História Maybe, you are my love - Capítulo 31


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Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 31 - Falta sentimento


Fanfic / Fanfiction Maybe, you are my love - Capítulo 31 - Falta sentimento

Estar naquele show para mim foi como estar com meus dezenove anos de novo e ainda namorando o Brendon, todos começaram a shippar a gente mas obviamente eu não iria voltar com ele. Quando o show acabou me chamaram para ir no camarim dele, Ezra foi comigo já que eu não tenho coragem de ficar a sós com ele. 

- Então resolveu aparecer? - ele disse comendo um salgadinho.

- Eu tinha que escutar minha música de novo. - eu disse me sentando no sofá. 

- Vai ficar? - ele disse se agachando na minha frente.

- Óbvio que não. - eu disse rindo. - Eu só resolvi curtir o show, nada demais. 

- Sei, seu namoradinho deixou? Ah é, você não tem mais. - ele riu e eu fechei a cara. - Linezinha, fazer o que se nascemos um para o outro?

- Prefiro a morte do que estar ao seu lado de novo. - eu disse séria.

- A gente pode ficar sozinho um pouco? - ele disse e logo todos saíram, Ezra foi expulso do camarim para falar a verdade. - Se você não gostasse não estaria aqui.

- Eu gosto das músicas, não de você. - eu disse já me levantando, mas ele me segurou. - Eu quero ir embora.

- Fica só mais um pouquinho, vamos fazer uma rapidinha. - ele disse me jogando no sofá e ficando por cima de mim. 

Ele me beijava mesmo eu não retribuindo o beijo e me segurava com força. Eu tentava levantar mas ele sempre me jogava de volta, resolvi colocar em prática alguns movimentos de luta que aprendi para fazer a Sigyn. Dei um joelhada naquele lugar e o empurrei para o chão. Vi a porta se abrindo e minhas lágrimas começaram a escorrer.

- Vamos para casa. - Thomas disse me tirando de lá.

- Line, me desculpa. - Ezra disse e eu o abracei. - Vai para casa descansar tabom?

- Obrigada. - eu disse e logo fui atrás de Thomas.

Saímos do show e entramos no carro, o silêncio era constrangedor, mas logo ele resolveu quebra-lo.

- Imprudência. - ele disse olhando para mim. - Quantas vezes eu vou ter que te salvar de você mesma?

- Quantas vezes vai me trair? - eu disse séria e ele logo mudou a feição. - Eu vou para a casa do Ben.

- Vamos para nossa casa, de onde você nem deveria ter saído. - aquilo me fez subir um ódio.

- Como queria que eu continuasse lá se você me traiu com outra na nossa cama? - eu disse já com ódio. - Se não for me deixar com o Ben, eu saio do carro e vou andando.

- Qual o lance entre vocês dois? - ele ligou o pisca alerta. - Qual é?

- Nenhum, amizade só isso. - eu disse a verdade. - Mas eu não te dou mais satisfação. Me deixa descer do carro. - eu disse já olhando para a janela mas ele deu partida. - Thomas.

- Você atraí problemas sabia? - sabia.

- Atraí você. - eu disse sem nem olhar para ele. - Eu não vou para casa com você. - eu disse e ele bufou.

- Precisamos nos resolver, não acha? - ele disse isso ainda olhando para frente. - Precisamos resolver tudo isso.

- Eu já resolvi, não vou voltar com você. Não agora. - eu disse quando paramos no sinal vermelho. - Me dá um tempo.

- Quanto?

- Um ano. - eu disse e ele soltou uma risada abafada. - Eu não tô brincando, eu preciso me organizar, preciso voltar pro Brasil. - ele encostou o carro e me encarou.

- Eu sei que eu errei, mas você ir para o Brasil já é demais para mim. Line eu te amo. 

- Falou isso para ela também? - fechei os olhos e deixei minhas lágrimas rolarem. - Não tem mais o que fazer, eu não consigo voltar para você e mesmo se voltasse, eu tenho nojo de você. - disse sem medo nenhum da reação dele. - Você ia me trair, ia esquecer três anos de namoro, depois fingiria que nada aconteceu.

- Não me deixa, eu sou uma bagunça sem você. Por favor. - eu via sinceridade nos olhos dele, mas alguma coisa me impedia. - Se você for, eu só quero um beijo antes de te perder. 

Negar algo assim é covardia, eu sei porque já aconteceu comigo. Resolvi ceder e dar um beijo de despedida nele, um beijo meio melancólico, triste e sem segundas intenções. Segurei a nuca dele e o beijei, por alguns segundos eu só pensava em estar ali, para ele, mas logo pensei em mim e percebi que aquilo não me fazia bem. Nós separamos e ele me deu uns selinhos antes de oficialmente terminarmos. Ele até tentou me beijar de novo e eu aceitei no começo, mas logo nos separei e o olhei nos olhos.

- Boa sorte. - eu disse e sai do carro.

Segui meu caminho até a casa de Ben que já devia estar dormindo às quatro da manhã, subi e abri a porta, ele estava no sofá já dormindo e a televisão estava ligada em algum filme antigo. Resolvi desligar e me deitar do lado dele, mas antes peguei um cobertor para nós dois e finalmente pude descansar, nos braços de uma amizade de verdade. 

Acordei no outro dia com os braços dele em volta de mim, ele mexia no meu cabelo com a mão livre, olhei para ele e sorri. 

- Bom dia. - ele disse já levantando.

- Bom dia. - eu disse já meio desanimada. - Desculpa te fazer dormir no sofá. 

- Tudo bem, eu não ia levantar para ir a cama mesmo. - ele disse já preparando o café da manhã. - Chegou que horas?

- Quatro. - ele me olhou surpreso. - Foi um ótimo show, deveria ter ido. 

- Eu ir no show do seu ex? - eu revirei os olhos. - Prefiro pensar no próximo atual.

- Não tenho pretendes. Tô solta na vida, na pista e no mundo. - eu disse rindo. - Eu tenho que arrumar minhas coisas, vou voltar para o Brasil por um tempo. - eu disse e ele se virou meio desanimado.

- Então temos que aproveitar o tempo que você está aqui. - eu fiz que sim. - Café?

Tomamos café e conversarmos sobre nossos términos, ele se casou e logo separou e eu quase me casei. Éramos quase peças que se completam, quase porque eu não estava sentindo o mesmo que ele. Ele deitou no sofá novamente e ligou a TV, eu oscilava entre transar com ele ou só deixar na amizade, talvez ele me servisse de consolo (nós dois sentidos da palavra). Resolvi arriscar e deitar em cima dele, já o beijando. Ele beijava muito bem e tinha pegada, tudo o que eu queria no momento. Me entreguei por inteiro àquele momento, me deixei ver meu limite entre amor e piranhagem. 

Ele se sentou no sofá e ainda me tinha em seu colo, eu já podia sentir seu volume embaixo de mim, eu rebolava para excita-lo ainda mais, ele me ajudava com os movimentos colocando a mão na minha bunda e a apertando. Preliminares são para os fracos, quando dei por mim ele já estava dentro de mim e eu gemia feito uma vadia. Às vezes ele me dava tapas que me faziam gemer mais alto ainda, e eu devolvia com arranhões e mordidas no ombro e nos braços dele. Quando eu cheguei no meu àpice ele parou e me colocou de joelhos no chão, não perdi tempo e comecei a chupa-lo, o fazendo gemer meu nome. Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo, não faço muito o tipo de cuspir. Passamos a tarde inteira juntos, transando, conversando e vendo tv.



Notas Finais




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