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História Me ame... pelo menos um dia... - Capítulo 22


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Notas do Autor


Oiê pessoal, como prometido, eu estou trazendo mais um cap dessa fic, e ela era para ser maior, só que eu resolvi dividir ela, então eu espero que gostem boa leitura, e desculpe os erros.

Capítulo 22 - Não morra meu amor


Fanfic / Fanfiction Me ame... pelo menos um dia... - Capítulo 22 - Não morra meu amor

InuYasha já estava chegando no quarto do hospital, não cabia em si de felicidade, queria tanto poder pegar seus filhos no colo, mas um pressentimento ruim estava o atormentar, o mesmo aumenta o passo, quase correndo para chegar no quarto da amada, quando finalmente chega, ele vê Kagome pendurada no lençol, sem perder tempo, ele a tira do lençol, lágrimas já desciam dos olhos do hanyou.

- Kagome não... Por favor... Não morre agora meu amor... Por favor... Agora que eu tô te amando, que eu tô aqui... Que eu quero estar com você... Por favor Kagome, não morre, fica... Fica comigo meu amor -- o prateado olha para o corpo mole da morena -- Acorda... -- ele já em lágrimas, balançava Kagome de leve, queria que sua amada voltasse para ele, mas não era isso que ele mais desejava? Não era isso o que ele mais queria? Não era a morte dela que o deixaria feliz?

Batidas, InuYasha olha para Kagome sorrindo, seu coração ainda batia forte, ele coloca seu nariz perto de Kagome e percebe que a mesma respirava fraco, ele abraça Kagome, suspirando aliviado, seu coração estava partido por ter visto sua Kagome tentando suicídio, mas ele para e pensa, não estava ou vindo choros.

- Cadê? -- InuYasha se levanta com Kagome no colo olhando para os lados, percebendo que seus filhos não estavam no quarto, logo ele vê a certa que Kikyou escreveu para Kagome, ele lê o conteúdo se remoendo de raiva, seus filhos mortos... Por um capricho de uma mulher louca -- eu vou te achar Kikyou...

Muito longe dali, uma mulher Hanyou, de longos cabelos negros e orelhas de cabelos pretos e olhos roxos, andava pela rua com duas crianças recém nascidas dentro do carrinho, a mulher sentia um aperto no coração ao fazer isso, não queria matar as pobres crianças, como assim foi ordenada, mas a mesma tinha que o fazer, e entregar para InuYasha e Kagome os corpos das crianças, Susan olhava para as crianças, se lembrando de seus gêmeos que tivera a pouco tempo e vieram a falecer.

- Não vou matar criança nenhuma, me desculpe meus amores, mas enquanto não resolver isso que está acontecendo entre seus pais, eu vou ficar com vocês, ninguém saberá -- ela sorri, levando as crianças para o templo onde vivia, ninguém iria achar eles lá -- terei que mandar meus filhos... Para poder pelo menos ter minha paz de volta.

Inuyasha segurava Kagome, em nenhum momento havia lhe soltado, não queria soltar, sentia que se solta-se estaria a deixando fazer de novo. Clara chega no quarto de hospital, onde a amiga estava, ela olha para tudo que estava acontecendo, e vê Inuyasha chorando segurando Kagome.

- InuYasha o que ouve? -- ela se aproxima deles, mas o mesmo rosna para ela se afastar, que se afasta lentamente.

- Não quero ninguém... Ninguém perto da minha Kagome... -- ele rosna mais ainda.

De repente um casal chega no quarto, a garota se aproxima de InuYasha, ignorando totalmente os rosnados do mesmo, ela começa chorar fazendo carinho no cabelo de Kagome.

- Como InuYasha? -- a garota pergunta -- como você pode deixar ela fazer isso? -- ela olhava com raiva para o prateado, que abaixa a cabeça triste.

- Mataram Yuno e Yuki Sango... -- as Lágrimas do prateado se intensificam -- meus filhos Sango...

- Inuyasha... -- o garoto se aproxima de Inuyasha -- estamos aqui amigo, agora não vamos mais embora -- ele sorri calorosamente para o hanyou.

- Inuyasha... Me conta, o que aconteceu? -- Clara se aproxima.

- Kikyou... Ela pegou meus filhos, e disse que os mataria... E traria para gente os corpos já sem vida -- ele entrega para eles a carta de Kikyou.

- MAIS QUE FILHA DA PUTA! -- eles gritam em uníssono.

- Temos que fazer algo -- Miroku fala já pensando em uma ideia.

- Do que adianta fazer? Eu não iria conseguir matar ela, Kagome não mata nem uma mosca... Mas a si... Hump... O que posso fazer, quero proteger ela... Mas nem isso eu estou conseguindo -- ele volta a chorar e Sango o abraça por trás.

- Inu... Inu... Yasha -- Kagome abre lentamente seus olhos vendo que seu amado estava a chorar olhando para a mesma -- N-Não... Chora... -- ela sorri fraco para ele.

- Vo-Você está viva -- ele abraça ela chorando -- como eu te amo Kagome.

InuYasha pov's on:

Kagome me olhava com aqueles lindos olhos, que agora estava opaco, quero rever aquilo brilho que só ela tem, quero que ela me abrace, do jeito que só ela sabe... Mas agora, parece que não é mais a menina que eu me apaixonei.

- Clara?! -- a garota olha para mim -- leve Kagome para casa em segurança -- eu aperto Kagome em um abraço -- e por favor, não deixe ela sozinha.... Por favor -- Clara acena com a cabeça pegando a mão de Kagome.

- Vamos amiga -- ela sorri para minha Kah.

- Eu vou junto com elas InuYasha, ela também é minha amiga -- Sango fala para mim, e eu aceno para ela.

- Quanto mais gente com ela melhor -- Sango sorri e vai até Clara, ajudando ela com Kagome -- Miroku, você vai vir comigo -- ele me olha sério -- nós vamos atrás de Kikyou, dessa vez ela não vai passar -- ele sorri de canto.

- Finalmente cara -- ele põem a mão em meu ombro, mas, de repente, uma mulher, parecida comigo, entra no quarto, ela segurava duas crianças em seu colo, mas logo sinto o cheiro de sangue nas crianças.

- Inuyasha?! -- a mulher me chama, olho em seus olhos, e vejo que eram em um roxo intenso, ela chega perto de mim, me entregando as crianças já sem vida -- Kikyou e Naraku me mandaram... Sinto muito por suas crianças... -- ela me olha triste, e vejo que a mesma não fingia -- tomara que você consiga parar eles... E quando os parar, venha para esse templo -- ela me entrega um cartão, mostrando o templo da deusa Mitsunimiko -- os aguardo lá, e traga esses corpos tambem... por favor -- ela sai correndo do quarto, todos que estavam ali presentes, me olhavam confusos.

- São eles? -- Clara me olha triste, aceno com a cabeça triste, ela solta lágrimas, ficando quieta.

- Vamos para casa, quando tudo isso se resolver... -- penso melhor -- acho que depois vou naquele templo -- eu me levanto com aquelas crianças no colo -- vamos para casa resolver tudo, que é melhor.

Continua...


Notas Finais


Continua ou não?


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