História Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 14


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Categorias Cameron Dallas, Justin Bieber
Personagens Cameron Dallas, Jeremy Bieber, Justin Bieber
Tags Adolescente, Álcool, Amizade, Amor, Aventura, Brigas, Cameron Dallas, Casal, Crossover, Drama, Família, Femenina, Festa, Novela, Paixão, Romance, Superação, Traição
Visualizações 12
Palavras 1.028
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um

Capítulo 14 - Fugir


Fanfic / Fanfiction Ilusion: Crônicas de Amor - Capítulo 14 - Fugir

Thea e eu caminhávamos de volta para o hotel, seria uma subida em tanto.

– O quê você achou do Justin?

– Normal. Como assim?

– Normal? Acorda, ele é lindo. – falou me dando um tapa no ombro. – Olha, achei ele tudo isso e até flertei com ele. Mas acho que você e ele é que tem tudo haver. – falou arqueando a sobrancelha, como propõe algo.

– E aquele papo de nós? Você tá me jogando para um cara que a gente conheceu hoje? É isso mesmo?

– Ah mas se o papo de nós tiver que ser interrompido por aquele homem, eu fico numa boa. – ela rendeu as mãos para o alto.

– É sério isso Thereza? Ele é estranho. Você viu o corte de cabelo dele? – eu ri.

– Qual é? Só porque estava raspado?

– Estranho. – falei. – E o corpo dele? Não. Imagina eu apresentando ele para os meus pais.

– Então você pensa na possibilidade de levar ele para conhecer seus pais. – disse.

Corri literalmente para o hotel. Visto que o mesmo já estava no meu campo de visão, apenas há alguns metros. Deixei Thereza falando sozinha e fugi para o meu quarto, que não era o mesmo que dividiríamos. Porque segundo ela não ia querer me atrapalhar, se casualmente ela conhecesse um cara que precisasse conhecer o quarto dela.

Tomei um banho para tirar a água do mar, lavei ao cabelos que estavam duro, me troquei e deitei para ler um livro.

– Ei, vamos dar uma volta lá fora? – Thereza entrou no quarto com a chave reserva, fazendo o convite.

– Não Thea, estou cansada. Sabe como fico quando pego sol. Meus olhos estão até doendo. Por conta do cansaço. Vá você.

– Tem certeza? – perguntou.

– Claro. Amanhã você pode chegar aqui no quarto bem cedo que a gente vai passar o dia juntas. – falei sorrindo.

– Tá, promessa hein. – disse. – Boa noite. – saiu do quarto com cuidado.

De fato eu estava cansada, li meia página do meu livro e logo dormi.

Acordei com o rosto de Thereza todo sorridente e sapeca quase me assustando de tão próxima que estava.

– Bom dia. – falamos juntas.

– Pensou que eu ia esquecer né? Vem o café fecha em meia hora. – disse dando tapas na cama para me despertar.

Continuei deitada, tentando assimilar tudo enquanto bocejava.

– Rápido.

– Ai tá bom. – respondi correndo para me trocar rápido.

– Deixa que eu fecho a porta. – ela disse. – Nem precisa levar sua chave. Anda logo, você ainda tá com a cara toda inchada.

– Claro, você me acordou no susto. – peguei meu celular e me guiei para saída do quarto.

O TROPICAL, tinha de fato um quê tropical. A estrutura do hotel se baseava na mistura da construção costumeira de concreto, porém também tinha madeira, os quartos eram como se ficasse em uma grande sala de areia, havia várias árvores espelhadas, um lugar bem natureza. O hotel formava a letra U e tinha a parte externa do teto coberto por folhas secas , de palha. Dava um ar rústico e confortável, tudo ao mesmo tempo. A entrada do hotel era um grande salão com paredes de vidro, dando vista para o mar lá embaixo.

Nós duas nos servimos com o que tínhamos direito e sentamos escolhendo uma das várias mesas várias, pelo visto éramos umas das poucas que faltavam para tomar café.

– Amiga não olha agora. Mas lembra do carinha que nos trouxe aqui? – ela olhou para o lado, que ficava atrás de mim. – Ele tá olhando para você. Tô fingindo que não estou vendo, mas estou com o canto do olho. Será que ele percebeu?

– Toma seu café. – ignorei a fala dela.

– Ah vaca. – ela cochichou. – Vai ver só. – Thea levantou. – Amiga quer mais café? – falou um pouco alto se direcionando devagar a mesa com a refeição. – Olha, oi?

Ah essa altura eu já escondia o rosto com a mão, ai que vergonha. Continue comendo minhas tortas e torradas. Fingi nem estar ali.

– Senta aqui oh. – ouvi Thereza.

Não me diga que ela fez isso.

– Oi. – disse ele. A voz dele soava bem, admito.

– Oi. – falei simples.

– Então, o que vão fazer hoje?

Antes que Thereza o convidasse para alguma coisa, ou ele nos convidasse, fui rápida.

– Sabe como é, dia de amigas. – sorri falsa. – Acho que vamos explorar um pouco o lugar, aqui é meio que uma ilha né? – tentei parecer natural.

– Sim. – ele respondeu.

– Ah que demais. Vocês vão ficar sozinhas aqui? Qual o seu nome mesmo? – perguntou.

– Bom é que assim...

– Temos que ir. – cortei Thereza que já queria amenizar tudo.

– Certo. – ele disse. – Preciso ir também. – se o conhecesse diria que estava com a expressão séria.

Ele saiu dali deixando eu e Thereza.

– Desde quando você é grossa assim?

– Imagine se ele é um tarado e quer dopar nós duas para vender no mercado negro. – respondi. – Fui muito grossa?

– Claro, tipo nitidamente. Não descarregue suas coisas nele, ele só estava tentando ser legal. Acho até que está interessado por você. Me perguntou se você está solteira. – ela riu tapando a mão na boca.

– O quê e o que respondeu?

– Falei que ele fazia o seu tipo. – disse e eu queria matar ela por dizer aquilo. Mas só dei um tapa, para ela se mancar. – Ai, doeu. Ele nos convidou para um festa aqui hoje. Disse que era privada, mas que seríamos suas convidadas exclusivas.

– Nem pensar. – respondi.

– Ai que tá, pensa bem.

Depois da baixaria no salão de refeição. Thereza e eu fomos dar uma volta a pé na praia. Acabei por nem responder a proposta dela, como sempre costumo fazer. Tiramos algumas fotos e até encontramos uma promoção baratinha para dar uma volta de lancha na área, foi uma forma divertida de conhecer o lugar, e é lindo mesmo.

Almoçamos por ali mesmo, tomamos banho em uma praia ali perto um pouco mais solitária. Esperamos o sol se por e voltamos para o hotel, para uma possível festa. Honestamente eu estava menos cansada que ontem. Mesmo tento feito muito mais coisas, eu só não queria ter que me encontrar com aquele cara.

Mas é, eu sou isso. Penso e falo algo. Porém faço o oposto.

O que eu quero dizer com isso?

Estou me arrumando para a festa.



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