História Masochistic Love - Capítulo 39


Escrita por:

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Originais, Romance, Yaoi, Yuri
Visualizações 85
Palavras 3.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Poesias, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá meus cookies. Capítulo 6 já está editado. Espero que gostem. ❤❤❤

Capítulo 39 - Capítulo 39


Fanfic / Fanfiction Masochistic Love - Capítulo 39 - Capítulo 39

   Bruno Pov

Segui os dois até uma lanchonete, os dois desceram e entraram. Não poderia chegar mais perto daquele lugar, então fiz a volta com minha bicicleta e voltei para casa, pensando se iria ou não contar para minha mãe que vi a amante de meu pai.

Ângelo Pov

Minha tarde com Diego foi muito boa. Ele me ajudou a arrumar a casa, depois ficou jogando comigo até anoitecer, ele me falou que ano que vem vai estudar no mesmo colégio que eu estudo atualmente.

Quando Diego saiu de casa eu resolvi dar uma volta na praça perto de casa, para distrair um pouco os pensamentos, minha mãe não havia chegado, então coloquei uma roupa para aguentar o frio, pois choveu bastante essa tarde.

Sai de casa em direção a praça. Andando pelas calcadas molhadas e escorregadias percebi o quão bom é sair e sentir o vento bater contra seu rosto, a tempo não sinto isso.

Cheguei na praça pouco tempo depois, estava pouco movimentada, as pessoas que estavam andando por lá estavam com capa contra chuva e segurando um guarda-chuva, até os garotos que andam de skate estavam lá.

Me sentei em um banco que estava seco e fiquei olhando as gotas de água que caiam das folhas das árvores.

Nesses meus pensamentos não podiam faltar ele, Ryan, garoto que tanto mexe comigo, sinto que ele gosta de mim mas, só quer namorar Sheylha por conta da popularidade, dá para ver que ele não ama ela. Eu só não queria estar arapalhando tanto assim a vida deles dois, eles seriam muito felizes se eu não tivesse aparecido na vida deles dois.

Abaixei minha cabeça e comecei fitar o chão, onde tinha algumas sementes que provavelmente cairam das árvores, comecei pisar em algumas delas, até que alguém senta do meu lado,levanto minha cabeça e dou de cara com aquele mesmo garoto que vi na lanchonete a vários dias atrás. Ele parecia triste e cabisbaixo.

- Oi? Garoto? O que você tem?

- Estou bem chateado! - Falou olhando para o chão.

- Quer desabafar? - Falei vendo que ele estava quase chorando.

- Não vou desabafar com um estranho! - Falou me encarando, com medo.

- Tudo bem, pode confiar em mim, me sinto triste o tempo todo! - Falei dando um sorriso para animar ele.

- Qual seu nome?

- Ângelo, e o seu?

- Rafael!

- Então, Rafael, pode me contar o motivo de tanta tristeza?

- Eu me sinto sozinho e sem amigos, as vezes sinto que ninguém se importa comigo! - Falou abaixando a cabeça.

- Por que você pensa isso?

- Pois ninguém se importa quando eu tento desabafar, ou quando eu desabafo eles me chamam de doente, depressivo e dizem que eu preciso de um médico.

- Nossa! Deve ser muito dificil para você, não ter alguém para desabafar ou até mesmo conversar e se diverti!

- Ângelo, promete não contar isso para ninguém? Sei que nos conhecemos a menos de dois minutos e eu já te contei meus problemas, mas é que eu precisava mesmo desabafar!

- Rafael, claro que eu não vou contar! O que houve? Já disse que você pode confiar em mim, somos conhecidos agora.

- Tudo bem! Eu me corto, para aliviar as dores!

Rafael usava um moletom preto, e não soltava o braço esquerdo.

- Se corta? Como assim se corta?

- Eu sinto muita raiva e tristeza junto ai eu pego uma faca e corto meu braço!

- Deixa eu dar uma olhada nisso.

Rafael tirou o pano do moletom, revelando varios cortes, alguns ainda tinha sangue, sinal que ele fez isso a pouco tempo.

- Poxa! - Falei sem saber como agir.

- Eu fiz esses antes de vir para cá! - Falou cobrindo novamente o braço.

- Alguém da sua família sabe sobre isso?

- Não! Eu moro com minha avó, mas ela é um pouco diferente!

- Como assim?

- Você não gostaria de saber!

Ficamos calados por bastante tempo, até que Rafael se levanta do banco.

- Eu vou indo, amanhã eu tenho colégio!

- Que ano você faz?

- Primeiro, eu estudo em um colégio aqui perto!

- Sério? Nunca te vi no colégio!

- Não gosto muito de viver em sociedade, ou em grupinho!

Me levantei e fiquei de frente para Rafael, que é um pouco mais alto que eu.

- Não fica assim, você não precisa se cortar para aliviar sua raiva, tente ouvir musicas e escrever alguma historia.

- É dificil!

- Nunca passei por isso, mas tudo tem solução! Se precisar de qualquer coisa é só me chamar, passa seu número que eu vou te mandar mensagem assim que chegar em casa.

Rafael me deu o número dele e em seguida me deu um abraço, tão apertado que pude sentir como se as dores deles etivessem indo embora.

- Vai ficar tudo bem! - Falei cessando o abraço.

- Tenho certeza que vai sim! - Sorriu e pude ver lágrimas caindo dos olhos dele.

- Amanhã não vou para o colégio, e quarta vai ter aula de campo para minha turma, mas quinta eu te apresento meus amigos e você poderá virá nosso amigo!

- Jura? Nunca tive amigos! - Falou sorrindo mais largo ainda. - Vou indo, antes que fique tarde!

- Também vou indo, vim aqui respirar e aliviar a mente!

- Até quinta então!

- Até!

Rafael pegou o caminho da casa dele, e eu fiz o mesmo.

Conversar com Rafael me fez perceber que não tenho motivos para ficar triste, tenho amigos que me ajudam, tenho alguém para desabafar, já Rafael não, imagino o quão difícil deve ser para ele aguentar tudo isso, comparado a ele, eu sou muito feliz, e não vai ser amor que vai me fazer pensar ao contrário, vou seguir o conselho da minha mãe, procurar quem gosta de mim, tipo Thales, se bem que ele está namorando, mas não tem só ele, boy é o que não me falta.

Quando senti que começaria a chover comecei a andar mais rapido, não queria tomar banho de chuva.

Cheguei em casa e logo mandei uma mensagem para Rafael.

- Mãe? - Chamei na esperança de minha mãe ter chego.

- Tou no quarto!

Fui até o quarto e me deparo com minha mãe assistindo uma série, Stranger Things.

- Filho, essa série é otima, você precisa ver. Comecei ver agora e já amo!

- Não vai mais assistir 13 Reason Why?

- Vou, mas essa aqui é mais emocionante.

Recebi uma mensagem e logo vi que era Rafael, respondi e guardei meu celular no bolso.

- Onde o senhor estava? - Perguntou ainda olhando para a televisão.

- Fui na praça! Pensar um pouco!

- Vem assitir a série comigo.

- Eu estou com um pouco de dor de cabeça, vou tomar banho e me deitar!

- Tudo bem filho! Outra hora você assite, você vai amar! - Falou enquanto olhava fixamente para a tela. Como vai o gesso

- Bem, sema que vem vou no hospital tirar.

Desci as escadas e fiquei com vontade de olhar a rua, fui até a porta e a abri, fazendo um ar frio entrar em casa.

Do outro lado da rua pude ver Ryan e outro garoto, estavam sentados na calçada e riam bastante.

- Idiota que eu tanto amo! - Falei sorrindo de leve.

- Hummmmm - Minha mãe fez um barulho malicioso, me fazendo dar um grito.

- Que susto mãe! - Falei olhando para Ryan, que olhou para mim e desviou o olhar.

- Então você ama ele! Já suspeitava!

- Já conversamos sobre isso! Agora vou tomar banho e dormi! Não estava vendo a série?

- Estava, mas escutei a porta ser aberta então desci para ver o que você estava aprontando!

- Não é nada! Agora boa noite, preciso dormir

Subi para meu quarto, tomei um belo banho quente e fui me deitar.

Dia Seguinte ( Terça Feira, 04 de fevereiro)

Acordei com minha mãe me balançando desesperadamente.

- Eu não vou para o colégio hoje! - Falei me cobrindo.

- Por que não?

- Porque não quero, não tem nada de importante hoje!

- Filho, eu sinto que você deve ir! Sei lá, algo me diz.

- Eu não vou pois não tem nada de interessante dia de terça.

- Então bom, vou trabalhar, se cuida.

- Pode deixar!

Minha mãe fechou a porta do quarto e eu logo me enrolei pois ainda estava chovendo e fazendo muito frio.

Bruno Pov

Acordei sentindo minha pele congelar, está um frio do caramba.

- Que milagre! Não precisei te acordar! - Minha mãe falou abrindo a porta do quarto.

- Também, olha esse frio! - Falei me enrolando.

- Verdade! Eu vou indo trabalhar, quer que eu te leve ou você vai de bicicleta?

- Eu vou de bicicleta, pode deixar!

- Beijos, se cuida, te amo!

- Também!

Quando minha mãe fechou a porta do quarto eu me levantei, me espreguiçei e fui até o banheiro, escovei meus dentes e tomei um banho quente para ver se esse frio vai embora, em seguida fui para meu quarto e vesti a farda do colégio.

- Gostoso! - Falei me olhando no espelho.

Peguei meus óculos e desci para pegar minha bicicleta na garagem, tranquei a porta, coloquei meu moletom e fui até o colégio.

Lucas Pov

Confesso que não estou muito afim de ir até o colégio, mas como não fui esses dias, é melhor ir, sem contar que minha madastra fica enchendo meu saco.

- Lucas? Sua mãe mandou te acordar, mas vejo que já está acordado!

- Obrigado Ketylen, pode fazer algo para eu tomar café? Estou com muita fome!

- Tudo bem! - Saiu do quarto.

Fui até o banheiro lavar meu rosto, escovar meus dentes e tomar um banho quente, mas para meu azar, o chuveiro eletrico queimou.

- Ah! Vai a merda. - Soquei o chuveiro.

Tomei banho com água gelada, sentia como se estivesse tomando banho no polo norte, fui para o quarto e troquei de roupa.

- Já fiz seu café Lucas! - Ketylen gritou da cozinha.

- Já vou! - Gritei de volta.

Terminei de pentear meu cabelo e desci as escadas para ir até a cozinha ver o que Ketylen preparou para mim.

- Cadê David? - Perguntei sentindo a falta de meu irmão.

- Está dormindo, hoje não tem aula para ele.

- Ah!

- Fiz pão com ovo, é a unica coisa que tem, sua mãe ainda não fez a feira do mês! - Falou com um tom engraçado, me fazendo dar uma risada.

- Não se preocupe! Eu vou fazer a feira, bom dia primeiramente.

- Bom dia! - Eu e Ketylen falamos em coro.

Terminei de comer e fui até a sala pegar a minha mochila para ir ao colégio.

Bruno Pov

Guardei a bicicleta no local onde eles resevam para isso, e fui para minha sala.

A sala estava cheia, o que não acontece sempre a esse horário. Fui até minha mesa, onde Katylin estava.

- Viado safado cu arrombado da peste! - Falou assim que me viu

- Um bom dia para ti! - Falei me sentando e colocando a mochila no chão.

- Parece que hoje tem prova de matemática, o povo chegou tudo cedo e estão ai, loucos atrás das respostas..

- Prova? Eita porra! Eu não estudei!

- Não acredito nisso! - Bateu com o livro na minha cabeça.

- Vamos revisar rápido aqui! - Puxei o livro da mão dela e abri no assunto que o professor passou.

Sheylha Pov

Passei a noite toda pensando no que Ryan me disse, adorei ouvir aquelas palavras dele, mas não vou bancar uma facil, vou bancar a difícil.

Preciso contar isso para Katarina, mas como não tive nem tempo nem coragem deixei para contar hoje.

- Sheylha! Aconteceu algo? - Andrey me balançou.

- Não! Estou pensando um pouco!

- Pense menos, a professora já está vindo!

- Eita! Preciso ir resolver um negócio! - Falei correndo para fora da sala.

Fui até um local reservado do colégio, peguei meu celular e disquei o numero de Katarina.

- Alô? - Falou com uma voz de sono

- Katarina! Tenho uma coisa para te contar! - Falei animada

- Fala logo arrombada, tu colocou o veneno no sanduíche de Ângelo?

- Coloquei, mas ele não comeu!

- Tu é burra! Deve ter feito algo errado!

- Mas o assunto não é esse! Ryan pediu para voltar comigo!

- Quando? Agora?

- Ontem!

- E por que não aceitou logo?

- Quero bancar a difícil!

- Banca a difícil para você sua vaca! Faz assim, diz para Ryan que você só aceita ele de volta se ele espalhar mentiras sobre o Ângelo!

- Como assim mentiras?

- Sei lá, qualquer mentira! Quero ver esse viado ser humilhado por todo o colégio! - Falou com uma voz malefica.

- Tudo bem! Vou na sala chamar ele! - Desliguei o celular e fui até a sala de Ryan.

Chegando lá vejo minha irmã demoniaca, sozinha, também não vi Ângelo, sinal que ele é a dupla dela e faltou.

- Ryan! - Chamei ele, que se levantou e veio até a porta. - Precisamos conversar!

- Pensou no que eu te pedi?

- Sim, vamos em um lugar mais escondido, preciso te pedir algo! - Falei fazendo uma voz safada.

- Opa! - Falou me arrastando para algum lugar.

Fomos até uma área que fica perto do ginásio, porém nunca vi essa área.

- O que você quer me pedir? - Perguntou me impressando na parede.

- Eu aceito você de volta!

- Ai que maravilha! - Falou indo me dar um beijo

- Mas tem uma condição! - Empurrei os lábios deles com meu indicador.

- Que condição? - Falou revirando os olhos.

- Você tem que inventar mentiras sobre Ângelo! Fazer ele ser humilhado por todo o colégio.

- O que eu vou contar?

- Diz que ele é um viado que tentou se aproveitar de você quando você estava bêbado, diz que ele tentou te beijar.

- Sheylha! Não posso fazer isso! Ele vai ser zoado por todos!

- Você quer ou não me ter de volta?

- Quero! Quero muito! - Falou me agarrando

- Então! Faça isso e eu serei toda sua novamente! - Falei pegando no pau dele e saindo daquele lugar.

Agora é só esperar, sei o quanto Ryan me quer de volta, então ele vai fazer o que eu mandei. Agora é só esperar.

Lucas Pov

Cheguei no colégio, atrasado para variar, fui até a minha sala, que já tinha professor.

- Posso entrar? - Perguntei vendo ele colocar algo no quadro.

- Pode! - Falou sem tirar a atenção do quadro.

Me sentei junto da minha dupla e comecei pensar em Bruno, estou morrendo de saudade de beijar ele, de sentir ele, o cheiro dele.

- Moço, abra seu livro na página oito! - Falou apontando o piloto para mim.

Peguei meu livro e abri na página que o professor falou.

Ryan Pov

Sheylha saiu do lugar mas me deixou uma dúvida cruel na cabeça, será que eu devo ou não fazer isso com Ângelo? Se eu fazer, vou continuar com Sheylha e continuar popular, se não, vou ficar com fama de viado, e não é isso que eu quero, Ângelo me perdoe, mas eu vou fazer.

Fui para sala e esperei o sinal do intervalo tocar

(9:30)

Já era a hora do intervalo, várias pessoas corriam para a fila da merenda. Fui até a sala de meu amigo Julio, ia começar contando para ele.

- Julio! Grande parça! - Falei dando um aperto de mão.

- Ryan! Quanto tempo não fala comigo! - Falou com estranhamento na voz.

- Preciso da sua ajuda meu parça!

- O que houve?

- Tem um garoto no segundo ano que ta dando em cima de mim! Queria que você espalhasse para todo mundo o tipo de pessoa que ele é!

- Claro meu parça! Odeio gays! O que ele fez contigo?

- Tentou me beijar, e fica dando em cima de mim, é um viado safado e pode dar em cima de todos os meninos do colégio!

- Pode deixar meu parça! Odeio gay! Qualé o nome dele?

- Ângelo Farias! Conte para todo mundo que você conhece, faça ele ser humilhado por todos desse colégio!

- Hoje mesmo isso vira a maior notícia do colégio, odeios gays, tenho nojo dessa raça! Mas e ai? Como o namoro com Sheylha?

- Ta ficando melhor cada dia mais!

- Vocês já transaram?

- Ainda não, mas espera só o momento que eu pegar ela, vai vim assada para o colégio.

- Esse é meu parça! Deixa eu ir espalhar essa notícia ai! - Falou dando um tapa nas minhas costas e indo até um grupo cheio de garotos.

- Me desculpa Ângelo!

Lucas Pov

Quando tocou o intervalo fui até a sala de Bruno, que correu assim que me viu, é tão bom sentir esse abraço.

- Estava morrendo de saudades! - Falei cheirando o pescoço dele.

- Também!

- Que horrível! Vocês não tem vergonha não? - Um garoto falou olhando a cena com nojo.

- É o que? - Falei separando o abraço e indo até o garoto.

- Vocês são homens, não tem pra quê andar se abraçando!

- Primeiro, toma conta da sua vida, segundo, a vida é minha e eu abraço quem eu quiser, horrivel é você se intrometer na vida das pessoas! Pega esse seu comentário e enfia guela abaixo que não vou mudar quem eu sou só porque você não gosta!

O garoto ficou sem saber o que falar, apenas se levantou e saiu da sala.

- Não suporto homofobia! - Uma garota falou

- É coisa de gente imbecil que não aceita a realidade.

- Esse povo não deve ter amor no coração!

- Você tem razão! - Bruno falou

Saimos da sala e fomos até a área secreta.

- Estou com saudades dos seus lábios! - Bruno falou enquanto sentava no meu colo.

- Podemos resolver isso agora! - Falei avançando nos labios de Bruno, dando um beijo demorado e selvagem.

Coloquei minhas mãos nas bochechas dele e coloquei minha língua dentro da boca dele. Nos separamos quando o ar faltou em nossos pulmão.

- Quer mais uma rodada? - Perguntei recuperando o fôlego.

- Pode vim!

Fiquei por cima de Bruno e dei mais um beijo selvagem nele, puxando o lábio inferior dele com os dentes. Quando o maldito ar faltou novamente, separamos o beijo.

- Que saudades de sentir teus lábios! - Falei olhando nos olhos de Bruno.

- Eu também estava morrendo de saudades!

Ficamos ali, deitados na grama até o sinal tocar e voltarmos para nossas salas.

(12:30)

Quando o sinal para o fim das aulas tocou eu sai da sala, fui até a sala de Bruno para irmos juntos para casa.

Kaio Pov

Resolvi ir ao refeitório, pois estava com muita fome, quando me sentei na mesa escutei uma conversa muito estranha, um grupo de pessoas estavam falando de um tal Ângelo Farias, do segundo ano, com certeza é o Ângelo que eu conheço, estavam falando que ele é um viado e que tentou beijar um tal Ryan. 

Ângelo precisa saber sobre essas coisas que falaram sobre ele. 

Fui até a sala dele mas vi que ele faltou, por sorte sei onde ele mora.




   Contínua


Notas Finais


Espero que tenham gostado. ❤❤❤❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...