História Me and Mrs. Jones - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags One-shot, Swanqueen
Visualizações 40
Palavras 3.241
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Orange, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu não sei o que tô fazendo aqui e isso é tudo oq tenho a declarar...
PS: já agradeço minha beta por me aturar!
Espero que todos aproveitem a leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


15:25. A cafeteria estava um tanto vazia naquela terça-feira de Agosto, talvez fosse pelo dia estar tão lindo e ensolarado com uma leve brisa que tornava o ar agradável. Ou talvez as pessoas só estivessem mais atarefadas hoje do que o normal, de qualquer jeito, Emma era grata pela tranquilidade do lugar.

Atrás do balcão, a loira observava as poucas pessoas que entravam e saiam da cafeteria. Os minutos pareciam se arrastar pela eternidade, os ponteiros do relógio atrás do balcão pareciam caçoar de sua ansiedade com sua lentidão. Decidiu então preparar dois cafés e separar dois cupcakes para estarem quentinhos quando fizesse sua pausa.

“Espero que não esteja dividindo esses cupcakes com nenhum namoradinho, Senhorita Swan. Eu certamente não a pago para isso.” uma voz imponente lhe chamou atenção.

“De maneira alguma, Senhora Jones. Jamais faria isso. Só estava preparando um café para a senhora e pegando o cupcake para comer na minha pausa.” afirmou cabisbaixa.

“Bom saber. Estou indo para o escritório conversar com Mallory, por favor não demore com meu café.” proferiu antes de se virar e ir para os fundos da cafeteria.

“Vocês sabem como ser convincentes.” Ruby, a outra garçonete da cafeteria, comentou com um sorriso divertido nos lábios.

“Não sei do que está falando, Ruby.” tentou conter o riso. “Vou fazer minha pausa agora e levar o café da madame, você dá conta de cuidar de tudo aqui?” indagou.

“Claro! Só não esqueça da hora como semana passada, tudo bem?” piscou sugestivamente.

“Você não presta, Ruby!” murmurou e jogou-lhe um guardanapo no rosto.

Colocando os copos de café na bandeja junto aos cupcakes, Emma se direcionou também para o fundo da loja. No entanto, ao invés de adentrar o escritório de sua chefe, abriu uma porta na lateral que continha um lance de escadas que dava no loft no andar de cima. O espaço era grande e aberto com paredes de tijolo e uma pintura branca desgastada que trazia charme, os móveis de madeira traziam conforto e o sofá de couro elegância para o ambiente. Não era comum encontrar casas que tivessem os espaços tão abertos, porém Mallory Reed e Regina Jones não eram mulheres comuns. As co-proprietárias do café eram amigas desde criança, quando se conheceram em um internato na França e viajaram o mundo juntas depois de finalizar o ensino médio.

Storybrooke era uma cidade pequenininha no Maine sem nada de interessante para fazer e Emma não conseguia entender por qual razão as duas acabaram ficando por ali, mas era grata por isso mesmo assim. Passando a tranca na porta, a loira cuidadosamente carregou a bandeja até um dos quartos localizado no fundo do loft, os dois únicos cômodos da casa que eram fechados com paredes.

“Seu café, Senhora Jones.” anunciou.

“Você é incorrigível.” repreendeu sem malícia.

“Você pode sempre tentar me corrigir.” sugeriu ao depositar a bandeja no criado-mudo e se jogar na grande cama.

“Eu com certeza continuarei tentando.”

A morena estava encostada no vidro da janela, braços cruzados que atraíam a atenção para o decote profundo de seu vestido, batom vermelho que acentuava seus lábios cheios.

Emma rolou até o outro lado da cama e se levantou de frente para a morena, seu olhar suavizando ao se aproximar e tocar-lhe o rosto. “Você está linda.” elogiou e pressionou seus lábios em um beijo. “Oi.”

“Olá, querida.” sussurrou e se aproximou para outro beijo, dessa vez mais demorado, seus lábios se abrindo para prender o lábio inferior da loira.

“Eu senti falta disso. De você.” confessou a loira, suas mãos descendo para segurar a cintura fina.

“Eu sei, eu também.”

“Como estão as coisas na sua casa? Melhoraram?” inquiriu, uma de suas mãos voltando para acariciar a pele dourada de seu rosto.

“Um pouco, sim. Killian está mais calmo e se distanciando cada vez mais.” o ar que escapou de seus lábios era pesado, sua postura tensa. “Acho que tem uma nova amante, ou talvez seja a mesma de antes, realmente não sei e não me interessa saber. Só estou feliz que ele parece ter desistido de me tocar.”

“Sou uma pessoa ruim por também estar feliz por isso? Só de pensar naquele traste bêbado te tocando, forçando você a satisfazê-lo…”

“Calma, tigresa. Você é a única que tem me tocado e a única que eu quero que me toque.” afirmou e colou seus corpos, lábios mais uma vez se encontrando, desta vez em um beijo mais firme e possessivo.

Era fatigante para ambas viver nesta situação. Querer estar com alguém sem poder, sentir o desejo de estar perto a todo tempo e estar impotente, incapaz de mudar a situação, querer simplesmente sorrir e segurar na mão da pessoa que ama e não se permitir como agora. Ver suas emoções refletidas nos olhos azul-esverdeados era mais doloroso do que senti-las.

Regina levou sua mão até as costas buscando o zíper, abrindo-o com movimentos deliberados, virando-se de costas e olhando por cima do ombro. “Me ajuda a tirar?”

Emma, obviamente, se apressou em ajudar. Seus dedos dançando sobre a pele dourada, olhos devorando cada pedaço que era exposto, lábios desejando marcar, testar, saborear aquela pele. E por qual razão deveria se controlar quando só estavam as duas ali? Então não se controlou ou hesitou, não se deteve. Suas mãos subiram pela abertura do zíper em direção aos ombros cobertos, pronta para desnudá-los. Sua boca tocava-lhe a nuca com beijos molhados e leves mordidas que iam de um lado ao outro, sempre com cuidado para não deixar marcas para trás.

“Emma.” o ar saiu falho de seus lábios.

Continuando a manter seu lábios ocupados, não deixou que suas mãos parassem o que faziam e logo os braços da morena estavam livres do vestido e seu torso exposto, revelando um sutiã push-up de lingerie preta. As mãos delicadas da loira acariciaram-lhe os lados em direção ao seu abdômen, puxando-a para um abraço que convinha toda dor e amor que sentiam naquele momento.

“Eu te amo, Regina.” assegurou em seu ouvido, aproveitando para deixar uma leve mordida no lóbulo de sua orelha.

Suas mãos subiram até a lingerie preta, cobrindo os seios e apertando até que a cabeça da morena tombasse em seu ombro. O quarto que ficava na parte de trás tinha uma incrível vista para o jardim privado dos fundos, a luz do sol da tarde banhava o espaço e as duas mulheres, fazendo suas peles reluzir com cada raio de sol. Emma se aproveitou do pescoço exposto e deu leve mordiscadas enquanto terminava de se livrar do vestido da morena.

“Amo quando usa cinta-liga.” confessou arranhando as unhas sobre o tecido em suas coxas.

Regina estremeceu toda com o tom de voz e as unhas. Emma sabia exatamente o que fazer para lhe excitar, sabia onde e como tocar para arrancar as melhores reações de seu corpo. Mesmo depois de meses ainda era fascinante tal capacidade, mas sua mente não teve tempo de continuar com a análise, pois as unhas continuaram subindo, passando por sua virilha e subindo até seus seios, arrancando um baixo gemido de seus lábios. Podia sentir seu sexo se contraindo em antecipação, o líquido quente escorrendo e molhando sua fina calcinha de renda preta.

“Não me torture assim, Em-ma. Eu te quero tanto. Estou tão molhada já.” sabia que a loira amava quando confessava tais coisas.

“É mesmo, Senhorita Mills? Talvez eu deva checar.” sugeriu com uma mordida um pouco mais forte na veia de seu pescoço.

Regina já não tinha mais tanta certeza se conseguiria se manter em pé, suas pernas começavam a fraquejar. “Vamos para cama, Emma.” sugeriu.

“Hm, não sei se quero ainda.” sorriu maliciosa ao deixar sua mão cobrir-lhe o sexo e sentir o tecido úmido, colocando só um pouco de pressão para sentir a morena buscar mais contato. “Gosto tanto da cor de sua pele no sol.” murmurou dando pequenos passos para frente, forçando a outra mulher a andar também.

Pararam de frente a enorme janela. Emma levou as mãos de Regina até o peitoril da janela para que se apoiasse e isso obrigou seu corpo a se curvar um pouco. Emma manteve-se colada ao corpo da morena, sua pélvis agora em contato com a deliciosa bunda da mais velha, precisou se concentrar totalmente para não começar a se esfregar nela para ganhar um pouco de alívio. Afastando o curto cabelo negro, permitiu-se saborear a pele exposta, seus lábios tocando-lhe os ombros, nuca e costas. Uma mão foi em direção ao fecho do sutiã enquanto a outra desceu novamente para o meio das pernas, dessa vez adentrando o tecido e entrando em contato direto com o sexo molhado e quente.

“Droga, Gina! É tão gostoso te tocar assim.” grunhiu as palavras, seus dedos se lambuzando no líquido, pressionando levemente toda a região inchada.

“Eu quero seus dedos dentro de mim, Em-ma. Agora.” sua voz falhou ao final, porém a mensagem foi recebida claramente.

Primeiro sentiu um único dígito lhe penetrar totalmente, um suspiro escapando seus lábios com o movimento vagaroso de vai e vem dentro si. Ainda não era o que queria, mas o suficiente para diminuir seu desespero. Logo seu quadril seguia o mesmo movimento do dígito, sua cabeça caída para frente, olhos fechados, concentrada nas sensações. Se alguém olhasse de fora, certamente diria que estava presenciando uma das cenas mais eróticas de suas vidas.

O desespero voltou a tona quando aquele único dedo saiu de dentro de si, o vazio mais uma vez tomando conta.

“Emma…” resmungou em frustração.

“Calma, meu amor, só quero sentir seu gosto.” em instantes o dedo lambuzado era capturado por seus lábios. “Seu gosto é tão bom, Gina. Quero mais.”

Afastando-se alguns centímetros, Emma desabotoou a camisa branca do uniforme e jogou sobre a cama, depois abriu o zíper e tirou sua saia preta, permanecendo apenas em sua lingerie branca. Suas mãos logo voltaram para as pernas de sua amada, tocando cada pedacinho de pele enquanto sua boca plantava beijos em suas costas, descendo por sua coluna lentamente.

“Emma.” rosnou.

“Tenha paciência, minha rainha.” mordeu os dois lados de sua bunda.

A posição que estava prestes a ficar não seria a mais confortável e não demoraria muito para causar dor, no entanto, Regina já se encontrava mais do que pronta e não demoraria muito para chegar ao orgasmo.

“Espero que esteja pronta, Gina.” avisou ao se ajoelhar, retirando a calcinha da morena, abrindo-lhe mais as pernas e passando seu corpo para a parte da frente.

Respirando fundo, direcionou seu olhar para o da morena que permanecia focado em seus movimentos, o castanho havia dado lugar para o hipnotizante âmbar. Sem quebrar o olhar, se inclinou para frente e passou a língua por toda extensão do sexo quente, sentindo o sabor agridoce explodir em seu palato.

Regina gemeu alto e fechou os olhos por alguns segundos, seu quadril indo de encontro da língua ágil lhe dando prazer.

"Em-ma." exalou o nome.

A loira por sua vez focou em sua tarefa, usando uma de suas mãos para levar dois dedos à entrada da morena, circulando ao redor e se deleitando com os sons que causava. Com a certeza de que seus dedos estavam devidamente lubrificados, penetrou a morena pacientemente, aproveitando a sensação de contração ao redor de seus dígitos e como o canal apertado parecia sugar seus dedos para dentro desesperadamente.

Seus movimentos se aceleraram de maneira gradual, seus dedos se curvando em cada entrada, tocando brevemente o ponto que levava a morena ao extremo de seu prazer, dando um gostinho do que estava prestes a sentir.

Regina estava na beira do precipício, seu corpo todo focado nas sensações percorrendo cada sinapse e nervo que tinha, sua pele já febril parecia apenas aumentar de temperatura quanto mais perto se aproximava do clímax, seu quadril freneticamente rebolando nos dedos e língua colados em seu sexo, pernas trêmulas, prontas para ceder quando finalmente atingisse o ápice. Era uma construção meticulosa que Emma fazia em seu corpo, uma série de composições torturantes que culminava em uma explosão extasiante, deixando seu corpo e mente em um estado impecável de relaxamento.

Antes que pudesse implorar para que a loira terminasse com essa tortura, sentiu a mudança nos movimentos que logo foi seguida pela mudança em seu próprio corpo. Ambas sentiram os músculos tencionando, os movimentos se tornando descoordenados e rápidos e sabiam exatamente o que aconteceria em uma questão de segundos. Emma não perdeu tempo, percebendo seus dedos serem apertados com mais força e frequência, deixou-os dentro da morena, pressionando e fazendo círculos precisamente onde mais causava prazer, sua boca envolveu o clitóris rosado e inchado, fechando-se ao redor do nervo e alternando em chupar vigorosamente e circulá-lo com sua língua.

O corpo de Regina se contraiu fortemente, travando naquela posição por alguns segundos. Sua boca se abriu, porém o grito nunca veio. Pequenos espasmos lhe acometeram e logo suas pernas cederem, não sendo mais capaz de suportar o peso do próprio corpo. Emma foi rápida o suficiente em parar todos os movimentos e suportar todo o peso da morena durante a queda, terminando com um corpo quente repousando sobre suas coxas.

O abraço no qual se encontravam era reconfortante e quente, suas respirações aceleradas lentamente se normalizaram como uma única, seus corações batendo no mesmo ritmo e sintonia.

"Você é boa demais nisso." murmurou a mais velha, seu rosto escondido no ombro da outra.

"Só com você." confessou sem querer quebrar o momento.

"Não acho que eu consiga me levantar nesse exato momento. Não estou machucando você, estou?"

"Não. Eu dou conta." afundou o nariz nas madeixas escuras, aspirando o aroma de flores, suas mãos acariciando as costas nuas de sua parceira.

"Acho que você me quebrou." depositou um beijo no ombro exposto e afastou o rosto, oferecendo-lhe um sorriso. 

"Nada que não possa ser consertado, espero."

Compartilharam de um beijo lento e sensual que poderia ter durado por longos minutos, não fosse Emma começar a se mexer em desconforto.

"Você dá conta, não é?" riu.

"Claro que dou conta!" para provar seu ponto, envolveu as pernas da morena em sua cintura e cuidadosamente se levantou, segurando-a em seu colo.

"Amo quando usa força dessa maneira, me dá um tesão." mordeu o lóbulo de sua orelha e esfregou seu sexo já molhado na barriga da loira.

"Gina." grunhiu em excitação, corpo aquecendo novamente em questão de segundos. "Não sei se temos tempo para mais." olhou para o relógio no criado-mudo.

"Se pelo menos você pudesse pedir a sua chefe para estender sua pausa…" ergueu uma das sobrancelhas.

"Ruby não vai deixar essa passar." murmurou e jogou a morena na cama.

"Ruby deveria cuidar da própria vida." puxou a loira para a cama. "Agora, vamos focar em coisas mais importantes."

Seus lábios colidiram em um beijo faminto e apressado como se não pudessem saciar o desejo pela outra. Regina logo tratou de se livrar do sutiã da loira, jogando para fora da cama e cobrindo os seios expostos com suas mãos.

A loira interrompeu o beijo para respirar, pequenos suspiros escapando de seus lábios com a massagem em seus seios. Um som indecifrável escapou de sua garganta quando a boca macia se fechou ao redor de seu mamilo e sugou. Suas mãos se afundaram nos fios negros, segurando a outra mulher na posição.

Regina alternou entre os dois seios por alguns minutos, mordendo, chupando e marcando a pele alva e os mamilos sensíveis; Emma não tinha de quem esconder as marcas.

"Deliciosa." suspirou deixando uma última mordida no topo de seu seio direito.

Então, sem enrolação, a morena empurrou Emma até que estivesse deitada, seus cabelos loiros espalhados sobre o travesseiro branco e retirou-lhe a calcinha.

"Está pronta?" A loira acenou.

Trocando um último beijo, Regina passou uma das pernas sobre a cabeça da mais nova, deixando-a ajustar seu corpo para que estivesse na posição correta, então debruçou-se sobre ela e apoiou-se em seus cotovelos.

Emma foi a primeira a arrancar um gemido, abocanhando, faminta, o sexo da morena novamente, sedenta por mais.

"Emma" gemeu, "vai com calma." pediu sabendo que não duraria muito se continuasse naquela velocidade.

Ao sentir a risada contra sua intimidade, se revoltou e atacou o sexo da loira com ferocidade, chupando o clitóris desesperadamente. Com um pouco de dificuldade se apoiou em apenas um cotovelo e penetrou a loira com dois dedos sem nenhum problema, de tão molhada que estava. Logo o ato se tornou uma competição para ver quem faria a outra gozar primeiro e em meio a risos e gemidos, Emma foi capaz de levar Regina ao ápice do precipício primeiro, se deleitando nos espasmos e na respiração pesada sobre seu sexo quente, as marcas vermelhas superficiais mostrando como havia ganhado esta rodada, o contorno de suas mãos bem visíveis na bunda da morena.

No entanto, Regina não se deu por vencida. E, ao recuperar seu fôlego, voltou a atacar o sexo da loira, pressionando em círculos o ponto G da mais nova ao mesmo tempo que circulava e pressionava-lhe o clitóris. Não demorou muito para sentir unhas cravando em sua bunda e o corpo quente abaixo do seu tremendo em um orgasmo avassalador, a essência da loira escorrendo por seus dedos e o grito de prazer sendo abafado contra sua coxa.

Quando Emma se acalmou, rolou para o lado e se deixou cair sobre a cama, levando os dedos para a boca e limpando toda a essência da loira.

"Isso foi intenso." a mais nova murmurou com fôlego recuperado.

"Uhum."

Ficaram em silêncio por vários minutos, seus corpos banhados pelo sol da tarde, suas mãos entrelaçadas para manter contato.

"Killian quer um filho legítimo." quebrou o silêncio inesperadamente.

"Como é?! Achei que ele estava tranquilo com a amante?"

"Sim, ele está. Mas em sua última carta ele mencionou o desejo por um filho. Você sabe como as coisas funcionam, ele precisa de um herdeiro." revirou os olhos exasperada.

Emma sentou-se na cama para observar a morena.

"Vou falar com meu pai e dizer para ele adiantar as coisas. Quando Killian volta de viagem?" a preocupação era evidente em sua voz, Killian tinha a mania de ser um tanto violento em seus atos.

"No próximo mês. Aparentemente surgiu uma nova oportunidade de negócio que não pode deixar passar."

"Um mês. É um prazo apertado, não sei se conseguiremos, mas eu vou fazer de tudo para sairmos daqui antes da volta dele." assegurou-a.

"Você tem certeza disso, Emma? Certeza que ele não nos achará, de que seremos aceitas neste lugar que você tanto fala?" sentou-se também e se aproximou da loira.

"Eu tenho certeza, Regina." segurou seu rosto, seus olhos fixados nos dela.

"Estou com medo, Emma." admitiu em um sussurro, voz trêmula.

"Não se preocupe, eu estou aqui. E enquanto o dia de nossa partida não chegar, sempre teremos o amanhã, no mesmo lugar e no mesmo horário." sorriu carinhosamente.

"Amanhã me parece aceitável. Por enquanto."

"Por enquanto."

"Agora vamos levantar e sair daqui antes que Ruby e Mallory mandem uma equipe de resgate. Temos coisas a fazer." tocou-lhe os lábios rapidamente em um selinho e se levantou, piscando rapidamente para conter as lágrimas. Sempre teriam o amanhã.


Notas Finais


Qm gostou favorita, comenta, espalhe a fic - ou não. Enfim, sintam-se à vontade pessoinhas e todo meu amor pra vcs que separaram um minutinho para ler até o fim isso aqui! <3 <3


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