História Mayfield (elmax - marobin) - Capítulo 1


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Categorias Sophie Turner, Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Eleven, Elmax, Jane Hopper, Margery Mayfield, Marobin, Max Mayfield, Robin Buckley, Romance, Steve Harington, Stranger Things
Visualizações 26
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Historinha pra poder dar uma namorada pra Robin por que sabemos que não vai acontecer na série e também expandir um pouco o backstory da Max. Sim a fanfic vai ter Elmax, por que a El não se mudou como no final da 3 temporada e a fic se passa depois do final, mas acho que vocês já pegaram a menuncia.

Capítulo 1 - 1 - Welcome home, Marge.


Fanfic / Fanfiction Mayfield (elmax - marobin) - Capítulo 1 - 1 - Welcome home, Marge.


Você já sentiu seu coração tão despedaçado que você achou que iria morrer a qualquer momento? Bom era assim que Margery estava se sentindo naquele momento. Ela estava dentro do seu amado carro indo para Hawkins encontrar a mãe depois de praticamente fugir de San Diego depois de ter falado para seu pai que gosta de meninas.

Margery tinha ligado para a mãe dois dias atrás avisando que estava indo, que dormiria em um hotel de beira de estrada e chegaria o mais rápido que pudesse. Susan tentou perguntar o por que dessa repentina vontade de ir morar com ela, mas Margery apenas desligou na cara da mãe. Não queria falar nada por telefone, mesmo com a mãe perguntando o que tinha acontecido a cada parada que Marge dava e ligava avisando onde estava.

Ela passou pela placa que avisava que tinha chegado em Hawkins, tomava uma grande golada da sua coca, os cabelos ruivos voavam para fora do carro devido a velocidade que Margery vinha. Parou para pegar o papel onde tinha escrito o endereço que sua mãe tinha lhe dado e voltou a dirigir em alta velocidade.

Ela estacionou na frente do endereço, onde tinha uma casa simples, tudo estava calmo. Ela olhou para casa por um tempo, engoliu a seco, deu um longo suspiro, limpou as mãos suadas na calça que vestia e saiu do carro. Susan foi olhar na janela se tinha alguém pela rua, acabou vendo a filha mais velha vindo na direção da porta e foi direto abrir para a menina.

- Marge! - ela foi direto abraçar a filha, que deu uma recuada, mas não conseguiu fugir da mãe por completo. - Meu deus, olha pra você! - a mulher disse quando se desvencelhou da filha, que sorria fraco. - Está tão grande, tão mulher! Linda! Você está tão linda, filha.

- Obrigada, Susan. - a mais nova disse e o sorriso da mulher diminuiu um pouco, mas o de Margery cresceu ao ver sua irmã mais nova na porta. - Vem cá sua diabinha! - ela se afastou da mãe e abriu os braços para que Max fosse abraça-lá e ela foi. As duas se abraçaram tão forte que acharam que podiam explodir. - Meu Bowie, olha pra você! Está quase do meu tamanho!

- Ainda não, mas um dia quem sabe eu passe de você! - Max disse provocando a irmã, que apenas fez cócegas na menor. - Vamos entrar, mamãe fez seu prato predileto.

As duas foram caminhando abraças até a casa. Margery, deu um breve olá para Neil e se sentou na mesa ao lado de Max. Susan logo se sentou com todos e começou a servi-los. O jantar de hoje era carne assada com arroz e batata frita do jeitinho que Margery gostava. Susan queria agradar a filha, principalmente pois sabia que ela não deveria ter comido nada durante a viagem e devia estar morrendo de fome.

- Mas me fale, Marge, por que decidiu sair da sua amada Califórnia? - Neil perguntou antes de encher a boca de comida, Max e Susan olharam para Margery.

- Tive uns desentendimento com papai e também estava morrendo de saudade dessa diabinha aqui. - ela fez cócegas na barriga de Max, que se remexeu na cadeira. Susan e Neil sorriram com a cena.

- Que tipos de desentendimentos, querida? - Susan perguntou e Margery engoliu a seco.

- A gente pode falar sobre isso depois do jantar. - disse e colocou uma garfada de comida na boca. - Hm... cadê o Billy? - disse ainda com a boca cheia, a feição de todos na mesa se entristeceram. - O que?

- Querida, o Billy morreu em um acidente que houve no shopping da cidade. - Susan disse enquanto fazia um carinho sobre a mão de Neil.

- Faz quanto tempo? - ela olhou rapidamente para Max que tinha parado de comer e olhava para as próprias mãos sobre a coxa.

- 4 meses. - Susan disse e também olhava para Max.

- Meus pêsames. - ela disse olhando para Neil que apenas balançou a cabeça em concordância.

Eles jantaram em silencio depois disso. Margery nunca tinha se dado muito bem com Billy principalmente por saber o que ele fazia com a irmã, mas jamais desejaria a morte de alguém. Após terminar o jantar, Margery ajudou a mãe a tirar a mesa, já que Max tinha deveres da escola para fazer. As duas estavam em silêncio enquanto Margery lavava a louça e Susan secava e guardava pois Marge não sabia onde ficava as coisas ainda. A mulher queria perguntar o que tinha acontecido, mas sabia o quanto a filha podia ser fechada, então preferiu não pressiona-la. Elas terminaram, Margery foi até seu carro pegar suas coisas para colocar no seu novo quarto que era nada mais nada menos que o antigo quarto de Billy. Ela começou a guardar suas roupas, deixou sua guitarra em um canto qualquer do quarto, colocou algumas fotos suas pelo quarto. Aos poucos ela iria ajeitando tudo.

- Espero que não se incomode de dormir no quarto de Billy. - Susan estava encostada no batente da porta observando a filha guardar suas roupas.

- Esta ótimo. - ela olhou para mãe. - Obrigado por me deixar ficar na sua casa.

- Você é minha filha, sempre vai ter um lugar para você na minha casa. - Susan disse adentrando o quarto e se abaixando para pegar algumas roupas da caixa que Margery tinha trago. A menina olhou bem para a mulher e começou a se sentir mal por não ter lhe contado nada ainda.

- Mãe? - Margery a chamou e Susan olhou para a filha. - Senta aqui, eu tenho que te contar uma coisa. - Margery sentou em um canto da cama e Susan em outro.

- O que foi? Não me diga que esta grávida, Margery Blair?! - Susan disse e Margery a olhou assutada.

- O QUE? Não! Não, mãe calma. - Susan suspirou aliviada e Margery desviou o olhar pensando por onde começava.

- Então o que é minha filha? - Susan colocou a mão sobre a coxa de Margery que deu um longo suspiro, sabia que teria que ser direta.

- Mãe, eu sai de San Diego por que eu falei para o papai que eu gosto de meninas...romanticamente falando. - ela parou para ver se Susan ficaria chocada, mas não obteve nada. - Eu sempre me senti assim e não quero que você pense que é só uma fase por que não é. Eu sempre gostei de meninas, só demorei para admitir para mim mesma.

- Eu sei. - Susan disse e terminou de dobrar a camisa que estava sobre seu colo, Margery a olhou como admirada. - Eu sempre soube, acho que uma mãe sempre sabe, mas você nunca foi um moleque como Max é, então achei que só era coisa de criança, mas aos pouco quando você foi crescendo eu vi que não era só coisa de criança.

- Você sempre soube que eu gostava de menina e nunca pensou em me falar algo sobre?

- Você gosta de mulher? - Neil disse da porta. Ele estava passando e ouviu a conversa sem querer. Margery gelou completamente e Susan se levantou indo até o marido. - Anda me responde.

- Neil...

- Sim, gosto. O que você vai fazer sobre? - Margery se levantou e perguntou em um tom desafiador, Neil entrou no quarto e foi andando até ela. Margery fechou os olhos achando que o padrasto bateria nela, mas sentido alguem a abraçando, ela abriu os olhos e viu Neil a abraçando forte.

- Bom pelo menos agora eu não sou o unico na casa. - ele disse se afastando dela e indo para o lado de Susan, que assim como Margery também estava surpresa. - Eu não quero que você se sinta mal por ser quem você é na minha casa, eu já perdi um filho por ficar repreendendo ele sempre. Não quero perde mais um. - ele olhou em volta pelo quarto de Billy e uma lágrima teimosa caiu sobre seu rosto. - Seja bem vinda, Marge. A casa é toda sua. - ele disse a ela e foi saindo do quarto.

Margery foi abraça a mãe e sussurrou um "obrigado" para a mesma. Susan logo saíu do quarto e foi ver como estava Neil. Margery ficou arrumando o quarto e pensando que realmente poderia ter um recomeço naquela cidadezinha onde nada acontecia e talvez algum dia pudesse finalmente ir pra Nova Iorque como sempre quis, mas algo mais pro futuro, agora ela só quer colocar sua vida no lugar e ve o que acontece.


Notas Finais


E ai?

All the love - F


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