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História Mean Girl - Capítulo 9


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Notas do Autor


Previosly in Mean Girl:

Matt se aproximou de uma loira, começou a cochichar algo no ouvido dela. Ele pegou uma bebida para ela, o flerte continuava, eu vi Viola chegando correndo e me senti um gênio. Viola agarrou o meu braço, virei a sua cabeça e ela viu a loira sussurrando algo no ouvido de Matt e ri alto.

- Você demorou demais para decidir, outra garota é mais esperta do que você. – Zombei dela. – Se ficar pensando, Matt vai cansar de você e você vai morrer sozinha.
- Você tem razão. – Ela soltou o meu braço, foi para perto dele, Matt fingiu surpresa, eu fui atrás deles. – Matt está se divertindo?
- Um pouco. O que está fazendo aqui? – Ele olhou para mim. – Claro, Gabrielle.
- Eu tenho uma resposta para você. – Fiquei com medo dela não aceitar, ela nunca correu atrás de nada, quanto mais de um homem como Matt. – Aceito sua namorada, nas minhas condições. – A loira saiu do campo de visão.
- Cansei das suas condições, Viola. Quero um relacionamento de verdade com você, gosto de você. – Matt era bem convincente e receberia um bônus por isso. – Quero te beijar, te abraçar, fazer sexo com você. Espero para transar, mas quero as outras coisas que um namoro pede.
- Se você não quer, tem muitas garotas que gostariam de ficar com ele. – Continuei colocar lenha na fogueira. – Você não vai morrer se dormir com seu namorado e sabemos o quanto você precisa de sexo. – Ri e fiz sinal de punheta para ela que ficou puta.
- Calada, Gabrielle. – Ela me deu um tapa no rosto, devolvi com mais força e Matt nos separou. – Acho que precisa de um macho para te dominar. - Ok, Matt. Vamos fazer do seu jeito.

Ela o beijou na boca, fiquei morrendo de ciúmes, mas pensei no dinheiro da minha herança e dei uma risada. Se ela soubesse de tudo, não estaria tão feliz com esse relacionamento.

Capítulo 9 - Mom told me


Fanfic / Fanfiction Mean Girl - Capítulo 9 - Mom told me

            No dia seguinte, tranquei a porta do meu quarto com chave, peguei tudo que foi dado pelo meu pai, escondi dentro do meu armário que tinha cadeado. Tranquei o cadeado e escondi a chave no pingente do colar que eu usava, tirei o meu pijama, vesti uma camiseta preta e um short jeans da mesma cor. Abri a porta e tranquei novamente, fui ao banheiro, fazer a minha higiene matinal e fui a cozinha tomar o café da manhã.

            Chegando à cozinha, Matt estava fazendo omelete, levei um susto, Viola estava sorrindo, apenas de camisola. Fiquei pensativa se eles já tinham dormido juntos. Abri a geladeira, peguei a garrafa de cerveja que tinha lá, abri, bebi rapidamente antes que Viola tirasse das minhas mãos.

 

- Você dormiu aqui? – Estava confusa e deixei a garrafa vazia na pia.

- Não, vim cedo para fazer o café da manhã, como uma forma da sua irmã não mudar de ideia. – Sorriu, colocando omelete com presunto e bacon nos pratos. – Deve estar bom, não tão boa quanto a Viola. – Cruzei os braços, fiquei de estomago embrulhado quando ele disse aquilo.

- Que nojo.

- Invejosa. – Matt se inclinou na mesa e eles deram um selinho, senti uma pontada de ciúmes. – Vivi pode trazer aquele conhaque que você me prometeu. – Sorriu, ela lhe deu outro beijo na boca, um pouco mais longo e ainda mordeu o lábio inferior dele. Ela se levantou e saiu do nosso campo de visão. – Não tenha crises de ciúmes ou senão sua irmã vai perceber, então adeus herança.

- Eu não estou com ciúmes. – Cruzei meus braços e me aproximei dele. Ele cheirava tão bem, eu queria me jogar nos braços dele como na última vez. – Esse tipo de atitude vai fazer a Viola comer bem aqui. – Estendi a minha mão.

- Você não sabe o quanto estou me controlando para não te comer. Por que você é tão gostosa? – Ri um pouco e coloquei as minhas mãos dentro da sua camiseta preta.

- O sentimento é totalmente reciproco. – Me aproximei da orelha dele, mordi o lóbulo da orelha e chupei a pele. – Quero te chupar até você gozar na minha boca, senti seus dedos enormes me tocando como da última vez. – Peguei o dedo indicador dele e chupei.

- Você não tem jeito mesmo, o saco que tenho que aguentar a chata da Viola, sem sexo ainda por cima. – Revirou os olhos e Viola apareceu com o conhaque. – Você é ótima. – Vi que ela só tinha trazido dois copos.

- Eu estou sem fome, vou deixar o casal mais à vontade. – Pisquei para ele e fui me trancar no meu quarto.

 

XXX

 

            No dia seguinte, Viola não poderia me levar a escola, pois finalmente aquela preguiçosa conseguiu um emprego numa lavanderia no centro de LA. Comemorei porque ela pegaria menos no meu pé, esperei aquela víbora sair de casa para voltar a dormir. Quando acordei novamente, estiquei os meus braços, abri os olhos, peguei meu celular que estava jogado ao meu lado e vi que era 10 horas da manhã.

            Tirei meu pijama, corri nua para o banheiro, tomei um banho rápido de chuveiro. Eu me sequei com a toalha que estava pendurada, nem sabia se era a minha. Voltei ao meu quarto, coloquei uma camiseta preta de mangas compridas, uma calcinha de renda preta e uma calça jeans skinny. Fiz uma maquiagem pesada, penteei meus cabelos e passei bastante perfume. Vesti meias pretas e usei coturnos, peguei a minha bolsa pendurada na parede e segurei meu celular nas mãos.

            Saí de casa, chamei um Uber para o centro da cidade. O aplicativo me informou que chegaria em alguns minutos, fiquei na porta esperando. Assim que Honda city prata parou, eu me sentei no banco do passageiro, coloquei o meu cinto de segurança e ele me levou ao meu destino.

            Chegando lá, entrei no prédio do advogado dos meus pais, passei pela recepção, onde tinha segurança praticamente cochilando, dei um sorriso e peguei o elevador. Subi até o 29º andar, saí e entrei no enorme escritório, cheguei até a recepcionista que estava com fone nos ouvidos e me apresentei.

 

- Senhorita Young aguarde uns instantes. – Ela sorriu, eu sentei no enorme puff amarelo. Ela andou e entrou numa das salas, juntei as minhas mãos e fiquei um pouco nervosa. Ela voltou novamente e deixou a porta aberta. – Pode entrar, o doutor White te aguarda. – Agradeci e entrei. O enorme homem gordo pediu para que eu me sentasse.

- O que lhe trouxe aqui, senhorita Young? – Ele sentou-se na sua cadeira, eu sentei na cadeira em frente a dele.

- Eu quero saber quais foram condições impostas pela minha mãe para que eu recebesse a herança dela, sei que é pouco dinheiro, mas... – Ele não entendeu.

- Se você acha que 100 mil é pouco. – Arregalei os olhos. – Achei que soubesse.

- Viola me disse que era mil dólares. – Cruzei os braços e fiquei com raiva dela.

- Quando você esteve no reformatório, ela tentou sacar o seu dinheiro, pedi uma procuração com seu nome, mas a assinatura estava estranha. – Dei um sorriso irônico. – Senhorita Moore recebeu a parte dela quando completou 18 anos. – Revirei os olhos. – Antes de sua mãe ter câncer, ela trabalhou no Vale do Silício, ela tem muitas ações na bolsa, principalmente na área de informática. – Fiquei surpresa, ele colocou uma papelada na mesa. – Conheci sua mãe na época da faculdade, uma pena que ela não terminou com a nossa turma porque ficou gravida da Viola.

- Quando posso receber esse dinheiro? – Estava nervosa.

- Bem, quando fizer 18 anos ou como esse caso é excepcional. – Ele pegou uma papelada e assinou. – Somente se a Viola assinar, ou você se emancipar. Emancipação nesse estado, é caro, o juiz pode não te conceder e você parar num lar de acolhimento.

- Quanto dinheiro minha mãe deixou realmente? – Ele ajeitou os óculos no rosto, viu naquele bloco de papelada.

- Bem, senhorita. Cerca de 100 mil em ações, 1 milhão e meio na sua parte no seguro de vida. – Meu coração deu um estalo, levei a mão no peito. – Quer uma cópia do testamento da sua mãe?

- Sim, pode me entregar o papel para que Viola assine, estou precisando do dinheiro. – Cocei o meu braço e dei um sorriso amarelo.

- Vou pedir a minha assistente te mandar por e-mail. – Apertei a mão dele e fui embora.

 

            Fiquei com raiva de Viola ter mentido para mim, ainda querer roubar a minha parte na herança. Entrei no elevador espumando de raiva, comecei a gritar. Apertei o botão do térreo, comecei a chutar a parede do elevador, dei tapas e o elevador chegou ao térreo, então me recompus.

            Saí do prédio, alguém estava saindo do taxi, entrei no taxi assim que a pessoa desceu. Pedi para que me levasse ao endereço do apartamento de Matt, precisava executar a próxima parte do plano, esperava que não demorasse para fazer aquela mulher assinar a autorização para que eu recebesse a herança.

            Chegando ao meu destino, paguei o taxi no dinheiro, agradeci e uma mulher com compras nas mãos estava saindo do prédio. Aproveitei a porta aberta para entrar sem precisar apertar o interfone, subi correndo pelas escadas. Cheguei ofegante até a porta do apartamento de Matt, apertei a campainha algumas vezes, ele abriu a porta e eu invadi. Ele não entendeu nada, eu o abracei forte.

 

- O que houve? – Ele me apertou contra seu corpo quente, ele estava sem camisa.

- Viola mentiu para mim! – Passei as minhas mãos por suas costas nuas. – Ela queria roubar a minha herança.

- Calma. – Ele me deu um beijo no alto da cabeça. – Como você descobriu isso? – Eu o soltei, sentei no sofá dele.

- Eu fui até o advogado para poder como poderia receber a minha herança, para poder te livrar do sacrifício de ficar com Viola. – Cruzei as pernas, Matt foi a cozinha, tirou algo dentro do armário. – Descubro que minha mãe deixou uma boa grana e que Viola queria roubar a minha parte, já que ela fumou a parte dela.

- Isso é muita doideira. – Matt veio com Jack Daniels de mel, com um copo. Ele serviu um copo cheio para mim. – Imagino que você só pode mexer na sua herança quando fizer 18 anos.

- Sim, mas posso receber antes. – Eu segurei o copo nas mãos e dei um gole. – Isso é bom, só que preciso que Viola assine uma autorização. – Me recostei no sofá. – Isso é impossível, capaz de pedir uma grana ou não aceitar por pura birra.

- Não acredito que você veio apenas me contar “a boa notícia”. – Eu tomei mais um gole e ele virou a garrafa. – Onde eu entro nessa história?

-  Você precisa fazer aquela mulher assinar a autorização sem ler, essa é a parte difícil que ela desconfia da própria sombra, não pode ser assim. – Estalei os dedos. – Não estou afim de esperar fazer 18.

- Será que consigo até o final do verão? – Eu me aproximei de Matt, toquei seu rosto.

- Por que até o final do verão? – Ele tirou a minha mão.

- A banda conseguiu vários shows até o final de janeiro, então não vou ter tempo para brincar de namorado perfeito e fiel com a Viola. – Terminei o meu copo, estendi e ele encheu novamente.

- Então temos oficialmente 3 meses para executar nosso plano, pode ficar tranquilo que você vai ser recompensado por isso.

 


Notas Finais


Viola mentiu sobre a herança para Gabe.
Será que eles vão conseguir executar o plano a tempo?
Será que a Viola vai descobrir?
Beijos e ate a proxima


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