História Meant to be - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Colegial, Drama, Festa, Mistério, Romance
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Palavras 1.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá lindos. Como eu prometi no capítulo anterior, aqui estou eu.
Esse capítulo é o meu preferido até agora, o que eu mais amei fazer, aos pouco a história está se desenvolvendo, e sem dúvidas esse capítulo vai ser muito importante para essa evolução.

Capítulo 7 - Are you with me? Are you in or are you out?


-Seja bem vinda, ao meu lar, ou seja lá que porra de lugar que eu moro.

 

-Okay, sua casa é bem melhor que a minha, então já estou bem mais animada.

 

-Vamos subir!

 

Algum tempo se passou e eu e Nancy estávamos apenas jogando conversa fora, até que em um momento começamos a falar realmente sobre a nossa vida.

 

-Sabe, eu nunca vi esse seu lado.

 

-Lado? Como assim?

 

-Amigável. Sabe Nancy, todo mundo deveria ter a chance de conhecer a garota incrível que você é. Eu não entendo como seus pais são tão duros com você, você é uma pessoa incrível, por mais que você não demonstre muito isso. Você é a luz dessa casa escura.

 

-Nunca ninguém tinha dito isso para mim, eu sinto falta de ter alguém que realmente quer falar comigo, obrigada, sério, você fez o meu dia bem melhor.

 

-Eu fico feliz em ouvir isso.

 

-Mas, assim, desculpa me intrometer na sua vida. Mas você tem que viver mais, não se prenda ao fato de que seu pai morreu e você só é mais uma. Porque você está errada! Você é incrível Elizabeth Young, e o mundo precisa ver a garota bonita e forte que você é. Você merece mais do que um cara babaca do ano passado, você é linda, inteligente, gentil, não é possível que ninguém queira você.

 

-O Mark me beijou.

 

-O que? Quando? Onde?

 

-Na noite do baile, na frente da minha casa. Simplesmente aconteceu.

 

-Meu Deus, quando eu penso que a sua vida vai ficar desinteressante, você vem e me surpreende.

 

-Eu não sei muito bem o que eu senti.

 

-Claro que você sabe, você só não quer admitir que você precisa dele de novo.

 

-Eu só... Só estou cansada de sofrer, eu quero uma chance de ser feliz, e tenho certeza que o Mark não vai ser a pessoa que eu vou casar e ter filhos, ele parece mais com o meu amigo que fica com todas as meninas.

 

-Se você foi capaz de ver uma parte boa em mim, então você é capaz de tudo, Elizabeth. Esse é o seu problema, você não corre atrás dos seus sonhos, se joga, tenta, se ele fizer você sofrer, a gente dá um jeito e você está habilitada para me dar um tapa.

 

-Aguarde o seu tapa então.

 

-Veremos.Tá com fome?

 

-Não vou mentir, estou sim.

 

-Não sei se fizeram jantar, mas se não tiver podemos ir até o mc e comprar alguma coisa.

 

-Eu super apoio o mc.

 

-Então, pra que jantar se temos mc?

 

-Essa é a pergunta da minha vida!

 

Pegamos um dos carros da garagem e fomos até o mc e logo fizemos os nossos pedidos.

 

-Bom, Nancy, e você? Nenhum cara que você esteja interessada.

 

-Você sabe, eu não sou de namorar, e afinal: quem gostaria de namorar com uma inútil?

 

-Você não é inútil, só é muito rejeitada pelos seus pais e pensa que todos pensam isso sobre você, mas você está completamente errada, você é capaz de amar como qualquer outro ser humano.

 

A noite passou tão rapidamente, que eu dormi igual um bebê. Pensei que dormir na casa da Nancy seria algo diferente e estranho, mas superou todas as minhas expectativas.

 

Na manhã descemos e os pais dela já haviam saído e apenas Jackson estava sentado naquela vasta mesa.

 

-Bom dia- Falei educadamente.

 

-Bom dia- Jackson e Vanessa responderam, forçadamente e alegremente, respectivamente.

 

Jackson logo saiu e subiu as escadas, Nancy, Vanessa e eu permanecemos.

 

-Olá, eu sou a Vanessa, sou a única pessoa feliz dessa casa.

 

-Prazer Vanessa, eu sou Elizabeth.

 

-O prazer é todo meu. Você é a primeira amiga que a Nancy traz aqui, e fico até feliz, você parece ser uma pessoa super legal.

 

-Obrigada, você também.

 

Após a nossa apresentação foquei na comida. Depois de finalizar o café, eu e Nancy fomos para o carro.

 

-Dia ruim?- Perguntei entrando no carro.

 

-Século ruim.

 

-Haha. Sério, o que aconteceu?

 

-Eu só gostaria de lhe agradecer por isso, por estar sendo legal comigo, me ajudando.

 

-Isso não é um favor, eu estou fazendo isso porque eu quero.

 

-Muito obrigada por essa noite. Quando quiser alguém para falar, pode falar comigo.

 

-Eu só queria te pedir alguma coisa.

 

-Não se preocupa, não vou contar sobre você e o Mark para ninguém. Mas quero que saiba que, eu estou torcendo por vocês.

 

-Você é chata hein.

 

Chegamos na escola e eu e Nancy fomos para lados diferentes.

 

-Oi pessoal!

 

-Olá- Hayley respondeu.

 

-Estávamos preocupados com você, nem respondeu nossas mensagens- Julie falou.

 

-Me desculpa, eu estava ocupada.

 

-Com o que? Posso saber?- Hayley implorou por resposta.

 

-Eu passei a noite na casa da Nancy.

 

-Ah, ótimo, agora me diga: Ela é a sua melhor amiga agora? Mal falou com a gente ontem. E estava com o mau humor terrível. Deve estar aprendendo a ser chata com ela.

 

-Não, ela não é a minha melhor amiga, mas está sendo melhor do que vocês que nem perguntam o que eu tenho e nem sequer se lembram da pior data da minha, nossa, obrigada AMIGAS, pela grande preocupação.

 

-Elizabeth, não era para você...

 

A partir daí não ouvi mais nada só fui nas lágrimas até o lugar mais próximo para me esconder.

 

Até que eu senti alguém tentando tirar minhas mãos do rosto, espionei pelas aberturas entre os espaços do meu dedo e vi que era o Mark.

 

-Não perturba!

 

-Sério, para- Ele falava tentando me levantar- Deixa de ser infantil, vamos, levanta.

 

-Você pensa que eu não estou triste? Pelo fato de que as minhas melhores amigas me deixaram na mão quando eu mais precisei?

 

-Você tem todo o direito de estar triste.

 

-Então o que você está fazendo aqui exatamente?

 

-Você precisa de alguém para falar, e é óbvio que você não quer falar com elas.

 

-É, talvez.

 

-Vamos fala. Qual o problema?

 

-Ontem completou 6 anos desde a morte do meu pai.

 

-Eu sinto muito.

 

-Mas eu já estou bem.

 

-Então por que está chorando?

 

-Por que eu sou uma idiota e eu me apaixono por pessoas erradas que eu sei que vão me deixar quando eu precisar, e você é uma, eu não quero gostar de você, mas infelizmente eu gosto, aí que idiota eu sou!

 

-Espera, você está apaixonada por mim?

 

-Não foi o que eu quis dizer.

 

-Não? Eu tenho certeza que eu ouvir você falar isso.

 

-Eu disse, mas não queria.

 

-Então, Elizabeth Young, não resistiu aos meus encantos, eu sei, é algo bem difícil.

 

-Ai sério, você é bem melhor calado.

 

Eu não tinha controle do que eu realmente estava fazendo e só beijei ele, eu sei, estou me iludindo novamente, mas parte de mim queria tanto esse beijo que eu faria de tudo para conseguir, mas a outra parte de mim me odiava por isso, o que eu estou fazendo da minha vida?

 

O que a Nancy vai dizer? na noite passada conversamos tanto sobre mim, sobre como eu me apego facilmente, falei para ela que isso não ia acontecer mais, mas olha eu aqui!

 

-Desculpa!- Sai correndo dali.

 

Além de eu ser uma idiota, sou uma frouxa, não tenho nem a capacidade de lidar com os meus próprios problemas, eu só me machuco, não quero mais isso.

 

Fui para a aula, perdi completamente o foco da aula, mas nem estava ligando, só pensei na burrada que eu tinha acabado de fazer.

 

O tempo passou razoavelmente rápido, fui para o almoço, mas nem prestei atenção em nada, estava voando da mesma maneira que estava na aula, provavelmente a Nancy já sabe que há algo errado comigo, pelo motivo de eu estar super calada e nem estar prestando atenção no que ela fala.

 

E ainda tem outra, estou brigada com as minhas melhores amigas, por que? Porque elas são muito infantis e não aceitam que eu posso ter uma nova amiga, mesmo elas sabendo que elas sempre terão um espaço especial no meu coração, elas não tem ideia de quanto eu estou triste, meu coração está completamente partido, elas são tudo para mim, mas estão agindo de uma maneira ridícula.

 

-Ei! Mundo para Betty- Nancy estalou os dedos na minha frente.

 

-Desculpa.

 

-O que está acontecendo?

 

-Nada.

 

-Eu sei que você está escondendo algo, me fala, ou eu mesma irei descobrir.

 

-Tá bom, tá bom. Eu beijei o Mark, tá?- Ela não acreditava no que estava ouvindo- Mas antes que me julgue, eu precisava disso mais do que tudo, mas eu acho que eu só piorei tudo, afinal, é só isso que eu sei fazer: destruir as vidas das pessoas.

 

-Ei, para com isso, sério. Já está ridículo, você não arruinou a vida de ninguém, você traz luz para a vida das pessoas, pensa nisso. E se ele não te quiser, Elizabeth, tem quem queira.

 

-Acho bem difícil alguém me querer.

 

-Aí para, sério. Para com esse papo dramático, você é linda, uma mulher maravilhosa, os meninos fariam fila para você, mas sabe o que falta em você? Autoconfiança.

 

-Eu sei, eu sei. Mas eu tenho medo de só me machucar mais.

 

-Se você não tentar, então, nunca saberá.

 

-Você está certa, muito obrigada mesmo.

 

Levantei e dei um abraço nela, podia sentir que as meninas estavam fazendo seus olhares nojentos pelo fato de eu estar abraçando-a, mas ela não tem nem a noção do quanto a Nancy me ajudou quando nem uma delas podia, estou muito grata pelo que ela está fazendo por mim.

 

O sinal bateu e voltamos para a aula, como era aula da sra. Willians eu prestei atenção em tudo, já estava bem melhor do que antes.

 

Passou tão rápido que nem percebi, sai da escola sem nem falar com ninguém, na realidade, nem queria.

 

Quando cheguei em casa minha mãe estava com um sorriso de orelha em orelha e correu para me abraçar.

 

-Que saudade, mãe- Falei entre o abraço.

 

-Também estava com saudades.

 

-Como foi essas "férias"?

 

-Eu estou me sentindo bem melhor, eu confesso que ficar alguns dias longe de você foi bem difícil.

 

-Eu sei que você precisava disso.

 

-Sim, eu precisava.

 

-Ontem foi um dia bem difícil. Eu briguei com as meninas.

 

-Por que?

 

Contei tudo para ela, minha mãe também é a minha melhor amiga, eu conto (quase) tudo para ela, ela sempre me dá conselhos, que me ajudam bastante por sinal.

 

Eu subi após a nossa longa conversa, e eu ainda estava com a mesma roupa desde de manhã.

 

P.O.V Hayley Russel

 

-Nancy, oi.

 

-Por que você está falando comigo Hayley? Você nem gosta de mim.

 

-Sim, isso é verdade. Mas eu amo a Betty, e eu preciso muito da sua ajuda para uma coisa.

 

-Por que não pede ajuda para a Julie?

 

-Porque ela não está falando comigo, e não está nem um pouco interessada em fazer as pazes com a Elizabeth.

 

-Entendi. Do que se trata?

 


Notas Finais


aaaaa gostaram? Espero muito que sim.
O próximo capítulo já está em desenvolvimento e postarei amanhã ou sexta, beijos.


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