História Mason Queria Morrer!? - Billdip - - Capítulo 1


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Categorias Gravity Falls
Personagens Dipper Pines
Visualizações 163
Palavras 683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal eu sei q deveria tá escrevendo a outra história, mas essa ideia aqui eu precisava por na mesa.

Capítulo 1 - Mason decide morrer


Fanfic / Fanfiction Mason Queria Morrer!? - Billdip - - Capítulo 1 - Mason decide morrer

No dia 11 de Novembro de 1997, Mason decidiu que havia - afinal! - chegado o momento de se matar. Limpou cuidadosamente seu quarto alugado num convento de freiras, desligou a calefação, escovou os dentes e deitou-se.


Na mesa de cabeceira, pegou as quatro caixas de comprimidos para dormir. Ao invés de amassá-los e mistura-los com água, resolveu tomá-los um a um, já que existe uma grande distância entre a intenção e o ato, e ele queria estar livre para arrepender-se no meio do caminho. Entretanto, a cada comprimido que engolia, sentia -se mais convencido: no final de cinco minutos, as caixas estavam vazias.

Como não sabia exatamente quanto tempo ia demorar para perder a consciência, deixara em cima da cama uma revista francesa Homme, edição daquele mês, recém-cheganda na biblioteca onde trabalhava. Embora não tivesse nenhum interesse especial por informática, ao folhear a revista descobrira um artigo sobre um jogo de computador criado por Vitória Wendy, uma escritora brasileira que tivera a oportunidade de conhecer em uma conferência em um café que agora não lembrava o nome. Os dois Haviam trocado algumas palavras, e ele terminara sendo convidado por seu editor para jantar. Mas o grupo era grande, e não houve possibilidade de aprofundar nenhum assunto.

O fato de ter conhecido a Autora, porém, levava-o a pensar que ela era parte de seu mundo, e ler uma matéria sobre seu trabalho podia ajudar a passar o tempo. Enquanto esperava a morte, Mason começou a ler sobre informática, um assunto pelo qual não tinha o mínimo interesse - e isto combinava com tudo o que fizera a vida inteira, sempre procurando o que estava mais fácil, ou ao alcance da mão. Como aquela revista, por exemplo.

Para sua surpresa, porém, a primeira linha do texto tirou-o de sua passividade natural (os calmantes ainda não tinham dissolvido em seu estômago, mas Mason já era passivo de natureza) , e fez com que, pela primeira vez em sua vida, considerasse como verdadeira uma frase que estava muito em moda entre seus amigos: "Nada neste mundo acontece por acaso".

Por que aquela primeira linha, justamente num momento em que havia começado a morrer? Qual a mensagem oculta que tinha diante dos seus olhos, se é que existem mensagens ocultas ao invés de coincidências? 

Embaixo de uma ilustração só tal jogo de computador, o jornalista começava sua matéria perguntando: 

"Onde é Gravity Falls?"

"Ninguém sabe onde é Gravity falls", pensou. "Nem isso."

Mas Gravity Falls mesmo assim existia, e estava lá fora, la dentro, e na praça diante de seus olhos: Gravity Falls era sua cidade.

Deixou a revista de lado, não lhe interessava agora ficar indignado com um mundo que ignorava por completo a existência de Gravity Falls. Era hora de ter orgulho de si mesmo, saber que fora capaz, finalmente tivera coragem, estava deixando esta vida: que alegria! E estava fazendo isso da maneira como sempre sonhara - através de comprimidos, que não deixam marcas.

Mason procurara pelos comprimidos por quase seis meses. Achando que nunca iria consegui-los , chegara a considerar a possibilidade de cortar os pulsos. Mesmo sabendo que ia terminar enchendo o quarto de sangue, deixando as freiras confusas e preocupadas, um suicídio exige que as pessoas pensem primeiro em si mesmas, e depois nos outros. Estava dispostas a fazer todo possível para que sua morte não causasse muito transtorno, mas se cortar os pulsos fosse a única possibilidade, então não havia jeito - É as freiras que limpassem o quarto, e esquecessem logo a história, senão teria dificuldades de aluga-lo de novo.afinal de contas, mesmo no final do século XX, as pessoas ainda acreditavam em fantasmas.

É claro que ele também perderia atirar-se de um dos poucos prédios altos de Gravity Falls, mas o sofrimento extra que tal atitude terminaria causando aos seus pais? Além do choque de descobrir que o filho morrera, ainda seriam obrigados a identificar o corpo desfigurado: não, esta era uma solução pior do que sangrar até morrer, pois deixaria marcas indeléveis em duas pessoas que só queriam seu bem.

"Com a morte do filho eles terminaram se acostumando. Mas um crânio esmagado deve ser impossível de esquecer"


Notas Finais


Entaaaaao favorita se vc gostou.
Comentários me deixam feliz e motivado.
Bjus S2


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