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História Me dê uma chance - (Min Yoongi) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bem-vindo, querido (a) leitor (a)!

Antes de começar, eu, como seu autor, tenho o prazer e a honra de apresentar ‘’Me dê uma chance’’ para você. Porém, sendo eu o criador da história, devo alertar-lhe algumas coisas antes que você possa seguir com a sua leitura: não é do meu interesse fugir da personalidade dos personagens realísticos da história, ou seja, Min Yoongi ou os demais meninos do Bangtan Sonyeondan, que podem ou não aparecer. Como um fã desde o debut do grupo, acabo sendo um pouco antiquado, eu sei — mas mesmo sendo uma história, é do meu interesse escrever sobre os garotos como eles são, e não como eles são idealizados em grande parte das obras por aí afora. Eu cresci junto com eles, assistindo-os à distância acompanhando o crescimento do grupo e o seu envelhecimento de idade também e isso contribuiu para que eu criasse uma relação carinho muito preciosa para com eles (especialmente quando paguei 60 reais pra dar um high-five neles em 2014 no RWeL8, saudades!!!) e por isso quero ser fiel àqueles que amo. Recordemo-nos de que Min ‘’Suga’’ Yoongi é um homem sério, um pouco orgulhoso, carinhoso somente na medida certa, não atura brincadeiras bobas e afins; apesar de ser, no fundo, um gatinho — o nosso amado Lil Meow Meow, que também mostrará as garrinhas por aqui — doce. Esta história é, portanto, uma obra que tratará com realismo as questões mencionadas na sinopse, tudo no intuito de proporcionar ao leitor uma experiência agradável de se viver e dentro do que é verídico, não lúdico.
Caso, apesar das considerações, ainda for do seu desejo continuar, sagro-lhe o mesmo cumprimento de antes: bem-vindo! Prometo fazer o meu melhor para não desapontá-lo (a).

O prólogo é uma mera introdução dos capítulos que estão por vir, ambientando vocês sobre o personagem principal e a história de uma forma geral. Apesar de curto, espero que seja o suficiente para cativar um mínimo de afeição ou despertar algum interesse. =)

P.S: A história será escrita no presente por uma razão que, no futuro, será explicada!

Capítulo 1 - Prólogo


Terminei.

Eu, enfim, terminei o meu artigo em coreano e separei as melhores perguntas possíveis. Daqui a uma semana, todo o meu esforço valerá a pena.

Meus olhos instintivamente se direcionam à marca de minutagem do computador, e vejo que passa das cinco e vinte e quatro da matina. Não deve demorar muito para amanhecer e eu perdi a noite inteira de sono, além de ter que me preparar para o voo amanhã, mas… Não sei. Estou confiante quanto às perguntas que selecionei para perguntar ao boygroup coreano chamado BTS. Passei a madrugada escutando algumas de suas músicas. Nunca fui muito fã. E assisti a algumas de suas entrevistas, também. Pelo o que pude perceber, aquele garoto, Kim Taehyung, ou V, como eu deveria chamar, é o mais bobo dentre eles. É muito doce e parece ter uma sensibilidade incrível. De todos os sete meninos, ele é o que mais quero entrevistar. E o que menos quero… bem, ele se chama Min Yoongi, ou Suga. Assisti a um vídeo engraçado cujo o título era ‘’quando Suga está de saco cheio do BTS’’ e confesso que senti medo de cometer alguma gafe e sofrer uma represália discreta em resposta. Me senti intimidado, e olha que ainda sequer o conheci. 

Não importa. Sei que não vou estragar as coisas como venho estragando ao longo da minha vida. Dessa vez, vou fazer direito; é o que sempre faço em entrevistas, afinal. Dedico semanas de preparação, madrugadas adentro. Estudo tudo sobre os entrevistados e isso não me traz outro desfecho senão o sucesso. Posso me recordar de muitos astros que conheci e do quão agradável foi. Taylor Swift é linda pessoalmente, mais do que em fotos; Lizzo é divertidíssima; Kim Taeyeon disse que eu sou um cara alto e que poderia ser ator. Vindo do Brasil, é bem difícil conseguir espaço entre as grandes nações, ainda mais para entrevistar um alguém tão prestigioso, mas ser da Entertainment Weekly  me garante esta vantagem. O salário é perfeito, além de poder intercalar viagens entre Estados Unidos, a sede do meu trabalho, o Brasil, que é o país que nasci e que voluntariamente ainda escolho como lar, e vários outros países quando estou a trabalho. O destino da vez é Coreia do Sul, e estou ansioso. Muito, muito ansioso. É por isso que a ideia de só ter algumas poucas horas de sono não me apavora: sei em que, em meus sonhos, estarei repassando minhas perguntas e recordando-me de tudo o que estudei ao longo das semanas.

É só mais uma entrevista.

Sei que vou ser brilhante, como sempre. Afinal, Lucas ‘’DeLucca’’ Morone é um nome de prestígio entre o mundo dos jornalistas. Tenho até um prêmio. Conto sobre isso depois.

Deixo o laptop de lado e respiro — pela primeira vez nesta madrugada — sem o peso do dever atrofiando-me os pulmões. Por um segundo, penso que meu ar-condicionado está com defeito e eu estou sendo vítima do calor infernal do Rio de Janeiro, mas é apenas o meu nervosismo ludibriando a minha percepção. Pouco a pouco, os olhos pesam, o corpo relaxa e eu afundo mais e mais na cama, no travesseiro. Eu provavelmente deveria comer algo, mas duvido que meu corpo responda. Minhas pálpebras já estão se fechando…

E eu adormeço com nada além de um laptop estirado ao meu lado, alguns biscoitos jogados no criado-mudo e uma latinha de refrigerante quase vazia no chão.

 



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