História Maze Runner - Capítulo 14


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Categorias Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Ki-Hong Lee, The Maze Runner, Thomas Sangster, Will Poulter
Personagens Alby, Aris, Ben, Caçarola (Frypan), Chuck, Clint, Gally, Minho, Newt, Personagens Originais, Teresa, Thomas, Winston
Visualizações 224
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Segunda fase começando.. Espero que gostem, eu tenho me esforçado..

Capítulo 14 - 2-1.. Sala branca


Fanfic / Fanfiction Maze Runner - Capítulo 14 - 2-1.. Sala branca

 Eu já havia desistido de tentar adivinhar se fazia horas ou dias que eu estava dentro daquela sala, tudo ao meu redor era excessivamente branco e solitário; Quando chegamos fui imediatamente separada dos outros clareanos, após um banho acabei sendo esquecida dentro dessa sala estéril e vazia, perdendo a noção do tempo pouco a pouco e tentando desesperadamente ser ouvida por Teresa, mas nenhuma resposta vinha. 

 Pulei ao ouvir a porta se abrir e me levantei ao ver o homem entrar. Ele parecia estranhamente familiar e eu não gostei do sorrisinho vitorioso em seu rosto. 

 - Olá, Esther - disse e sua voz pareceu acender um alerta dentro de mim. 

 - Quem é você? - perguntei e isso pareceu deixa-lo surpreso. 

 - Interessante - ele sorriu de modo detestável - achei que havia lembrado de tudo. 

 Endireitei minha postura e o encarei: - Você é do C.R.U.E.L - deduzi - nunca saímos. 

 - Ora, vamos, Esther - ele debochou - você também é C.R.U.E.L, deveria saber que não conseguiriam escapar realmente. 

 - Onde estão os outros? - perguntei com raiva. 

 Ele apenas sorriu e ignorou minha pergunta: - Alguem quer falar com você - comentou olhando para a parede, eu olhei também, desconfiada e arregalei os olhos ao ver a imagem de Ava Paige. 

 - Olá, Esther - a projeção sorriu - é bom vê-la bem, apesar das circunstâncias. 

 Abri a boca chocada e olhei para o homem ao meu lado: - Isso é uma gravação? 

 - Não - foi Ava que respondeu. 

 - Eu vi você morta...

 - Foi um teatro necessário - ela afirmou - a primeira fase de testes foi um sucesso, tivemos mais sobreviventes do que o esperado. 

 Me mantive quieta, apertando os punhos para conter a raiva;

 - Você tornou as coisas muito interessante, Esther - Ava continuou - sabíamos que a ligação entre você e o seu irmão era forte, mas não imaginávamos o quanto. Você e Thomas continuaram lado a lado mesmo sem lembranças, mesmo você acreditando que seu irmão era outro, mesmo implantando Aris em suas memórias para suprir a falta do irmão gêmeo, ainda assim você escolheria Thomas no final e Thomas se arriscaria por você. 

 - Por que está falando sobre isso?

 - Você sempre acaba desviando Thomas do que queremos - ela continuou - e isso é um problema. Já que você é teimosa demais para obedecer e só sabe atrapalhar seu irmão, deverá ficar aqui longe dele. Não nos deu escolha, Esther. 

 - Eles vão querer saber de mim. 

 - Você está muito triste pela morte de seu irmão Gally - comentou cinicamente - eles vão entender, bem, nem todos realmente se importam depois do que aconteceu com Chuck. Você sabe que é valiosa, Esther, mas só para o C.R.U.E.L. Para eles nesse momento você é somente a culpada pela morte de Chuck, principalmente para Thomas. 

 - Eu sei do que realmente você tem medo, Ava - sorri sobre toda a raiva - e tem toda razão de ter, eu teria no seu lugar. Sem as lembranças Thomas esqueceu porque estava do seu lado e agora ele não precisa de mim para enxergar a verdade; Mesmo separados ainda seremos sua maior dor de cabeça. 

 - É o que veremos, Esther - ela rebateu tentando esconder sua raiva antes da sua imagem desaparecer. 

 Olhei para o homem ao meu lado que ainda sorria e revirei os olhos: - Alguma ameaça?

 - Espero que tenha ido com a minha cara, pois ela será a única que verá daqui para frente - comentou antes de sair. 

 Ele não podia estar mais errado. 

 Foi durante mais uma de minhas crises de choro chamando por Teresa desesperadamente com a mente, que o vi, o garoto de olhos claros na entrada de ar, antes mesmo que eu tivesse tempo de reagir ele desapareceu como se fosse uma alucinação. 

 Na sala vazia eu me deitei abaixo da entrada de ar, tendo como passa tempo esperar que ele voltasse, não havia maneira de ignorar a fome e eu já estava cansada de chorar. Eu me sentia exausta e quando finalmente fechei os olhos, eu o escutei chegando. 

 - Esther - o sussurro me fez abrir os olhos sonolenta. 

 O garoto dos olhos claros estava ali e ao seu lado estava Thomas, eu o olhei sem energia: - Tommy - disse tão baixo que duvidei que ele tivesse ouvido. 

 - Você está bem, Esther? - ele continuou parecendo preocupado. 

 Assenti fracamente: - São eles - sussurrei o mais baixo possível, eu duvidava ter ficado sem vigilância. 

 - O quê?  - ele perguntou. 

 - Precisam ir embora - continuei - Tommy, você precisa...

 A porta me interrompeu e o homem do C.R.U.E.L entrou, no mesmo momento os dois meninos se esconderam: - Falando sozinha, pequena Esther?

 - Não tenho muitas opções - resmunguei - estou com fome. 

 - Infelizmente, só vai receber comida quando ela permitir - ele disse e sorriu - você a irritou e ela não gosta disso; Eu por outro lado adoro sua coragem, sempre foi mais notável que o seu irmão. 

 - O que você quer? - perguntei impaciente. 

 - Um pouquinho de sangue - ele me mostrou uma seringa e sorriu novamente - posso?

 Revirei os olhos e ele pegou meu braço colhendo rapidamente meu sangue: - Obrigado - ele sorriu. 

 - Qual o seu nome? - perguntei. 

 - Janson - ele respondeu e então se afastou me deixando novamente sozinha. 

 Thomas reapareceu na entrada de ar com o garoto ao seu lado: - Vão - disse baixo. 

 Ainda me olhando Thomas hesitou, mas o garoto de olhos claros o puxou para ir embora. Novamente sozinha eu queria gritar, extravasar meu ódio pelo C.R.U.E.L, gritar até conseguir que Teresa me ouvisse, mas o que saiu no lugar dos gritos foi uma gargalhada amarga e dolorida:

 - Você não pode controlar a todos, Ava Paige - gritei - pode me matar se quiser, mas ele não vai desistir - fechei os olhos e completei baixinho - e para mim já é o suficiente. 


Notas Finais


Desculpem qualquer erro e até o próximo...

💋💋💋


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