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História Me before you - Capítulo 9


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Notas do Autor


Desculpa o atraso gente, estou com problemas de internet. Espero que gostem, próximo cap vai ser hot.

Capítulo 9 - Capítulo 09


- Eu não vou pra Santini! - eu disse enquanto descia as escadas da frente do restaurante.

- Como assim non vai? São só duas semanas, e você é minha chef esqueceu? Pelo nosso contrato eu posso levar você para qualquer viajem. - ele disse atras de mim.


Apesar dele ter razão, eu estava com raiva. A a verdade é que eu não podia passar duas semanas com ele, íamos para um paraíso romântico e isso não ajudaria em nada no fim que eu queria e precisava colocar. Me assustava a ideia de que essa "paixonite" por Claude estivesse virando amor, principalmente por que eu sabia que não era a mesma coisa para ele, no máximo eu seria um caso passageiro de verão, que logo ele ficaria enjoado de mim e procuraria outra pessoa.


Sabia que ele tinha o direito de me levar para aonde quisesse, e que para ele aquela minha raiva era desnecessária e sem razão, mas eu estava em conflito, estava com raiva. Eu não sabia mais o que fazer, tudo me levava para ele. Parei de andar quando cheguei na beira da rua, fiquei esperando por Rodrigo com o carro em silêncio, enquanto claude me olhava por cima do ombro, seu rosto estava fechado e talvez estivesse com raiva de minha reação.


Entramos no carro e cada um ficou em um canto da janela. Eu sabia que precisava decidir de vez como lidar com isso, mas ainda sim era muito. Levei anos de minha vida dando ouvidos a razão e me protegendo de decepções, mas com o Claude era diferente, ele abalava todas essas proteções, abalava absolutamente tudo em mim. Eu já estava perdida completamente em meus pensamento quando ele me encarou.

- Non entendo o por que de está assim?

- me virei e o encarei - Eu não acho que essa viajem seja uma boa ideia, na Grécia existem ótimas cozinheiras.

- Décor, mas nenhuma delas é você! Eu quero que você venha comigo!

- Por que? Por que você faz tanta questão que eu vá? - perguntei com a voz um pouco alterada.


Os olhos dele faiscavam, seus corpo explodia em uma combinação de raiva e desejo, sim! Era desejo também, e eu soube disso quando ele não disse mais nada, simplesmente se moveu pra cima de mim, me puxando conta ele. O banco de couro liso do carro facilitou que meu corpo se junta-se ao dele com facilidade, de repente estávamos com nossos rosto colados e nossas bocas à centimentos de se tocar. A respiração dele se misturou no mesmo espaço que a minha, e meus olhos pousaram nos dele quando analisou cada pedaço do meu rosto.


Eu até tentaria me afastar, mas era impossível, pois Claude se apoderou de meu corpo colocando uma mão em minha cintura e a outra no meu cabelo. Sentia meu corpo ferver, todos os meus sentidos estavam em alerta total, a energia que nos envolvia era surreal, vibrante e totalmente excitante. Senti sua mão correr meu rosto e me puxar novamente, nossos lábios finalmente estavam juntos e isso foi quase mágico.


A boca quente dele me tirava de órbita e nossas línguas começaram a dança em nossos céus, tudo foi ficando cada vez mais intenso e o pequeno espaço entre nós se tornou um inimigo. Quando suas mãos passaram pelas minhas pernas e me ergueram eu fui em seu embalo, sentei em seu colo e tomei sua boca, sentir ele me mordiscar e me precionar mais ainda em seu corpo.

- O que eu disse na sua casa non foi passageiro Rosa - ele disse um pouco ofegante - eu quero fuder você! E se a gente non sair logo desse carro eu vou fazer isso aqui mesmo, acho que o Rodrigo non vai se importa.


Eu tentei não rir, mas acabei falhando, olhei para o vidro fumê entre o motorista e nós, fiquei imaginando se ele estivesse nos escutando. Graças à deus quando ele disse isso estávamos passando pelos portões da mansão, sairmos rapidamente do carro subindo as escadas da entrada da mansão.


Eu sabia que deveria fugir, soltar sua mão e me afastar, mas aquela energia e tensão sexual entre nós me prendia por completo, minha consciência gritava pela razão, enquanto meu corpo latejava pelo toque dele. Meu desejo estava tentando barganha com a razão, enquanto isso ele me arrastava para dentro da casa.


Meu corpo balançou rápido com a pressão dele, nossos corpos dançávamos em direção a biblioteca, que era o primeiro cômodo à vista. A porta foi fechada com o pé e os nossos corpos se esquentaram ainda mais, quando minhas costas foram precionadas na parede, dando ainda mais segurança para ele fazer o que quissese. Nada fazia mais sentido do que deixar acontecer, eu não iria consegui resistir, eu queria e precisava dele nem que fosse só uma vez, mesmo sabendo que isso poderia deixar tudo ainda mais difícil depois.




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