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História Mayhem - Beautiful and Cruel - The Story not Told! - Capítulo 14


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Notas do Autor


Olá meus amores, mais um capítulo repostado. Hoje teremos a reação do Euronymous ao sonho da Dheia, Euro e Dead mais próximos do que nunca e altas tretas, espero que gostem e boa leitura a todos.

Capítulo 14 - Um tempo Juntos


Fanfic / Fanfiction Mayhem - Beautiful and Cruel - The Story not Told! - Capítulo 14 - Um tempo Juntos

P.O.V EURONYMOUS

Depois de uns dias que havíamos voltado para nosso país, Dheia me contou o sonho terrível que havia tido. Isso me deixou muito preocupado e aflito. Realmente eu tinha me transformado em outra pessoa! Eu já não era mais o garoto que era antes de querer fama e poder. As coisas tinham saído tanto do controle, que até a polícia agora não saia mais da nossa cola. Todos a minha volta estavam correndo perigo de serem presos, devido as, mas escolhas que tenho feito ultimamente. Eu precisava mudar de vida, mas não sabia como e nem por onde começar!

 

Foi pensando nisso que decidi… eu aproveitaria mais a minha vida e tentaria mudar. Vou começar dando mais atenção a Dead. ele tem se afastado demais, e eu não suportaria perde-lo. Ele e Andreia, eram os amores da minha vida. Não poderia por nada nessa vida perder o amor deles. Eu tinha que salvar Per de sua depressão e tentar mudar os erros do passado. E foi pensando nisso, que resolvo levantar da cama e ir até banheiro, tomar um banho e fazer minha higiene matinal… depois do que me pareceu serem minutos longos, saio do chuveiro já tomado banho, com os dentes escovado e fui até meu quarto me arrumar.

 

Levaria Per para um passeio e passaria mais tempo com ele. Penso que ele vai gostar demais disso. Coloco uma camiseta do Darkthrone, uma, calças jeans preta, minha jaqueta de couro inseparável, e um par de tênis All star bem surrado. Saio do meu quarto sigo pela casa até chegar ao quarto de Dead, ele não estava lá, penso que já deve ter ido tomar café. antes de sair de seu quarto, reparo que minha espingarda estava encostada na parede do seu guarda-roupa, acho isso bem estranho, mas resolvo ignorar. Acho que Dead a pegou para caçar gatos. Chego na cozinha e vejo que Dheia estava fazendo tapioca para todo mundo, que já se encontravam ali em volta da mesa… acho que somente eu ainda estava dormindo hehe!

 

— Olá meu amor, acordou finalmente. Estou fazendo a massa de tapioca que a irmã de Kleuda, mandou do Brasil. Lembra que te falei que chegaria hoje?

— Claro, meu amor. Quero experimentar isso e ver se é gostoso. — Falo e vejo que Dead me encarava.

— Você acordou animado hoje hein, tampinha. — Varg fala dando selinhos em Kleuda, que comia uma espécie de massa branca com algum recheio dentro.

— Vai se foder, Varg! Sim, acordei de muito bom humor hoje…Dead você quer ir passear comigo hoje, só nós dois? Você não se importa com isso né meu amor? — Falo virando de Varg para Dead e dele para Dheia.

— Não, claro que não meu amor. Pelo contrário acho a ideia muito boa. É maravilhoso vocês dois passarem um tempo, juntos assim! — Dheia fala colocando um preto, na mesa a minha frente, com a mesma massa branca que Kleuda comia. — Coma, isso é a tapioca. O recheio é de chocolate com leite em pó. No brasil chamamos de leite ninho!

— Também acho que vocês dois, deveriam passar mais tempo, juntos, claro que quero meu namorado para mim, mas não vejo nenhum problema de vocês passarem mais tempo juntos. — Stephany que estava do lado de Per fala, com a boca cheia. Stephany era a mais liberal de todos ali!

— Hum! me parece ser muito gostoso, obrigada meu amor. — Falo e imito os outros, pegando aquela panqueca branca com as mãos e dou uma mordida. UAL, realmente muito gostoso. — Isso é gostoso demais meu amor! Acho que quero experimentar mais coisas do Brasil.

— É muito gostoso ne Euro, eu também gostei muito. Aproposito, eu aceito passear com você hoje. — Dead diz e vejo seu sorriso bonito aparecer. Fazia tempos que eu não o via sorrir desse jeito. Aquilo aqueceu meu coração frio.

— Que bom! Depois de tomar café, arrume alguns lanches e suco para nós, meu amor por favor. Sairemos daqui a alguns minutos. — Falo com Dheia que sorri gentil para mim e Dead.

 

Essa tal de tapioca era realmente muito gostosa, faço Dheia fazer mais alguns para mim e Dead levarmos, alguns, sanduíches e minha Coca-Cola, que não poderia faltar. Havia também uns pedaços de pizza que tinham sobrado de ontem à noite. Vou para o meu quarto e lá me arrumo adequadamente para passar o dia na floresta. Continuo com minha camiseta, mas coloco um suéter bege com estampas pretas, calças jeans suave, e meus tênis permanecem, também. Vou até o quarto de Dead e pego a espingarda, caso aja algum animal na floresta para caçarmos. Quando volto para a sala vejo que Per, também está com uma roupa mais confortável.

 

Ele vestia uma, calças jeans azul clara com manchas brancas, que era do estilo do tecido mesmo, sua camiseta era branca de algum anúncio fúnebre, ele gosta muito dessas coisas. Uma jaqueta jeans leve combinava com as calças. Seus longos cabelos loiros, estão soltos. Em cima da mesa da sala está uma grande cesta de pique nique e dentro dela, havia tudo o que eu pedi a minha namorada.

 

— Bom, vamos Dead, quero passar o dia inteiro com você hoje. — Falo pegando na mão de Per. Despedimos do pessoal que ficou na casa e fomos em direção ao meu carro.

 

Logo entramos dento do carro e coloquei a cesta no colo de Dead, e a marma o banco de trás, dando partida no automóvel seguindo para a floresta perto mesmo da nossa casa, mas numa área mais isolada, onde somente nos dois pudéssemos ficar, sem sermos incomodados por alguém. Um dia assim, inteiro só para nós, longe de namoradas, de amigos, longe de igrejas queimando, longe da polícia… longe de toda essa tragédia que se tornou nossas vidas. Isso faria muito bem para mim e para Per também!

 

— O que deu em você para querer passar o dia assim somente comigo, e não passar o dia na Helvete? — Dead fala colocando a mão na minha coxa direita, enquanto eu dirigia, e isso já estava me deixando mais animado do eu o normal, se é que me entendem.

— Não posso querer passar mais tempo com você? Não era isso o que você queria? Olha sei que as coisas têm saído totalmente do controle, mas quero tentar mudar, ser uma pessoa melhor. Voltar a ser o Øystein que eu sempre fui no começo. Amo você e a Dheia, e não quero perder nenhum dos dois. Vocês são a melhor parte de todas essas merdas que vem nos acontecendo ultimamente. Quero tentar consertar as coisas aos poucos, sem pressa! — falo tirando uma das mãos do volante e acariciando a mão de Dead que estava pousada em minha coxa.

— Fico muito feliz com isso Euro, finalmente você percebeu que não podemos viver mais assim. Eu te amo e acho que essas atrocidades que estávamos fazendo não vão nos levar a lugar nenhum. — Dead fala apertando gostosamente sua mão em minha perna, me causando arrepios de prazer.

 

Depois do que me pareceu uns dez minutos dirigindo resolvo estacionar o carro na entrada de uma floresta. Eu sabia que minguem gostava muito de ir, ate lá, pois, se tratava de uma floresta abandonada. Somente alguns casais mais corajosos iam lá para fazerem sexo ou ter um momento assim de privacidade. Antes que criarmos o Inner Circle, era lá onde a gente se reunia para decidir qual igreja queimar. Conhecíamos essa parte da floresta, antes mesmo de conhecermos as garotas. Já havia levado Dheia ali várias vezes, quando não tínhamos privacidade lá em casa. Dead também já levou Stephany várias vezes, que sei.

 

Desço do carro, pegando a espingarda no banco de trás do carro, e vejo Dead descer também com a cesta de piquenique. seguimos em direção a floresta. Andamos uns dois minutos e logo achamos nosso lugar preferido. No meio do lugar tinha uma cabana abandonada, que servia de esconderijo, quando íamos lá. Ficamos a uns dois passos de distância da casa e deixamos as coisas que trouxemos no chão, menos a arma.

 

— Vamos ver se tem algo para caçar na floresta. Talvez algum gato, ou algum animal. — Falo segurando sua mão.

— Certo! — ele diz alegre, segurando minha mão, com a sua livre.

Dead odiava gatos mais do que tudo em sua vida. Eu nunca o deixava caçar os bichos, por causa de nossos vizinhos, mas acho que ali não haveria problemas, caso aja algum, na floresta. Andamos uns passos longe da cabana abandonada, quando um gato preto cruzou as pernas minhas pernas.

— TEM UM GATO AQUI! — Falo assustando tanto Per, quanto o animal que sai correndo.

— PEGA ELE, OYSTEIN. — Dead grita feliz, correndo atrás do animal.

— Vamos explodir o bostinha em pedaços, hein?

— Sim, vamos!

Corremos mais adentro na floresta com o gato correndo veloz a nossa frente. Em determinado momento ele para e se esconde atrás de um tronco caído de alguma árvore podre. Miro minha arma em sua direção…

— Ali está ele. — Falo pronto para atirar no pobre gato.

— Aqui vamos nos, atira nele Euro. — Dead estava eufórico e feliz. Isso me alegrava muito.

Gosto de ver meu mortinho feliz assim, pelo menos ele não estava mais deprimido e pensando em suicídio.

— La está, o pequeno filho da puta. — Miro mais minha espingarda, arrumando meu foco.

Atiro, mas o filho da mãe do gato dá um pulo com o barulho e a bala não o acerta. Ele consegue fugir com a fumaça que o disparo faz. Recarrego a arma com outra bala. Dead vem na frente e faz sinal para que eu não atirasse ainda, mas o gato já estava a quilômetros de distância. Quando me preparo para dar meia volta a voltar para perto da cabana, Dead pega na ponta da arma e a coloca em sua cabeça.

 

— Faça! — ele diz como se isso fosse um jogo de para ele.

Fico ali uns segundos atordoado e com medo dessa reação repentina dele. Meus olhos piscavam amedrontados com sua atitude.

— O que? — Digo ainda em estado de não saber o que fazer, enquanto ele segura o cano da espingarda em sua testa.

— Puxe o gatilho. — Dead fala, olhando para os meus dedos na mira da arma. Se eu realmente apertasse aquilo, o tiro seria mais que certeiro. Eu não queria fazer isso! O que caralhos tinha dado na cabeça dele, para achar que eu o mataria? Eu o amo, jamais, faria algo assim.

— O que porra significa isso Per, está louco! — Falo tentando puxar a arma, mas com medo de que ela disparasse sem querer.

— Você mesmo disse um dia para mim, lembra…” Um tiro na cabeça e tudo estará acabado” … VAMOS.

Começo a tremer muito com o medo de que tudo terminasse ali, no meio daquela floresta. Meu olhar havia se tornado algo sério. Eu estava sem chão, enquanto o homem que amo, estava querendo que eu atirasse em sua cabeça.

 

— PUXA A PORRA DO GATILHO. — Dead grita me assustando, mas mantenho a arma firme, para que ela não disparasse sozinha. — Ahnnnnnn

Ele dá um grito frustrado, dando um, tapa na arma que quase faz com que eu a derrube no chão e caia junto com ela, mas depois de segundos começa a rir e corre de volta para a cabana onde estávamos. Corro atrás dele o mais rápido que minhas pernas me permite. Quando chegamos no local onde estavam nossas coisas, Dead se senta no tecido que estava forrado no chão.

 

— Sinto tanto a sua falta! E não é te matando que vou fazer as coisas mudarem. — Digo de boca cheia para ele, depois de pegar uma tapioca da cesta e a morder. Ele sorri mostrando o quanto o seu sorriso era bonito e eu amava isso nele.

sentamos ali no chão mesmo. Pego uma toalha grande que Kleuda e Varg haviam colocado na cesta para mim e Dead. forro ela direitinho no chão e nos sentamos em cima. Dead coloca a cesta no meio de nós dois. Pego uma tapioca enquanto Dead pega um pedaço de lanche e começamos o nosso dia, juntos.

 

— Também sinto tanto a sua falta. Euro. Essas coisas que aconteceram nos afastaram um pouco, mas agora vamos voltar a ser quem éramos antes de tudo isso, não é mesmo? — ele me pergunta mordendo mais um pedaço se seu lanche.

— Sim, meu amor. Espero que eu consiga mudar e voltaremos a ser como éramos antes, quero muito isso. — Com uma das mãos livres, tiro uma mecha de cabelo que insistia em cair em seu rosto. — Você também não precisa mais ficar deprimido. Vamos tentar, sermos felizes Dead. Quero que pare de se cortar no palco, não precisa se machucar mais, meu amor.

 

— Você sabe que gosto de fazer isso e ver como as pessoas reagem quando meu sangue está jorrando em todos os lugares, mas não é por isso que faço isso. Gosto de me cortar, nos outros de preferência, mas é principalmente em mim mesmo. Mas prometo que vou tentar parar com isso. Quero mudar também. Acho que devemos nos casar com as meninas e morarmos com todos juntos numa casa melhor. Assim que a banda ganhar mais fama, poderíamos comprar uma boa casa e nos mudar para lá. Kleuda e Varg, também poderiam ir conosco.

 

— Não sei se isso é uma boa ideia, mas vamos pensar com calma. — Falo pensando na possibilidade de me casar. Acho que isso não era para mim, mas se for para mudar de vida, posso tentar.

 

Afasto a cesta de comidas e aproveito que Per estava encostado a uma árvore e subo em seu colo, atacando seus lábios com minha boca faminta por seus beijos. Dead coloca as mãos, envolta da minha cintura me apertando com força contra o corpo dele. Tiro meu suéter e minha camiseta, esfregando meu corpo no corpo de Dead. ele também retira seu casaco manchado e sua camiseta branca. Nossos corpos a se encontravam muito quentes e só queríamos fazer o que gostávamos… nos amar sem pressa, mas dessa vez eu não queria que fosse agressivo, e sim algo com amor e carinho. Não precisávamos nos preocupar em deixar marcas de chupoes e algo assim, as hoje eu quero me entregar a um carinho gostoso.

 

— Amor, sinto saudades do seu cheiro, do seu gosto, da sua boca colada na minha, para saciar minha vontade, quero aquele amor que só, nos, sabemos fazer.

Dead me pega no colo e me deita na toalha, pois, suas costas estavam raspando na árvore e isso o estava incomodando. Me deu vontade de comer tudo que via pela frente, pois, ele me seduzia com o olhar e isso me despertava fome, mas era a fome de seu corpo, fome de ser dele.

Deitado no tecido forrado no chão, ergui minhas mãos e as direcionei para o peio nu de Dead, comecei então, a fazer massagem no corpo dele todinho para se aquecer já que estávamos na floresta deserta mais com as árvores com cheiro de eucalipto, isso atraia e atiçava meu desejo de amar como sempre nos amamos, criando assim expectativas de um sexo inesquecível.

Ele aos poucos ia ficando de membro duro, e eu babando naquele corpo que sempre desejei.

Comecei a falar que o queria dentro de mim, enquanto massageava seus braços e costas, porém, Dead me interrompeu dessa maneira risonha:

— CALA A BOCA E ME BEIJA LOGO… — Ele riu alto, para o meu deleite.

Comecei a beijar e morder seus mamilos, ele jogava os cabelos longos no meu rosto, enquanto se contorcia de prazer, em cima de mim. Fazia cocegas os fios de seu cabelo, mas isso me atiçava mais e mais a continuar o que fazia. Ele aos poucos tirava a calça junto com a cueca lentamente pra me provocar.

— Eu te amo!!

— Eu também te amo. — Dead disse agora retirando a minha calça, junto om a minha cueca.

Ele fez questão de se abaixar e tirar minha peça intima com a boca, raspando os lábios no meu membro já super duro. Eu o queria o mais rápido possível dentro de mim. Eu precisava dele. Ali, deitados, começamos a nos acariciar audaciosamente. Logo Dead começou a esfregar o membro duro junto com o meu, e pediu para que eu o masturbasse. Comecei com movimentos lentos, minha mão subia e descia devagar em todo o seu comprimento. Depois de alguns minutos, ele afasta minha mão gentilmente, e com a ajuda de sua saliva, Dead lubrifica minha entrada.

 

Quando ele já estava preparado para me penetrar — a essa altura eu estava muito louco de tesão — ouvimos ruídos atrás de nós. Eu não podia estar me sentindo mais humilhado do que naquele momento… completamente nu, com Dead em cima de mim pronto para me penetrar, eu com meu membro duro, ninguém mais e ninguém menos, do que Chester e Mike em pé ao nosso lado. Eles olhavam a cena com desejo e, ao mesmo tempo, deboche. Chester segurava uma espécie de câmera descartável nas mãos e acaba de tirar uma foto desse momento íntimo meu e de Dead.

 

— MAIS QUE PORRA VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI, CARALHO!! — Falo empurrando Per para o lado e me levantando as pressas.

 

Pego minhas roupas e começo e me vestir com cuidado ao colocar a cueca e a calça, devido ao estado que se encontrava o meu membro duro.

— Ora, ora, veja o que temos aqui Mike, se não é o casalzinho gay do século. Ora, vamos Euro pandinha babaca, não precisa se vestir. Já vi tudo o eu você tem aí. — Chester aponta para meu corpo com a mão, enquanto soluçando de raiva Dead começa a se vestir.

— Deixa-os Chester, já temos material o suficiente vai humilhar Øystein. Viemos avisar que Varg acaba de ser preso. A polícia chegou na casa de vocês, assim que vocês dois saíram, e prenderam ele pela queima da Fantoft. Parece que alguém viu quando queimamos aquela igreja.

 

Mike dizia e vejo o olhar de pena eu ele direcionava a Dead. Aquilo cresceu um ódio dentro de mim que eu não sabia de onde vinha. Eu sabia e tinha certeza de que foi aqueles dois… Chester e Mike, tinham nos, denunciado. Só que os dois se esqueceram de que eles estavam lá também. Se eu caísse, todos cairiam junto!

— FORAM VOCÊS PORRA! Sei que foram vocês dois. Mais não se esqueçam de que se Varg e eu formos presos, todo mundo será preso também. Ou vocês dois acham que vou deixar barato, essa traição.

— Olha só, temos o velho Euronymous ameaçando novamente. Se conforme Dead, ele nunca vai mudar. Sempre vai colocar o egoísmo dele, acima de qualquer coisa e de todo mundo!

— Por favor, vão embora rapazes. Vamos pegar nossas coisas Euronymous e sair daqui. Vamos ajudar Varg.

— Não me interessa o que aconteça com o Varg, eu não quero ser preso e você também não. — Falo pegando a cesta de comidas do chão e o pano que estava forrada onde minutos antes eu estava prestes a ter meu amor dentro de mim.

— Euro, por favor não diga uma coisa dessas você me prometeu que iria mudar amor. Por favor!

— VAMOS EMBORA DEAD. — Grito com ele alto demais, assustando até Chester e Mike.

Per começa a corar silenciosamente já devidamente vestido e pronto. Com a mão livre eu pego meu suéter do chão e jogo dentro da cesta. Vou andando na frente sendo seguido de Dead, Chester e Mike. Os dois tentavam consolar o loiro alto, mas eu estava possuído pela minha raiva para me importar com isso agora. Como eu poderia mudar se estava cercado por idiotas! O que era para ser um dia somente eu e Dead se transformou em algo que mudaria o rumo de nossas vidas para sempre…

 

Fizemos todo o trajeto de volta para casa, eu e Dead em meu carro. Chester e Mike no carro deles. Quando chego em casa, o pânico e caos, era geral.


Notas Finais


Eita! Que esse passeio do Dead e do Euronymous não acabou como eles planejaram hein! Mike e Chester tinham que aparecer para estragar tudo, como sempre. O que será que vai acontecer agora que tudo esta um caos na casa deles? Só vamos saber nos próximos capítulos. Espero que tenham gostado, deixem seus comentários que logo mais eu responderei. Bjos e ate mais. 😘


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