História Me Dead - Apocalypse - Capítulo 6


Escrita por: e perry_swift

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Drama, Originais, Romance, Terror, Zumbi
Visualizações 5
Palavras 877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Allan de novo aqui.

Capítulo 6 - Capítulo 6


   -Mas que coisa é essa aqui, Fred!?-Gritou uma adolescente de cabelos pretos se referindo a nós dois apontando uma arma as nossas cabeças. -Ficou doido, é!?

O garoto nos trouxe até uma grande casa murada ao redor um pouco distante do lugar onde nós estávamos quando nos encontramos. Eu e Ella estávamos na calçada da casa e uma garota meio perturbada, estava com uma arma apontada para nossas cabeças com intensões sérias de nos matar.

-Calma Marrie!-Disse ele num tom de voz agitada. -Não atira neles, eles são do bem, eles não vão nos atacar, se acalme!

-Como é que você trás umas coisas dessas pra cá?! Eles são ZUMBIS cara, eles vão nos matar!

-Eu sei!Só que eles não são como os outros!-Disse ele, passando a me encarar. -Mostra pra ela!

Eu não sabia bem o que fazer, por isso fiquei uns instantes pensando. Olhei em volta, olhei para ele, para a garota,até que me veio a mente uma única coisa a fazer. Comecei a fazer gestos, fazendo formas com as mãos tentando explicar como eu e Ella havíamos chegado até aquela situação. Ela pareceu meio surpresa ao ver aquela cena, mas mesmo assim não abaixou a arma.

-Nossa. Espera,se é assim então me diga…

-Eles não podem falar!

-Cala a boca!Bem, e você ai,-Disse a adolescente apontando a arma para Ella.-Quantos anos você tem… menininha?

Ella tentou fazer o melhor dez com as mãos que pode. A garota pareceu que ficara sem palavras para tal espetáculo, e a arma continuava apertada na mão da garota.

-Tem certeza que eles são seguros mesmo?Não quero morrer. Como sabe se eles não vão se voltar contra nós, em?

-Você já notou que eu estou do lado deles, Marrie?E eles não me atacaram?

Conversa vai, conversa vem, ela acabou se convencendo de que nós éramos pacíficos, mas ainda era receosa de se aproximar de nós. Não a culpo.

Ficamos do lado de fora da casa até o tal de Carl chegar e quando nos encontramos com ele foram novamente mais e mais horas de explicações e provas de que não éramos violentos como os outros zumbis, e quando terminamos de acalmá-lo o sol já ia longe no céu. Ele então nos convidou para entrar, mas dava para ver que nenhum dos dois estava afim dessa nossa visita, somente o que nos trouxera até aqui que parecia a vontade. A garota levava uma arma a mão.

-Nossa, mas eles estão fedendo muito. -Falou a garota Marrie. -Será que eles aceitariam um banho?

-Você está falando em dar um banho neles!?-Carl disse.

-Sei lá, se eles aceitarem, o chuveiro é no fim daquele corredor. -Ela apontou para um corredor onde havia uma porta marrom castanho no fundo. -Tem toalhas lá se quiserem.

Eu fui o primeiro. Andei até o banheiro, fechei a porta e olhei ao redor. Era bem modesto, pra ser sincero. Até me lembrava o banheiro do meu antigo apartamento, mas eu não estava ali pra recordar o passado. Tirei minha roupa e me surpreendi com a minha aparência ao me olhar no espelho encima da pia de granito. Algumas partes do meu corpo estavam levemente arroxeadas, outras tinham arranhões, alguns profundos, e minhas marcas de tiros não haviam melhorado nem um pouco. Sangue coalhado(meu ou de outras pessoas?)se delineava desde a minha boca passando pelo queixo e pescoço até acabar na minha roupa, fazendo um sorriso estranho e meio macabro na minha pele.

Entrei no box, e liguei o chuveiro. A água caiu fria no meu corpo, fazendo barulhos enquanto todo o meu grude saia da minha pele e desaparecia pelo ralo do banheiro. Mais limpo, só que ainda com as minhas feridas, peguei uma toalha azul marinho no topo de uma pilha de toalhas coloridas e me sequei com o cuidado de não acabar ainda mais as minhas feridas que ainda não estavam cicatrizando. Me olhei no espelho de novo, e agora já parecia um pouco melhor do que antes. O cheiro ruim do apodrecimento desaparecera quase que por completo. Eu parecia um morto comum que tivesse morrido espancado e levado vários tiros numa briguinha de boteco qualquer. Enrolei a toalha na cintura e sai do banheiro.

Todos me esperavam na sala, menos o tal Fred que nos trouxe. Ella estava sentada no chão e os outros dois a vigiavam. Quando me viram meio perplexos em me ver, parecia que não estavam muito acostumados a ver mortos saírem de um banho. Lá fora já estava de noite.

-Aquela não é a toalha do Fred?-Perguntou o Carl.

-Ué, foi ele quem escolheu. Lavou tá nova. E vê se não conta nada tá?

   Depois foi a vez de Ella, e a esperei enquanto me vestia com uma muda de roupa que a garota Marrie me deu. Uma camisa cinza, uma cueca velha com um baita buraco naquele lugar, uma calça jeans azul também velha e um par de tênis brancos surrados. Sai do quarto e todos ficaram levemente admirados ao ver tal transformação. Ella saiu depois de alguns minutos, envolta em uma toalha verde limão. Foi para o quarto e voltou vestindo um vestidinho azul. Os três sobreviventes foram dormir num quarto, e nós ficamos na sala. Pude jurar que ouvi um som de um móvel sendo empurrado.


Notas Finais


Tchau!


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