História Mate Nosso Caminho Para o Céu - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Costumes Orientais, Demonios, Deuses, Guerra, Menção Vkook, Namjin, Religiões Asiáticas
Visualizações 45
Palavras 2.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nada é o que parece.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Mate Nosso Caminho Para o Céu - Capítulo 1 - Prólogo

Neste mundo há pessoas que não sobreviveriam diante a crueldade do mundo. Eu vendo sonhos para estas pessoas."

 

Em algum lugar do Pacífico, 1942.

O tempo já não era o mesmo, a mudança de clima anunciava a chegada da nova estação. Sob o barulho da copa das árvores, agitadas pelos ventos primevos de Outono; cujo balanço roubava-lhes fácil a folhagem verde.

O frescor da manhã, produto da garoa noturna, as incentivava a voarem para longe ou curiosas; buscarem entrever o que se passaria ali, atrás daquelas paredes vermelhas e janelas gradeadas.

O vento inconstante arrastava as folhas secas sobre o telhado de cornijas e assobiava junto às ferragens. Baixo demais para que a menina pudesse ouvi-lo do térreo sob o ruído do próprio choro. Sentada em um canto do cômodo em penumbra, agarrada à boneca de pano suja de terra, entre a parede de tijolos de alvenaria e os estoques amontoados de água, mantimentos e gasolina, que ela sabia pertencer aqueles homens que rodeavam como hienas o lugar.

 Fungou, os olhos negros marejados e a voz fraca buscando consolo em religiosa oração nas crenças maternas.

_ Halmoni! - chamou ela, o tom embargado e suplicante - Halmoni. Yondung Halmoni. Suplico-a para que me ouças. - rogou com temor às próprias palavras perante a Deusa - Não há terror sob a Terra ou sobre os Céus que possa confrontá-la, oh Grande Deusa dos Ventos. Aquela que dentre Todos prove de si própria o que oferece aos homens, capaz de entrar e sair de todos os lugares desarmada. Eu rogo por Ti! - a menina ergueu a face rumo ao alto - Homens estranhos me prendem aqui, não entendo o que dizem e tenho medo do que querem. - afligiu-se.

 _ Imploro-a para que me tires daqui, Grande Halmoni. Eu a adorarei por toda minha vida se assim o fizeres. Presentearei seus altares com belos tecidos, incensos, bolos de arroz e os melhores chás. Clamo que me atenda pelo sangue das velhas Xamãs¹. - invidicou, encolhendo-se em si com angústia - Por favor, já não vejo minha irmã há muitos dias… - atestou com lamento.

No canto contrário do cômodo sob a sombra quase negrume, ela vislumbrou algo se mover, vindo dali a voz melodiosa.

_ Ah, mas ela já está morta há muito tempo. Ela não quis se abrir pro sama lá encima, então ele atirou nos miolos dela. - junto às últimas palavras, ela requeriu com necessidade:

_ Halmoni? - contudo em vão, suas mãos ao ouvi-lo cobriram sua boca, sufocando o grito.

_ Não... - das sombras, revelou-se o emissor. O rapaz belo de origem japonesa, vestido elegantemente em trajes europeus, modernos à época; o que facilmente encheu-lhe os olhos deslumbrados. Enquanto o escutava com quase fascinação, como soava-lhe bem o próprio dialeto coreano ao comunicar-se consigo - Os Deuses estão muito ocupados para ouvi-la.

_ Quem é você?! - disparou assustadiça, encolhendo-se, ao riso bem-humorado do mesmo.

_ Busca por ajuda, não busca? - inqueriu, aproximando-se e se curvando diante dos olhos dela - Deixa eu te contar uma história então. - ele sussurrou em um pedido mudo - “Era uma vez… - começou, sua voz esparsada e vociferada inerente aos espetáculos teatrais de rua, entre a comédia frouxa e a tragédia. Ele se afastou dela com ímpeto, tomando papel semelhante - … 200.000 mulheres que se ferraram.” - exclamou, batendo palmas em frente às próprias palavras, cujo ato repentino a assustou - Gostou da história?! O que achou?! - requeriu, o humor intenso e elevado - Porque é essa a história das ‘mulheres de conforto²’. - sussurrou do modo que se conta um segredo, do som estrondoso da narrativa para decibéis baixissímos. Ele se voltou para ela, que quieta temia que travasse contra um louco, com seu humor inconstante e divagações anormais.

Trazendo junto à sua figura um sorriso maldito, poderia ser o de um anjo, mas soava vil. De natureza masculina, mas de feições etéreas, até mais delicadas do que as suas, inerentes aos seus 13 anos de idade - Merda, você ainda nem sabe o que são as mulheres de conforto. - praguejou, caminhando entre as pilhas de suprimentos sob o olhar inquisitivo da mesma.

_ Deixe-me ser o primeiro a lhe contar: Você será uma delas. - pontuou cortês, para que em seguida gritasse quase sem fôlego aos quatro cantos: - Pois no momento que esses filhos da puta japoneses puseram os pés fora do país deles, eles decidiram que eram superiores a vocês e que deveriam ser Colônias deles. E esta é a forma mais gentil de nomear o que farão ao seu país!

_ Deixe-me ilustrar ao menos o que farão a vocês, mulheres de conforto. - demandou com um sorriso falso - Vocês são tiradas das suas casas, raptadas enquanto voltam de seus trabalhos miseráveis ou cultivam no campo, até mesmo por meio de promessas mentirosas de emprego. E vocês vão, porque veem suas famílias morrendo aos poucos de fome. Aceitam seus empregos rebaixados e ignoram que sejam os mesmos malditos que sugam tanto da terra de vocês que não se importam mais se comem ou não. E adivinhem só!? - inquiriu com necessidade - O único emprego que terão será o de abrir as pernas pro Exército Imperial. - estava perturbada, as palavras lhe enjoavam, mesmo ele como podia dizer aquilo sorrindo? - Não, não, perdoe-me, expresso-me mal. - desculpou-se cavalheiro - Vocês não receberão nada por isso! - a mão em punho do rapaz às vistas da garota se abriu, de maneira a reforçar o que dizia; nada, simplesmente nada - Terão entre 11 e 14 anos de idade, serão confinadas em cubículos, estupradas trinta, sessenta vezes ao dia. Tratadas de forma degradante, sofrerão queimaduras de cigarro e espancamentos e até mesmo serão esfaqueadas e terão seus úteros arrancados. - vociferou, arrancando algo invisível do ar, sem perdê-la de vista - Com alguma sorte, certos dias da semana não serão violentadas mais que vinte vezes para que tenham tempo de lavar os uniformes de seus estupradores e as camisinhas que reutilizarão, já que o governo mandou um estoque limitado. - pausou.

_ E tudo p’ra que? Para levantar a moral deles? Pra que supostamente evitassem um motim? Para satisfazer as perversões dos soldados? As da porra de um Exército que ainda assim irá perder a guerra!? - indagou exigente - A única notícia boa é que cada vez que esses filhos da puta tocarem vocês, estarão contraindo uma caralhada de doenças e com sorte terão seus sacos cortados fora! - a perspectiva parecia agradar-lhe em demasia - Mas isto não evitará que vocês se matem, após ou para evitar esses abusos. Essa será a realidade de vocês por mais de 10 anos. - explicou abaixando o tom de voz.

_ E rezem, rezem o mais alto que puderem, para o deus mais próximo, porque eu ainda nem comecei! - exclamou, voltando a caminhar - Uma década depois vocês estarão ferradas e quarenta anos depois disto: FER-RA-DAS. Sete décadas depois de terem sido libertas e vocês ainda estarão sendo fodidas; velhas, sozinhas, amarguradas e sendo desprezadas por seus familiares, por seus preciosos homens. Afinal, quem quer ser o irmão ou mesmo o marido de uma mulher de conforto? Uma mulher usada por todos e mais alguém, quando o patriarcalismo de seus países é bem claro quanto a isso.

_ Estarão presas em silêncio na vergonha e humilhação pelos abusos que sofreram. No fim, não saberá para onde ir, não terá dinheiro algum. E sem casa ou família, dormirá nas ruas. - parou, quietando sua voz e seus passos alterados - Não sente raiva? - sugeriu com desconcertante calma à garota ainda encolhida no chão, mas com suas lágrimas secas como seu âmago - A raiva é boa. - ele caminhou devagar até ela, falando com experiência - A raiva faz as coisas acontecerem. Você derrama lágrimas para Yondung Halmoni, mas é eu que estou aqui a poupando do sofrimento de descobrir o que lhe espera. A menos, é claro… - novamente, afastava-se de ela, como se brincasse em segredo de pique-pegue, cujo qual ela nunca poderia alcançá-lo, apenas vislumbrá-lo escorregando por entre as pontas de seus dedos - … Que permita-me ajudá-la. - sussurrou, virado de costas para ela. Houve uma movimentação brusca por parte da garota, que se ajoelhou inclinada na direção do rapaz, temendo puxar-lhe a barra da calça com súplica:

_ Por favor… - o rapaz sorriu ante suas palavras e virou-se com alegria.

_ Posso fazer isso por você. - assentiu com ânimo - Só pedirei uma coisa em troca mais tarde. - a menina consentiu quase imperceptível, mas o suficiente para o mais velho - Apenas não se esqueça que a Morte não faz distinção entre os bons e maus. - diante dos seus olhos inquietos, ele desapareceu como se desfizesse ao vento numa miragem sem contornos. Onde antes, ele esteve de pé havia um fleche de luz, seguindo-o, viu-o nascer da fresta da porta entreaberta. Estava alucinando, imaginou. O Demônio a tentava.

Receou, assustada, fugir. Ou talvez… os Deuses houvessem roubado sua sanidade e testavam a boa Fé.

Ela levantou-se e na ponta dos pés descalços, alcançou a porta e a entreabriu cuidadosa. Não havia ninguém pelo corredor que se estendia diante de si, cuja quietude a incentivou a avançar. Uma sensação de clandestinidade e perigo enquanto buscava, no fundo, por Ele. Não se importara com as portas fechadas pelo caminho, por onde facilmente poderiam surpreendê-la, exceto por uma; que permitia que uma luz amarelada escapasse por debaixo dela.

Com a palma da mão sobre a madeira; ela a empurrou, hipnotizada por seu interior ainda desconhecido. Seus olhos com facilidade se fixaram no estranho objeto ao lado da cama, que irradiava uma claridade intensa de aspecto encardido, com quase sua altura. Nunca o vira na vida que levava no campo -nada como uma estrela que estivesse ao alcance das mãos. Era o objeto pelo qual conheceria anos mais tarde por abajur de piso, era uma ironia blasfêmica, era algo quase jocoso para si própria. Importado da América para a ilha de Hong Kong pelos seus rivais de guerra japoneses para ser admirado por uma coreana, ambas propriedades do Japão.

_ O que faz aqui, garota? - ralhou o homem com severidade, surgido de algum lugar ao seu lado, caminhando na sua direção. Homem de quarenta e poucos anos, cabelos pretos e lisos em corte militar, faltava-lhe a camisa sobre a barriga pálida e saliente. Notara a calça aberta, revelando sua atividade recente sobre a cama ainda bagunçada e suja de sangue. Decerto, algum superior sendo o primeiro a desfrutar da nova ‘remeça’. Os 'restos' que ficassem para os soldados.

Ele se achegou a ela e a segurou pelo braço rudemente. O contorno de seus dedos calosos se formando em tom vermelho na pele dela.

_ Não me lembro de tê-la chamado. - falou próximo a sua orelha, a puxando pra cima, à sua altura, pelo braço - Gostou do que disse sua amiguinha e veio brincar também? - o homem sorriu e a envolveu o pescoço entre os lábios ressecados e duros, correndo-lhe a língua áspera sobre a pele intocada; estava enjoada, a saliva do homem fedia a podre, enquanto a segurava pelos braços com ciúme. A destra do homem escorregou por seu braço e buscou pela barra do vestido branco. Seus dedos intentariam o sujo, o violento. Que fosse apertadinha, esperava. Homem desgraçado, seu homem, seu animal, seu homem, seu animal!

_ Não deixe que nos peguem. - ela sussurrou. O militar parou subitamente o que fazia e soltou-lhe a veste, afastando-se minimamente, o suficiente para fitar os lábios pequenos da garota e vê-los se mexer silenciosos “queime todos”.

O homem a largou. Com seu rosto voltado para o uniforme pendurado no gancho de parede, rápido, ele alcançou a peça de roupa e dela sacou a arma; conferindo a munição e golpeando o ferrolho para alimentá-la. Em seguida, ele saiu pela porta como se não a visse mais.

Surgira um curto silêncio, seguido pela explosão do tiro há alguns metros dali e o grito feminino de horror.

Ao fundo, a profusão infernal de sons; entre gritos e rangidos, tiros e objetos sendo jogados. Ela ainda continuou por algum tempo no quarto, observando o abajur de piso.

Quando saiu, logo adiante, avistou o corpo caído no chão sem vida. Os olhos abertos como a ferida da bala em seu pescoço; morto, afogado no próprio sangue. Na ponta dos pés, ela o deixou para mais à frente testemunhar a mortalha que se formava: o chão coberto pelos corpos inertes dos homens que a faziam refém e das mulheres que assim como ela estavam presas.

A Morte não faz distinção entre os bons e maus."

Mas não sentiu, nem mesmo por elas. Estava anestesiada demais para aquilo, até mesmo para se importar com os que ainda de pé, lutavam entre si aos punhos, pedaços de madeira e facas. Com a munição finda, não puderam recarregar as armas, movidos por um sentimento demasiado desesperador para buscarem por mais projéteis. Estavam cegos, poderiam matar o próprio filho recém nascido alegando que viam a face do demônio.

Porém a ela nada sucedeu, a ignoravam completamente como um gwishin. Um fantasma. A alma vagante entre a guerra dos vivos.

Viu o homem ao seu lado enfiar a faca no olho do outro, o sangue então esguichando, sendo então golpeado pelas costas com o pé de uma mesa por um terceiro. Mais adiante, viu o militar com uma barra de ferro golpeando com voracidade a cabeça do outro, mesmo após aquele cair ensanguentado no chão, quebrando-lhe o crânio. Ou mesmo o sujeito que enforcava o colega com os braços de maneira doentia.

Os corpos que se espalharam possuíam lesões que iam desde furos de bala, cortes profundos, socos violentos e membros quebrados. Um em especial tinha o pescoço partido brutalmente. O homem era o lobo do homem.

Ela, contudo, continuou em meio à chacina sem olhar para trás, mas sem medo de olhar mais perto a insanidade humana. Do lado de fora do prédio de dois andares por entre as colunas, semelhantes às de um templo pórtico, ela galgou o pequeno lance de escadas, correndo a mão livre sobre o opoio metálico. Com mais alguns passos, ela voltou-se para o edifício. Estava arruinada desde o princípio, se ainda pudesse teria os alertado de que não a tocassem, pois era frágil, mas também amarga.

Ela ainda fitou indiferente o homem ser jogado quase sem pulso pela varanda, para findá-lo ao cair no chão. Podia quase sentir um sentimento mórbido aninhado ao peito.

Mirou a fumaça escura surgir e pouco a pouco dar lugar às chamas que consumiriam todo o lugar.

Ficou ali, as chamas já altas crescendo ainda mais diante de si, enquanto segurava, pendurada pela mão, a boneca que trazia consigo.

_ Ninguém mais irá nos machucar. - prometeu ela.

Kawaii tomino no me niya namida.

Imouto koishi to koe ga giri.

Nakeba kodama ga jigoku ni hibiki,

Jigoku nanayama nakatani meguru,

Kawaii tomino no hitoritabi

Jikoku gozarabamo de kigetamore

Kawaii tomino no merijushini³...

Entre as cinzas e os escombros, Nam Koo Terrace⁴, a casa vermelha, se reergueu, tijolo sobre tijolo, como se nunca houvesse sido consumida pelas chamas. A porta de entrada fechada em um baque, guardaria morada daqueles que pertenciam àquele lugar.


Notas Finais


¹ Xamã: em povos da Ásia setentrional e central, era o nome dado ao indivíduo que, por meio de estados de transe e invocações ritualísticas, manifestava supostas faculdades divinas, mágicas e curativas.

² Mulheres de Conforto: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mulheres_de_conforto
A wiki carece de detalhes sobre o dia a dia desumano das "mulheres de conforto", mas encontraram o mesmo com alguma pesquisa no Google.

³ Nam Koo Terrace: https://en.wikipedia.org/wiki/Nam_Koo_Terrace
Antigo "posto de conforto", hoje supostamente assombrado pelas inúmeras mulheres de conforto mortas injustamente ali.

⁴ "Lágrimas nos olhos da pequena Tomino
Ela grita por falta de sua irmã
O choro ecoa por todo o Inferno
Nas sete montanhas e sete rios do Inferno
A viagem solitária da pequena Tomino
Para receber você no Inferno,
Como um sinal da pequena Tomino."

* Tomino's Hell (Inferno de Tomino) é um poema japonês amaldiçoado escrito por Yomota Inuhiko em um livro denominado "The Heart is like a Rolling Stone". O mesmo foi incluído em "Saizo Yaso" uma coleção de 27 poemas, 1919.

A lenda conta que ler o poema em voz alta pode trazer consequências trágicas ao leitor a exemplo de um radialista, até mesmo causar a morte, aqui, no entanto, utilizei apenas um trecho. E sem link pro bem de vocês u.u, ignorem o Google.

(Essa boneca deve ser prima da Okiku e da Annabele! kkk)

Aaaah minha primeira fanfic au!bts, ç.ç que emozaum. Já aviso que a fic será um pouquinho "forte", ao longo de toda a história haverão acontecimentos reais da tipo (haja pesquisa), claro, situados na Ásia. E para quem já assistiu a série "Deuses Americanos" (recomendo) já podem ter uma ideia da história, mas sinceramente bem de leve ;)


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