História Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 13


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Categorias Cameron Dallas, Justin Bieber
Personagens Cameron Dallas, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Adolescente, Álcool, Amizade, Amor, Aventura, Brigas, Cameron Dallas, Casal, Crossover, Drama, Família, Femenina, Festa, Novela, Paixão, Romance, Superação, Traição
Visualizações 13
Palavras 1.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, cês num imaginam o que vai rolar daqui pra frente hehe
Troquei o user, mas ainda sou eu escrevendo

Capítulo 13 - Juntas


Fanfic / Fanfiction Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 13 - Juntas

Se ame primeiro, se ame primeiro...

Aquilo não saía da minha cabeça. Me amar primeiro? O quê exatamente ela queria dizer?

Após duas semanas longe de casa, voltei ao meu lar vazio e isolado, não vi mais Tyler, ele também não ligou. Imaginei que estivesse ocupado com algo sério e que precisava da atenção maior dele. Enquanto isso, limpei o apartamento de cima a baixo, os dois quartos, os banheiros, lavei até a parede engordurada da cozinha. Precisa ocupar a mente e não pensar mais em nada estressante.

Agora faltava apenas lavar a louça suja, a casa já estava completamente limpa e até botei algumas roupas do cesto pra lavar antes que eu ficasse sem roupa, incluindo as que eu levei para o sitio.

Pude ouvi a porta da frente abrir, mas pensei ser algo da minha imaginação já que a música tocava no meu fone de ouvido.

– Hey, hey, hey. – um grito ao fundo e em seguida um abraço forte me prendendo. – Amiga!

Me virei ainda presa, envolvida pelos braços de Thereza.

– O que faz aqui. – tirei o fone do ouvido. Você não deveria voltar tipo daqui a 3 semanas? – agora me soltei dela, que sorria.

– Voltei antes, me perdoa, contei pra minha mãe sobre você e ela decidiu me prender lá por pouco tempo. – respondeu se sentando na mesa da cozinha.

– Como assim contou sobre mim?

– Sobre o que está passando. – respondeu simples.

– Acho que não estou entendendo.

– Por favor Maya, pensa que não sei que você passa noites chorando. Por alguém que vive em balada e com garotas por curtição, que nem ao menos se deu ao peito de te encarar pessoalmente e terminar o relacionamento de vocês. Você pode até estar sofrendo, apenas isso. Mas eu Maya? Eu tô com ódio. Conheço ele a tanto tempo quanto você, mas que belo canalha ele se mostrou. Só te usou, como acha que sinto em relação a alguém que eu considerava uma das pessoas mais verdadeiras tratar a minha melhor amiga assim? – ela cuspia todas aquelas verdades e sentimentos sem parar, eu apenas a encarava sem acreditar. – Escutei cada lágrima cair, e cada vez meu coração doeu, não pude fazer nada por você, nem ao menos me juntar a você porque Richard faz parte da mesma merda que Tyler é. Olha pra mim. – ela segurava meu rosto. – Eu sei o que são essas marcar no seu pulso.

– Não tentei suicídio Thereza. – levantei rápido saindo da visão dela.

– Eu sei. – ela chegou segurando minhas mãos. – Sei que não são cortes, porém queimaduras, feitas por qualquer metal quente aqui da cozinha. Acha mesmo que se machucando tudo vai voltar ao normal? Aliás, e se o normal for você longe dele?

– Thereza eu....

– Eu. – ela bateu no peito. – Você não está sozinha. Nós! Você é como minha irmã mais velha, você me ensinou tanto sobre responsabilidade, sempre te achei tão forte e determinada e te ver assim acaba comigo. Tenho uma proposta e quero que você aceite.

– Proposta? – perguntei confusa, segurando todos os sentimentos em meu peito para não chorar.

– É, a ideia foi da mamãe, mas olha, que ideia. Vamos fazer uma viagem juntas, eu e você. Curtição, sol, praia. Estamos em época de férias e o sei aniversário é em pouco tempo.

– Ir pra onde, tá louca. – voltei a lavar a louça.

– Vamos, de carro. Não vai sair caro, sei que sua preocupação é os gastos, mas vai ser algo simples e entre nós duas. Vamos? O que preciso fazer para te convencer?

– Nada. – continuei com o trabalho na pia. – Vamos ficar aqui. – sugeri.

– Ah é? E fazendo aqui? Assistindo filme, olhando para a cara da outra e no outro dia tudo novamente?

– Ei. – fiz como se estivesse ofendida. – Gosto de olhar para você. Você é linda Thereza, esqueça o Richard. – falei.

– Olha quem fala. – ela cantarolou.

– Você é incrível, parece uma modelo de passarela, parece aliás que você é que tem minha idade e eu a sua. Sou tão infantil ao seu lado. Seu corpo é incrível. Tudo em você.

– Para Maya, você é isso e mais. Agora... arrume suas coisas, deixe essa louça aí e vamos embora pra essa viagem.

– É sério isso? – perguntei.

– Claro. – ela me empurrou pelas costas a caminho do quarto.

– Só vou aceitar porque sei que não vai desistir de me levar.

– Isso mesmo. Já estava planejando em te dopar e levar você dormindo, te jogar no porta mala do carro e você ia sim. – deu uma risada maligna.

Louca, minha amiga é louca. Obrigada Deus. Não sei se suportaria as coisas sem a alegria dela.

Por mais que eu desaprovasse a ideia de ir nessa viagem. Acredite, no fundo eu só queria ficar em casa e entender minha rejeição por parte do Tyler, não sei ao certo o porque de tudo que quero é sofrer e me machucar, psicologicamente e fisicamente. Cometo os atos contra mim, só que não entendo o porquê de me culpo tanto assim. O meu subconsciente sabe que como estou lidando com tudo é errado.


Estava cozinhando o meu jantar, e mais uma vez neguei o convite de Thereza para ir na balada. Observei a frigideira fritando sobre a chama azul. Olhei para a faca na mesa e então fiz. Esquentei a faca sob o fogo e deixei ali, virando de um lado para outro, em seguida guiei até meu pulso esquerdo e com o lado que não cortava, deixei minha pele queimar e pedi mentalmente para que Tyler voltasse para, como uma oração e sacrifício. Como se minha for fizesse o destinos e os anjos do amor, sentirem pena de mim e tocassem o coração do rapaz que eu sentia tanta falta.


Senti o cutucar de Thereza com o cotovelo na minha costela esquerda, estava em um sono tão profundo que nem senti a viagem pela estrada. Olhei em volta e a civilização já dava sinais. Thereza disse que seria bom passear pelo litoral, então aqui estamos. Praias e mais praias.

Nós saímos pela madrugada, na verdade eram quase 6 da manhã. A última coisa que lembro é nós duas em um café na estrada e bom, agora aqui.

– Que horas são? – perguntei coçando os olhos.

– Quase 5 da tarde. – respondeu. – Onde será que tem vaga. – dizia olhando em volta. Ui, olha que gato, acho que é o destino. Uma vaga do lado dele.

Ouvia o que ela falava, porem sem dar tanta atenção. Olhei pela janela observando as pessoas pela orla da praia. Crianças brincando, casais passeando, cachorros correndo e a natureza e o homem em harmonia ou o quer que fosse ela bagunça linda.

– Pronto. Eu pergunto ou você pergunta. – ela questionou.

– Perguntar o quê?

– Estou falando em flertar amiga, veja que homem lindo, esse corpo, esse rosto. – dizia fazendo expressões engraçadas.

– Não amiga, obrigada, estou bem. – respondi rindo.

– Tá, eu falo, mas vem comigo. – saímos do carro e ela arrumou a saia e o cabelo. – Oi licença. – ele olhou para ela, depois para mim e sorriu. – Sabe me dizer onde tem um hotel bom e barato por aqui?

– Ãhn, o lugar onde estou hospedado na verdade. Sabe onde ficar o TROPICAL? – o rapaz perguntou apontando para o final da praia, creio.

– Na verdade eu e minha amiga. – ela virou para mim e acenei. – Acabamos de chegar, somos novas aqui, não conhecemos nada, você poderia nos ajudar?

– Posso levar vocês lá. Pode ser?

– Claro, a propósito. Sou Thereza, pode me chamar de Thea.

– Me chame de Justin.

Entrei no carro para evitar o constrangimento que Thereza estava passando, louca, viu o moço e já foi logo querendo contato. Deus é mais.

Seguimos o carro do rapaz que nos levou mais para um pouco longe da praia. Ficava digamos, em cima de um morro o hotel e a vista era linda. Admito que o cara foi realmente gentil e até se ofereceu para nos apresentar a praia ou a cidade, mas por sorte Thea recusou dizendo para deixar para outro dia.

No fim das contas eu e ela acabamos por tomar um banho noturno mar.


Notas Finais


Muito obrigadaaa quem está acompanhando. Até mais.


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