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História Mean Girl - Capítulo 13


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Notas do Autor


PENÚLTIMO CAPITULO

Anteriormente em Mean Girl:

- Está com ciúmes, Gabe! Se controle! – Cruzei os braços. – Não gosto dessa situação tanto quanto você. Você precisa de mim e eu preciso dos dois mil.
- Será que não gostou de transar com a Viola? Seja sincero, por favor. – Ele olhou para o meu corpo. – Estou falando sério.
- O que? Eu adorei, Viola é boa de cama, assim como você. – Dei um tapa no rosto dele. – Ela está ficando chapada, dá para a gente se divertir na sua cama, ou aqui na porta, adoro me arriscar. – Ele colocou o membro ereto para fora.
- Chega, ok. – Eu me virei de costas, andei para meu quarto, peguei o envelope nas mãos e depois joguei em cima dele. – Esse envelope é uma das copias da autorização para eu receber minha herança. Aproveita esse final de semana para faze-la assinar, não interessa como vai fazer.
- Não é fácil, eu vou querer um agrado. – Ele me agarrou contra a parede. – Daqueles, um sexo bem gostoso nos fundos da van. – Estava difícil para resistir, estava ficando tão molhada, mas eu o empurrei.
- Você tem uma semana e sem agrado, a única irmã com quem você vai transar a partir de hoje é a Viola. – Me aproximei da orelha dele. – Espero que ela te chupe gostoso como eu fazia, pense em mim enquanto transa com ela, pois é só isso que terá de mim, apenas lembranças.
- Eu te digo, Gabrielle Young. Não vai ser a ultima vez que a gente vai transar, por enquanto aceito o seu pedido.

Capítulo 13 - Its your life Gabrielle!


Fanfic / Fanfiction Mean Girl - Capítulo 13 - Its your life Gabrielle!

New York city, New York – Uma semana depois

 

            Naquela semana, Matt não apareceu nem para ficar com Viola, senti crise de abstinência por ficar sem ele, mas no final, valeria a pena qualquer sacrifício. Viola estava na lua de mel do relacionamento, ela se encontrava no apartamento de Matt, passava algumas noites com ele, sentia ciúmes, só que aquela situação acabaria.

            No final de semana, arrumei as minhas malas, peguei o primeiro voo para Manhattam. Cheguei e fui diretamente para casa do pai de Leah, na verdade, era um pequeno apartamento no Soho, invés do Brooklyn, fazia parte. Leah me deixou totalmente inteirada dos circuitos de festas da cidade, fiquei feliz de levar a minha identidade falsa.

Na primeira festa de fraternidade que fomos, conheci um cara chamado Adam. Ele era alto, atlético, loiro, esperto e tinha acabado de fazer 21. Bebi tanto naquela noite, quando dei por mim, estava transando com ele no dormitório em cima da beliche solteiro, foi bom demais. Quando terminamos, eu me vesti rapidamente, ele me levou para casa e prometeu ligar, sabia que ele não ligaria mais. Fiquei feliz por ele ter me feito esquecer de Matt, pelo menos por alguns minutos.

            No dia seguinte, fomos a mais duas festas, beijei vários caras, mas Adam apareceu novamente como um passe de mágica. Achei que ele tivesse me esquecido, contudo ele se lembrava e transamos novamente nos fundos do bar, foi tão bom quanto a outra vez. Trocamos nossos números depois do ato, mais uma vez ele me levou em casa e me chamou para sair.

            No domingo a tarde, Adam me levou ao Central park, dar uma volta. Levou uma garrafa de uísque, conversamos um pouco, ele me prometeu que não perderíamos contato e me visitaria na California, não poderia levar a sério, papo de um membro de fraternidade. Fingi que acreditei nele, sorri algumas vezes durante o passeio. Então ele me levou ao carro dele, onde fizemos sexo mais duas vezes. Quando terminamos, ele me levou para casa como um cavalheiro.

Chegando lá, Leah estava dando um amasso numa garota na porta do prédio, ela não tinha classe. Dei uma risada dela, Adam e eu nos beijamos por alguns minutos, estava excitada novamente, apenas nos olhamos e dei um selinho de despedida.

 

- Promete que não vai me esquecer. – Achei estranho e toquei o rosto dele.

- Claro que não, você tem um lugar reservado no meu coração de gelo. – Rimos um pouco. – Foi interessante, adoro experiencias novas e quando estiver na California, tem uma amiga com benefícios para visitar.

- Vou sentir sua falta, Gabe. – Saí do carro e ele acelerou com tudo. Leah e a acompanhante dela me olharam.

- O que foi? – Dei de ombros.

- Você mudou muito, quando vi você indo transar bêbada com um cara que nem conhece. – Dei de ombros. – É um caminho sem volta, não quero que faça o papel de vadia.

- Eu transei com o namorado da minha irmã, mas vadia que isso, impossível. – Eu me sentei na escadaria do prédio. – Eu estou apaixonada pelo Matt, isso é tão errado, mas quando transamos é tão perfeito.

- Depois a gente se vê, Lily. – Elas se beijaram um pouco e a tal Lily foi embora, fazendo Leah sentar do meu lado. – Pode ser por ele ser o primeiro, deixou sua cabeça zoada.

- Pensei nisso, quando estive com Adam, foi legal, o sexo foi sensacional, porém faltou uma coisa, não sei se é amor ou sensação de perigo, quando transo com Matt parece que o mundo não existe. – Abracei as minhas pernas. – Quando ele me olha, quando ele me toca, só quero transar com ele e esquecer do mundo.

- Não é bem amor, eu sou experiente em tudo... você está confundindo atração, o fato dele ser ótimo na cama e ser o namorado da sua irmã. – Leah olhou para mim, estava muito quente. – Vocês sempre disputaram tudo, é como uma forma de punição para Viola por ela ter mentido sobre a herança, provar que é melhor do que ela.

- Você acha que se o Matt não fosse namorado da Viola, o que eu sinto por ele, sumiria. – Leah deu de ombros, meu celular vibrou e era Matt. – Falando no diabo. – Ele mandou mensagem “Parabéns, você é uma garota rica! Saudade de você, M”. – Matt conseguiu, Viola assinou a documentação. – Respondi a mensagem com um emoji de ok, ele mandou em seguida “amanhã vou te buscar no aeroporto, vou te dar o seu precioso. Mereço um beijinho?” – Ele vai me buscar no aeroporto.

- Seja forte, pelo menos vai acabar tudo finalmente, você pode deixar essa história com o Matt para trás. – Leah me abraçou de lado.

 

XXXX

 

Aeroporto de Los Angeles, Los Angeles: No dia seguinte

 

            O meu voo foi tranquilo, apesar de ser na classe econômica, estava nervosa por encontrar com Matt, tinha uma semana que eu não o via. Peguei as minhas malas na esteira, fui até o meu nome estava escrito numa cartolina branca. Matt deu um sorriso, balançou o envelope para mim que dei um sorriso, eu o abracei rapidamente, ele estava cheiroso, mas seu cabelo estava cheirando ao meu xampu de morango, revirei meus olhos.

 

- Eu vou te dar o seu preciso, se você tomar café comigo na Starbucks aqui do aeroporto. – Ele pegou uma das minhas malas e empurrou. – Não aceito não como resposta.

- Deveríamos ser mais discretos. – Ele entrelaçou sua mão na minha.

- Não me importo, hoje vai ser o ultimo dia que vou te ver, temos que nos despedir decentemente. – Matt me arrastou até a Starbucks mais próxima, ele pediu dois cafés. Sentamos numa mesa, cruzei as pernas.

- Por que disse que vai ser a ultima vez que nos vemos? – Me mantive seria.

- Porque conseguimos de ultima hora, um show no festival Sunset em San Diego e Orange. – Era um festival importante. – Uma banda não pôde tocar, nos chamaram e aceitamos. Vai ser dois finais de semana inteiros.

- Viola sabe? – Entregaram nossos cafés.

- Claro que não, vai saber depois que você entregar essa porcaria e transarmos pela ultima vez. – Eu me recostei na cadeira. – Qual é, Gabe? Arrumou um namorado yankee?

- Isso não é da sua conta, uma ultima vez. Viola deve fazer Uber o dia inteiro, sorte nossa. Eu vou em casa, tomar banho, ir ao advogado entregar os documentos, depois que voltar, te ligo e você vem correndo. – Ele segurou a minha mão e beijou. – Transo com você com uma condição...

- Qual?

- Tem que ser na cama da Viola. – Demos sorrisos maliciosos. – Deve ser muito excitante transar na cama daquela idiota. – Rimos bastante, dei um gole no meu café.

- O colchão é macio, vai maravilhoso. Comprei umas camisinhas que esquentam, você vai adorar. – Ele tocou meu rosto. – Senti saudades. – Eu estava me rendendo de novo. – Ela não é como você, você é perfeita, seu corpo é lindo.

- Espero que dê o seu melhor, estou me controlando para não te beijar aqui. – Coloquei açúcar no café, mexi com uma colher de plástico e coloquei a colher na boca.

 

XXX

            Chegando em casa, Matt me ajudou com as malas, levando até meu quarto, Viola o chamou na cozinha e ele desceu correndo, afinal ela não poderia desconfiar de nada e de ninguém. Ri um pouco, abri a minha mala, peguei meu envelope com a documentação, fiquei feliz e dei vários pulinhos.

            Tirei a minha roupa, me enrolei na toalha, saí do quarto e tomei um banho rápido. Durante o banho, bateram na porta, me enrolei na toalha, saí correndo, escorreguei e quase caí no chão. Abri a porta, era Matt me olhando com desejo, ele pediu para usar o banheiro, o olhei de cima a baixo, saí do banheiro para que ele pudesse usar.

Eu me tranquei no quarto, me sequei, abri a minha gaveta de lingerie, coloquei uma calcinha vermelha pequena. Peguei um vestido preto de mangas compridas justo no meu corpo, vinha até o joelho. Subi um pouco o meu vestido, ajeitei o decote, peguei a minha bolsa enorme, coloquei o envelope dentro da bolsa, andei até o alto da escada para vigiar Viola sair.

            Ela e Matt foram até a porta da entrada, eles estavam se beijando, então Matt a imprensou contra a parede, ela deu um gemido manhoso. Revirei meus olhos com ciúmes, mas não ficaríamos com ele, se ela soubesse de tudo, entraria em surto. Matt desceu seus beijos para o colo dela, tentando se encaixar entre as pernas dela, ela estava fazendo uma expressão de prazer, naquele instante abriu seus olhos e me viu espiando, escondi a minha bolsa atrás do vaso de plantas. Andei um pouco até o corrimão e dei um sorriso falso.

 

- Você não deveria trabalhar? – Eles se ajeitaram, Matt deu um selinho nos lábios de Viola. – Tchau, cunhadinho.

- Tchau, Gabrielle. – Ficou puto por ter estragado a foda deles, saiu batendo porta.

- O que eu fiz? – Viola ficou puta.

- Você está com inveja de mim. – Dei uma risada irônica e me sentei na escada. – Inveja de eu ter arrumado um namorado tão legal e tão lindo quanto o Matt.

- Por favor, Viola. Eu posso ficar com quem quiser, estou feliz por você ter arrumado um namorado, assim não fica tão amarga como um café frio. – Ri e ela também saiu batendo porta. – Vadia idiota! – Peguei a minha bolsa, voltei para o quarto e me maquiei, além de encher de perfume. – Agora é hora do show!

 

XXX

 

            Quando cheguei ao prédio do advogado, dei um sorriso na recepção, segurei bem firme a minha bolsa. Entrei no elevador que estava lotado, fiquei espremida ao redor de tantas pessoas. No andar, respirei fundo e cheguei até a recepcionista que estava ocupada ao telefone, me sentei no puff e cruzei as pernas. Ela ficou desocupada, alguns momentos depois, eu me aproximei dela com um enorme sorriso.

 

- Bom dia, eu gostaria de entregar a documentação que ele havia pedido que minha irmã assinasse para eu poder receber a minha herança. – Ela se levantou e cruzou os braços.

- Olha aqui, ele está muito ocupado, senhorita. – Ela foi grossa. – Se quer entregar algum documento pendente, você escreve seu nome na parte exterior do envelope pardo A4, depois eu mesma entregarei a ele. Assim quando ele estiver disponível, ele mesmo entra em contato com a senhorita.

- Ok. – Peguei o envelope dentro da bolsa. – Tem uma caneta? – Ela me entregou uma caneta preta e escrevi meu nome. – Obrigada. – Dei um sorriso falso, então somente pensei na minha herança.

 

            Entrei novamente no elevador, só que tinha menos pessoas para descer do que quando subi. Peguei meu celular, mandei uma mensagem para Matt que dizia “Já entreguei o envelope ao meu advogado, pode ir em casa agora, vou te dar o que você merece por ser tão eficiente”. Mordi o lábio inferior, antes de colocar o celular na bolsa, meu celular vibrou e era uma resposta de Matt. “Mal posso esperar para receber a minha recompensa”.

 

XXX

            Em casa, estava com pressa, eu joguei a minha bolsa no meu quarto, tirei toda a minha roupa, peguei um roupão de banho de Viola e vesti. Dei um sorriso para o espelho, a campainha tocou, saí correndo até a porta da frente, era Matt. Espiei se não tinha nenhum vizinho olhando, o deixei entrar, ele me mostrou uma garrafa de vinho tinto aberta. Ele uniu nossos lábios num beijo desesperado, eu pulei no colo dele, Matt separou nossos lábios apenas para poder dar um gole na bebida, me ofereceu e eu bebi também.

            Voltou a tocar meus lábios rapidamente, eu o abracei pelo pescoço, toquei a sua nuca, senti seus lábios macios com gosto de bebida se encaixando aos meus, perfeitamente. Matt conseguiu subir comigo pela escada, nossas respirações estavam ficando ofegante devido a excitação que sentíamos. Eu já estava molhada e ele com uma ereção que dava para sentir da calça jeans que usava.

            Ele me imprensou contra a parede do corredor, rimos um pouco, derrubamos um vaso de porcelana no chão que quebrou, mas não nos importamos. Eu queria aquele homem dentro de mim, abri o roupão, joguei longe. Separamos nossos lábios novamente para Matt tirar a camiseta preta e jogar longe. Beijei a curva do seu pescoço, ele grudou ainda mais o seu corpo no meu, senti sua ereção por cima da calça jeans e gemi alto.

            Unimos nossos lábios novamente, coloquei a minha língua dentro da boca dele, elas tocavam desesperadamente, como se travassem uma briga. Abri a calça de Matt mesmo sem olhar, tirei seu membro ereto para fora, segurei com força e o masturbei rapidamente. Ele xingou um pouco entre meus lábios, colou nossos corpos, sentindo prazer comigo. Quando seu membro começou a pulsar, eu o introduzi dentro de mim, enfiei as minhas unhas na pele das suas costas.

            Matt começou a investir forte dentro de mim, gememos juntos, conseguimos derrubar um quadro da parede. Rimos um pouco, eu coloquei a mão na bunda dele, para que ele investisse mais fundo dentro de mim, gemi alto em aprovação, mordi o lóbulo do ouvido e gemi bem perto do seu ouvido. Ele usou um pouco mais de força, foi tão prazeroso que gritei de prazer.

            Matt começou a investir mais rapidamente, passei as minhas mãos subindo até seus ombros, abri meus olhos, olhei para seu corpo maravilhoso. Beijei sua pele suada, ele pré-ejaculou dentro de mim. Tirou seu membro rapidamente e se afastou um pouco, minhas pernas estavam dormentes, por causa da posição que estava. Matt tirou o resto das roupas, saí correndo até a porta do quarto de Viola.

            Fiquei no umbral da porta, Matt se ajoelhou na minha frente, encaixou seu rosto entre as minhas pernas, passando a língua por toda a minha intimidade. Gemi alto, ele chupou a carne do meu clitóris, passou a ponta da língua, arqueei as minhas costas e tive um orgasmo múltiplo, achava que aquilo era lenda urbana. Um pico de prazer de vários segundos era como estar no paraíso e um ataque cardíaco juntos. Meu corpo tremeu com prazer, revirei meus olhos com a boca aberta buscando ar e ele parou de me chupar.

            Matt segurou o meu pescoço e me penetrou com força novamente. Revirei meus olhos de prazer mais uma vez, minhas pernas estavam moles devido ao orgasmo e não conseguia pensar. Ele investia tão rápido que parecia que quebraria a porta e gozou rapidamente. Então ele saiu de dentro de mim, completamente relaxado, entrou no quarto e se jogou completamente nu na cama de Viola.

 

- Essa foi uma transa daquelas. – Falou, olhando para o teto.

- Será que tem alguma bebida aqui? – Perguntei, ao mesmo tempo que entrava no quarto.

- Procura dentro do armário dela, tem uns uísques de boa qualidade que ela esconde de você. – Fiquei ofendida, abri o armário e achei um uísque Bourbon de 1928. – Não disse, meu amorzinho.

- Filha da puta, essas eram as bebidas do meu pai. Ele era colecionador de uísque, curtia uísque velho. – Abri a garrafa, dei um gole longo, o liquido queimou a minha garganta. – Porra, esse é muito forte! – Entreguei a bebida a Matt e deitei ao lado dele, olhando para o teto.

- Adoro ficar com você, pena que é errado. – Matt deu um gole longo, me passou a bebida, eu dei um outro gole e depois que me engasguei um pouco, passei para Matt que matou a bebida.

- Se ainda tiver interesse em mim, quando fizer 18, me procura. – Ele jogou a garrafa no chão, eu deitei por cima dele, passei a mão no peito tatuado e forte dele. – Faço 17 daqui a algumas semanas, em alguns estados posso consentir... – Dei um selinho nos lábios dele. – Em outros posso casar... – Desci meus beijos pelo seu corpo, ele só espiava. – E no nosso, posso transar.

 

            Segurei seu membro amolecido, passei a língua e Matt xingou um pouco. Passei a minha língua novamente em toda a extensão, masturbei um pouco e o coloquei na boca, Matt fechou os olhos, fiz movimentos de subir e descer. Suguei com força, ele teve uma ereção na hora, ele mexeu corpo sentindo prazer comigo, suguei toda a extensão do seu membro ereto algumas vezes, alternava com uma masturbação lenta, deixando seu membro pronto para mim.

            Quando o senti bem endurecido, passei a minha saliva, fiz uma sucção bem rápida. Parei meus movimentos, eu me sentei no colo dele, segurei seu membro e o coloquei dentro de mim, me preenchendo por completa. Comecei a cavalgar em seu colo, me esfregando em seu membro, ele segurava a minha cintura, gemíamos tão alto que talvez os vizinhos poderiam nos escutar.

            Eu me esfregava tão rápido, a cama rangia bastante, Matt se sentou na cama. Suas mãos acariciavam as minhas costas nuas e sua boca atacou ferozmente meu seio como um bebê faminto. Arqueei as minhas costas, minha respiração estava ofegante devido ao prazer que eu sentia com Matt na cama. Eu estava chegando ao meu ápice, fiquei reta, me agarrando aos quadris de Matt.

 

- QUE PORRA ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Olhamos e vimos Viola vermelha de tanta raiva.

- Posso explicar, Vivi. – Matt ficou chocado e eu saí de cima dele, nos cobrindo com o lençol da cama.

- VÃO ME EXPLICAR NO INFERNO! – Viola apontou uma arma para nós.

 


Notas Finais


Viola finalmente pegou os dois em flagrante.
Será que ela vai matar os dois?
Será que eles se livram dessa?
Beijos e até a proxima


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