História Mastermind - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai
Tags Baekhyun, Baekhyun Top Sim, Baekhyun!top, Baekyeol, Chanbaek, Chanbaek Invertido, Chanyeol, Chanyeol!bottom, Exo, Otpzao
Visualizações 186
Palavras 4.803
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olhaaa eu atualizando no dia certo rsrs
Espero que gostem e perdão alguns erros e tbm espero que não tenham pós infarte

b o a l e i t u r a b e b ê s

Capítulo 2 - Capítulo 2


Eu sei que minha memória não era lá uma das melhores, mas não era a pior das piores para deixar de esquecer se eu tinha ou não combinado algo com o Byun.

 Ainda mais com ele! Não havíamos conversado nada sobre "resolver algo" quando estávamos no banheiro.

 Eu o olhei por trás, confuso e ele olhou na mesma hora por cima do próprio ombro para mim e deu uma piscadela, lembrando que apenas eu olhei e pulei, saltitei, claro, por dentro. Ri sem jeito, como se eu tivesse acabado de confirmar  que tínhamos que resolver "algo".

— Não sabia que vocês se conheciam... — ouvi Kyungsoo dizer, o mesmo estava com um semblante mais confuso ainda quando o olhei e eu entreabri a boca para dizer, sei lá o que, quando Baekhyun foi mais rápido.

— Nos conhecemos não faz muito tempo. — é, nem um dia direito. — Tchau meninos, está ficando tarde e precisamos ir.

— Chanyeol, vai querer que eu te espere e te leve na sua casa depois?

— Sim, hyung. — assenti para Soo.

— Não precisa, esqueceu que tô de carro hoje? — Baekhyun fingiu e eu fiz como se tivesse lembrado na hora.

— N-não precisa, o Baekhyun vai me levar.

Acenamos para os outros, virei junto com o loiro, e quando ficamos lado a lado eu cochichei um "Acho bom mesmo que tenha um carro e me leve depois." Eu neguei a carona do Kyungsoo, eu morava longe, e no mínimo naquela história o carro tinha que ser de verdade. Ele apenas riu e deu de ombros e continuamos a andar um ao lado do outro até do lado de fora, onde ele me guiou até um dos carros afrente e quase deixei meu queixo cair no chão. Ele definitivamente tinha um carro, um Hyundai do ano, da cor cinza e belas rodas. Olhei para Baekhyun e o vi arquear as sombrancelhas e soltar um sorriso sorrateiro, como se dissesse "Eu te falei."

— Vamos, entre.

Eu assenti que nem criança e fui para o lado do passageiro, abrindo a porta após ouvir o alarme do carro apitar. Antes de entrar Baekhyun deu outra piscadela para mim e isso me deixou de pernas bambas, me fudendo em pedaços com um dos seus sorrisos gengivais, só entrei depois dele.

Eu estava dentro do carro do cara mais lindo e desejável do campus, seria eu o sortudo do ano? Porque não fazia outro sentido de Byun Baekhyun estar me levando para dentro do seu carro sem nenhuma das intenções. Por dentro, agradeci aos céus pela oportunidade dívida que tive em todos os meus vinte e um anos de vida. Esperar um ano e meio não fora em vão, não mesmo, eu finalmente estava sendo correspondido sem ao menos ter tentado nada. Até porque se dependesse de mim nada disso estaria acontecendo e eu ainda iria continuar sem saber o seu nome.

— Há quanto tempo? — franzi o cenho ao ouvi-lo perguntar, e incrível, seu sorriso fofo não sumia do rosto e para mim ao mesmo tempo o deixava tão sexy e eu estava submisso àquela arte de Deus. 

— O-o que? — se fosse o que eu estava pensando, me fiz de desentendido.

— Me olhando. — espremi os lábios em nervosismo. Continuei calado, era o que de melhor eu conseguia me safar. — Um passarinho me contou que alguém ficava observando muito a minha sala nos meus ensaios e isso faz tempo, achei que iria parar.

— E-eu... — espera... — Como assim isso faz tempo?

— Tipo, desde o final do ano passado. — o olhei incrédulo. — Quando vim nas férias de verão, após chega de viajem, essa pessoa me contou e quando foi na sexta passada retornou em me dizer de novo que alguém não tirava os olhos da minha sala e que era o mesmo cara do ano passado. — ele olhou para frente, pensando por um instante. — Na hora eu fiquei assutado, achei que era um psicopata me cercando e planejando meu assassinato.

— Que? — rir assoprado. Coitado de mim 

— É, então. — gargalhou, jogando sua cabeça para trás. — Mas aí quando foi hoje eu decidi que veria quem era esse cara e meu medo simplesmente sumiu. — virou o rosto e me encarou intensamente, me fazendo martirizar em seu banco. — Não foi medo que eu senti.

— N-não? — ele mordeu o lábio inferior e nossa.

— Sabe o que eu senti? — neguei, já me derretendo por dentro, alguém teria que chamar os cientistas pois minha transição de carne e osso para líquido estava prestes para acontecer.

— O que v-você sentiu?

— Eu senti... — Baekhyun inclinou mais o corpo para o meu lado e virei meu rosto, surpreso, sentindo apenas seu hálito em minha orelha fazendo jus à sua voz, tendo meus olhos meros fechados. — Desejo

E isso foi o fim, estou contando isso do caixão, eu não sei se todos meus familiares compareceram em meu velório, espero que Kai e Kyungsoo tenham cantado alguma música bad em minha homenagem na hora e que Baekhyun fora todo de preto, em luto por mim.

Óbvio que não.

Achariam que Byun Baekhyun iria me deixar escapar?

O loiro apenas deu um beijo atrás da minha orelha, me fazendo apertar o couro do banco e contorcer minha cabeça para o lado aposto. Ele deixou mais beijos naquela região e passou a deixar beijos demorado, como se tivesse me sugando apenas com isso, seus lábios de encontro com a minha pele. 

— Baek... Hyu... Hm... — foi impossível não gemer baixinho seu nome quando ele, além de beijar carinhosamente meu pescoço sem parar, levou sua destra até minha barriga e adentrou o pano e começou a acariciar. Estava gostoso a sensação, estava sentindo meu ventre abaixo se contrair e como se em necessidade, eu tombei minha cabeça para trás facilmente. 

— Shii. — sussurrou para mim e revirei os olhos em prazer com isso e tendo a barriga sendo levemente arranhada, subindo e descendo.

Qualquer toque carinhoso me causava calafrios, e com Baekhyun não iria ser diferente. Seus dedos gelados me tocando me entorpecia. Deixei com que ele subisse sua mão para cima, parando em meu mamilo direito, o apertando fraco, ora pausando, ora puxando e o apertando mais. Tomei um puta de um susto quando ouvi um barulho do lado de fora, fazendo loiro me largar na hora e olharmos para frente. E era um homem, mas era um homem bêbado, sem rumo, que apenas andava cambaleando, vagando por aí e acidentalmente trombou na frente do automóvel. Ouvi a risada do baixinho pairar entre meu susto e com o nosso silêncio e sentir sua mão agora no botão da minha calça.

PUTA MERDA.

O olhei incrédulo para suas mãos ali, não que eu ia o afastar de mim, mas era algo que julguei ser impossível de acontecer, eu já me toquei pensando dele mas nunca pensei nele me tocando... Ele sorriu de lado e me deu um selinho rápido, me deixando com vontade de provar sua boca mais, aquilo era tortura.

— Agora, para oficializar a nossa linda amizade... — disse, enquanto descia meu zíper em lentidão e eu soltando arfares por que estava prestes a vir, e ambos sem desviar o olhar no movimento de suas mãos. — Você irar receber o melhor boquete da sua vida como presente.

Ah, vamos lá garoto, eu aceito numa boa. Pode vim, eu aguento, eu aguento esse presente.

E presente não se recusa, certo?

Levantei um pouco o quadril para que ele pudesse abaixar minha calça, eu até ficaria com vergonha na hora se eu já não estivesse tão sedento pelo contato mais íntimo do loiro. Baek largou minha calça até o calcanhar e quando depositou suas íris em meu membro, estando exageradamente ereto, enficou seus dedos delicados na extensão, eu olhei para baixo e dei de cara com as mãos pequenas do loiro, com certeza foi uma das melhores coisas de se ver. Comprimi os lábios quando o sentir movimentar sua mão para cima e para baixo, e sem aviso desceu sua boca com tudo no meu falo e eu quase berrei seu nome, porém mordi meu lábio inferior contendo-o por dentro de mim. O garoto descia sua boca e subia numa lentidão inapropriada para minha sanidade, tendo sua destra em movimentos na base onde sua boca não conseguia chupar. Com a tortura de um vai e vem lento, os lábios fartos de Baekhyun passou a sugar forte minha glande, parando no falo e passando sua língua em círculos na cabecinha. Sua mão voltou a bombardear meu pênis e agora sua boca apenas se concentrava na base do falo, se lambuzando com o pré gozo que já liberava.

Minha pernas quase se fecharam quando ele chupou com vontade a cabecinha, o soltando em um estalo, que insistiam em ecoar em minha cabeça. Meu peito subia e descia rapidamente pelo efeito da minha respiração estar ofegante, desregulada. Torci os dedos dos pés por dentro dos coturnos quando o loiro desceu sua boca até a base abaixo, o colocando todo em sua cavidade bucal, espremendo a textura do meu órgão e brincando com sua língua por dentro. Por Deus! Eu sentia que conseguia gozar com apenas um boquete daquele cara que era um leão em pele de cordeiro.

— Chup... Hm... Chupa mais r-rápido, Baekie. — pedi sôfrego, logo envolvendo minha mão em seus fios, eu tinha que me ponderar em algo.

Segurei firme seu cabelo e o liderei no boquete, descendo fundo e voltando com tudo. Baekhyun se deixou levar, cobrindo meu membro todo na boca sem reclamar. Ele deveria estar gostando mais do que eu.

Acho que isso era impossível...

Aqueles lábios sendo preenchidos por mim sem comparação era o melhor. Eu mal pude o ver direito, meus olhos se manteve uma boa parte fechados quando ele passou a me chupar, sentindo, gemendo e delirando pelo prazer que eu estava sentido. Eu estava quase já para gozar em sua boca, estava sentindo o ápice chegar, entretanto Baekhyun parou de me chupar de imediato como se soubesse que eu já ia me desfazer alí, suspirando mais fundo do que eu, apenas ficou me masturbando lentamente.

Olhei para ele e o vi sorrir de canto, estava com a boca melada, a ponta do seu nariz e as maçãs do rosto estavam bem mais vermelhadas, acredito que eu estava do mesmo jeito. E seu sorriso não era mais fofo, era safadosacana, como se pudesse me engolir por inteiro.

— I-isso... Isso foi... — eu mal conseguia falar sem sequer gaguejar, meu sorriso de satisfação estava estampado na cara, aquele cara havia conseguido me deixar extasiado. — Muito... Muito b-bom...

— Shii, ainda não acabei.

Arregalei os olhos.

Não seria só um boquete?

Tinha mais?

Não íamos ficar só na preliminar?

EU SOU O MAIS SORTUDO DO ANO.

Está confirmado.

— Eu só farei... — me deu um beijo na bochecha direita enquanto suas mãos começaram a subir até meu peitoral. — O que... — beijou a outra bochecha. — Você... — beijou a ponta do meu nariz. — Quiser. — finalizou a tour finalmente na minha boca.

Um selar que demorou segundos, logo ele invadiu meu interior bucal e senti sua língua contra minha, tendo uma fricção excitante e não era um beijo desesperado, era um ósculo lento e as línguas dançavam entre os nossos lábios uma tocando a outra. Suas mãos desceu até minha cintura e me puxou firme, sem cessar o ósculo, até seu colo e sem dificuldade nenhuma sentei em si. Ouvi algum barulhinho e senti o banco se inclinar para baixo, deixando um Baekhyun meio deitado e eu por cima dele. Sua ereção era palpável e eu me controlava para não o tocar. Meu rosto virou um pouco para o lado e o loiro fez o mesmo para o lado oposto, melhorando de vez nosso beijo agora afoito, porque calmo a essa altura do campeonato que essa desgraça — muito maravilhosa. — não estaria sendo após cobrir seu pau no meio das minhas nádegas. Além de que Baekhyun estava me apalpando todo com aquelas mãos firmes. Esse era o beijo e a pegada eu tanto ansiava em receber.

Minha bunda estava sendo apertada, e eu para o provocar um pouco, comecei a ondular meu corpo para frente e para trás. Byun largou da minha boca para poder respirar depois disso.

Achei que Byun Baekhyun não respirava.

Minha ereção se esfregava no seu pau que só com aquela calça fina o senti duro que nem uma pedra, me deliciando mais o olhando por cima franzino o cenho e gemendo baixinho. Eu estava sem a calça, e era gostosos aquele atrito, mas pele com pele era melhor ainda. Me perguntei o que diabos o loiro ainda estava com roupas.

Baekhyun, ainda meio atordoado, levou suas mãos para ao redor da minha cintura e ergueu meu pescoço, fazendo nossas bocas se colarem novamente. Era tão bom sentir aqueles lábios macios contra os meus, a maneira bruta de me morder o inferior, céus. Eu estava em um sonho. Seus dedos da mão direita desenharam na minha nádega seu trajeto até para baixo, não deixei meu gemidos na garganta e soltei com tudo quando ele começou a cutucar fingindo entrar e sair do meu orifício anal.

Esfregou mais seu dedo indicador no meu períneo e eu mordia seu lábio forte sem querer, o fazendo gemer de dor e eu gemer de prazer.

Porra, ele lambeu seu dedo indicador rapidamente com aquela cara safada e o levou para o mesmo lugar, já empurrando seu dedo molhado para dentro, até que enfiou com tudo, e que sensação boa, meu Deus, e por vontade eu passei a cavalgar em seu dedo. Sorri ladino ao ver travar seu dedo em sua virilha, deixando eu subir e descer nele. Aquilo não era um membro, mas estava gostoso. Muito gostoso. Mais gostoso ainda quando ele adentrou seu outro dedo do meio. Agora dois eram socados com tudo para dentro e seu só sabia rebolar mais e mais. Apertei seus ombro com bastante forma quando ele enfiou de uma vez só três de seus dedos. 

— Oh, is-sso, Baek, isso... — gemi, afundando meu rosto na curvatura do seu pescoço e mordi com forte sua clavícula para descontar.

Seus dedos entravam e saíam enquanto sua mão livre tapeava minha bunda e eu judiava mais a sua pele com meus dentes. Gemi em negação quando Baekhyun os tirou de dentro de mim, já sofrendo com a quebrar de contato. Ouvi o loiro sussurrar baixo dizendo para eu ir para trás, nos bancos traseiros. Ergui meu tronco e engatinhei para frente, tendo um Baekhyun deitado por debaixo de mim, ele aproveitou e passou a língua no meu membro, me saciando mais, ri com isso, e logo me endireitei atrás, com a cabeça encostadaa na janela de vidro do lado esquerdo e as pernas esticadas encostando com a janela fechada do outro lado.

— Vamos logo com isso. — ouvi dizer grogue.

Puxou minha camisa para cima e meus braços subiram para o ajudar a tirar, também fiz o mesmo com ele e, droga, ele tinha O abdome, aquilo era surreal, tive que parar tudo e tocar e sentir seus gominhos, em direção ao V que levava até o paraíso escondido debaixo de sua calça.

Ergui meu tronco, para poder morder sua barriga e a fazer de um bom grado, mas Baekhyun não deixou, ele fez questão de abrir a porra do botão e do ziper e se despir — daquele jeito que você está imaginando num aperto de um carro. — enquanto mordia seu inferior sem quebrar a encarada em mim, que eu sequer prestava atenção a não ser em suas mãos levemente se mexendo ali. Perdi a paciência, estava demorando, eu o queria ver sem roupa de uma vez, queria poder tocar em seu membro, ter seu gosto em meu paladar. 

— T-tira logo, B-Baek. — pedi manhoso.

Ele logo fez o que eu pedi e seu pau saltou para fora da box quando abaixou de vez seu pano até a coxa, deixando minha boca com água perante aquele visão dos céus. Baekhyun estava completamente excitado, em sua ereção tinha veias que saltavam, mas nada ridículo, combinava o tom rosado com a cabecinha. Umedeci meus lábio já seco e ansioso para o provar, até entreabri a boca para lher pedir isso mas fui surpreendido.

— Vamos, Yeolie. — afagou seus fios de cabelo e suspirou, aquele lugar estava ficando mais afobado e muito quente. E amei o apelido.  — Me toque. — ri de lado, não que eu estava tímido, mas porque era aquele loiro me pedindo para que o tocasse.

Sem delongas ajeitei minhas pernas e sentei no assento enquanto Baekhyun se aconchegava no canto, por fim deitei apenas minha barriga no estofado e mihas pernas dobradas com meu joelhos no tapete de couro abaixo, apoiei meu cotovelo esquerdo no banco, o deixando próximo ao meu tórax, e com a destra envolvi meus dedos suados em toda a sua extensão apetitosa. Apertei de leve, agora o vendo franzir a testa e fazer um biquinho.

Mas eu também queria o ouvir gemer com meus toques.

O peguei firme e fiz movimentos rápidos, já ouvindo seus clamores em resmungos e com os olhos fechados. Após o masturbar bastante, sua mão começou a puxar involuntariamente meu cabelo, com tanta forma que eu quase lhe soquei, se não tivesse gostando muito da brutalidade. Espremi meus lábio em seu pau enquanto descia e quando minha boca subia eu arranhava com carinho com meus dentes, sentindo sua glande vibrar por prazer. Recebi algumas estocadas nada castas, me fazendo parar a cabeça e deixar apenas o movimento de sua pelvis de Baekhyun indo e vindo, tocando toda vez em minha garganta. Abri mais a boca e fiquei parado por alguns minutos. Ele se deliciava com meu boquete, quando eu levei meus olhos até os seus, os vi semicerrados e sua boca bufando enquanto seu quadril não parava de foder minha boca.

Pensei naquele momento se ele aguentaria até na hora da transa.

Eu já me encontrava limitado, porém não conseguia parar nada. Seu gosto de pré gozo me invadiu a boca e eu até iria parar, para sua porra não vir logo de uma vez, mas antes de fazer tamanho catástrofe, o chupei mais, com vontade, com desejo. Só parei quando ele puxou meus fios e levou meu rosto até o seu, juntando mais um beijo. Dessa vez o beijo fora bem mais lento e sensual, ele abria a boca lentamente e procurava a minha língua com a sua e fechava os lábios, prendendo os meus. Sem nos separar, ele me fez deitar novamente esticado e ele ficou por cima, o atrito dos nossos membros juntos era excitante pra caramba. Largou meus lábios e passou a deixar selares em minha mandíbula, depois parou em meu pescoço, o chupando e sem dúvida nenhuma eu iria ter que aparecer na faculdade com marcas roxas na região e eu estava pouco me importando.

Se Kyungsoo fosse em casa, que eu sei que ele iria já que de bobo não tem nada, eu iria inventar qualquer coisa. Que um besouro maldito me mordeu. Nhac, adoro.

Baekhyun logo desceu seus lábios, trilhando saliva desde o peito até meu baixo ventre, próximo ao meu umbigo, onde deu um mordida fraca no meu ossinho do pélvis, sério, isso é muito bom! O clima estava em perfeição, sem vergonha minha na hora H e muito ele sentia isso, era mais safado dobque eu podia imaginar.

O loiro deu um beijinho na cabeça do meu falo e senti seu músculo esponjoso molhar minha entrada.

— B-BAEK, OH! — caralho, ele estava lambuzando sua língua na minha entrada, achei que seus dedos e meu boquete estava mais do que óbvio que eu estava já bem lubrificado.

Okay, Baekhyun, adorei o cuidado.

Não que eu era virgem, mas aquela lubrificação toda de saliva estava fazendo sim um bem danado para mim, pois fazia tempo que nada entrava em mim. O loiro fingiu estocar lá dentro, me fazendo revirar os olhos e fincar minhas unhas no estofado do banco cinza.

— Me-meu D-de... Con-continua...

Sua destra, que antes estava segurando firme minha cintura, foi direto para o seu pênis esquecido. Estava chegando a hora, ele iria me foder de vez. Com algumas estocadas de dedo, e mais gemidos surrados por mim e pelo loiro, o outro retirou seus dedos e eu olhei para baixo, o vendo corcundar seus corpo para cima e olhava para seu pau mirando bem na minha entrada. Mas para me sacanear, ele primeiro pincelou seu falo no meu períneo,  e depois ele passou a enfiar só a cabecinha e isso estava deixando minhas pernas mais bambas!

Ele entrava e saia lentamente, tendo o privilégio de me ver entreabrir a boca em gemido silenciosos. E como se o loiro tivesse lido minha mente, enfiou seu membro todo dessa vez, na mesma lentidão, e saiu por inteiro para depois enfiar novamente e com estocadas fracas no início, passou a ser mais rápido e meu corpo era jogado para cima e voltava, sentia meu pênis ser esfregado freneticamente entre minha barriga e a do outro, me deixando mais afobado.

Até que eu não contive os gemidos altos na garganta e os soltei, todos, Baek estava afoito e conseguíamos ouvir apenas meus clamores, alguns suspiros fundos do loiro e impacto da sua virilha com meu traseiro, sentindo seus testículos levemente me tocar juntamente. 

— Oh, ya, i-isso... Hm... — joguei meus braços fracos para os lados sentindo meu corpo andar em nuvens. Byun tinha suas duas mãos em minha cintura e forçava mais para baixo para ir mais fundo de mim, tentando tocar meu lugar doce e me dar mais prazer e delirar dos pés a cabeça. — Oh, oh, r-rápido... Shit... Isso, isso, Baekk!

E a cada pedido meu era correspondido e eu estava achando que Baekhyun era uma máquina que tinha a velocidade um, dois, três, quatro, cinco e seis, porque ele conseguia ir mais rápido e melhor quando eu pedia manhoso. Investiu com tudo no meu orifício, me fazendo arquear as costas, parando de se mexer e ficar com ele dentro de mim por segundos, para logo sair com tudo e retornar seu pau sendo engolido por mim. 

— Está... — o ouvi começar a falar, mas ele estava mais excitado do que eu, o olhei de relance e vi a lateral do seu rosto pingar um suor; caindo em minha barriga. — Está bom assim, p-pra você, Chanyeol?

QUE VOZ ROUCA FOI ESSA? Saiu tão gostosa, por ficar um bom tempo sem falar nada sua voz ficou mais grogue e excitante. 

Assenti, não conseguindo pensar em responder com a boca, suas investidas estava me deixando puta louco! E então ele tirou sua glande de dentro de mim, pude ouvir o estalar gosmento na hora, e o vi grosso em sua destra, certeza que estava mais duro do que quando começamos e cheio de tesão percorrendo em sua aveia. 

— Fica, fica de quatro pra mim.

Não tinha como ficar melhor!

E prontamente me virei e fiquei do jeitinho que Baekhyun me pediu, com aqueles olhinhos sedutores e um sorriso como se fosse uma criança pedindo doce para sua mãe. Deitei minha cabeça de lado no banco, tendo alguns fios grudados em minha testa suada, ergui minhas costas e empinei a bunda, mais empinei mesmo, para ele me admirar como eu o admirava tanto; por mais que o ponto de vista no momento estava sendo bem diferente do modo que eu o admirava.

Fechei os olhos para poder sentir mais sua palma da mão fazer um carinho em minha nádega direita e em seguida soltei um grito com seu tapa repentino, me fazendo rir extasiado. Também senti quando ele colocou ambas as mãos e separou as bandas, podendo ver minha entrada pulsar, clamando por tê-lo novamente fundo em mim. 

— Sua bunda é uma delícia, Chan.

E como se ele quisesse ter mais certeza de que minha bunda era uma delícia, ele caiu de boca outra vez em minha entrada e circulou a língua na região, meu gemidos arrastado já saía involuntariamente, mordi o dedo quando Baekhyun enfiou sua língua toda pra dentro do meu interior. Sério. Isso. É. Uma. Delicia, repito: isso é uma delícia. 

— B-Byun...— gemi manhoso. 

O loiro retirou sua língua e voltou a brincar com o seu pau deslizando em minha entrada, me estocando sem entrar, apenas arrastando seu falo todo entre minha bunda, com movimentos contínuos. 

Recebi outro tapa, e com tudo dessa vez Baekhyun se preencheu todo, sentindo o apertar. Suas mãos costumeiras em minha cintura e as estocadas feroz, sentia minha cabeça bater toda hora na maçaneta do carro, meu pescoço já doia pela posição, mas quando se tem um Byun Baekhyun te fodendo, nada mais te fode, nada mais dói, tudo só é bom, tudo só melhora e disso eu tive o prazer de sentir. 

Meu gemidos não parou dessa vez, estava mil vezes melhor do que antes e soltei um urro quando o loiro estocou forte e tocou em minha próstata. 

— B-Baek! — gemi dengoso.

— Chany... — disse junto comigo, só que em sussurro. 

E após mais estocadas no mesmo lugar, chegamos ao ápice juntos, ele me masturbava e me desmanchei melando o sofá — eu iria ter que limpar depois, fui muito bem educado. — e senti seu gozo preencher meu inteiror e senti escorrer pelos cantos quando Baekhyun tirou seu membro de mim. 

Ele estava exausto, eu estava exausto, apenas larguei meu corpo com tudo do estofado e o loiro se deitar no mesmo ritmo por cima de mim. Eu até iria o chupar de novo, fazê-lo gozar em minha boca, engolir tudo, deixá-lo lambuzar meu rosto com a sua porra, mas nem eu e nem Baekhyun sentia forças para levantar. 

— Essa foi, a melhor, foda, de todas. — o ouvi dizer pausadamente em meu ouvido, seu peito colando nas minhas costas me fazia perceber o quão sua respiração estava desregulada, assim como a minha. 

Ainda de olhos fechados, meu sorriso se fez na hora que Baekhyun me disse aquilo. Ele teve a melhor foda, e foi comigo.


{...}

Depois da nossa inesquecível transa, Baekhyun e eu nem trocamos de número, rede social, eu não achei ruim, não mesmo. Ele foi bem cavalheiro aliás, me levou sim para casa, devo ter chegado depois das onze da noite, pois lembro de ter ligado para os meus hyung avisando que eu havia chegada; fui ver suas mensagens desesperadas quando cheguei. 

Ele nem deixou limpar a bagunça que fiz em seu banco de trás, também fez questão de beijar todo o meu corpo enquanto ele mesmo me vestia. E para finalizar me deu um beijo lento, gostoso, com direito a pegada na bunca e mais chupões no meu pescoço em frente ao portão de casa. Estava um fofo — mas nem tanto, se é que me entendem. — e eu só me apaixonava mais pelo dançarino de dança contemporânea. Estava nem ai se fora só uma foda. 

E uma semana depois, eu, com certeza, fui para o clube na sexta-feita seguinte. Eu cheguei as sete horas, fiz questão de ir até a sua sala, mas não vi ele e nem ninguém. Senti medo, pois todos aqueles dias eles iam ensaiar, não tinha um dia que eu não os via.

Sera que... Não, sem pensar em besteiras! Ele não tinha parado com seu grupo assim do nada. 

Passou as sete e meia, meus hyung chegou, me zoaram por ter chegado cedo, fomos ensaiar e nada de Baekhyun naquele clube. 

Eu já estava ficando triste. 

As dez horas decidimos sentar com os nosso amigos como sempre, e dessa vez não só Luhan e Sehun que estava na mesa, como uns sete deles. Sim, estava cheio de gente e para completar a bagunça, Jongin e Kyungsoo se juntou à eles. Sim, eu também, mas fiquei apenas olhando para a bebida e sequer a bebi, mal ouvia o barulho de tanta conversa e músicas por ali, eu estava em outra mundo, pensando em outra coisa; em outro alguém, em outro momento. 

— Ah, mas hoje meu amigo vai se sentar conosco! — ouvi Sehun dizer, e eu nem o olhei. — Semana passado não deu tempo, ele tinha coisas para fazer. — sua voz transmitia atrevimento. 

— Oi, galera. 

E foi com essa voz rouca e dócil para me fazer desviar o olhar do copo e olhar para as pessoas ao redor. Baekhyun havia chegado.

Ele cumprimentava todo com a mão e seus olhos passou por todos até parar em mim, abrindo um sorriso de orelha a orelha e logo ficar sério, me encarando intensamente. 

— Senta aí, Byun. — Jae bradou. — Qualquer coisa é só pedir. 

— Ah, é mesmo? — ele perguntou aquilo mas sequer tirava os olhos de mim, e eu com meu sorriso bobo estupefado, brilhando mais que um outdor. 

— Sim! — o moreno confirmou. — Tá querendo o que? Pede aí meu, chapa.

— Eu 'tô precisando do Chanyeol de novo. 


Essa história vai ser longa.

E uma delícia também. 



Notas Finais


rs
espero q n tenha errosss aaa se tiver e falar não há maldade nisso jdhsksks OBGD por lerem sz

+Bônus dia 23


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