História Mate Por Mim - Capítulo 13


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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Keana Issartel, Keana Marie, Romance
Visualizações 62
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEI
Eu tive um dia incrivelmente estressante, e, pasmem, mas era isso o que eu precisava pra me fazer esquecer meu bloqueio. Então, EU TO DE VOLTA. E muito mais calma.

Capítulo 13 - Culpada?


Lauren Jauregui estava em choque. Olhando para o rosto enrugado do detetive à sua frente, que insistia em lhe fazer perguntas enquanto ela não conseguia nem processar direito onde estava, Lauren tentava entender o que havia acontecido.

Ela ainda estava em estágio de negação, é claro. Mas não por causa do prédio em si - porque, além dele, centenas de pessoas foram mortas. Centenas de pessoas que estavam com ela o dia inteiro nos últimos, o que? Cinco anos? Fora completamente desesperador quando, ao virar a rua para chegar na sede do banco, viu um aglomerado de gente tentando olhar os bombeiros apagando as últimas sobras do que um dia fora um prédio bonito da mais alta classe. Ela saiu do carro em pânico, o coração à mil, gritando como uma louca "deixe-me passar!", e quando finalmente conseguiu chegar no policial mais próximo, se identificou e perguntou onde estavam os sobreviventes, o policial apenas balançou a cabeça.

- Sinto muito, senhora Jauregui, mas não conseguimos salvar ninguém. - Ele então lhe deu mais algumas informações e disse que precisaria encaminhá-la para a delegacia para lhe fazer algumas perguntas, e não reparou que ela não estava propriamente ali. Ela estava longe, culpando-se em sua mente.

- Senhora Jauregui. - Chamou o detetive outra vez. - Quanto mais rápido terminarmos, mais rápido irá para casa.

- Já chega, Stan. - Disse a outra detetive. Ela estava de pé o interrogatório inteiro, não se apresentou e nem deu um piu, deixando o detetive dirigir. Lauren imaginou que ela fosse uma novata, mas pelo seu tom, ela era muito mais experiente. Ela estava no comando. - Ela está em choque, deixe-a ir. Amanhã continuamos.

- Ela já foi atendida pelos paramédicos. - Discordou o detetive, e recebeu somente um olhar da mulher para que a situação se desse por resolvido; ele deu um suspiro irritado e fechou a pasta sobre a mesa com um estalido, se levantando. - A senhora quem sabe, tenente.

- Bom. - Concordou ela. - Você está liberada, senhora Jauregui. Vá para casa, descanse. Amanhã vamos precisar tomar algumas notas. Sua esposa a está esperando na sala de espera.

Lauren se levantou como que em transe e seguiu até as portas cinzas, saindo da sala de interrogatório. Ela nem sabia o que estava fazendo ali, na verdade, se sequer tinha como ela ser uma das suspeitas.

Um sopro quente a saudou logo assim que ela saiu da sala de interrogatório, e um burburinho irritante a fez piscar várias vezes, tentando se situar - a L.A.P.D. era grande e cheio demais, com policiais fardados indo e voltando, detetives em sobretudos dramáticos tomando café, pessoas trabalhando, paredes de vidro que não dividiam nada, cadeiras estofadas num canto. De uma dessas cadeiras, Keana se levantou de um pulo, parecendo totalmente deslocada vestida como uma rainha no meio de tantos plebeus.

- Laur! - Ela gritou, jogando-se em Lauren com tanto drama que a tenente arqueou as sobrancelhas. Lauren sentiu as mãos macias de Keana a puxarem pelos braços em direção à ela, e se sentiu sendo envolvida pelo calor da esposa - ela abraçou Keana de volta, mas não como se precisasse de seu apoio. Pela primeira vez em sete anos, Keana não era a pessoa que queria ver para ter consolo. - Oh, meu amor! Fiquei tão preocupada!

- Estou bem. - A voz de Lauren estava mais rígida que a de um robô. - Só quero ir para casa.

Mas Keana ignorou seu pedido e se dirigiu à tenente com a expressão curiosa.

- Os senhores já tem algum suspeito, detetive? - Sua voz subiu uma oitava, Lauren reparou.

- Tenente. - Corrigiu, estendendo a mão. - Tenente Hamilton. Ainda estamos investigando.

Ou seja, concluiu Lauren, eles tinham sim um suspeito, mas não podiam declarar quem. Bom, pensou. Pelo menos saberiam que era o culpado.

- Podemos ir para casa? - Resmungou Lauren, como uma criança, e Keana se virou para ela.

- Claro, meu amor. - Keana segurou a mão de Lauren e a conduziu em direção à saída; Lauren não conseguiu não olhar para trás em direção à tenente, que as encarava de braços cruzados e a expressão desconfiada no rosto.

*

Keana Jauregui não conseguia mentir ou esconder nada de Lauren - já era incrivelmente difícil para ela esconder de Lauren que havia contratado um detetive no ano anterior e Camila Cabello há pouco mais de um mês, e ela sinceramente esperava não ter que repetir a experiência. Mas, por mais que estivesse sendo incrivelmente difícil para ela, Keana não podia contar. Não podia. Estava feito.

Ela entendia que tinha ido longe demais, é claro - devia ser uma explosãozinha de nada, que destruiria apenas os documentos importantes da sede de Los Angeles do Banco, apenas - documentos totalmente recuperáveis, é claro. Ela não esperava que destruísse todo o prédio e matasse tantas pessoas!

A culpa a corroía, principalmente por saber que, se Lauren não tivesse ido almoçar com Camila Cabello, estaria naquele prédio, e naquele momento estaria morta. E seria tudo culpa dela. Onde estava com a cabeça?! E todas aquelas pessoas mortas... Era culpa dela também. Keana tinha muitas mortes nas mãos.

Keana acomodou-se bem ao lado de Lauren, encostando a cabeça em seu ombro, apoiando a mão em sua coxa. Lauren ainda estava em choque pelo modo como olhava fixamente para o vidro que as separava do motorista.

Keana mordeu o lábio, tendo uma idéia. Sexo deveria acalmá-la. Sexo sempre a acalmava depois do trabalho.

Com a mão em sua coxa, Keana fez movimentos circulares com o dedo, movendo a mão lentamente até o centro das coxas macias de Lauren e... Lauren segurou seu pulso.

- O que está fazendo? - Indagou em tom neutro, e Keana rapidamente retirou a mão, corando, sentindo-se tão inapropriada que nem poderia olhar em seus olhos.

- Eu... Eu achei que...

- Nós... Eu... Nós acabamos de ser responsáveis pela morte de centenas de pessoas na nossa própria empresa e você quer sexo? - Lauren estava perplexa.

Keana se afastou de Lauren e baixou a cabeça, envergonhada.

- Desculpe, eu achei que você se sentiria melhor. - Conforme falava, ela percebeu que ficava cada vez mais ridícula, e abaixou a voz até sobrar apenas um fiapinho inaudível. Ela esperou, sinceramente, que Lauren fosse suspirar e se desculpar, depois abraçá-la, e então as duas ficariam em um silêncio confortável por toda a viagem até em casa, mas Lauren apenas balançou a cabeça, resmungou, e voltou a se perder em seus pensamentos.

***

Camila não sabia em que tipo de coisa Ally se envolvera depois de se aposentar, mas com certeza fora algo ilícito. Apesar de seu pedido ter sido algo simples - pegar uma mala com Fulano, entregar para Cicrano -, Camila ficou o tempo todo com o coração a mil, olhando por cima do ombro, checando os retrovisores a cada novo carro que entrava na estrada.

Ela nunca soube o que havia dentro da mala, e não queria saber - poderia ser dinheiro, drogas, órgãos ou roupas. Quem saberia? Não era uma mala grande ou pesada, era mediana, elegante, de couro italiano, que deixou seu carro com cheiro de novo outra vez.

Pode parecer um momento aleatório em toda essa história confusa do relacionamento confuso entre Lauren e Camila, mas essa mala fez com que Ally, que não era conhecida por uma misericórdia mesmo entre suas pupilas, ficasse lhe devendo um favor.

E, na hora certa, ela cobrou.


Notas Finais


Desculpem não explicar tudo do jeito que vocês queriam mas eh isto. COMENTEMMMMM


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