História Me leva a sério - Capítulo 1


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Categorias Paolo Guerrero
Personagens Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Giovanna, Guerrero, Paolo, Paolo Guerrero, Rip Clubismo, Vanessy
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Palavras 883
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


postei

Capítulo 1 - Único


Giovanna observava a linda vista da janela do apartamento de Paolo quando inesperadamente sente beijos serem deixados em sua nuca. Apesar daqueles toques lhe causar arrepios ela se virou e o encarou com cara de poucos amigos.

— O que aconteceu? — Guerrero perguntou se fazendo de desentendido.

— Você sabe muito bem. — Cruzou os braços arqueando as sobrancelhas.

— Não. Não sei do que você tá falando. — Ela revirou os olhos.

— Eu mandei você pensar sobre nós no mês passado. — Ele fez que sim. — Não quero fazer as coisas as escondidas. Não desejo um caso a mais. Preciso de um parceiro para apresentar a minha família.

— Eu já falei sobre isso Giovanna. — Paolo coçou o nariz e soltou ar pela boca.

— Ah pelo amor Paolo. Me leva a sério caralho. Você acha que desejo ser só mais uma pra você porra. Esse assunto já me tirou do sério. — Ela bufou impaciente.

— Meu bem eu juro que..

— Jura o caralho. Você sempre diz que não vai vacilar, mas sempre faz o mesmo. Já estou no meu limite. — Giovanna foi até o sofá pegar sua bolsa e foi até a porta. Guerrero acompanhou e a segurou pelo braço. — Me solta.

— Vamos conversar por favor. — Ele usou um tom manso.

— Já conversamos muito sobre isso. — Ela segurou a maçaneta e apenas a girou sem abrir a porta. — Sabe você diz que terminou com Iara por minha causa, mas tenho certeza que foi ela que não te aguentou. — Saiu rapidamente pela porta da frente. (algo que ela não costumava fazer, pois sempre saía pela dos fundos para que não os descobrissem​)

[...]

Paolo se encontrava em frente da casa que Giovanna morava. Tinha consigo somente um buquê de rosas e suas palavras de perdão.

Tocou a campainha sendo recepcionado por sua amada.

— O que você quer? — Falou direta enquanto estava encostada no batente.

— Não podemos discutir isso aqui. Posso entrar? — Ela deu passagem para ele demonstrando com clareza sua insatisfação de recebê-lo.

— Olha se é pra voltar com o nosso caso pode dar meia volta e ir pra puta que pariu. — Ele entrou com passos calmos analisando cada móvel da casa. Ele nunca tinha ido ali, apenas tinha visto a casa por fora.

— Não. Não irei fazer discurso, irei ser rápido e verdadeiro. Quero você Giovanna. — Ele entregou as lindas flores vermelhas para ela.

— Você é meio lento né? Demorou três meses para perceber..

— Infelizmente sim. Mas, se isso pode te deixar melhor foram os piores meses da minha vida. — Ele a interrompeu sem elevar o tom de voz.

— Eu quero te dar uma chance, mas tô com medo de você pisar na bola outra vez​. — Ela diz o encarando seriamente.

— Se eu não quisesse essa chance não estaria aqui. Tentei te esquecer, mas foi impossível. Me aceita de volta agora vou tentar fazer tudo que não fiz para o bem de nós. — Ele segurou a mão dela com delicadeza. — Seja minha novamente. — Ela ficou em silêncio, mas logo deu sua resposta.

— É impossível você me ter de novo. — Ela fez uma pausa dramática. — Porque nunca deixei de ser sua. — Ele sorriu e a abraçou.

— Eu já estava com saudades desse seu cabelo enrolado, desse seu cheiro, estava com saudade de ouvir a sua voz e do seu beijo. E principalmente estava com saudade da minha mão circulando por esse seu lindo corpo. — Murmurou tudo isso no ouvido dela que sentiu seu corpo todo arrepiar somente com algumas palavras. — Quer ser minha namorada? — Ela nada respondeu apenas o beijou algo que já estava com saudades de fazer.

Ela parou o beijo e o puxou pelo braço e o guiou pela casa até o quarto de sua mãe. Chegando lá ela ficou de frente pra ele e o empurrou fazendo o mesmo se deitar. Giovanna se sentou em cima da região da virilha e tirou o vestido florido que usava deixando apenas sua lingerie rosa amostra. Voltou a beijá-lo sentindo sua ereção.

— Ai que saudades eu tava de você. — Ele falou apertando o bumbum da garota com as mãos em seguida mesmo inverteu as posições ficando por cima e tirando sua camisa. Partiu para os seios da garota tirando o sutiã com facilidade já que o fecho era na frente.

E começou a sugar enquanto desceu de princípio apenas a mão massageando a intimidade da garota fazendo Giovanna enlouquecer.

— Me fode logo homem. — Ele sorriu maliciosamente.

— Isso. Queria te ver implorando. — Ele a beijou e sugou em seus dedos o líquido dela. Tirou rapidamente a calcinha que a mesma usava jogando em algum canto do quarto.

Após se despir sem aviso nenhum penetrou rápido assustando Giovanna que teve seu primeiro gemido abafado por um beijo que o mesmo puxou. O barulho que a cama fazia não chegava a incomodá-los. Ambos estavam com corpo suado e respiração ofegante. E após um tempo naquele rápido ritmo eles finalmente chegaram ao ápice.

— Aí caralho. Minha mãe chega daqui a pouco e ela não pode nem sonhar que trepamos na cama dela. Se veste e se manda. — Ela disse se levantando após o mesmo se deitar ao seu lado.

— Mas Giovanna..

— Parece que o jogo virou não é mesmo? — Ele a encarou e começou a se vestir. — Se chorar é pior. — Apertou a bunda dele fazendo o mesmo sorrir. — Calma baby, amanhã mesmo tu volta.


Notas Finais


e saí correndo pq minha internet tá uma lisho


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