História Me chame pelo seu nome - Capítulo 5


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Mina Ashido, Ochako Uraraka (Uravity), Tenya Iida, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui
Tags Bakuraka, Kacchako, Kirimina
Visualizações 73
Palavras 1.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pessoal antes que alguém venha me falar que as personalidades deles não são idênticas ao do anime, vou deixar avisado que sim, é minha intenção mudar algumas coisas na personalidade deles mesmo.
Boa leitura ❤️

Capítulo 5 - Seus problemas agora são meus


Depois de tomar aquele café lentamente, Ochaco se levantou pra ir embora, foi em direção a saída e ficou num ponto de ônibus esperando, viu um carro preto chamando atenção de todos na rua, Ochaco não entendia nada sobre carros mas tinha noção que aquele Bugatti La Voiture Noire era absurdamente caro, já tinha visto sobre ele num programa de automóveis, sabia que custava milhões. Ela revirou os olhos, sabia muito bem quem estava dirigindo, só não esperava que o carro parasse na sua frente.

Katsuki: Vem, eu te levo.

Ochaco: Não precisa, vou de ônibus.

Katsuki: Facilita as coisas, ficar esperando esse ônibus aqui não vai te ajudar em nada sabia?

Ochaco: Me deixa em paz, já assinei o maldito contrato não tem motivos pra estar atrás de mim até agora!

Katsuki apertou as mãos no volante, queria explodir o rosto redondo daquela garota, mas não podia fazer isso com o rostinho fofo que ela tinha.

Foi então que uma mulher com a aparência cansada resolveu entrar na conversa.

Mulher: Me desculpem intrometer na conversa de vocês, mas entra logo na droga desse carro e vai garota! O ônibus vai chegar aqui lotado e qualquer pessoa daria tudo pra estar no seu lugar, num carrão desses com esse loiro de tirar o fôlego, por sinal tenho impressão que já vi uma foto sua em sites de fofoca- disse olhando para Katsuki- bom, isso não importa, vai logo menina que pelo menos vai ser alguém a menos naquela lata de sardinha!

Ochaco estava envergonhada e estressada ao mesmo tempo, de certa forma estava sendo uma idiota recusando a ajuda dele num momento em que ela precisava e muito.

Foi até perto do carro e então a porta se abriu, achou elegante demais aquilo. Katsuki se sentiu agradecido pela mulher que fez aquela reclamona entrar ali. Não ousou falar nada, apenas foi para a casa da garota, Ochaco desceu do carro e esperou ele ir embora para entrar.

Quando tentou ligar a luz mais uma surpresa aconteceu, não conseguiu, a luz tinha sido cortada, isso nem a surpreendeu muito, as dívidas estavam todas atrasadas, tentou ligar a água na mangueira mas nada saiu, só podia usar a água que já estava na caixa, então foi aí que acendeu a lanterna do celular, encontrou umas velas e distribuiu pela casa afora. Entrou no chuveiro gelado e se deixou chorar e gritar novamente, nada poderia amenizar a dor que estava sentindo e precisava ser forte para cuidar de sua irmã, precisava ser forte para não jogar Katsuki em frente um ônibus. Depois de horas tomando aquele banho gelado escutou a voz que ela odiava.

Katsuki: Ochaco, cadê você?

Ochaco: Tô tomando banho, posso Sr Bakugou?

Katsuki: Tá tomando banho frio é? Podia ter ido pra minha casa.

Ochaco: Até parece, não vou ir pra sua casa idiota!

Katsuki sentou no sofá com as mãos puxando o cabelo, não entendia porquê aquela garota o odiava tanto, ele estava tentando ajudar droga! Não queria se casar, mas eram as consequências e pelo menos ela podia contar com ele, por mais frio que fosse com as outras pessoas iria ser melhor com ela, principalmente naquele momento, não queria estar casado com uma mulher que o odiava.

Ochaco saiu com um vestido preto, não passou nenhuma maquiagem, não tinha a mínima vontade de esconder seu sofrimento.

Chegando no cemitério, sua tia já estava, alguns seguranças estavam em volta, por causa de Katsuki claro, All Might também estava, sua tia chorava e abraçou fortemente a sobrinha quando a viu.

Ochaco: A tia Anne, não sei o que fazer, não consigo viver sem meus pais e agora tem a Akemi nessa situação, estou enlouquecendo, não sei como cuidar de um bebê tia.

Ochaco chorava nos braços da tia, estava desabando o que tinha guardado por horas, Katsuki estava de cabeça baixa, podia sentir a dor da garota já que ele tinha passado pelo mesmo.

Anne: Você precisa ser forte Ochaco, como sempre foi, tem que cuidar de sua irmã- a mais velha puxou Katsuki aproximando ele delas- e você tem alguém muito bom para cuidar de você. Ajude minha sobrinha Katsuki.

Ele estava com os olhos arregalados, ajudaria Ochaco mesmo que ninguém o pedisse, olhou para a morena com os olhos inchados ali e decifrou um pedido de socorro no olhar dela.

Katsuki: Vou fazer o possível e o impossível. Seus problemas agora são meus Ochaco, vou dar o mundo pra sua irmã.

Ochaco sentiu vontade de socar o rosto lindo de Katsuki, principalmente porquê ela sabia que ele estava sendo sincero, desde o momento que conheceu ele, ele havia assumido todos os seus problemas, mas odiava saber que ia se casar com ele.

Duas lápides lindas, uma ao lado da outra, com as letras em um dourado brilhante, num local perto da entrada era onde Katsuki havia escolhido.

Katsuki: Escolhi aqui perto da entrada pra você não ter que andar muito quando vier aqui, se não tiver gostado posso arrumar outra agora mesmo.

Ochaco deu um sorriso, um sorriso triste mas era um agradecimento sincero.

Ochaco: Aqui está ótimo.

O coração de Katsuki deu uma cambalhota e ele não entendeu o porquê, talvez não estivesse esperando um sorriso dela, já estava começando aceitar o fato dela o odiar.

O enterro seguiu silencioso, o único barulho era de alguns pássaros e os soluços de Ochaco e da tia.

Depois da lápide fechada Ochaco se ajoelhou ainda chorando.

Ochaco: Eu prometo que vou fazer de tudo pela Akemi mamãe, prometo me esforçar ao máximo para que nunca falte nada pra ela.

Um pouco mais distante dali, Anne chamou Katsuki para conversar.

Anne: Eu sei que ela é uma garota difícil, sei que ela vai querer abandonar a faculdade para trabalhar e cuidar da irmã, mas não deixe que isso aconteça, qualquer coisa pode me avisar.

Katsuki: Não precisa se preocupar, vou arcar com todas as despesas das duas.

Katsuki recebeu uma ligação e correu até Ochaco.

Katsuki: Tudo pronto para a cirurgia, vamos!

Os dois correram até o carro do loiro e foram para o hospital, Katsuki receberia algumas multas por excesso de velocidade mas não se preocupou nem um pouco com isso. A realidade é que ele também estava preocupado pela vida de Akemi, sabia que aquela criança era o que estava mantendo Ochaco firme.

Chegando no hospital assinaram os papéis para o início da cirurgia, ficaram sentados por um bom tempo esperando, já fazia três dias que Ochaco não dormia e não percebeu quando o sono a atingiu.

Ela deitou no ombro largo e forte dele, mas ele nem se incomodou, acabou dormindo com a cabeça escorada na dela.

Acordaram com o médico os chamando, Akemi já tinha sido levada para o quarto preparado exclusivamente para ela.

Médico: A cirurgia foi um sucesso, sua irmã já consegue respirar normalmente mas vai continuar aqui por um tempo para observação.

Ochaco ajoelhou e chorou, aquela era a melhor notícia que já tinha recebido.

Ochaco: Obrigada doutor, obrigada de verdade.

Médico: Não precisa me agradecer, conheço bem o Sr Bakugou e sei que eu estaria morto caso não fosse uma cirurgia bem realizada.

Katsuki deu um sorriso convencido como se confirmasse as palavras do médico.


Notas Finais


Katsuki um amor né gente 😍


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