História Me Apaixonei Por Um Youtuber! - Felipe Neto - Capítulo 17


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto
Tags Felipe, Felipe Neto, Luccas, Luccas Neto, Rio De Janeiro, Vai Logo Ler A Fic, Youtuber
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É HOT Q VCS QUEREM SEUS SAFRADOS?!?!
ENTÃO TOMA HOT!!



dia 10 foi meu niver, ent Parabéns pra mim :')

(dsclp qualquer erro de português)

Espero que gostem...
Fiquem com o Cap!

Capítulo 17 - Especial 2 - 3


Fanfic / Fanfiction Me Apaixonei Por Um Youtuber! - Felipe Neto - Capítulo 17 - Especial 2 - 3

P.O.V Júlia

- Felipe, aconteceu tanta coisa que no fim, acabou que nem tomamos banho. - Falo me espreguiçando, meio cansada, sentando-me na cama.

- É verdade amor... Tu queres tomar banho agora? - Felipe fala sentando-se ao meu lado.

- Só se for contigo. - Falo e o beijo de surpresa, ele se assusta um pouco com o beijo, mas não recusa.

Ele aperta minha cintura, e por pouco ele não coloca as mãos sobre meus machucados.

Minhas mãos bagunçavam seus cabelos, enquanto as suas passavam por minha cintura.

A falta de ar chega e nos separamos.

- Parece que perdeste toda aquela vergonha... - Felipe diz com seu rosto ainda próximo ao meu.

- Agora que sei que Guilherme está preso, fico um pouco mais calma... Me sinto um pouco melhor... - Digo e vejo que ele sorri.

- Que bom, amor... Fico feliz que esteja melhorando... - Felipe fala sorrindo e me abraça.

- Também estou feliz! - Dou um grande sorriso e o beijo.

- Então... Eu posso tomar banho com você? - Felipe diz e eu concordo tímida.

- FELIPEEEE!! VEM AQUI!!!! - Luccas grita... Ou melhor, berra da sala, e Felipe revira os olhos.

- Vou ir ver o que ele quer, tudo bem? - Ele diz e afirmo. - Vai tomando seu banho que eu já subo, e agora não precisamos ficar com medo de que nada aconteça... - Ele sorri fraco e eu dou uma leve risada. Dou-lhe um selinho e ele fecha a porta do quarto, descendo até o Luccas (N/A: Felipe descendo até o Luccas? LuLipe Forever q).

Vou até o banheiro, coloco "Fake Love" para tocar em meu celular, tiro minha roupa e entro no box, assim, ligando o chuveiro, e fico de costas para o box (pois o chuveiro fica na parede de frente com o box)(N/A: Meu Deus, quanto box).

Obviamente não iria mais lavar o cabelo, até porquê, olha a hora, né?! Amanhã eu lavo.

Limpo o sangue que acabou ficando em meus machucados, pois na correria, não deu para limpar direito.

Eles estavam ardendo, e não era pouco...

Finalmente termino de limpá-los, e então, termino de tomar meu banho.

A água apenas escorria pelo meu corpo...

E calmamente caia no chão...

Aproveitei para colocar meus pensamentos em ordem...

E novamente me vem a pergunta:

Como Guilherme soube que eu havia o denunciado?

Só é possível ele saber se alguém contou.

Mas se for para descobrir, eu vou descobrir...

Acho melhor apenas esperar....

E nisso que eu fiquei "viajando" em meus pensamentos, já se passaram várias músicas, e agora está na "Photograph", do Ed Sheeran, ou melhor dizendo, do Edinho. Esta música é muito linda...

Fico pensando em nada, apenas sentindo a água em meu corpo, e a música acaba, assim, tocando novamente, pois eu sempre deixo pra ela tocar umas 3... 4 vezes. Justamente por causa da letra dela ser linda.

Cada pedaço da música me fazia lembrar de algum momento meu com o Felipe...

Lembrei desde os momentos bons... Até os mais difíceis...

Lembrei de quando nos conhecemos...

E até mesmo de quando ele me salvou daquele estuprador, perto da porta do shopping. Só de pensar, já fico com raiva.

Lembrei também do momento em que provei a coxinha dos Irmãos Neto, rsrs...

E quando lembro disso, olho para minha barriga e percebo que estou muito gorda... (N/A: Óbvio que não tá, mas vocês sabem como nós mulheres somos)

- Meu Deus, eu to muito gorda... Meu corpo está um horror... - Falei com a parede e dei uma leve risada.

- Pra mim o seu corpo é perfeito... - Uma voz calma e leve soa em meu ouvido, e logo depois sinto leves beijos sendo depositados em meu pescoço, coro de leve por saber quem é e por estar nua na frente desta pessoa, e por conta da música, eu não percebi ele entrar no banheiro.

Suas mãos passam por minha cintura, e eu, por mais que estivesse envergonhada, tentei ao máximo "me soltar".

Puis minhas mãos por cima das suas, que ainda estavam em minha cintura, e fiquei as olhando.

Ele continuava os beijos em meu pescoço, até que eu coloco minha mão em seu rosto, e o puxo para um beijo.

No momento em que começamos o beijo, ele me vira, assim, fazendo-me ficar frente a frente com ele.

A água caía sobre nossos corpos...

Cada segundo que se passava, fazia eu me sentir um pouco mais confortável com o momento...

Sei que Felipe não faz nada que eu não queira. E eu admiro muito isso nele.

O que sinto por ele realmente é paixão, diferente do que eu sentia pelo Guilherme... As vezes eu queria ter o poder de poder apagar ele da minha memória, mas infelizmente isto não é possível...

O que importa é daqui pra frente.

O que importa é que agora eu realmente encontrei alguém que me ama e alguém que eu realmente tenho paixão.

Felipe me prensa na parede (claro, sem me machucar ou algo do gênero, respeitando meus limites), dando leves chupões em meu pescoço, e eu gemia bem baixo, acho que agora eu sei o porque do som daqui de dentro do banheiro ser quase inescutável lá de fora...

Ele aperta minha cintura, descendo um pouco as mãos, indo com elas até as coxas.

Ele me segura, fazendo-me com que eu entrelasse minhas pernas em sua cintura, enquanto ele me segura pela cintura, ainda me prensando na parede.

- Vamos terminar isso na cama... Tudo bem...? - Felipe sussurra com uma voz muito prazerosa em meu ouvido, e eu apenas concordo, meio tímida com a situação.

Ele continua a me beijar, assim, saindo do banheiro, comigo em seu colo, e me leva pro quarto, me deitando na cama e ficando por cima de mim.

Ele vai dando levez chupões em meu pescoço, e vai os descendo, até chegar em meus seios.

Ele os massageava, dando algum chupões em volta do bico deles, e eu gemia seu nome baixo.

Eu nunca pensei que conseguiria transar com alguém novamente, depois de tudo o que Guilherme me fez passar...

Mas o que importa é que consigo.

Mas enfim, voltando a narrar o Hot...

Ele descia cada vez mais com os beijos, chupões e lambidas.

Até que sinto ele lambendo em baixo de mim.

Estou com muita vergonha da situação, tenho que admitir. Mas não importa.

Ele enfiava a língua dentro de mim, e eu apenas gemia cada vez mais alto seu nome, porém, numa altura que ninguém escutasse.

- Hmm... F-Felipe... - Eu gemia e ele enfiava a língua em mim.

Ele consegue fazer isto de uma forma safada e ao mesmo tempo romântica.

Acabo não aguentando e gozando em sua boca, e o mesmo engole tudo e sobe, voltando a me beijar.

Arranho suas costas, enquanto gemia seu nome baixinho.

- Podemos inverter as posições...? - Felipe sussurra em meu ouvido, e eu apenas concordo. Eu estava "amando" tudo aquilo. Estava amando este carinho que ele tem por mim, até mesmo em um momento que ele estava esperando e muito para acontecer... Mas ele não se desesperou em nenhum momento, muito pelo contrário, ele apenas fazia as coisas em meu momento, e se eu não quisesse fazer tal coisa, ele respeitava, e não fazia...

Mas enfim, voltando...

Concordo e Felipe faz-me ficar por cima do mesmo, enquanto ele passava as mãos por minha cintura, descendo-as até minha coxas e bunda (N/A: Felipe safrado... q 7u7).

Fico um pouco sem graça com ele passando as mãos em minha bunda, mas já fiz tanta coisa com Felipe neste momento juntos que apenas esta passada de mão não vai me entimidar tanto assim... Né?

P.O.V Felipe

Nem estou acreditando que estou tendo este momento com a Júlia...

Mas não estou falando isso do ponto de vista "machista".

Não, não é isso. Muito pelo contrário. Eu tento sempre pensar da "visão" da Juh.

Poder ter este momento com ela, é uma vitória para a mesma.

E não, não estou falando isso como se ela fosse "sortuda" de transar comigo. Parem de entender as coisas de outra forma, gente.

Estou falando que: pra quem foi estuprada, (pois aquilo que Guilherme fez com ela realmente pode ser considerado um estupro) agora estar aqui, transando, tecnicamente é uma batalha vencida, dependendo de seu ponto de vista.

Fico feliz que ela tenha superado uma barreira de sua vida.

Mas voltando a narrar o Lemon, pois sei que é isso que vocês querem ler...

Durante o beijo, meu lado safado faz com que minha mão "escorregue" em sua bunda, e eu consigo perceber que ela fica meio sem jeito, porém, logo depois, se acostumando.

Ela vai descendo os beijos cada vez mais, até chegar em meu pau.

Ela deposita vários selinhos em volta dele, e isso só fazia com que eu ficasse com mais desejo.

Não quero que meu lado safado e ativo tome conta de mim, pois não quero descontar nada nela.

Seguro nos lençóis da cama com uma força que nem eu sabia que tinha.

Júlia olha pra cima, meio envergonhada mas ao mesmo tempo, maliciosa.

Ela sobe rapidamente e sussurra em meu ouvido:

- Posso te chupar...? - Ela diz de uma maneira sexy, e eu concordo com a cabeça, com os olhos semicerrados.

Porra Deus, e eu achando que sua cria era tímida e inocente.

Tímida eu tenho que concordar, agora, inocente...

Ela desce novamente, pegando em meu membro, e começa a passar suas mãos levemente sobre ele...

Puta que o pariu, até nisso ela é delicada...

Ela começa com calmos movimentos de vai e vem, me animando cada vez mais.

Daqui a pouco vou me satisfazer nas mãos dela, e ela nem me chupou (não levem isso de uma forma machista, ja falei que não estou falando nesse sentido).

- J-Juh... Por q-quê gostas de ver eu desta forma? - Falo gemendo, e ela para o que está fazendo, subindo igual antes e sussurrando em meu ouvido:

- Assim como Feh...? Me diz... - Ela sussurra de um jeito sexy, obviamente querendo me provocar.

- Emplorando por sexo... - Falo ainda gemendo, e ela sorri maliciosa.

- É isto que tu queres...? - Ela fala lambendo só a cabecinha de meu membro.

- Isso... Ahh... - Digo sem mais forças me segurar, apenas me soltando aos poucos aos gemidos.

- Não seja por isso... - Ela diz já chupando boa parte dele, e eu arqueio as costas, ainda deitado na cama, puxando os lençóis e me segurando para meus gemidos não serem muito altos.

- M-Mais rápido Juh... P-Por... Favor... - Peço com dificuldade, gemendo cada vez mais e mais.

- Seu pedido é uma ordem... - Ela fala com um pouco de dificuldade, pois ainda estava com a boca em meu membro.

Puta que o pariu mano, cadê aquela garota tímida de... 20 minutos atrás?

Ela me chupa mais rápido, e eu sinto o pré-gozo vindo...

Acabo o soltando, e Júlia lambe meu membro, o "limpando".

E não demora muito para eu gozar de vez, e Júlia engole com certa dificuldade, pois acabei gozando muito...

A mesma sobe, e como estava cansada (pois juntou o cansaço do dia, mais o da transa...), ela "deita" em cima de mim, com sua cabeca deitada em meu peito, virada para o lado, suas mãos apoiadas nele também, e suas pernas dobradas uma de cada lado de minha cintura.

- Eu... Estou pronta. - Ela sussurra em meu ouvido, desta vez, sem ser de uma forma sexy, e sim, de uma forma normal, meio tímida, e entre longos suspiros de cansaço.

- Pronta pro quê? - Finjo não entender o que ela fala, e ela fica levemente corada. Ela não estava me provocando? Vou provocá-la também!

- Eu... Eu não sei como explicar... - Ela diz envergonhada e sai de cima de mim, se deitando ao meu lado.

- Não precisa explicar, amor... Eu já entendi... - Falo me virando em sua direção, não aguentei zuá-la. - Mas você tem certeza disto? - Pergunto, pois até porque não quero que ela se sinta "forçada" ou algo do tipo, em fazer isto.

- Tenho... Só por favor... Pega leve... - Ela pede envergonhada, e eu apenas concordo.

Troco de lugar com ela e pego uma camisinha que havia guardada em meu criado mudo (não me perguntem como isso veio parar aqui) (N/A: 7u7...), até porquê não estou pronto pra ser pai agora.

Coloco ela e quando olho para Júlia, ela está olhando pro lado, totalmente corada. Obviamente estava com vergonha por estar naquela posição em minha frente.

- Se eu machucar, ou qiser parar, é só falar... Ok? - Pergunto e ela afirma. Dou-lhe um beijo e volto para a posição.

Me posiciono em sua entrada e começo a penetrá-la bem de leve, só com a cabecinha.

Ela solta uns gemidos bem baixos e meio abafados. A todo momento ela evita contato visual comigo.

Vou a penetrando um pouco mais, tentando acostumá-la com a situação.

Faço movimentos bem devagares, calmos e leves, pois não quero a machucar.

- M-Mais rápido Feh... - Ela geme bem pouco no começo da frase, e eu aumento um pouco mais a velocidade.

Estou sendo extremamente delicado com ela, tenho muito medo de a machucar, até porquê se Guilherme fez aquilo com l útero da mesma, provavelmente ele ainda está um pouco machucado ou algo do gênero.

Ela solta mais gemidos do que antes, e percebo que são gemidos de prazer, e não de dor...

Vou a acostumando, até que solto um gemido baixo, mas auditivo.

Fico mais um tempo naquilo, até que Júlia me pede pra ir mais rápido.

- T-Tem certeza...? - Gemo no começo da frase, mas deu para entender o que eu disse. A mesma concorda com a cabeça, olhando para o lado, envergonhada.

Aumento a velocidade, desta vez, a penetrando totalmente. A mesma solta um longo e auto gemido prazeroso. E dei graças a Deus por não ser um gemido de dor.

Continuo na mesma velocidade, porém, mais rápido que antes (até porquê ela pediu para ir mais rápido).

Sinto eu ir até meu extremo, e acabo gozando na camisinha.

Saio de dentro dela e tiro a camisinha toda melada de mim.

Deito ao seu lado cansado e ofegante, e a mesma está no mesmo estado que eu.

Ela está com olhos fechado e ofegante.

Fecho meus olhos, apenas sentindo nossas respirações pesadas passando um no outro.

A puxo para um beijo calmo, colocando uma de minhas mãos em sua cintura.

A mesma retribui o beijo, suada e corada.

Nos separamos do beijo e dormimos neste mesmo estado.

Estávamos muito cansados para trocar de roupa ou tomar banho novamente. Foi um dia longo e cansativo para nós dois, ainda mais depois do que aconteceu umas horas atrás e o que houve agora...


Notas Finais




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