História Mate-me - Capítulo 3


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Categorias Ib, Satsuriku No Tenshi (Angels Of Death)
Personagens Garry, Ib, Mary, Personagens Originais, Rachel, Zack
Visualizações 112
Palavras 3.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tudo bem com vocês?

Bom, nada de mais aqui. Apenas lhes desejo uma boa leitura.

Capítulo 3 - Prisão


Fanfic / Fanfiction Mate-me - Capítulo 3 - Prisão

Por um momento a tranquilidade surgiu nos dois, sem qualquer pessoa na rua, eles poderiam andar livremente pela mesma sem chamar atenção. Mas como tudo que é bom dura pouco, o sossego dos dois foi cortado de forma lascante, quase não dando tempo de soltar o ar.

Rachel virou assustada para o veículo que se aproximava. A sirene daquele carro martelou em sua cabeça, quase lhe dando uma dó de cabeça instantânea. De forma brusca, Zack pegou Rachel pelo braço, a puxando para começar a correr.

— Você não falou que não existia delegacia aqui? — Zack falou de forma raivosa, com a cabeça virada um pouco para trás, observando Rachel.

— E não existe! Não deveria ter essa viatura.

Zack puxou Rachel de forma violenta para um beco. Ao está nele, atravessam uma parede estreita, logo correndo para perto de algumas latas de lixo, se escondendo atrás deles. Não havia saída.

Um dos policiais presente no carro freou de forma brusca, fazendo um barulho horrível e deixando a marca de pneu bastante presente no asfalto. Dentro do veículo, dois homens saíram de cada porta, com uma arma em mão. Numa posição de defesa, os dois andavam e olhavam por toda rua, procurando algum dos dois foragidos.

— Merda. E agora? — Zack perguntou para Rachel.

— …me desculpe, eu não sei. — Rachel abaixou a cabeça numa forma desolada, decepcionada consigo mesma. Se sentia culpada, deveria ter previsto que isso aconteceria.

— Pirralha de merda! Nem vem fuder com minha cara! Nós dois estamos nessa situação, nós dois iremos sair dessa. Você é a inteligente, e eu sei que você vai dá um jeito! — Zack gritou de forma impaciente com Rachel, não numa forma de intimidar, mas numa forma de apoiar a garota. O assassino, botou suas mãos em cada ombro da garota. — Nossa promessa, Rachel, se lembre dela.

Um choque de realidade surgiu na loira, já que a expressão de surpresa em sua face mostrava isso. Sim, a promessa deles dois, uma coisa que ela jamais esqueceria. Se recusaria a aceitar a derrota! Tudo não seria em vão. Nada dos que os dois passaram seria em vão. Rachel tomou a expressão séria, já pensando em algumas possibilidades para fugir daquela situação.

— Zack, pelas roupas desses policiais eles são da cidade vizinha. Muito provavelmente estão fazendo uma ronda em alguns pontos do estado numa forma de nos achar. Um serial Killer solto por aí iria fazer com que eles tomassem uma providência imediata. — Rachel pegou a mochila de suas costas e empurrou de forma brusca para o abdômen enfaixado de Zack. — Fique com isso, use o dinheiro que tem aí dentro para pegar um táxi e ir para xxx. Vista as roupas que eu peguei para você numa forma de se esconder. Há um único posto na cidade de xxx, me encontrar lá não será problema.

— Como assim te encontrar lá? — Zack perguntou de forma raivosa.

— Se você se entregar aos policiais eles irão atirar em você. Se isso não acontecer, hoje mesmo você irá para a cadeira elétrica. Eu vou me entregar para eles. — Rachel mesmo com uma expressão séria, por dentro, seu coração quebrava de preocupação e nervosismo.

— Não, claro que não. Tá maluca?! — Zack elevou a voz de tanta raiva que sentia. Mas tal ato inconsequente fez com que os policiais olhassem em na direção dele, exatamente para o beco a qual haviam ido.

— Por favor. Por favor, Zack. — Rachel implorou de forma desesperada.

Zack sentiu seu coração pulsar dentro do seu peito. Aqueles olhos azuis tão belos e profundos como a imensidão do mar lhe olhava com clemência. Às lágrimas caiam, para que então escorresse por sua bochecha e parasse em sua boca, fazendo com que ela sentisse o gosto salgado que as mesmas tinham. Então, no final, Rachel realmente não era uma boneca. Era um humano, cujas emoções tinham de ser descobertas de pouco em pouco por uma única pessoa.

Em um ato de impulso, Rachel abraçou Zack. Um abraço quente e confortável, que demonstrava o carinho que Rachel sentia pelo assassino de faixas. Mesmo surpreso, Zack aceitou e retribuiu o gesto de Rachel. Nenhum dos dois queria desfazer daquele abraço, parecia que estavam em um outro planeta, quase fazendo com que se esquecessem daquela perturbada realidade que lhes assombrava.

— Fuja. — Rachel sussurrou no ouvido do maior, fazendo com que ele quase sentisse todos os pelos do seu corpo se arrepiar.

Numa forma gentil, se desfez do abraço, para logo levar uma de suas mãos para o cabelo da loira, fazendo com que ela aproximasse mais seu rosto no do maior. Suas testas estavam coladas, suas respirações aceleradas, suas bocas quase tocando uma a outra.

— Rachel… eu lhe faço mais uma promessa. Eu irei achar você e então lhe trazer de volta para mim. Não importa o quanto eu demoro, eu irei cumprir essa promessa. Afinal, eu odeio mentiras.

Rachel deu um sorriso gentil para o assassino, fazendo com que ele retribuísse da mesma forma. A loira aproximou seu rosto no do Zack, depositando um beijo em sua bochecha enfaixada. Seu coração doía, despedidas não era seu forte. Assim que terminou de dar o beijo, se levantou e não quis olhar para a face do assassino, se olhasse, era capaz de voltar atrás. Com passos firmes, foi até a passagem estreita por onde ela e Zack entraram, sem dificuldade atravessou aquele local. Indo parar no outro beco, por fim indo na rua.

Os policiais apontaram suas armas para Rachel, a garota apenas levantou suas mãos para cima e abaixou a cabeça, demonstrando que não iria atacar. Um dos homens foi até ela, lhe revistando para ver se realmente não havia nada escondido nela.

— Ela está limpa.

— Cadê o seu companheiro? — Perguntou com a voz extremamente firme e amedrontadora, para causar medo na garota, talvez assim ela falasse. Mas, inútil, algo totalmente idiota a se fazer, já que ela não demonstrou qualquer sentimento.

— Ele fugiu. — Respondeu calma.

— Ver? É isso que dá confiar e fugir junto de um assassino frio e sujo como ele. — Rachel entortou a boca num ato de desaprovação. Não gostou nada do comentário maldoso do policial.

— Vamos voltar logo para a delegacia, tenente. O assassino já deve estar longe. — O homem que havia revistado Rachel pegou seus braços, botando para trás, para logo os prender com uma algema.

— É, vamos. — Ele estava decepcionado por sua missão ter sido um fracasso, o mais importante era capturar o assassino. Falhou miseravelmente.

[...]

Tudo havia acontecido de forma repentina, e Zack ainda tentava compreender tudo que havia acontecido. Seus braços estavam apoiados contra a parede de tijolos que havia ali no beco, sua cabeça estava baixo. Como os dois chegaram naquele ponto decadente?

— Porra! Porra! Poraaa! — Ergueu de forma brusca sua foice, batendo ela de forma violenta na parede, fazendo com que alguns tijolos caíssem no chão. — Rachel…

Sussurro seu nome de forma triste. E pensar que não ter a pirralha ao seu lado faria ele se sentir assim, como se faltasse uma parte de si. Mas, se lamentar agora não traria ela de volta, precisaria fazer tudo aquilo que a garota havia lhe mandado. Ele fez uma promessa, e ele cumpriria ela, mesmo que demorasse 100 anos.

Começou a tirar suas roupas ali mesmo. Desarrumou a mochila, procurando as vestimentas que Rachel pegou para ele. E pensar que em menos de um dia ele já teria de vestir aquilo, sendo que foi contra a Rachel pegar uma roupa. Já estava tudo ok, ele apenas botou suas roupas velhas e sujas na mochila, pegando a mesma e botando nas costas. Logo saiu do beco para que pudesse pegar um táxi e ir para a cidade que Rachel havia lhe informado. O assassino estava determinado a fazer de tudo para alcançar e salvar Rachel.

[...]

Rachel se encontrava sentada em uma cadeira, de frente para um homem, a qual era o delegado. Algo fácil a se perceber já que uma plaquinha branca em cima da mesa estava com o nome “delegado”, escrito numa forma totalmente horrível de piloto. E junto com a placa, vários papéis, a qual deveriam ser denúncias.

— Então, Rachel Gardner, tem ideia da onde seu parceiro foi? — O delegado falou com uma voz extremamente séria e grossa, olhando fixamente para Rachel.

— Não. — Balançou a cabeça em negação.

— Mocinha, o que estamos procurando é um assassino em série! Várias pessoas foram mortas de forma cruel por ele. Como você ainda tem coragem de defender aquele homem?! — O delegado se exaltou, batendo na mesa com seu punho, praticamente ignorando que Rachel ainda poderia ser considerada uma criança imatura.

— Eu não estou defendendo! Eu não sei onde ele está! — Aquilo era verdade, e ao mesmo tempo uma mentira.

O delegado soltou um suspiro. Aquela garota estava lhe dando trabalho. — Apenas saiba que você ficará na cela por tempo indeterminado. Como é menor de idade, vai para um presídio de menores e terá tutores e psicólogos lhe tratando. Saiba que, dessa vez, seu parceiro não virá atrás de você. — Aquela parte saiu de modo assustadora, e mesmo que não fosse uma ameaça, parecia muito uma.

Rachel não gostou daquelas palavras, e elas fizeram com que sua expressão mudasse para uma de assustada. E se o delegado tivesse razão? Se Zack simplesmente não conseguisse achar ela? O pânico tomou conta de si, mas um pânico silencioso, dentro do seu coração quebrado e mente distorcida.

— Levem ela para uma cela vazia. — O delegado falou por fim, voltando sua atenção para os papéis em cima da mesa.

Dois policiais parados na porta do delegado foi até Rachel, cada um pegou no braço da garota e lhe guiava para a prisão. Passou por alguns corredores da delegacia, chegando a uma porta azul. Um dos homens foi até ela, pegou a chave do seu bolso e abriu a porta. Era tudo escuro. Tudo completamente escuro e macabro. Sussurros saiam dali, e fazia com que os ouvidos de Rachel se preenchessem com aquelas vozes. A cada passo que dava, um olhar curioso de dentro das celas era dado para a garota.

— Bem-vinda.

— Uou, que linda.

— E aí, gatinha?

Rachel ignorou todos aqueles presos que estavam lhe cantando. Passando por eles sem olhar para suas faces. Um dos policiais sussurrou de forma baixa, falando que ela não deveria se assustar com aquilo e apenas ignorar. Até que por fim, uma cela vazia. Um dos homens abriu ela, botou Rachel lá dentro, logo fechando e saindo.

Rachel olhou ao redor daquele lugar, curiosa sobre o lugar que estava. Uma cama com um lençol branco e um travesseiro. Uma privada no canto da parede, de junto dela uma pia. E só, não existia mais nada além disso. Sem muitas escolhas, apenas se jogou na cama pronta para dormir. Rezava para que Zack encontrasse e resgatasse ela, a última coisa que ia querer era ficar longe dele é ter de ir para um presídio.

[...]

Algumas horas se passaram, já era de tarde. Rachel ainda se mantinha deitada, dormindo como um anjo. Era tão bonita, qualquer um que analisasse ela poderia lhe considerar como um anjo ou uma boneca totalmente pura e fofa. Atrairia atenção de qualquer pessoa, o que poderia lhe trazer perigos. Perigo que estava acontecendo no momento.

Um dos policiais, o mesmo que havia sussurrado para ela, se encantou pela loira. Assim como Danny, que tinha obsessão pelos olhos de Rachel. Mas a diferença de um para o outro é que Danny desejava apenas os olhos, e ele, desejava apenas o corpo. O policial já estava dentro da cela, e para evitar que alguém ouvisse os gritos dela, botou sonífero na comida dos presos. O tenente havia saído para cumprir uma missão importante a qual seu cargo exigia, seus companheiros estavam junto com o chefe. Só sobrou ele, responsável por fechar aquele lugar e dá uma última olhada nos presos.

O sorriso em seu rosto era exatamente aquele que Danny sempre dava ao ver os lindos olhos de Rachel. Era o sorriso da obsessão e alegria, mas principalmente de insanidade e loucura. E pensar que um homem como aquele se tornou policial. Talvez nem fosse surpresa, já que é existia pessoas que eram do mesmo patamar deste homem doente.

Em passos silenciosos e mudos se aproximou de Rachel. E num movimento rápido, conseguiu se botar em cima dela, com as mãos em cada lado da sua cabeça. A garota percebeu aquela movimentação, abrindo de forma repentina os olhos. Sua face tomou uma expressão surpresa, se perguntando:

— O que está havendo?

— Ah, você acordou? Bom, apenas não grite muito, ok? — O homem aproximou seu rosto do de Rachel, passando a língua na bochecha rosada da garota.

Se sentiu com nojo, num ato de defesa e desespero botou suas mãos no peito do policial, tentando lhe afastar. Aquilo foi inútil, já que Rachel era bem fraquinha.

— Hahaha, não se preocupe, apenas relaxe.

— Não! Me solta! — Gritou num misto de desespero e raiva.

— Ninguém vai te ouvir.

— Zack. Zack. Zack! — Chamou ele, numa forma totalmente desesperada, esperando que ele viesse lhe salvar.

— Ninguém virá

Rachel começou a se mexer de forma impulsa e desesperada tentando tirar aquele cara de ser cima.

“Ninguém virá”

Era mentira, só poderia ser mentira! Zack lhe prometeu, ele falou que viria, ele tinha que vir. Rachel se recusava a aceitar o que o policial havia lhe falado, mas, onde estava suas esperanças? Ela já não sabia em quem acreditar, em quem deveria gritar por ajuda. O desespero de querer ver Zack e sair das garras daquele homem era tanto que fazia ela entrar em pânico.

— ZACK!!! — Aquele grito havia saído com tanta força que sua garganta doeu ao gritar o nome do assassino. Seus olhos se encheram de lágrimas, e ela ainda tentava enxergar alguma luz no meio daquela escuridão que lhe engolia.

Levou as mãos sobre os olhos, já pronta para desistir. Mas sentiu que o peso que estava em cima do seu corpo sumir de forma repentina. E não pôde deixar de abrir os olhos, para que os mesmos pudessem ver aquilo que tanto desejava.

— Zack.

Rachel se levantou de forma abrupta da cama, e um sorriso de felicidade se fez presente em sua face. Mas que logo foi desmanchado ao ver a cara insana do assassino diante do policial. Zack segurava o homem pela gola do uniforme que o mesmo usava, os pés dele estava a alguns centímetros de distância do chão. Zack jogou o homem de forma violenta para o chão, para que logo sua foice estivesse encostando no pescoço dele.

— Zack, não! — Rachel foi até o assassino, lhe abraçando por trás, numa forma de impedir que ele continuasse.

— Não defenda ele! Viu o que ele tentou lhe fazer? — Zack estava muito alterado e paranóico, quase igual naquele dia que ela encontrou ele pela primeira vez. A raiva era definitivamente um sentimento irracional.

— Eu não estou defendendo ele, eu quero que ele pague pelo que fez! Mas você me fez uma promessa, você me prometeu que não mataria mais ninguém até me matar! Você não vai matar ele porque você não é um mentiroso, e você não vai matar ele porque deve me matar primeiro! — Gritou de forma desesperada, tentando fazer com que Zack se acalmasse.

As palavras de Rachel perfurou sua alma, fazendo com que ele voltasse para a realidade. Tirou a foice do pescoço do homem, que agora, se mantinha em pânico.

— Eu não vou matar ele, mas pelo menos me deixe machucar ele. — Zack falou com a voz mais calma. Rachel concordou, soltando o assassino, que então avançou para o policial.

Um soco; logo de cara, o nariz daquele homem foi quebrado.

Dois: O lábio foi partido, fazendo com que sangue escorresse de sua boca.

Três: Sentiu os dentes de sua boca amolecer

Quatro: Cuspiu alguns dentes para fora.

Cinco: O sangue em sua boca fazia ele se engasgar.

Seis: Já estava perdendo a consciência.

Sete: Já não entendia direito o que estava acontecendo.

Oito: Seu corpo começava a ficar mole.

Nove: Já não sentia mais suas mãos e pés.

Dez: Seus olhos reviraram para cima.

Foram vários socos, vários chutes, vários golpes, toda sua fúria de ver Rachel quase sendo abusada foi desferida para o culpado de tudo aquilo. Quando terminou, suas mãos enfaixadas estavam cheias de sangue. Foi até a pia que ali havia, lavando suas mãos.

— Vamos, Rachel. — O maior botou uma de suas mãos nas costas da pequena, insinuando que ela começasse a andar. Antes de ir embora, Zack olhou com muito nojo para o policial. Por fim, trancou a cela com ele ainda lá dentro, num estado de morte em vida.

[...]

— Zack, Zack. — A garota sussurrou várias vezes o nome do assassino, enquanto o abraçava e deixava as lágrimas escorrerem por sua bochecha.

— Tudo bem, tudo bem. Eu estou aqui. — Falou de forma calma, fazendo um cafuné na cabeça da loira.

Os dois haviam saído da cidade, e novamente estavam na floresta, sozinhos, sem ninguém. A natureza e a linda lua era o que fazia companhia para eles.

— Ele colocou as mãos dele em alguma parte do seu corpo? — Zack perguntou, olhando seriamente Rachel.

— Não. — Falou de forma baixa.

— Não minta! Você sabe que eu odeio mentirosos. — Gritou.

— Ele… lambeu minha bochecha. — Falou com o mais puro nojo possível.

— Onde? — Perguntou, analisando sua face.

— Aqui. — Botou o dedo indicador na sua bochecha esquerda.

O assassino botou sua mão naquela região e esfregou seu polegar bem ali, como se estivesse limpando. Para então, aproxima seu rosto do dela e lamber aquela área de forma gentil. A língua áspera e quente contra sua pele fria e macia fez Rachel sentir um arrepio na espinha, mas era um arrepio bom. Envolveu seus braços no pescoço de Zack, e o mesmo envolveu seus braços na cintura da menor, apertando aquele lugar de forma intensa, quase como se fosse quebrar ela. Os dois agiam por impulso, apenas querendo sentir o calor um do outro enquanto se abraçavam e deixavam o tempo passar, ignorando ele por completo.

[...]

— No jornal de hoje, um policial é encontrado dentro de uma cela em estado precário na cidade de xxx. Em seu corpo, vários hematomas, feridas extremamente profundas, ossos e costela quebradas, tudo causado por socos e chutes. O homem está seriamente ferido e ficará vários dias no hospital até que possa se recuperar. O delegado afirma que os culpados de tal ato brutal é o assassino em série que tem causado terror nos últimos anos e uma garota de quinze anos chamada Rachel Gardner, acusada de matar os próprios pais. Todos nós esperamos que a justiça seja feita, e que esse dois fugitivos possam ser capturados e punidos do jeito que merecem. Esperamos que tenham um bom dia. Até a próxima.



Notas Finais


Eu queria fazer um capítulo maior •~•

Antes, logo no primeiro capítulo, eu havia botado que Rachel tinha 15 anos. Vocês se perguntam o do porque disso, né? Eu explico. Se eu fizesse com que ela tivesse 13 poderia ser considerado pedofilia.

Uma criança, Rachel é uma criança! Zack é um adulto! Eu shippo os dois, mas gostaria que Rachel tivesse mais de 13 anos no jogo e no mangá. Além do mais, eu botei com que ela tivesse 15 porque o Spirit iria excluir minha história caso eu fizesse com que ela tivesse 13.

"Ah, mas tem fanfics de Satsuriku no Tenshi a qual Rachel tem 13."

Sim, mas nessa Fanfic terá relações sexuais. Tipo, sério? Eu nunca faria isso, me sentiria mal com algo assim. Adicionei mais dois anos para que estivesse tudo bem em fazer a fanfic. Espero que entendam o do porque a idade de Rachel está aumentada, é para garantir que a fanfic não seja excluída.

Por sinal. Gostaria me seguissem caso um dia isso ocorra, para que assim vocês possam ver a fanfic. Sem falar, que estou pensando em fazer uma nova Fanfic de Satsuriku no Tenshi. Querem saber como é?

Zack será um mafioso e Rachel uma policial. Não é definitivo, é apenas uma idéia que poderá ser botada em prática. Não fiquem com esperanças de que essa ficha será feita, ainda estou pensando seriamente nessa possibilidade.

Ah, quanto a capa e o capítulo me digam o que acharam, gostaria de saber a opinião de vocês. Vão lá ver a capa da fanfic, eu fiz uma nova. Dêem sua opinião, é muito importante.

Bom. Agora, eu gostaria de falar sobre Zack e Rachel.

Talvez algumas de vocês estejam doidas para que role altas "putarias" nessa Fanfic. Bom, irá rolar, mas não vai ser de imediato. Eu gosto de romances um pouco demorados e com desenvolvimento. Eu acho um horror garotas fazer com que em menos de um segundo alguém se apaixone por outra a primeira vista. Olha, tem fanfics que fazem isso, e conseguem fazer com que aquilo seja divertido e extremamente legal, dou nota dez para elas. Mas existem outras que faz tudo embolado, sem botar qualquer tempero ou pegada na fanfic, o que acaba deixando sem graça.

Se vocês acharem que minha história está sem sal gostaria que comentasse sobre isso, não ficarei com raiva, eu até agradeceria pela sua opinião.

Desculpe qualquer erro.

Bom, apenas isso.

Beijos de uma mojyo.


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