História Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 10


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Categorias Cameron Dallas, Justin Bieber
Personagens Cameron Dallas, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Adolescente, Álcool, Amizade, Amor, Aventura, Brigas, Cameron Dallas, Casal, Crossover, Drama, Família, Femenina, Festa, Novela, Paixão, Romance, Superação, Traição
Visualizações 14
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Prainha


Fanfic / Fanfiction Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 10 - Prainha

Avisei para Thea que ia sair, ela achou ótimo. E respondeu dizendo que ia dormir a tarde toda.

– Espera Maya. Com quem você vai?

– Hm... – hesitei em responder um pouco, pensando que ela poderia me reprovar. – Com Cameron?

– Você está me perguntando ou o quê?

– Estou esperando a sua aprovação.

Thereza me chamou para entrar no quarto e me sentar ao seu lado na cama. Assim o fiz. Ela me olhou bem no fundo dos olhos, respirou fundo.

– Eu penso que você está certa, se Cameron está fazendo isso por você, não acho que seja apenas... você sabe. Interesse. Aproveite. Talvez agora ele esteja pronto para cuidar de você, talvez ele tenha percebido o erro que cometeu.

Sorri em resposta a ela e sai do seu quarto.

Mas meia intrigada. Thea nem se ofereceu para sair comigo, apoiou a decisão de eu e Cameron saímos juntos depois do que aconteceu entre nós. Algo me diz que tem mais do que ela me contou.

Desci as escadas do prédio para esperar Cameron chegar. Não demorou muito, acho que ele estava literalmente “indo".

Fazia muito tempo que não via ele, acho que não lembro mais nem do rosto dele, para exagerar tudo. Quando namorava Tyler, Cameron saia com a gente normalmente. Não tinha clima estranho, nos tratávamos como irmãos, era como se nunca tivesse acontecido nada. Nada da minha parte, que me iludi sozinha com Cameron.

– Ficou loira mesmo né? – ele disse pegando uma mexa do meu cabelo e jogando para trás.

Sorri sem graça e assenti.

– Como você está? – perguntou dando partida no carro.

– Bem. – respondi simples.

– Não parece. Você está...

– Magra. – terminamos a frase juntos. – Me disseram, mas estou bem. Ao que parece a cidade inteira acredita que abortei um bebê e por isso fui deixada.

– É sério isso? – ele me olhou com cara de espanto, querendo rir ao mesmo tempo.

– Vai dizer que não ouviu nada por aí sobre isso?

– Para ser sincero? Sim. Até boatos de que o bebê pudesse ser meu.

– A que nível cheguei. – falei com desdém, colocando a mão direita no rosto, em gesto de vergonha. – Podemos mudar de assunto.

– Ainda gosta dele? – perguntou. – Parece até que você estava chorando, o seu olho tá...

– Cameron a onde vamos? – desviei e cortei logo o assunto.

– Sabe a prainha? – assenti em resposta. – Abriu um quiosque bem legal lá, pensei em te levar para conhecer.

Sussurrei “obrigada“ e me peguei pensando logo em seguida, quase que automático, Thereza. Não podia deixar de perguntar.

– Nosso namoro demorou um mês, e estou sendo generosa. – arregalei os olhos ao dizer. – E nesse tempo raramente saímos juntos. Está tudo bem com você? – coloquei a mão na testa dele, como quem tenta medir a temperatura.

– Para de brincadeira. – ele parou o carro. – Só senti sua falta. Não posso? Sabe que gosto de você.

Não sei se foi intencional, mas senti uma ênfase no gostar dele. Talvez eu esteja tão carente que estou pegando umas mensagens subliminar sem coerência.

Descemos do carro e seguimos até o quiosque em que ele havia mencionado. Nos acomodamos em uma mesa com umas cadeiras ao estilo espreguiçadeira e logo nos prontificamos em pedir sucos naturais, estavam deliciosos.

Cameron até acabou encontrando uns conhecidos colegas e conversou com eles por um tempo, mas sempre voltava a atenção para mim. Achei tudo bem estranho, mas nada ruim. Ele estava se empenhando um bocado para me agradar, isso era notável. É claro que quando namoramos eu não era tão destratada assim, mas percebo que agora existe uma preocupação maior da parte dele. É agradável e estranho.

– Você como sempre, popular. – falei brincando e ele rio assim que o pessoal foi embora. – Vou ao banheiro. – falei. Ele assentiu.

Me guiei até o banheiro e quando estava entrando me esbarrei em algo ou alguém.

– Desculpa. A voz meio enjoada e delicada falou.

– Não, eu que esbarrei em você. – respondi.

– Oi, eu sou a Madison.

– Ãhn. Maya. – estendi a mão para cumprimentá-la. Ela sorriu.

– Bem é que sou nova na cidade e não conheço ninguém. Então... prazer.

Sorri em resposta, mas voltei a fazer o que ia fazer antes. Pensei na garota e em como ela me abordou, engraçada. Voltei para onde Cameron estava e ele logo me perguntou.

– Vamos dar um mergulho? – perguntou e assenti.

Cameron tirou a blusa e...

Senhor me ajuda.

Não havia notado antes, mas ele estava mais lindo ainda, o corpo, com certeza amadureceu. Seu abdômen tinha mais definição. Por um momento esqueci meu momento deprimente e foquei naquela bela visão. Cameron.

– Maya?

– Oi. – respondi quase que como sussurro de tão baixo.

– Perguntei se você está trabalhando ou fazendo algo.

– Não, ainda não. Estou só dando um tempo de tudo.

– Entendo. – segurou minha mão e rapidamente puxei de volta. – Desculpa.

– Não, não. É só porque não esperava. – falei e segurei o braço dele para não parecer insensível.

– Tenho uma ideia muito melhor.

Foi ele dizer para me pegar no colo e correr em direção a água. Correu urgente, enquanto eu não parava de sorrir e mentalmente pedindo para que nós não caíssemos e fossemos alvo de risadas, já que o litoral estava cheio de banhistas.

Literalmente parecíamos um casal de comercial ou filme adolescente. Eu ficava suspensa nas costas de Cameron, enquanto mergulhávamos abraçados. Sorrisos e sorrisos eram a única conversa entre nós. Nós jogávamos água um no outro, parecíamos crianças em um dia de diversão.

Nenhum beijo ou malicia foram trocados, apenas momentos entre um casal, de amigos.

O dia na praia com Cameron foi excelente, serviu muito para me distrair. Após a nossa tarde juntos Cameron ainda teve disposição para nos levar a um jantar e me deixar em casa segura.

Lembrando, sem nenhuma malicia da parte dele. Não sei se ele queria me conquistar aos poucos ou só queria manter uma amizade verdadeira. Porém minha intuição dizia o seguinte: Cameron estava de fato querendo ficar comigo e Thereza sabia. Algo me dizia que eles andaram conversando. Mas em troca de quê?

Só valeria a pena se ele realmente gostasse de mim.


Notas Finais


Espero não desapontar.


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