História "Maybe We Know Somewhere II" - Capítulo 1


Escrita por: , _Nalu_13 e Elisa16

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 18
Palavras 866
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Curtam a leitura, meus amores!❤🍵

Capítulo 1 - "Será mesmo o Início?"


Fanfic / Fanfiction "Maybe We Know Somewhere II" - Capítulo 1 - "Será mesmo o Início?"

10 de janeiro de 2018

Não era novidade, para ninguém, que eu estava cansada. Cansada das cobranças desnecessárias, de pessoas desnecessárias.

Sentei-me ao sofá, naquela noite, e encarei a janela a minha frente. Só desejava paz.

No entanto, meu celular tocou. Revirei os olhos, mas o peguei, com recusa.

Atendi, era Giovanna, com toda certeza, tratava-se de Maria Elisa.

--Onde você está?

---Boa noite a você também. Estou em minha casa.- Nunca suportei falta de educação.

--Sabe onde a Maria Elisa se meteu?

---Não faço a mínima ideia. Deve ter se perdido, logo mais aparecerá.- 

--Rita, já faz quatro dias.

---Giovanna, o que você está insinuando?- Já estava com paciência zero.

--Você acabou com a garota, ela ficou muito mal e você sabe disso. Agora ela some? Rita, se tiver acontecido algo com a Elisa a culpa será toda sua. Sabe o que as amigas estão achando?

---O quê?

--O pior. 

---Vocês são muito exageradas. 

--Rita, isso não é brincadeira!!!

---Olha, Giovanna, avise as amigas de Maria Elisa, que eu não coordeno a vida da mesma, ela tem livre arbítrio e faz, exatamente, o que quiser. E que seja bem longe de mim.

--Apenas, nos ajude a achá-la.

---(Suspirei fundo) Verei o que posso fazer.

--Obrigada.

---Por nada.

Desliguei o telefone estressada. 

---Era só o que me faltava!

Tamborilei os dedos no braço do sofá enquanto pensava no que fazer. Levantei-me, fui à cozinha, peguei um copo de água e respirei fundo. Encarei o relógio de parede, "22:33h". Subitamente, lembrei-me de Ana.

Peguei o celular, novamente, abri rapidamente o WhatsApp, e mandei-lhe mensagens. Lembro-me de ter mandado, no mínimo, treze, no entanto, ela não as respondia. Fato que me deixava ainda mais estressada, a ponto de me fazer mandar uma em caixa alta.

WhatsApp on

NALU????

Olá

MEU ZEUS, ONDE VOCÊ ESTAVA?

Dormindo

-_-

Oque?

Nada. Enfim, estou preocupada com Maria Elisa.

Ela está bem?

Ela não aparece há 4 dias.

Já tentaram ligar pra ela?

Já. Caixa postal. 

Tentaram alguém da família? Mãe? Irmão? Cachorro?

Não temos os números deles.

Por que não tenta o Facebook?

Poderia procurar para mim?

Agora mesmo.

Obrigada.

Ótimo, agora, era só questão de tempo. Olhei para os lados, e lembrei-me de como estava vestida. Uma calça pijama azul turquesa com estampa de bolinhas e uma blusa com alças finas branca.

Como tinha tempo, e planos para aquela noite(Quando digo planos, caro leitor, refiro-me ao meu maço de cigarros vazio, e meus pulmões clamando por mais.), decidi trocar-me. 

Fui ao quarto, peguei a pantalona preta, situada sobre a cama e a coloquei. Resolvi deixar a blusa branca, já que casava muito bem com a calça, e claro, uma rasteirinha.

Fui à sala, onde estava meu celular, e o peguei. Ana havia finalmente respondido com um áudio.

"Coração, aparentemente não há nada nas relações familiares que nos leve aos pais, e ela só tem selfies nos álbuns de fotos, por um lado é legal ela ter amor próprio (risadas) mas nada de fotos com a família, só uma antiga com o irmão. Procurei nos comentários e ...ou a família não liga pra ela ou não tem Facebook... Ou talvez os dois" 

"Ah, que ótimo!"- pensei, revirando os olhos.

WhatsApp on

Acredito que não tenham Facebook. As amigas estão preocupadas com ela. 

Entendo, todos estamos.

É...

Okay. Novo plano

Diga.

Vamos pegar um carro e dirigir até Sabino. 

(Com toda certeza essa foi a melhor ideia da noite!) Isso. Então, acharemos a casa dela, eu a arrastarei para fora e você dá o sermão.

Ótimo kkk 

Passo aí em 15 minutos.

Kkk ai ai. Ta legal. Vou colocar um pijama. Já volto, coração.

WhatsApp off

Não poderia negar, a ideia da Ana era realmente muito plausível. Ainda com o celular na mão, procurei o contato do Rafa, bom... Talvez, um dia, eu explique nossa relação. Por hora, só o que precisam saber é que o mesmo é um grande amigo do meu pai, e certamente, meu também.

---Boa noite, querido. Preciso do carro.

--A senhorita manda. Por quanto tempo?

---Indeterminado.

--Passe aqui em casa e o pegue, sabe onde está as chaves?

---Sim. Dê-me cobertura, ok? 

--Claro. Direi a seu pai que está comigo.

---Adoro sua eficiência. Faça-me um favor, deixe um Dunhill sobre a mesa.

--Já está a sua espera.

 ---Obrigada, querido. 

--Não há o que agradecer.

Rafa sempre foi alguém que pude contar, sabe exatamente tudo sobre mim, talvez, soubesse até demais.

Saí de casa, tranquei tudo e deixei a chave em local seguro.

Demorou cinco minutos para que eu chegasse a casa de Rafa e pegasse o Dunhill e o carro.

Liguei o GPS, programei-o para a casa de Ana que, como sempre, estava com a localização do celular ativa, não demoraria muito para chegar lá.

Peguei um cigarro, o acendi e deixei que meus pulmões apreciassem o gosto. Dei partida, e dirigi conforme indicava o GPS.

Demorou sete minutos para chegar ao destino, mas, enfim, eu estava lá. À frente da casa de Ana, pais viajando, com toda certeza, ela não recusaria uma aventura comigo.

Apertei a buzina quatro vezes, puxei mais um cigarro, e a esperei aparecer. Esperei por pouco tempo, até que ela finalmente se desse conta de que a buzina era em sua casa, e a mesma descesse.

Quando estava próxima o suficiente, abaixei o vidro preto. 

Sua cara a entregava, arregalou os olhos e abriu levemente a boca, espanto puro. E a julgar pelo seu pijama, não estava a minha espera.

-Rita?!

Ah, sempre gostei de causar surpresa nas pessoas, no entanto, tínhamos trabalho a fazer.

---Esperava o coelhinho da páscoa? Entre logo!


Notas Finais


Ah, meus amores, está sendo uma delícia fazer a segunda parte dessa história, espero que seja tão prazeroso ler, quanto escrever. Até o próximo!🍵❤


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