História Maze Runner - A última variável - Capítulo 8


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Categorias The Maze Runner
Personagens Alby, Gally, Minho, Newt, Personagens Originais, Teresa, Thomas
Tags Themazerunner
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Palavras 2.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Sci-Fi
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, faz tempo em, me desculpe. E obrigada a todos que continuam lendo até aqui, me deixa realmente feliz.
(Se tiver algum "Mim" perdido pelo texto é que meu Doc corrige Minho para "Mim" e as vezes escapa da revisão, sorry).

Capítulo 8 - O Deserto


O portal realmente apareceu na hora marcada, Minho queria que Amelia fosse logo atrás dele, já que seria difícil para ela pedir ajuda sem poder falar. Foi muito ruim estar muda e não poder ver nada, ela se agarrou a mão do garoto com força enquanto andavam no escuro.

Dentro do corredor o ar recendia a couro velho e poeira. Os únicos sons eram o arranhar dos tênis sobre o concreto duro do chão e os sussurros, ocasionais e entrecortados, entre os Clareanos. Mesmo sendo incômodo isso deu a Amelia a oportunidade ouvir, de perceber como todos pareciam desconfortáveis com tudo aquilo mais tentavam esconder. 

Não poder falar também deu tempo a ela pra pensar. Nos primeiros dias na Clareira, quando eles ainda dormiam dentro da sede, quando não haviam corredores, muito menos garotos que queriam entrar no labirinto, o terror era recorrente. Foram necessárias várias táticas para  acalmar os garotos, o que os aproximou muito dela, e provavelmente ajudou quando decidiram que deveriam ter um líder, para total surpresa dela, o líder era ela.

E agora foi exatamente a mesma coisa que a deixou sem voz.  

Então Thomas gritou. Minho soltou Amelia e no escuro ela tateou as paredes atrás dele, sem poder falar e perguntar o que estava acontecendo, Newt agarrou sua cintura a puxando para longe, uma das mãos segurou seu rosto, mas desceu pelo pescoço até soltá-la ao perceber que um líquido quente e viscoso sujou sua pele quando o fez. Era sangue, o cheiro era inconfundível.

— Abrace a minha cintura, não desgruda de mim — Newt disse serio.

Ela fez um som, concordando. 

Em determinado momento Amelia perdera totalmente a noção do espaço dentro daquele corredor. Piorou quando garotos começaram a morrer, o som daquelas bolas rolando estavam deixando Amelia louca, ela quase pulou no colo de Newt enquanto caminhavam. Por que tudo parecia ficar cada vez pior como o Homem Rato disse? Era demais fazer aquilo com eles, por mais terror a suas vidas. Ela não fazia ideia de como a situação ficaria incômoda quando o corredor acaba-se e eles fossem apresentados ao sol causticante que os aguardava do lado de fora.

Era uma terra devastada.

À frente deles uma planície de terra seca e sem vista que se estendia ao horizonte, nenhuma árvore, nem arbusto, tampouco colinas e vales. 

Eles estavam embrulhados em alguns lençóis onde trouxeram comida, todos parecendo abajures futuristas, Newt havia enrolado o dele delicadamente sobre o sua cabeça e ombros, Minho não teve o mesmo cuidado, mas isso não era novidade. 

Aris apareceu do lado dela, era a primeira vez que Minho e Newt estavam cansados demais para ficar cuidando da garota e Amelia ficou caminhando sozinha. Ela notou que ele parecia querer se aproximar dela já a algum tempo, então não ficou surpresa quando aconteceu, mas sim com o assunto que ele havia escolhido para falar com ela.

— Você era a líder no labirinto?

— Eu fui no começo. Achava que tinha me distanciado por motivos próprios, mas começo a imaginar se não foi coisa dos criadores.

— O que seria bem provável — ela levantou as sobrancelhas para ele — É que você é um ponto incomum entre nossos grupos. Não tinha outro garoto na minha Clareira, então como poderia dar a você a liderança se não havia do outro lado igual chance. 

— Talvez ele tenha morrido antes de você chegar.

— Tenho certeza que Rachel teria me dito, você é única. O que diz na sua tatuagem?

— A benção — ela disse revirando os olhos.

— Deve ter um significado.

— Pena que não foram mais diretos como a de Minho.

— Talvez você só precise prestar mais atenção. 

Ela concordou, então encarou Aris de novo. Tinha algo de errado nessa conversa, alguma coisa errada nesse garoto. Ela não confiava nada nele, mas talvez fosse paranoia da sua cabeça de qualquer maneira Amelia lhe daria o beneficio da duvida. 

...

As caminhadas no sol escaldante do deserto estava acabando com eles. Thomas os fez perder toda a noite quando ele encontrou Teresa numa possível armadilha. E os fez dormir a luz do dia, em parte foi bom, por que Amelia começou a passar mal de novo e foi mais fácil caminhar para longe para que nenhum dos Clareanos ouvisse.

Quando a noite caiu ele se virou para ela.

— Você está dormindo? — a voz de Thomas sussurrou, Amelia tirou o pano do rosto — Pode falar comigo, eu ouço você.

— Quando pretendia contar isso?

— Quando Newt e Minho não estivessem ouvindo, não quero ser uma pomba correio.

— O egoísmo humano é fascinante — Thomas comprimiu os lábios, ela sorriu de leve — Pode falar Thomas, eu estava brincando.

— Newt me contou que está preocupada, não precisa desconfiar de Teresa…

— Eu confio em Tess, eu não confio que você tenha discernimento para perceber quando ela está falando a verdade ou quando está mentindo. O CRUEL pode nos usar Thomas, e você confia demais. Lembre-se do que o homem rato disse: às vezes o que você vê não é real, às vezes o que não vê é. Tome cuidado com as coisas que Tessa te diz.

— Você que desconfia demais das pessoas.

— Não me ataque, estou apenas protegendo você.

— Eu vivi dezesseis anos sem você e duvido que precise da sua proteção, muito menos agora.

— Criança — ela suspirou — Sua boca está seca, quer água?

— Não fale em outra língua comigo — ele a encarou por alguns instantes — Não vai faltar para você?

Ela estava evitando beber por estar passando mal, então era um desperdício menor se ele tomasse.

— Eu tenho bastante, pega um pouquinho, não quero que morra de desidratação.

Amelia estendeu a garrafa para ele, estava quase cheia. Thomas pegou com receio, mas tomou dois goles com gosto. Ela pode ver a gratidão nos olhos dele.

— Quantos anos você tem Amelia?

Ela ficou calada por alguns instantes. Não esperava essa apunhalada agora.

— Não sei, talvez 18.

— Você não parece ter só 18.

— É por que sou mais madura que vocês. Obrigada por notar — ela riu falsamente e Thomas comprimiu os lábios contrariado — Olha acho melhor você ir dormir Tommy, quando todos acordarem, Minho não vai querer saber se você ficou batendo papo comigo.

— Obrigado pela água… E me desculpa por não contar antes.

— Você teve seus motivos… — ela ajeitou o cabelo castanho dele — Agora dorme um pouco.

Amelia demorou mais que Thomas para dormir, mas o cansaço a venceu no fim das contas.

A dor foi a primeira coisa que ela sentiu, era localizada em vários pontos do corpo, depois foi o cansaço físico. Estava tudo escuro quando a garota abriu a porta da forma mais silenciosa que pode, entro no dormitório e cruzou as beliches em direção a área dos chuveiros. Ela capotou no chão antes de chegar a um banco que se encontrava ali. Parecia o banheiro de um ginásio, ela se recostou no banco ainda no chão e arrancou a camisa. Pontos roxos, vermelhos, cortes e queimaduras se encontravam desde os ombros até a cintura, assim como ela tinha certeza que fraturou a clavícula.

— Meu deus Amy o que eles fizeram com você?  

A garota olhou para porta. Newt. Ele fechou a porta do vestiário e foi até ela sem muito pudor ao fato que Amelia estava sem camisa, se ajoelhou na frente dela deixando de lado os machucados e encarando os olhos dela. Ela lhe deu um sorriso afetado.

— Foi o Randall… Ele sabe que só o choque não funciona mais, e eles têm autorização para me bater… 

—  Eles são uns belos de uns covardes se quer saber.

— Eu poderia acabar com o triplo deles e é apenas por isso  que eles têm medo de mim.

 Newt suspirou.

— Não é desculpa para eles, mas por que você e Minho tem que ser assim? Agressivos, com esse maldito hábito de sempre ter a última palavra em uma discussão…

— Por que nos falta juízo... Se incomoda se eu tirar a calça? 

Ele fez que não. Haviam mais hematomas nas pernas, Newt levou a mão à boca um pouco incrédulo, ele a ajudou a se sentar no banco, se ajoelhando no chão ele se apoiou com cuidado nas pernas dela.

— Acha que dá pra esconder isso de Minho? — ela perguntou.

Newt a encarou, ele sorriu com a inocência dos olhos dela.

— Você realmente está preocupada de ser um mal exemplo para ele? Você não existe Amy.  Não se preocupe, eles tomaram cuidado em te bater apenas onde a roupa cobre, só vai demorar pro seu corpo curar os hematomas e sua pele vai ficar sensível por uns dias.

Foi quando toda a estrutura emocional dela caiu.

— Ele tentou me usar para machucar vocês, queria uma gravação de mim gritando por ajuda, gritando o nome de vocês… Acho que foi o chip, vi vocês machucados, foi horrível Newt — as lágrimas correram dos seus olhos, ela cobriu com o rosto com as mãos.

Ela sentiu as mãos dele puxarem as dela, segurarem o seu rosto com firmeza,  enquanto os olhos dela encaravam os dele.

— Nos de apelidos, sei que já temos os nomes reduzidos, mas só para momentos assim, dessa forma eles não podem te usar contra nós. Sei que chama Alby de All as vezes. 

Ela sorriu 

— All, New… — Newt sorriu — E Mine.

— Mine? Minho?

— É, ele às vezes é bruto igual uma mina, mas é mais valioso que um diamante.

— E eu sou o romântico do grupo.

— Cala boca.

— Vem calar.

Os dois começaram uma luta de mentira, que ocasionou nos braços dela envolta do pescoço dele, ela encarou o rosto dele intensamente e recebeu o mesmo de volta. Newt se inclinou para frente, ela sorriu.

— Ainda vou me arrepender disso um dia.

Ela acordou assustada.

Vento, Ar frio. Tempestade. O cheiro da eletricidade da chuva chegou antes dela, e foi a sorte deles, pois essa chuva não era apenas água.

...

Uma descarga de um clarão branco ziguezagueou do céu e explodiu no chão bem à atras dela, atrás dela e não em cima por que alguém havia impedido.

— Stan!

O garoto havia a empurrado para frente e caído no chão, a luz forte do raio fez uma barreira entre eles. Todo era vento, explosões de luz, a poeira, o zumbido fustigante e gritos dos Clareanos. Ela quis voltar, mas Newt puxou Amelia a tempo de evitar que ela fosse pega por outro raio, com dificuldade por causa do tornozelo ele a puxou para dentro do prédio, a força. Ela provavelmente teria se metido lá fora de novo se Thomas não tivesse trazido Minho ferido, e Newt sabia, o pior pesadelo dela era que o Clareano se machucasse, mas não podia fazer muito por ele no escuro.

Ela se agarrou em Newt, ele podia escutá-la chorando baixo no peito dele, e ela podia sentir as lágrimas dele rolando para sua cabeça. Os dois dormiram desse jeito e ela só acordou pela manhã do outro dia.

— Ahhhhh — o som partiu de Minho, um gemido longo e abafado — Ah, cara. Estou uma mértila. Estou uma mértila de verdade.

— Está muito mal? — indagou Newt preocupado.

De alguma forma ela sentiu a tristeza e dor na voz dele, algo abaixo da preocupação imediata causada pelo gemido de Minho, era forte mesmo que não mais profundo que o amor dele pelo Clareano.

Em vez de responder, Minho ergueu-se bem devagar, até conseguir sentar, grunhindo e se contraindo a cada movimento, mas ele conseguiu, as pernas cruzadas à frente. 

Amelia se levantou para dar uma olhada nele. Suas roupas estavam enegrecidas e esfarrapadas. Em alguns pontos, onde se entrevia a pele, bolhas vermelhas lacerantes despontavam como ameaçadores olhos alienígenas. Mas, muito embora Amy não fosse médica, ela sabia que as queimaduras eram controláveis e iriam sarar bem rápido. A maior parte do rosto de Minho fora poupada, e ele ainda tinha o cabelo intacto, por mais imundo que se encontrasse no momento.

Ela segurou o rosto dele com gentileza, fez sinal para que Minho não se mexer, pois piorava a situação.

—  Não pode ser tão ruim se ele consegue se sentar — disse Thomas com um meio sorriso.

— Mértila pra você — Minho respondeu — Sou mais resistente do que pareço. Se a moça não tivesse mandado eu ficar quietinho eu levantava daqui e chutava o seu traseiro quente de montar em pôneis com o dobro dessa dor.

Thomas deu de ombros.

— Realmente adoro pôneis. Adoraria poder comer um agora mesmo. 

— Foi uma piada? — perguntou Minho — Thomas, o cabeção aborrecido, realmente fez uma piada?

— Acho que fez — foi a resposta de Newt.

— Sou um cara engraçado — respondeu Thomas encolhendo os ombros.

— Não apostaria minha mão nisso — Amelia respondeu.

Thomas teve que se controlar para não responder, ela deu um sorrisinho rápido. Minho já tinha perdido o interesse na conversa-fiada. Olhou ao redor, observando o restante dos Clareanos, a maioria dormindo ou deitada em silêncio, o semblante inexpressivo. 

— Quantos?

Ela não conseguiu contar, olhou para as mãos de Minho, cabisbaixa. Os garotos que ela tanto tentou proteger, que ela cuidou por tanto tempo, boa parte não estava mais ali. A dor que tomava conta do seu peito era insuportável. 

—  Somos apenas treze agora —  Newt comentou depois de algum tempo. 

Pronto. Alguém falara em voz alta.

— Então, o que... Oito morreram na tempestade? Nove? —  Minho mantinha um tom de voz totalmente distante, como se contasse quantas maçãs haviam perdido quando os fardos se desfizeram em meio à tempestade.

—  Nove —   fuzilou Newt, mostrando desaprovação quanto à atitude desdenhosa de Minho. Depois, em tom mais brando, repetiu —  Nove. A menos que alguém tenha corrido para outro prédio.

— Cara — começou Minho — Como vamos sobreviver nesta cidade com apenas treze pessoas? Deve haver centenas de Cranks neste lugar, pelo que sabemos. Milhares. E não fazemos ideia do que esperar deles!

Newt soltou um longo suspiro.

— E isso é tudo o que consegue arrancar desses seus miolos moles? E quanto às pessoas que morreram, Minho? Jack não está aqui. Nem Winston... Este não tinha chance mesmo. E... —  olhou ao redor — Não vejo Cameron, nem o Tim. Ou Archie, nem Stan…

Amelia soluçou e Newt parou instantaneamente ao perceber o que fizera. Ele não conseguiu se mexer antes dela limpar as lágrimas do rosto, o sujando mais ainda.

— Calma aí, irmão — Minho ergueu as mãos, as palmas viradas para Newt — Não pedi para ser o Líder de mértila. Quer choramingar o dia inteiro pelo que aconteceu, ótimo. Mas não é isso o que um Líder faz. Um Líder descobre aonde ir e o que fazer depois de toda a bagunça.

— Bem, acho que é por isso que você conseguiu o posto, então — disse Newt, mas depois seu semblante se abrandou — Que seja. Sério, sinto muito. Desculpe mesmo. Eu só…

Amelia o abraçou, Newt foi ficando mais calmo, ele afogou a cabeça nos braços dela como se isso fosse capaz de resolver tudo.

— Sinto muito também — Mas Minho revirou os olhos, e Thomas agradeceu que Newt não tivesse visto — Não sei como Mellie aguentou 2 anos nessa mértila.

Ela fez sinal que não fez sozinha. Apontou para Minho e Newt, e eles sabiam mesmo sem ouvir os nomes que Alby e Nick também. Lembrar de Nick deixou Newt levemente mais mal humorado.

Minho tentou se mexer e riu quando viu Amelia xingando.

— Calma, vai ter uma mértila de um ataque cardíaco assim irmã.

Aris se aproximou para conversarem sobre a chuva, mas a conversa não durou muito. Então Newt apontou para o vidro quebrado da porta, onde a luz do sol nascente resplandecia com o mesmo brilho esbranquiçado com que haviam se acostumado nos dois primeiros dias no Deserto.

—  Pelo menos acabou. Melhor começarmos a pensar no que faremos agora.

— Ahn...Você é tão insensível quanto eu— comentou Minho e recebeu um olhar censura de Amelia —  E está certo, precisamos nos mexer.

— Tem razão — concordou Thomas — É melhor resolvermos isso antes que apareça um punhado daqueles alucinados. Mas vou dizer uma coisa: precisamos comer antes. Temos de encontrar comida.

— Comida? — uma voz masculina e desconhecida disse vindo de cima. 

Amelia olhou naquela direção, exatamente como os outros fizeram. Um rosto os encarava em meio aos destroços remanescentes do terceiro andar, com traços jovens de origem hispânica, os olhos ligeiramente amendoados. Ela sentiu o corpo enrijecer, a mão pegou a navalha na trouxa sem alarde.

— Quem é você? — gritou Minho.

Então, para total descrença de todos, o homem saltou pela fenda existente ao longo dos pavimentos e caiu na frente deles. No último segundo, agachou-se na forma de uma bola humana e rolou três vezes, depois saltou e posou de pé.

— Meu nome é Jorge — falou, os braços abertos como se esperasse aplausos pela acrobacia — Sou o Crank que toma conta deste lugar.

 


Notas Finais


Gente calma com Newmy que a situação não está propícia para isso. Mas por favor, não desistam de mim! E o Deserto tem muita coisa, muita coisa, estou torcendo a toalha para escrever. Se estiver confuso, por favor, me perdoem.
Só jogo no ar: Mine New All.


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