História Me and the Devil - Capítulo 19


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Naruto, Romance, Sasusaku, Terror
Visualizações 281
Palavras 1.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


SURPRESAAAAAAA! Resolvi postar dois capítulos na mesma noite para alegra-los :)
Beijos e boa noite a todos ;)

Capítulo 19 - Seus Segredos Mais Profundos. Part 2.


Fanfic / Fanfiction Me and the Devil - Capítulo 19 - Seus Segredos Mais Profundos. Part 2.

-O primeiro estupro ocorreu quando eu ainda era bem novo eu não me lembro direito, só sei que ela viu, eu estava ali pedindo ajuda e ela não se importava, ela apenas me olhou, deu mais um gole em sua cerveja, aumentou a tv e olhou para a mesma enquanto eu chorava e implorava para que ela me ajudasse, que tipo de pais eu tinha? Eu sempre tive inveja das outras crianças, nunca tive um brinquedo decente sempre tinha que me virar de alguma forma, o único que sempre me ajudou e evitou que muitas coisas acontecessem foi Itachi. Mais quando meu pai o expulsou de casa, senti meu mundo desmoronar, eu não sabia que tipo de coisas ruins aconteceriam a partir daquele momento.

Depois que Itachi  foi embora, nosso pai colocou grades em todas as portas e janelas, e então eu comecei a viver como um prisioneiro, eu nunca podia sair, nunca podia ir para fora, e para evitar que o conselho tutelar batesse em nossa porta, nos mudamos para o meio do nada, um lugar horrível, onde uma casa era muito distante da outra, era todo o dia uma surra por motivos banais, me olhar no espelho era algo horrível, minha aparência já não era mais a mesma, eu era infeliz e tudo o que eu queria fazer era morrer, mais nem me suicidar eu podia, vivia preso em um quarto, um quarto onde não havia nada, nem mesmo um lençol para que eu pudesse cobrir meu corpo, nas noites de inverno o meu corpo se enchia de queimaduras por conta do frio excessivo, eu não sei como sobrevivi a todos aqueles invernos rigorosos, sempre perguntava a deus até quando tudo aquilo continuaria, eu já não tinha forças para continuar.

Até que um dia meu pai se embebedou demais e veio atrás de mim, eu devia estar nos meus 15 anos, eu não sei ao certo porque dentro daquela maldita casa eu não tinha noção do tempo. Ele destrancou a porta e entrou, meu coração disparou quando o vi tirando a calça, rapidamente criei forças e coragem, eu nem sei de onde e assim que ele se aproximou de mim eu o empurrei contra a parede e fiz com que ele batesse a cabeça, rapidamente corri para fora do quarto e fui para a cozinha, eu senti que naquele momento ainda havia esperança para mim, abri a gaveta e peguei uma faca, tinha medo de que ele viesse atrás de mim, corri em direção a sala e peguei a chave que estava pendurada em um prego próximo a porta.

 

-SASUKE! Ele gritou com todo o seu ódio.

 

Me virei assustado, ele por sua vez veio para cima de mim e eu não hesitei em mata-lo, foram 205 facadas, o matei, eu o matei. Eu esfaqueava ele enquanto lembrava de tudo o que ele havia me feito passar.

 

Depois de ler isso eu não sabia o que pensar, eu estava diante de um cara que havia matado o próprio pai para sobreviver, rapidamente mudei de página.

 

Quando olhei para o corpo dele, ali cheio de buracos e sem vida, respirei fundo e calmamente abri a porta e as grades que me prendiam, em seguida sair correndo dali sem nem ao menos olhar para trás, eu me sentia maravilhoso porque finalmente estava livre, havia me libertado de todos esses malditos anos de abuso, agora tudo o que eu precisava era ir atrás de Itachi. Me lembro de ter corrido até achar uma velha estrada de terra, eu nem me importei de estar completamente sujo de sangue, naquele momento eu não me importava com nada, logo vi um carro se aproximando e parando ao meu lado.

 

O vidro do carro se abaixou lentamente e então ela disse: -Está perdido.

 

Parei e a olhei, eu me assustei quando a vi, me assustei com o tamanho de sua beleza, ela era linda, seus olhos castanhos me enfeitiçaram quase que de imediato, e seu rosto angelical me deixou hipnotizado.

 

-Não estou perdido. Disse a ela.

 

-Sangue? Perguntou ela.

 

-E o sangue do meu pai.

 

-O matou? Perguntou ela ao sorrir.

 

-Sim.

 

-Hum, bom se quiser uma carona.... Sabe esse carro e roubado então, acho que um criminoso pode ajudar o outro não acha?

 

Dei um breve sorriso e então entrei no carro dela, eu sei que está errado agir assim, mais naquele momento ela era a pessoa mais confiável que havia aparecido em minha vida. Dirigimos sem rumo por quase uma semana até que chegamos em uma cidadezinha do interior, ela achou melhor parar porque nós não tínhamos dormido quase nada e eu nem podia ajuda-la já que não sabia dirigir na época.

Era ótimo estar com ela, nos sempre dormíamos na parte de trás da caminhonete, dormíamos olhando para o céu, era algo maravilhoso e tê-la em meus braços era ainda melhor, era ótimo sentir o sabor de seu beijo e o seu corpo nu junto ao meu, essa e uma das melhores lembranças que tive. Uma noite ela me contou o porquê fugiu de casa, ela disse que era porque o seu padrasto estava a estuprando, ela disse que havia contado para sua mãe, mais ela não acreditava que ele poderia fazer tal coisa, acho que isso nos deixou mais e mais conectados.... Posso dizer que ela foi o meu primeiro amor, ela foi a primeira que fez o meu coração disparar, as minhas pernas ficarem bambas e sempre que eu estava com ela um sorriso bobo aparecia no meu rosto, tínhamos os mesmos ideais.

 Mais tudo mudou quando fomos presos, eu acabei assumindo toda a culpa, assumindo a culpa dos dois assassinatos, eu não queria que ela fosse para na cadeia, mais ela acabou indo junto comigo como cúmplice do assassinato do padrasto dela e cúmplice do assassinato do meu pai.

Quando nos vimos no julgamento, ela disse que me amava e que independente do que acontecesse ela continuaria me amando.

 

Assim que terminei de ler isso Sasuke se mexeu, rapidamente fechei aquele “Livro”, coloquei o mesmo no mesmo lugar e corri em direção a cama, lá estava eu deitada novamente com os olhos vidrados naquele livro, voltei meus olhos para Sasuke e mordi os lábios de leve.



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