História Matilha - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Adultos, Lobisomens, Lobos, Romance, Violencia
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Palavras 1.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction Matilha - Capítulo 1 - Capítulo I

O dia estava claro. O sol brilhava no céu, como uma tarde normal em Lancaster. Sai do meu estágio na Torre, o prédio em que eu trabalhava, pois cursava arquitetura, e fui correndo até a Waverly Drive, a rua mais extensa da cidade.

- Bennet? - gritei enquanto batia na porta.

Bennet era o meu namorado, por mais que fosse por "debaixo dos lencóis", eu o considerava meu grande amor. Em compensação, meu pai o odiava. Quando conheci o Bennye, me apaixonei estantaneamente. Mas meu pai me proibia de vê-lo. Ele dizia que eu podia escolher qualquer cara de Lancaster, independente da idade, mas menos o Bennet. Mas eu o queria. Queria muito ele. Então, começamos a nos encontrar escondidos, todos os dias.

Ele abriu a porta, todo desgrenhado. Com uma calça de moletom preta e uma camiseta do Batman. Bennye morava sozinho, ele decidiu se mudar pra cá logo depois que sua tia morreu.

- Meu amor, me desculpe, eu tava domindo. Entra! - ele me puxou pra dentro e depositou um beijo na minha testa.

A casa dele era arrumada. E grande. Tinha dois andares e uma lareira linda. Várias vezes eu insistia pra me deixar ir morar com ele, mas acontece que eu ainda não tinha 18 anos, apenas 17. E meu pai não iria deixar tão facilmente. 

Larguei minha bolsa no sofá e ele me puxou pra um beijo delicado. 

- Sabia, que eu tava morrendo de saudade? - ele conseguia me atrair.

- Eu também tava. - respondi mordendo o lábio.

- Desse jeito você me enlouquece. - ele me beijou ardentemente. Numa intensidade que parecia não ter fim. O clima começou a esquentar.

Subimos a escada, sem desgrudar nossos corpos em nenhum momento. Assim que entramos no quarto dele, ele retirou a blusa. Ele ficava tão sexy com aquela blusa, mas prefiria sem.

Bennet me jogou na cama e começou uma trilha de beijos do meu pescoço até minha barriga. Ele tirou minha blusa, e focou novamente no meu pescoço.

Ele aumentava a intensidade beijo cada vez mais. Quase que arrancando a minha boca. 

Nos despimos e ele começou a pré foda. Podia ter 17 anos, mas não era mais virgem. Cada noite com ele era uma loucura diferente. Depois que tivemos nossa primeira noite, ele me contou que era um lobo. Não um lobisomen, um Lobo. Os lobos eram diferentes em alguns aspéctos. Como por exemplo sua forma. Enquanto se transformavam em lobos genuínos, os lobisomens viravam algo metade lobo, metade humano. Como humanóides. No começo eu me assustei, mas depois acabei aceitando. Era quase impossivel de acreditar que aquilo existia.

A cada estocada, eu me sentia meio vulnerável. Eu gostava muito dele, mas não queria decepcionar meu pai. Por isso guardamos segredo. 

Ele não poderia imaginar que eu me encontro com Bennet, senão o mataria, mesmo ele sendo um lobo.

Ele então se jogou do meu lado, ofegante e cansado. Coloquei minha blusa e ele sua calça, continuando sem camisa. Assistimos alguns episodios de House of Cards. Bennet se deitou no meu colo enquanto fazia cafuné nele. Ele quase dormia. Então a campainha tocou. Eu decidi descer e atender a porta. Vesti minha calça, meus sapatos e desci as escadas. 

Quando abri a porta, levei o maior choque que poderia ter. Quem estava no lado de fora era MEU PAI!

- P-pai? - minha expressão desapereceu quando o vi, assim como a dele. As palavras quase não saiam, minha cabeça estava em colapso. E agora?

- Emilly! Eu procurei você por toda parte. Não acredito que estava com esse vagabundo! - ele gritou furioso e incrédulo.

Não sabia o que dizer. Bennet desceu, ainda sem camisa, e esticou o braço esquerdo me agarrando pela cintura e beijando a lateral de minha cabeça.

- Qual é o problema por aqui? - sua voz soou sarcástica.

- Largue ela agora. Emilly venha, vamos pra casa ter uma conversa bem séria. - meu pai disse puxando meu braço pro lado de fora da casa.

- Ela não vai a lugar nenhum - disse Bennet. O circo estava armado e ele parecia insistir em vê-lo pegando fogo.

- Como é? - meu pai perguntou ainda segurando minha mão. Ele era um homem de meia idade que trabalhava nas Grandes Indústrias. Como minha mãe tinha morrido no meu parto, ele me criou desde bem bebezinha. Era grata por tudo que ele tinha feito por mim e por isso não queria brigar.

- Ela vai ficar comigo. Não entendeu ainda seu velho chato. Eu e Emilly somos namorados e se não fosse por você não precisariamos nos esconder. Eu a amo. E adivinha? Nós acabamos de trepar. - não podia acreditar no que ele estava falando.

Bennet estava acabando com tudo. Com meu relacionamento com meu pai e a chance de uma explicação. Nesse momento, não sabia de que lado ficar. 

Meu pai se enfureceu e empurrou Bennet pra dentro da casa. Ele desferiu um soco de direita no queixo dele, fazendo Bennye cair no chão. Meu pai o chutou e quando estava prestes a sair, Bennet se levantou e começou a bate nele sem parar. 

Me meti no meio, tentando acabar com essa briga, mas Bennet me jogou no chão. 

Todas as vezes que levantava, ele me tirava da ação me jogando no chão. 

Fui até o meu pai para ver como ele estava. Estirado no chão de madeira, com o rosto cheio de sangue, quase inconsciente. Bennet agora parecia um demônio. 

- Pai?! PAI ME RESPONDE! - falei isso a ele que piscou o olhos e mexeu a boca falando "Emilly..."

Bennet então me puxou, e me jogou contra a parede me fazendo cair em frente a lareira. 

- Está na hora de ser eterna, meu amor! - ele falou isso me olhando com um olhar diabólico. 

Logo a seguir, suas roupas rasgaram e ele se transformou em lobo. Me mordeu no braço esquerdo e deu pra sentir um pedaço sendo arrancado. A dor era horrivel. A pior que já senti.  Fiquei deitada de bruços no piso, enquanto assistia Bennet ir até meu pai e destroça-lo pedaço por pedaço. Arrancando sua carne, mordendo seu corpo. Eu me sentia chapada, não sabia o porque. Queria impedi-lo mas acabei adormecendo junto com algumas lágrimas que caíram no meu rosto.

Acordei deitada em uma cama. Era a cama do Bennet. Ele estava sentado ao meu lado, e meu braço parecia curado.

- Eai, como se sente? - ele perguntou sorrindo maleficamente. Bennet agora, era a visão do lucifer na terra.

Ele se levantou e pegou um copo com algo alcoolico.

- O que você fez comigo? - as palavras saiam fracamente.

- Eu transformei você. Pois é. Agora é igual a mim. Uma loba. Sabe, to muito curioso pra saber como é sua forma lupina. Deve ser linda. Agora, podemos ficar juntos Emilly. Estamos livres, podemos ir pra qualquer lugar. - a voz dele era como uma faca atravessando meu peito. Como ele podia ter feito isso? Que tipo de ser humano faria isso? Um ser humano não, claro, um monstro frio e maníaco em forma de lobo.

- V-você matou o meu pai! - lágrimas escorriam livremente pelo meu rosto, e eu não as impedia.

- Ah pelo amor. Ele era um peso morto pra você Emi. Eu te livrei de uma vida chata e medíocre. Agora você está comigo. Não era o que queria? - ele bebia o líquido do copo e arqueava a sobrancelha. 

- Se você não fosse esse monstro que é, talvez sim. - meu rosto fechou e por um momento me senti forte. Ele não repondeu, apenas saiu. 

Duas horas depois decidi sair do quarto. Chorei muito pelo meu pai. Implorei milhares de vezes o perdão dele. Eu deivia tê-lo escutado. Isso não teria acontecido se não tivesse me desiludido. A culpa era minha e eu tinha que dar um fim a tudo isso. 

Desci as escadas e fui até a cozinha onde Bennet estava. Me dirigi até a mesa. Ele bebia café e lia o jornal. 

- Então pra onde nós vamos? - perguntei fingindo tudo. Havia um plano na minha mente. 

- Até que enfim, achei que demoraria pra você se tocar. Mas, foi bem mais rápido do que imaginei. - ele se levantou e me segurou pela cintura, se aproximou e me beijou. O que antes me dava prazer, agora me proporcionava nojo e repugno. - Respondendo a sua pergunta, que tal pro quarto? 

Nós dormimos juntos mais uma vez. Odiava cada instante. E me culpava cada vez mais. Ele então dormiu, e calmamente me dirigi até a cozinha. Peguei uma faca grande e subi de volta para o quarto.

Eu apontei, segurei firme e... ele acordou.

Guardei a faca dentro da blusa. 

- Acordou antes de mim é amor? Eu vou até o banheiro! 

Esperei ele do lado de fora e quando ele saiu, me preparei e mentalizei.

- Então, você está.... - cravei a faca nele com tudo, todas as forças que tinha. 

O empurrei mas ele era mais forte. Nesse instante nos transformamos. Era minha primeira vez em forma lupina, e me sentia libertada.

Começamos a brigar, ele era muito poderoso. Quebramos a casa inteira. Estavamos feridos, cheios de sangue, mas isso não ia acabar até um morrer, e não seria eu. 

Ataquei o pescoço dele, sua parte mais sensível, e o dominei. Mordi profundamente até ele se afogar no próprio sangue. 

Voltei a minha forma normal. Vesti minhas roupas e peguei um cobertor, estava ferida, mas como agora era imortal, iria ficar bem. Me sentei a lareira e assisti ali, o cara que eu estava apaixonada queimar até restar apenas cinzas. Nunca iria me perdoar, esse sentimento de culpa, não iria passar. Bennet era um dos mais poderosos lobos, e eu o tinha vencido.


Notas Finais


Houve um probleminha no meu spirit. Estou repostando o capítulo. Espero que goste. E não esqueça de votar!! 🙅❤


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