História Me diga, eu sou atraente? (Bruno Correa e Felipe Neto) - Capítulo 10


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Categorias Felipe Neto
Personagens Felipe Neto, Personagens Originais
Tags Brasil, Brulipe, Brulipe Gay, Bruno Correa, Bruno X Felipe, Cirurgia, Coma, Depressão, Felipe Neto, Felipe Neto Gay, Gay, Lgbt, Lixonaro, Melanie Martinez, Mister Potato Head, Romance, Romance Gay, Sexo Gay, Songfic, Triste
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Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Mas não era hétero? (Parte um)


Fanfic / Fanfiction Me diga, eu sou atraente? (Bruno Correa e Felipe Neto) - Capítulo 10 - Mas não era hétero? (Parte um)

O sol da tarde brilhava radiante sobre as ruas cariocas, tocando com luz tudo que estivesse ao seu alcance, iluminando os lugares mais escuros das ruas cariocas. A mansão ficava mais iluminada do que já era de costume, ofuscando de luz os olhos castanhos de um certo homem em seu quarto, cujo os óculos pareciam mais prejudicar do que ajuda-lo.

Era como se as lentes atraíssem a luz para si, apenas para diversão. “Que merda.” Falou desgostoso. Se levantou da cadeira à frente da mesa e em passos descalços e pesados ele puxou as cortinas da janela, vetando qualquer raio de luz que ousasse lhe importunar.

E novamente voltou a se sentar à mesa. Abriu um grande livro intitulado “O direito: Os Momentos de Aflição Em um Juri.” e absorto sobre os fatos de Eduardo Bittencourt, e o quão tolo fora em entrar em pânico perante o Grande Júri, ele retomou aonde parara, agora mais concentrado.

Mas não o suficiente para não escutar o som de alguém batendo à porta.

– Que merda…– Murmurou ajeitando uma pilha de livros sobre a mesa que tentavam cair.– Está aberta.

Nem ao menos se virou para olhar o rosto de sua visita. Não podia se dar ao luxo de perder mais tempo, suas provas finais já estavam chegando, e se reprovasse jamais conseguiria aquilo que tanto almejava.

– Oi, Bruno.– A voz fraca, quase inaudível de Felipe lhe chegara aos ouvidos.– O que está fazendo?

– Estou estudando, Felipe. Não está mais do que óbvio?– Respondeu grosso. Lentamente o pequeno ia se aproximando, de forma que o som de seus passos pudessem ser mais altos.

– Mas você já estudou o dia todo.

– Eu sei – E ajeitou os óculos sobre o rosto, enquanto mudava para a próxima página.–, mas não posso ‘dar mole’, Felipe. Tenho mais duas provas para fazer, tudo depende delas.

E novamente ele fora tirado de sua linha de pensamentos, dessa vez por um par de mãos quentes e pequenas massageando seus ombros, descendo em direção ao seu peitoral largo, apertando cada lado de seus músculos.

– Você precisa descansar, Bruno. Senão vai acabar se estressando.– Falou Felipe apertando ainda mais as largas costas do moreno. Bruno não fazia mais do que suspirar. O ar pesado saia de sua boca, um breve sinal de que estava gostando do que sentia.

Mas aquilo não durou muito.

– Felipe… eu já falei uma vez, e volto a falar: meu negócio é buceta. Meu negócio é mulher. Não me leve a mal, mas você… não é tão…

– Eu só vou sair daqui quando escutar você dizer que não me quer.– Falou afrontoso. Bruno deu de ombros. Só precisava dizer que não queria? Então era isso que iria fazer. Se levantou da cadeira reclinável, e se virou.

Mas palavras eram inúteis contra o que via alí.

Felipe usava as roupas mais curtas que já vira o amigo usar: a camisa fora amarrada numa espécie de top, aberta, de modo que se pudesse ver seus pequenos e rosados mamilos; usava uma saia xadrez, era tão curta, chegando exatamente a suas coxas carnudas. Suas pernas lisas eram deixadas à mostra, assim como os pés em meias brancas, erguidos para que ficasse a uma altura decente comparado ao brutamontes a sua frente.

Bruno ficara sem palavras. Mas não era por falta de termos, pôs tinha vários nomes para nomear aquela cena. Mas nenhum para o falo que já saia pelo espaço do shorts, a glande saudando tímida pelo prepúcio que a escondia.

Em passos lentos Felipe andou pelo carpete com suas mãos sobre o peitoral felpudo de seu homem, até que estivessem sem saída. Havia finalmente encostado contra a parede, de modo que Felipe pudesse ficar de frente ao corpo desnudo de Bruno. Realmente, ele adorava vê-lo sem uma camisa, tinha a bela visão do homem ursino que era Bruno.

– Felipe…– A língua do menor vagava pela pelagem de seu peito largo e carnudo, brincando de alisar seus mamilos grandes e bicudos; os beliscava, apertava, mordia. Mas o que mais fazia era chupar.

– Cara… meu negócio é mulher. Eu como buceta, n-não sou gay…– Gemeu rouco. E dito isso ele pôde respirar aliviado quando Felipe soltou seu mamilo esquerdo. Um filete de saliva os unia através dos lábios do garoto.

E de repente, a resposta mais improvável. Felipe sorriu. Um sorriso perverso, se afastou do corpo do homem sem camisa a sua frente.

– Não precisa ser gay para poder farrear, garotão. Basta ceder. E eu cedo a isso.

Se não fosse por um apertão que dera contra o seu falo, Bruno jamais perceberia que Felipe já o tinha para fora. A pequena mão direita tentava a qualquer custo rodear aquela enorme carne pulsante, mas sem sucesso. Se ajoelhou sobre o carpete do quarto, e segurando o membro do seu homem ele pôde ir aos céus em menos de um ato.

Centímetro por centímetro adentraram seu interior úmido vagarosamente, mas não tivera a chance de abocanhá-lo por completo. Era algo grande demais, tendo de segurar parte com a mão para que pudesse degusta-lo decentemente.

– Puta que pariu…– Suspirou Bruno.– Parece até uma buceta. Apertadinha, úmida…

Por um instante Felipe se desanimou ao escutar essas palavras, afinal, era no mínimo desapontador se esforçar para alguém e descobrir que ele não estava gozando por aquilo, mas sim pelo que imaginava.

As mãos grandes se envolveram sobre os cabelos negros do Neto; e antes que pudesse indagar sua boca era fodida sem dó ou piedade. Estocadas fortes e certeiras, todas em direção da garganta apertada e úmida, que se apertava ainda mais quando o falo a adentrava. Não adiantava tentar se mexer, pôs Bruno era mais forte, e suas mãos se prenderam sobre a nuca do garoto, de forma que se tornasse impossível se libertar.

– Chupa essa porra. Você queria mamar? Então mame.

Era assustador escutar Bruno xingar. E era pior para quem estivesse aos seus pés, incapaz de se mexer. E Felipe tinha esse infortúnio.

Durante muito tempo ele sugou, chupou, lambeu o grande falo de Bruno até onde lhe era possível. As mãos o masturbavam a muito tempo, dividindo sua atenção entre chupar a glande babosa, degustando do pré gozo que escorria em abundância; ou simplesmente chupar as grandes bolas de Bruno.

Mas nem de sexo oral vive o homem.

– Você sabe chupar, Felipe, ah, e como.– E de repente, sua boca fora afastada tão subitamente, algo completamente inesperado. O braço fora puxado de forma bruta, fazendo seu pequeno corpo se chocar com o do seu brutamontes. E meio que de repente seus lábios se uniram num beijo sujo, degustando do pré-gozo que o menor tanto lambera de seu falo.

– Agora vem a parte mais gostosa, vadia. Eu vou fazer você se arrepender de abrir as pernas para mim.


Notas Finais


Então né Bruno… cê não era hétero? ¯\_(ツ)_/¯¯\_( ͡° ͜ʖ ͡°)_/¯ e agora, Lipe não anda mais. Vai ser hardcore… HSUSHGAJSVSJABSH…


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