História Matador de Diversões - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Sehun
Tags Do Kyungsoo, Exo, Exokids!, Fluffy, Kai, Kaisoo, Kim Jongin, Sookai, Uddkps, Yaoi
Visualizações 157
Palavras 3.062
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Slash, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem leu muita turma da Mônica, pegou a referencia. Se não leu, sinto muito
Bem, a shoot da semana é essa, com essa nostalgia da minha infância <3 que na realidade nem é tão distante assim asjdkasdas
Semana que vem vou postar a primeita 2shoot, to indecisa entre "Jogo da Conquista" e "Milkshake de Baunilha", ainda não sei.
Enfim, aproveitem <3
E um dia eu aprendo a escrever algo decente!

Capítulo 1 - Capitulo Único - Eu vou é encher a cara de Iogurte!


Assim que deixou a aula de balé, Jongin mal trocou o uniforme por outra roupa  - de modo que ele ainda usava a camiseta branca sem mangas, com uma bermuda jeans torta e os tênis desamarrados -, para sair correndo para o parquinho enquanto carregava as sapatilhas, apressado para pegar o único balanço que ainda não tinha sido destruído pelos garotos mais velhos. De todos os brinquedos do parquinho, o favorito de Jongin era sem dúvidas o balanço.

Porém, toda a sua corrida foi em vão, pois assim que chegou ao parquinho, o balanço já estava ocupado.

O pequeno Jongin, com toda a sua raiva infantil, amaldiçoou o baixinho mentalmente, por estragar sua alegria. Apesar disso, tudo que fez, foi dar meia-volta para casa, cabisbaixo, com seu biquinho de choro para o lado de sua mãe, que conhecendo bem o seu pequeno, não deu muita confiança para a birra.

- Eu odeio aquele nanico - Disse, cruzando os bracinhos, quando se jogou no sofá, indignado, além de ignorado pela mãe - Se eu pudesse, roubava todas as figurinhas dele

E ignorando completamente o filme que passava na televisão, Jongin pensava em mil e uma formas de se vingar do baixinho ladrão de balanços. Ele podia invadir seu quarto e encher sua cama de formigas, ou até mesmo colocar pasta de dente no cabelo dele quando o mesmo estivesse dormindo. Talvez, saquear os doces dele também fosse uma vingança válida. A imaginação fértil de Jongin viajava em mil e uma formas de se vingar e sua raiva só crescia.

Era maluco toda a raiva que uma criança podia nutrir por alguém apenas por um brinquedo no parque.

Mas não era um brinquedo qualquer! Era o balanço, o único balanço! Seu brinquedo favorito!

Apesar disso, toda a sua raiva foi esquecida assim que Sehun, seu melhor amigo, invadiu a sala de sua casa, animado com um novo brinquedo que tinha ganhado; uma pistola de água.

- Olha, hyung, o que eu ganhei do vovô! - Sehun acertou um “tiro” no peito de Jongin, deixando a camisetinha branca do pequeno úmida - Bang! Acertei você!

- Soldado ferido! Soldado ferido! - Gritou Jongin, num falso desespero, se jogando no sofá - Mayday, mayday!

- Ei, Jongin! Mas isso é comando para aviões! - Argumentou o Oh, parando de atirar no outro - Você não assiste filmes de guerra com seu pai?

- Não, eu prefiro as novelas da minha mãe - O Kim disse, simples, sentando-se novamente - E gosto de ver musical com a minha irmã, além de desenhos animados com o Jjangu

- Você devia ver alguns depois - Sehun se sentou também, deixando a pistola de lado - E você viu o novo vizinho?

- Novo vizinho? - E, assim iam novamente, mudando de assunto de um instante para outro, como de costume

- É, ele estava no parquinho hoje, um moreno baixinho, de boné azul - Continuou Sehun, fazendo gestos engraçados enquanto falava - Ele é amigo do Chanyeol

- Do dumbo?

- Ele mesmo, junto com o Baekhyun, soube que o Jongdae tá com ciúme, por isso que foi tomar sorvete com o Minseok hoje - O Oh desatou a falar, com seu jeito fofoqueiro, que só se soltava perto de Jongin - Soube que o nome dele é Kyungsoo e que ele tem uma coleção enorme dos gibis da Liga da Justiça

Na cabeça de Jongin, Kyungsoo poderia muito bem ser perdoado por ter roubado seu balanço se lhe deixasse ler seus gibis. Eram gibis da Liga da Justiça! O jornaleiro nunca o deixava ler!

- Onde ele mora?

- Naquela casa amarela, no final da nossa rua - Sehun voltou a pegar seu brinquedo novo - Mas depois a gente vai lá, vamos brincar antes! Sua mãe disse que vai fazer biscoitos!

‘Biscoitos’ era a palavra mágica para que Jongin esquecesse de qualquer outra coisa.

 

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Depois de brincarem de Caça-Fantasmas, fingirem estar perdidos em algum planeta esquecido na galáxia e transformarem a sala da senhora Kim no oceano, os dois foram expulsos de casa com alguns biscoitos nos bolsos, com o argumento de que “lugar de criança é brincando na rua”.

Como os dois queriam mesmo era bater perna, até esse velho argumento se fez convincente.

- Mas será que eles conseguiram mesmo ir embora? - Perguntou Jongin, pisando com cuidado no gramado da senhora Choi, enquanto ele e Sehun ainda discutiam sobre o final de Caverna do Dragão

- Eu acho que o mestre dos magos não levou eles de volta - Falou Sehun, pegando um biscoito quebrado no bolso da bermuda  - Acho que ele era o vilão

- Pode ser, também - O Kim concordou - Nunca fui muito com a cara dele, ele me assustava aparecendo do nada

- Nunca entendi o que ele fala - Comentou o loirinho

- Ah, você viu “Tá dando onda” na televisão ontem?

- Eu vi, sim - Sehun caçou outro pedaço de biscoito nos bolsos, mas só encontrou farelos, o que o fez soltar um muxoxo - O Cadú fala igual o Chanyeol

- Verdade, tipo “eu sou o melhor” e tudo mais, só que ele mal sabe duelar Yu-Gi-Oh! - Protestou Jongin - Semana passada, tomei todo o deck de cartas raras dele!

- Depois eu quero ver quais você pegou - Disse Sehun, logo mudando de assunto - E também, aposto que se fosse surfar ia cair igual o Cadú na primeira onda

- Não tenho dúvida, seria engraçado, só que eu acho que ele ia planar com aquelas orelhas

- Igualzinho uma asa delta - Riu o mais novo, mostrando os dentes tortos - E o Yixing parece o João Frango

Jongin caçava os próprios bolsos atrás algum biscoito sobrevivente, ignorando o comentário do amigo, quando achou um biscoito, ainda inteiro. Quebrou ele ao meio.

- Olha, metade pra mim, metade pra você - Entregou uma das metades ao amigo, que aceitou de bom grado - A casa do Kyungsoo é aquela?

O mais velho - apenas por alguns meses - apontou para uma grande casa amarela, do outro lado da rua, onde batia sol

- Aquela mesma - Sehun confirmou - Antes de ir lá, a gente pode ver o Vivi? Mamãe me disse que ia pegar ele no petshop hoje

Jongin deu de ombros

- Os gibis podem esperar um pouquinho.

 

Vivi era o cachorrinho de estimação de Sehun, um Bichon Frisé, branco e peludo, com quem o loirinho gostava de brincar. E consequentemente, Jongin também.

- Eu peguei maçã pra gente dar pra ele - Disse Jongin, com uma maçã cortadinha em um pratinho - Mas tive que falar pra sua mãe que eu ‘tava com fome

- Não tem problema - Sehun pegou uma fatia de maçã, estendendo para o cachorrinho - Toma, Vivi, pra você, Jongin que trouxe

Vivi mordeu a fatia da fruta, pegando-a inteira, sem sair do colo do menino. Jongin, que observava quietinho, aproveitou pra comer uma fatia de maçã também.

- Ele não passa mal depois? - Perguntou, estranhando Vivi comer maçã

Se Jongin tentasse dar alguma fruta para algum de seus poodles, sua mãe tentaria matá-lo bem antes, sem dúvida.

- Nunca passou antes - O mais novo deu de ombros, pegando outra fatia - E também, Vivi gosta muito de maçã, não é, Vivi?

Vivi latiu, em concordância

- Vivi é um nome estranho pra um macho - Comentou Jongin

- Ah, eu gosto - Sehun continuou fazendo carinho na cabeça do peludo - Você não dá frutas pra nenhum dos seus cachorros?

- Não - Confessou - Tenho medo de morrer jovem, ainda nem tenho cabelos brancos

- Morrer jovem? - O outro franziu o cenho, confuso

- É - Jongin continuou, afirmando com a cabeça - Se eu tentar fazer isso, a chinela da minha mãe vai aprender a atravessar paredes

E ele não estava brincando ao dizer isso.

 

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- Você toca ou eu? - Jongin ditou a famosa pergunta, em frente a porta dos Do

- Eu ‘tô com medo - Sehun foi sincero e direto

- Eu também - Admitiu o Kim, tão receoso quanto o outro

- A gente toca junto? - Sugeriu o loirinho, Jongin assentiu

- No três

Com os dedos, os dois contaram até três, até tocarem a campainha da casa, ao mesmo tempo. Os dois se entreolharam, nervosos, enquanto não havia resposta.

Antes que algum deles dissesse mais alguma coisa e decidissem meter o pé, Chanyeol abriu a porta

- Vocês aqui? Se perderam? - Perguntou o grandalhão, rindo em deboche

- E você, chegou aqui voando ou planando? - Rebateu Jongin, incomodado, Sehun segurou o riso

- Ei, mal educado, isso é jeito de tratar os mais velhos? - O Park se escorou na porta - Sua mãe não te dá educação?

- Você quem começou.

- Tanto faz - Deu de ombros, voltando a ficar com a postura ereta - Vieram procurar…?

- Conhecer os novos vizinhos - Novamente, Jongin quem se pronunciou - Só ‘tá você ai?

- Eu, Kyung e Baek - Jongin supôs que “Kyung” fosse Kyungsoo, achou um apelido estranho - A mãe dele não ‘tá, estamos sozinhos jogando vídeo-game

- A gente pode entrar? - Chanyeol deu de ombros, então os dois entraram assim mesmo

Por dentro, a casa dos Do era tão normal quanto do lado de fora. Nada além de móveis de madeira e portas-retrato que contavam com um garotinho parecendo um pinguim, um adolescente que lembrava levemente o mais novo e uma mulher sorridente, além de um único quadro de um homem sério, em roupas militares, no canto da parede. Por algum motivo, Jongin teve certo medo daquele quadro.

Chanyeol voltou até a sala, fechando a porta da entrada, ignorando completamente a presença dos mais novos. Não que eles realmente se importassem com isso.

Na sala, um garoto de cabelo castanho estava jogado no sofá, com um dos controles do videogame no colo, clicando os botões freneticamente e o moreno com cara de pinguim - lê-se Kyungsoo - estava sentado no chão de perninhas-de-índio, com o controle entre as pernas.

Jogavam Mortal Kombat.

- Dyo, você ‘tá roubando! Assim não dá, vamos voltar pro Crash - Resmungou o castanho, Baekhyun

- Mas eu já terminei Crash, não tem graça - Argumentou Kyungsoo, esticando as pernas - Primeiro que eu não tenho culpa se você é péssimo jogando como o Sub-Zero e segundo que no Crash você só cai nas caixas de dinamite

- Calma, é só a gente jogar Super Bomberman - Disse Chanyeol, se jogando no sofá

- Falando assim nem parece que você quem não queria jogar Bomberman - Kyungsoo disse, finalmente percebendo a presença dos mais novos - Quem são?

Apontou para Sehun e Jongin, que encaravam a sala, curiosos

- Ah, vizinhos - Baekhyun deu de ombros - Esse loirinho é o Sehun, quase não fala e esse de cabelo castanho é o Jongin, o bailarino

- Oi - Sehun acenou, tomando sua timidez, que sempre dava as caras quando estava na presença de outras crianças que não fossem Jongin

- Bailarino? - Indagou Jongin, virando-se para Baekhyun - É assim que falam de mim?

- É, você ‘tá sempre com as sapatilhas no ombro - Chanyeol disse, como se tentasse se justificar

Mas não tinha ofendido Jongin.

- Legal.

- Então, a gente pode jogar Crash? - Baekhyun mudou de assunto, fazendo as perninhas-de-índio no sofá

- Não, não, vamos jogar outra coisa - O Do entregou o controle para Chanyeol, engatinhando até o console - Já jogaram Donkey Kong Jr?

 

Durante a tarde inteira, Jongin e Sehun foram ignorados pelos garotos mais velhos, apenas assistindo-os jogar na maior parte do tempo, até começarem um torneio de Mario Kart, onde todos eles puderam jogar. A senhora Oh e a senhora Kim nem sentiram a falta dos pequenos, já acostumadas com as sumidas dos garotos, que sempre se enfiavam na casa de algum vizinho pra brincar.

Jongin havia tentando ler os gibis do garoto-pinguim, em vão, porque o mesmo não deixou, dizendo que o menor iria estragá-los, o que fez com que Jongin adotasse uma carranca, por ter tido sua alegria cortada por Kyungsoo, outra vez.

E depois de jogarem até enjoar, os garotos fizeram uma roda no tapete, falando sobre qualquer assunto que viesse, desde quem era melhor, o Robin ou o Ciborgue até quem era mais medroso, Salsicha ou Scooby-Doo. Porém, logo o assunto eram os aniversários.

- Meu aniversário foi ontem - Disse Kyungsoo, em meio ao assunto

- Sério? O meu é amanhã! - Jongin se animou, batendo palminhas - Mamãe não quis fazer festa

- Quando eu fizer aniversário, vou ter um bolo bem grande - Baekhyun esticou os braços o máximo que pode, pra mostrar o tamanho do bolo - E eu vou comer ele todinho, sozinho e ela vai fazer outro menor pros convidados

- Guloso - Acusou Chanyeol - Você não pode ser egoísta, metade pra mim e metade pra você

- Combinado! - Os dois bateram as mãos, em um juramento

- Mas se vocês comerem tanto bolo, vão ficar grandes igual caixas d’água - Sehun comentou, inflando as bochechas e esticando os braços, numa imitação de caixa d’água - Vão andar assim

O mais novo levantou, andando de um jeito engraçado, se inclinando de um lado para o outro.

- Claro que não! Pra isso existe o ‘mirabolismo’ - Jongin apontou para si, cheio de orgulho - Aprendi na televisão que ‘mirabolismo’ é o que faz a gente emagrecer e queima as calorias

Jongin se sentia orgulhoso de si mesmo, por parecer tão inteligente, como os professores que via nos filmes

- Ah, então por isso que o Chanyeol come e come e fica magrelo? - Sehun apontou para Chanyeol, que fez cara de ofendido

- Ei, não fala assim de mim! Nanico! - O grandalhão levantou, ameaçando Sehun

- Orelha de abano!

Jongin ria divertido da briga dos dois, enquanto Baekhyun tentava segurar Chanyeol que queria partir pra cima do loirinho, que gargalhava enquanto lançava mil e um insultos sobre as orelhas do Park, e Kyungsoo parecia pensativo

- Jongin, não é “mirabolismo”, é metabolismo - Corrigiu, fazendo Jongin murchar - Acho que você precisa voltar pra escola

Novamente, Kyungsoo foi o motivo de sua carranca, na terceira vez ao dia.

Naquela hora, ao se sentar novamente, desanimado e com uma carranca daquelas, Jongin decidiu de uma vez por todas: Kyungsoo era um matador de diversões

 

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- Eu odeio ele! - Declarou Jongin para Sehun, que apenas o encarou, entediado - Nunca mais vou falar com ele!

- Okay, mas e o bolo, quando a gente vai comer?

Jongin ignorou a pergunta

- Primeiro, ele rouba meu balanço! Depois, ganha de mim cinco vezes no Mario Kart! Não me deixa ler os gibis de Liga da Justiça e ainda me acusa de relaxado! - Continuou o Kim, rondando o sofá - E por último, me chama de burro e me manda ir estudar!

“Dramático” pensou Sehun, observando o amigo cair com tudo, sentando no sofá

- Eu preciso afogar as mágoas.

- Já volto - O loirinho se levantou, correndo até a cozinha, deixando um Jongin confuso pra trás

- Mas o que diabos…? - Questionou o aniversariante, quando o melhor amigo voltou com uma garrafa de iogurte, se sentando ao lado de Jongin - Pra que isso?

- Bem, quando meu tio ‘tá triste, ele pega uma garrafa grandona de vidro e bebe agua no sofá, ele diz que é bom pra afogar as mágoas, então acho que você pode fazer o mesmo - Explicou o loirinho, entregando a garrafa para o amigo

- Ah, é? É bom mesmo? - Sehun assentiu e Jongin destampou a garrafa - Então me traz um copo, que eu vou é encher a cara de Iogurte!

- Não precisa de copo, bebe no gargalo, é mais emocionante!

 

Todo aquele iogurte ia certamente dar muita dor de barriga em Jongin mais tarde, mas ele não estava nem aí. Era seu aniversário! E Sehun só queria saber do bolo, Jongin não podia culpá-lo, os bolos da mãe de Minseok eram os melhores que já tinha comido na sua vida e sua mãe tinha encomendado três quilos, só pra eles!

Depois que cortaram o bolo, a mãe de Sehun levou o garoto embora, já que o loirinho ia cortar o cabelo. Jongin se viu sozinho no sofá da sala, assistindo uma reprise de “Três é Demais” uma vez que sua mãe tinha ido acertar as contas com a mãe de Minseok e seu pai havia ido trabalhar. Era apenas ele, Jjangu, Monggu e Jjangah, todos assistindo tv.

Mas a campainha tocou.

Jongin levantou, a contragosto, quando Stephanie dizia mais uma vez “Que grosseria!” e em sua cabeça, era realmente uma grosseria alguém interrompê-lo enquanto assistia televisão. Como não alcançava o olho mágico, ele abriu sem olhar quem era antes, encontrando Kyungsoo.

Ele não gostou de encontrar o baixinho ali.

- Feliz aniversário - Sorriu, envergonhado

Jongin já se preparava pra dizer “Minha mãe não está” e fechar a porta, na maior grosseria, quando percebeu que o Do segurava um presente.

Um fato: Criança nenhuma consegue resistir à um embrulho de presente.

- Obrigado… - Disse, encarando o garoto como se não tivesse dito para Sehun, algumas horas atrás, que nunca mais o faria - Vai entrar?

Kyungsoo assentiu. O mais novo deu espaço para que o outro entrasse, observando todo e qualquer movimento dele, atento, antes de fechar a porta. O mais velho o acompanhou calado até a sala.

- Jongin, eu… Eu vim pedir desculpa por ter sido tão mal com você ontem - Admitiu o moreno, envergonhado, esticando o embrulho para o Kim - Toma, é pra você… Eu quem escolhi. Desculpa, mesmo

Agradecido, Jongin desembrulhou o presente, encontrando um gibi surrado do “Besouro Azul”, que parecia ser um dos favoritos do Do. Isso fez Jongin sorrir, se sentindo importante.

- Tudo bem, posso te perdoar, mas só com uma condição… - Pronunciou-se, por fim, abraçando o gibi na altura da barriga

- Qual? - Kyungsoo elevou as sobrancelhas, curioso

- Me ensina aquele seu truque no Mario Kart? Quero ganhar do Chanyeol da próxima vez!

Uma das grandes vantagens de ser criança, é que o perdão vem muito facilmente



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