História May I Have This Dance? (Imagine J-Hope) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan, Bts, Comedia, Fantasia, Imagine, J-hope, Romance
Visualizações 5
Palavras 1.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Misticismo, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá a você que chegou aqui, viu essa fic e pensou "hum... vou dar uma chance para esse ser que vos escreve"
Parabéns!
Espero que curta a fic! Beijos e boa leitura <3

Capítulo 1 - Before The Party


Estava em meu quarto, terminando um texto para postar em meu blog, quando minha porta se abre, revelando meus pais e meu irmão.


- JÁ É MEIA-NOITE! - Gritou ele. - E o parabéns da S/N?

Imediatamente, meus pais iniciaram a tradicional musiquinha. Minha mãe segurava um cupcake com uma pequena vela colorida no centro. Meu pai assoprava uma língua-de-sogra, enquanto meu irmão gravava tudo em seu celular. Eu finalmente havia completado meus 18 anos. Após a cantoria se encerrar, me levantei da escrivaninha, abraçando meus pais.


- Parabéns, meu amor. - Dizia minha mãe. - Chegou o tão esperado 18!
- Parabéns, S/N. - Dizia S/I apontando a câmera para mim. - Quer compartilhar algo com a galera do Face?

Encarei a lente, com um semblante brincalhão, indagando.


- Esse ano a carteira sai, amiguinhos. Valeu!

S/I me empurrou, rindo. Depois de nos abraçarmos e os parabéns terem sidos desejados, eles saíram do meu quarto. Instantes depois, meu notebook emite o som do Skype. Sorri ao ver quem era. Sabia que Leo não se esqueceria do meu aniversário.


- Oi amor! - Respondi sorridente. - Eu sei que você gosta de ser o primeiro, mas minha família venceu dessa vez.
- S/N...
- Então? O que vamos fazer hoje?
- S/N...
- Quer saber? Não me fala. Não quero...
- S/N!

Parei de falar e olhei para o outro lado da tela. O semblante de Leo não estava nada bem. Ele transmitia um olhar sério e ao mesmo tempo frio.


- Nós não faremos nada hoje. Eu quero que me escute.

Mesmo sem entender o que estava acontecendo, me pus a ouví-lo.


- Eu não posso e não vou continuar com você. A cada dia que passa eu sinto menos vontade de estar com você. Eu sou um cara leal e nunca iria te trair, mas eu também sou sincero. Estou gostando da Bia e vejo que é recíproco. Mas não posso ter nada com ela sem me entender com você antes. Sei que ela é a sua amiga e que você vai ficar feliz por nós d...
- Como você me diz uma coisa dessas no dia do meu aniversário, Leonardo?

Não me preocupei em esconder minhas lágrimas. Queria que elas ficassem à mostra, para que ele visse o que ele estava fazendo comigo.


- Me desculpe, S/N. Mas eu não podia mais...
- ...Esperar? - Completei em meio a soluços. - Então por quê não me avisou antes? Era melhor do que ficar me fazendo de babaca durante esse tempo todo!

Respirei fundo, tentando me recompôr para falar de forma mais legível. Porém, vi que ele estava tentando retomar a fala. Não queria mais ouvir a voz dele.


- Não quero ouvir suas desculpas. E não preciso nem da sua amizade e nem da amizade da sua namoradinha, Leonardo! Quero que me esqueça, ouviu bem? E diz para ela me esquecer também.

Desliguei o Skype sem dar uma única oportunidade de resposta a ele. Ao contrário do que eu pensei que fosse fazer, não me desabei em lágrimas. Aquilo foi o melhor a se fazer. E minha alegria de completar 18 anos era grande demais para me preocupar com um término de um namoro que meus pais já haviam me dito que não daria certo. Desliguei meu computador e fui dormir.

Ao olhar o relógio, eram 10h da manhã. Me levantei e fiz minhas higienes matinais. Ao chegar na cozinha para tomar café, observei minha mãe. Ela estava com sua inseparável xícara de café, anotando em um caderno e segurando o telefone com a outra mão. Me sentei ao seu lado.

- Sim. É isso mesmo. Você sabe que ela ama essas músicas pop da Coréia do Sul, então avise ao DJ. Ele foi com S/I buscar gelo e vai direto para o salão. Ok. Muito obrigada. Até mais.

Minha mãe desliga o telefone e me olha sorridente.


- Bom dia, querida.

Sorrio levemente, pegando uma torrada e cobrindo com geléia de morango.


- Era sobre a festa?
- Sim. Estou acertando os toques finais. - Disse ela folheando o caderno. - Não se esqueça que você tem hora marcada no salão às 14h30.
- Calma, mãe. - Disse, pegando em suas mãos. - Vai dar tudo certo.


Eram 20h e a festa havia começado. Minha mãe foi ao salão de festas primeiro para recepcionar os convidados e orientar os contratados. Eu estava me aprontando para ir. Meu pai e meu irmão estavam comigo.


- S/N! O Leo está demorando. - Senti meu coração acelerar. - Você marcou com ele de ir direto?

Abaixei minha cabeça. Leonardo seria meu parceiro na performance de dança que eu faria na minha festa.


- Pai, o... Leo... Não vai chegar. - Levantei minha cabeça novamente. - Nós terminamos hoje.

Meu pai arregalou os olhos. Enquanto ele me enchia de perguntas, eu pensava em como faria para substituí-lo.


- JÁ SEI! - Gritei, assustando meu pai.
- O que você sabe, S/N?

Olhei para o meu pai que estava com sua expressão de confusão. Apoiei minhas mãos em seu ombro delicadamente.


- Pai. Eu prometo que eu vou explicar tudo para você, para a mamãe e para o S/I. - Virei, olhando para o meu irmão. - S/I, preciso daquela sua camisa social branca.

S/I arqueou as sombrancelhas, sem entender, mas o fez. Pedi para meu pai procurar uma calça preta no meu armário e fazer dois cortes na altura do joelho. Enquanto isso, eu fui até a minha "sala de ensaio", que consiste em uma sala cheia de espelhos e um piso de madeira. Liguei meu notebook, procurando em meio aos vídeos, até que abro um sorriso.


- Achei!

Estávamos no carro, em direção ao local. O telefone do meu pai toca.


- S/I. Atende para mim, filho.

Meu irmão obedece.


- Alô. Oi mãe. Estamos chegando, é que tivemos um problema...

Peguei o celular da mão de S/I apressadamente, tomando a palavra.


- Mãe? Preciso que me faça um favor.


Eu estava pronta. Os convidados estavam sentados e minha mãe discursava algo com eles. Estava nervosa, pois seria a primeira vez que me apresentaria para meus parentes, já que sempre dancei ou com meus amigos mais íntimos ou com "ele"... Balancei minha cabeça e disse para mim mesma que provaria que consigo me virar sem a ajuda dele. Na verdade, nunca fui necessitada da ajuda dele. Minha mãe estava dizendo as palavras finais e eu estava ansiosa atrás do grande pano vinho. Estava prestes a dançar a música coreografada e cantada pelo meu artista preferido em todo o mundo: Boy Meets Evil, de J-Hope.
 


Notas Finais


E aí, o que achou? Não se esqueça de dar seu feedback ;)


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