História Matando Estranhos - Capítulo 3


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Categorias Marilyn Manson
Personagens Marilyn Manson, Personagens Originais
Tags Kill4me, Killing Stranger, Marilyn Manson, Matador De Aluguel, Nudez, Traição
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Palavras 1.109
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sei o que falar não @[email protected]
ata, lembrei.
ÉER... a capa é uma imagem de como eu imaginei a cena, queria que a atris tivesse cabelo preto (seria perfeito), editei no photoshop bem basicão e-e


Boa leitura, minna-sama <3

Capítulo 3 - A ovelha pronta para o abate.


Fanfic / Fanfiction Matando Estranhos - Capítulo 3 - A ovelha pronta para o abate.

 

 

Tragando o ultimo cigarro, espalhando a fumaça e vendo-a se dissipar junto da brisa gelada da noite de sexta, apenas no aguardo do sinal verde.  "Tenho esse celular velho, comprei um chip e assim que me ligar nele, eu o jogarei fora. Queimarei se achar necessário" 

Olhei para o relógio que marcavam exatas 22:00.

"Ela sai da boate por volta das 23:40, no máximo 00:00. Não a perca de vista!" Disse o velho - como se ele estivesse me dando ordens-  da ultima vez que marcamos como seria o "plano" - e minha cara de nojo querendo vomitar naquela cara gorda.

22:32 o celular tocou, eu sabia que era ele então nem atendi. Deliguei e dei partida no carro, jogando a bituca de cigarro junto do celular para fora da caranga. 

Enquanto passava pelas ruelas daquele cubículo, encaixei em meu rosto uma pequena máscara que cobria apenas da bochecha para cima, deixando meus lábios grossos a mostra com o típico batom roxo escuro.

Estacionei em uma pequena rua sem saída duas quadras a baixo da boate, rumei em direção da fila para entrar.

-Essa merda fede mais que prostitutas com perfume de látex. - Rosnei sozinho ao entrar no local. Luzes dançavam pelas paredes alternando de cores a todo momento, aquele cheiro de incenso misturado com o de álcool e suor pelo ar, puffs espalhados pelo canto, cada par com uma pequena mesa redonda à frente. Mesmo sendo um local de luxo por fora, por dentro não se diferencia pela aparência.  No meio do salão, palcos com barras de pole dance onde alguma coitada dançava, só para garantir o dinheiro da cocaína do final da semana.

Rodeei pelo local apenas observando e analisando. Quando finalmente avisto minha pequena ovelhinha parada no balcão do bar, sentada. Trajando um vestido preto de couro brilhante, tão justo que jurei que fosse pintura corporal, bota vermelha de cano longo. Sorri ao me dirigir em sua direção, passando pelo mini aglomerado de homens que pareciam se masturbar mentalmente com as dançarinas. Deslizando como uma cobra, sendo esbarrado por algumas meninas à procura de aventuras, sentei uma cadeira distante dela.

Chamei o garçom e pedi a mesma bebida que ela, o que a fez não gostar muito. Afinal, eu precisaria de um escape para começar uma conversa.

-Não tem gostos próprios, não? - Começou ela, sem me olhar e com desdém nas palavras.

-Acredito que você tenha. - Ergui a taça em sinal de brinde, dei dois goles longos. Coisa horrível, parece água de batata com perfume infantil.  

-Você é feio ou só quer causar? - Se referindo a minha máscara.

-Ah, é que eu briguei recentemente e meu cérebro saltou pra fora, não quero assustar os outros com isso. 

-Parece nojento. - Tomou o ultimo gole.

-Essa coisa que estou tomando é horrível. Pensei que tivesse bom gosto. - Bufei.

-Ao invés de reclamar, por que não me paga algo mais forte?

"Não facilite as coisas, garota..."

Olhei no relógio, 23:56. E como se fosse um daqueles alarmes pontuais, ela se levantou sem se despedir. Não posso perder essa oportunidade. Me levante rapidamente junto e passei minha mão pela sua cintura, acompanhando-a.

-Muito atirado você, não acha? - Reclamou, mas parecendo estar gostando. 

-Ainda não te paguei a bebida, estou te devendo. - Sorri maliciosamente. "Essa merda esta demorando mais do que gostaria, poderia parar de fazer a difícil e vamos logo?!"

-E onde quer me levar? - "Isso!" eu pensei ao respirar fundo em vitória. Parando um pouco mais a frente da boate, fiquei de frente para ela e segurei seu rosto com ambas as mãos, fazendo-a se arrepiar levemente devido à frieza delas. Sem pensar muito a beijei suavemente, durando uns 4 segundos.

-Para minha residência. - Mordi seu lábio e a senti derreter em minhas mãos. 

Ah, como é bom ser um homem sedutor e bonito. 

"Tome a chave desse apartamento, lá tem o que você precisa. Leve-a lá de começo, e no momento de bobeira, jogue isso em sua bebida- me deu duas cápsulas- ela vai apagar, e então... Leve-a para o buraco onde vai mante-la presa."

"Relaxa, está acabado
Você pertence a mim
Eu encherei sua boca com sujeira."

 

Recém abri a porta da luxuosa casa, encaixei a  mulher na parede mais próxima e me  me apossei de suas nádegas em ambas as mãos, mordi e chupei seu pescoço enquanto se esfregava entre suas pernas. Aquele maldito vestido apertado. Segurei no decote do vestido e o rasguei- ela não esboçou susto, ao contrario.. pareceu gostar da selvageria- o suficiente para conseguir tira-lo rapidamente. 

Em pouco minutos estávamos nús, transando no chão do quarto, na parede como lagartixas, no sofá e na cama. Ela era encantadora, de um jeito teimoso e irritante. Se insinuando sobre mim enquanto me sentia em seu interior, se virando de costas e empinava no bumbum me chamando... Sussurando coisas incoerentes ao chegar no ápice.

A essa altura minha máscara tinha ficado do lado de fora da casa, pouco me importei. 

Você nunca poderá sair
Aproveite cada segundo comigo
Amor

 

Antes de monstro, sou humano e tenho necessidades, desejos, e ela, como ninguém, conseguiu me fazer gozar e querer transar três vezes seguidas. Como um animal no cio, me senti enlouquecer com aquele corpo bem definido se esfregando sobre meu tórax pálido. Deixou filetes vermelhos dos arranhões em meu corpo, os suores se misturaram e no final de todo o prazer, sobrou apenas dois corpos cansados, um de frente pro outro sem saber o que falar, apenas esperando a respiração normalizar e a boca voltar a umedecer. 

Eu posso despedaçar você
Eu posso recombinar você

Está ficando perigoso demais. Não estava em meus planos transar, e o pior... gostar.

Levante, fui até a cozinha e peguei espumante para nós. O momento perfeito. Despejei no copo dela as duas cápsulas e esperei se dissolverem por completo. 

Ficamos deitados, onde finalmente minha pequena e delicada ovelha adormeceu. 

Minunciosamente me levantei, me vesti e a enrolei sobre um cobertor. Rezei para não ter ninguém nas ruas e receber quetionário do porque estar carregando uma pessoa desta maneira. Por sorte, já passavam das 03:29 da manhã e só o que se ouvia era o vento e as árvores.

--

 

-Bom dia, bela adormecida. - Estava sentado a sua frente de pernas cruzadas, em uma cadeira velha, xícara de café nas mãos.

A magrela se assustou ao notar a corrente prendendo seu pé na perna da cama, fixada no chão.

-O que v-você.... ?

-Não se assuste, você ainda tem dois dias de vida .. - Sorri sadicamente e a beijei de maneira feroz.

Eu te matarei para te amar (amor)

 


Notas Finais


Optei por não descrever a cena de sexo explicitamente, assim achei mais seduzente e diferente. Gostei do resultado e espero que tenham gostado.

Até mais, amores.


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