu-


— O seu casamento? E não é dele que você está há anos querendo se livrar?


— Não é tão fácil. Você sabe.


— Jimin, você nunca gostou de ser controlado. De viver sob limites e fronteiras. E por que agora seria diferente?


— Não tenho mais dezesseis anos, Jiwon.


— E também não tem setenta. Sua vida tá do jeito que está porque você está permitindo. Você é independente o suficiente para abrir mão do casamento, dizer "não" ao seu pai, e fazer o que gosta. E disso, você também sabe.


— Não posso fazer isso.


— Não precisa ser tudo de uma vez só. Vá com um passo de cada vez.


— E como acha que tem que ser o primeiro passo? — pergunto sem um pingo de interesse.


— Diz o que você tá desejando agora.


— Não desejo nada.


— Posso dar um palpite? — assinto. — O garoto, ele-


— Tá me dizendo, que com toda essa merda, tendo passando mal uma semana que traí minha esposa, eu aperte outra vez na tecla da infidelidade? É isso?


— Quero que curta sua vida. É isso que tô dizendo.


— E pra curtir minha vida, tenho que começar traindo Jessica pela segunda vez?


— Você é igualzinho ao seu pai. Pensa demais. Tsc. 


— Talvez isso seje no mínimo, humano e racional.


— Você quer isso, Ji. Eu te conheço. Tem vinte e sete anos, mas ainda é o mesmo. Mas, como eu disse, foi apenas um palpite.


— Obrigado, você tá me ajudando muito. — ironizo, mas por incrível que pareça, considerando aquela ideia.


— Olha, você me ouviu uma vez, então pode ouvir de novo. — dá de ombros. — Você não perdeu nada, só ganhou.


Nessa questão, Jiwon tem um ponto. O que Jungkook me proporcionou foi sem sombra de dúvidas maravilhoso. Jiwon me encarava esperando esperando uma resposta.


— Nada feito. — digo por fim. — Não vou errar outra vez.



[...]



Já ouviram as expressão "Morder a língua"? É exatamente o tipo de coisa que acabou de me ocorrer. Definitivamente estou enlouquecendo. Em plena sexta-feira, arrumei motivo pra me deixar nervoso e apreensivo. Eu estava indo bem durante toda a semana, e em segundos, tudo é em vão. 


Estaciono o carro, e caminho direto para dentro do restaurante. Jiwon já me esperava para almoçarmos. Assim que o encontrei, me sentei a sua frente e ele me cumprimentou com um sorriso. 


— Já fiz os pedidos, e-


— Acabei de cometer uma burrada. — digo e ele me encara sem entender, prossigo. —Marquei de me encontrar com o garoto de novo. — cubro meus rosto com as mãos, querendo acreditar que não fiz mesmo o que acabei de dizer. Escuto a risada nada discreta de Jiwon, o encaro irritado. — Tá achando engraçado? A culpa é tua também.


— Minha? Você quem decide pensar com a cabeça de baixo e eu sou o culpado? — percebo que ele está se divertindo com a situação.


— Você que veio com a ladainha de que tenho que viver de verdade e essas baboseiras do tipo. — respondo nervosamente.


— Eu sabia que você iria me escutar. — diz empolgado e eu só conseguia o olhar desacreditado.


— Como é?


— Você disse a mesma coisa da última vez. "Nada feito, não vou errar" e veja só.


— Foi do momento, eu não sei o que deu em mim pra tomar coragem para mandar mensagem pra ele. Meu pai veio com o mesmo discurso de que tenho que estar pronto para assumir a droga da empresa o quanto antes e isso me irritou muito, e eu-


— Já saquei. Fica frio. Pra quando marcou de se verem outra vez?


— No próximo final de semana, domingo. — respondo virando a cara, sentindo vergonha de mim mesmo. — E o que me deixa mais puto ainda, é que eu tô muito a fim. — digo sincero e passo as mãos nos cabelos, tentando descontar a frustração. — Porra.


— Faz quanto tempo que você não afoga o ganso? — a expressão usada me fez rir.


— Que ridículo. — sussurro.


— Quanto?


— Quase duas ou três semanas. — me dou por vencido.


— Relaxa, Ji. Não tem nada demais, você vai apenas descabelar o palhaço. — pra piorar, ele gesticula.


— Eu sinto vergonha por você. E talvez não tivesse mesmo nada demais, só se por um acaso eu não fosse casado.


— Você só lembra disso quando já errou? 


— Quando foi que comecei a te escutar? Preciso parar.



[...]



Respiro profundo, buscando por calma e controle. Tão rápido como o meu arrependimento, o domingo tinha chegado. E aqui estou, defronte a porta de madeira envernizada, esperando ser atendido.


Minha justificativa, que é plausível pra mim, é que só posso estar muito necessitado e estressado. Jessica só faltou ter um ataque por me ver sair tão tarde, e não tiro sua razão. Com alguns desentendimentos aqui e ali, saí de casa do mesmo jeito.


E como um déjà vu, a porta do apartamento alheio abriu-se, me revelando a bela estrutura de um garoto moreno, vestido em uma camisa grande e folgada, com as belas coxas torneadas à mostra, junto da máscara que eu detesto tanto. Sou cumprimentado com um sorriso minimamente charmoso.


Talvez errar de vez em quando tenha o seu lado bom.




Notas Finais


Que amazing essas att's dentro do prazo✊
Leiam nossa outra cria Jikook na época da 2° Guerra mundial⬇️
https://www.spiritfanfiction.com/historia/em-meio-a-guerra--jikook-16599524
"Em meio à guerra"


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