História Medicinal Love (Imagine - Park Jinyoung) - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens Jackson, JB, Jinyoung, Personagens Originais, Youngjae
Tags Doutor, Got Seven, Got7, Park Jinyoung, Tragedia, Você
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Palavras 850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem pela demora, tá? Desculpa mesmo!

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction Medicinal Love (Imagine - Park Jinyoung) - Capítulo 5 - Capítulo V

— Você está falando sério, hyung? Você vai ficar com o Jae? —Os olhos de Youngjae brilhavam com a notícia e eu sorri confirmando pra ele.— Viu tia (S/N), o hyung vai ficar com a gente!

— Fico feliz por isso, meu amor. —(S/N) beijou a testa do meu irmão mais novo e sorriu para mim. 

— (S/N), nós vamos passar no shopping para comprar algumas roupas pra você, okay? Eu já tinha comprado algumas, mas quero que tenha algo do seu gosto. —Disse abrindo a porta do carro. 

— Jae quer sorvete, hyung! —Youngjae anunciou e eu ri, fechando a porta do carona assim que a minha futura garota passou por ela e abri a porta de trás. 

— Se segura no hyung, Jae! 

Estendi os braços e ele se segurou com toda a força que ele tinha se levantando e apoiando o pé bom no chão, jogando o peso sobre esse, como eu havia ensinado. O coloquei sentado no banco traseiro e ele mesmo ajeitou as pernas de um jeito confortável. Bati a porta e guiei a cadeira de rodas, agora vazia, até o porta-malas e a guardei lá. Seguindo para o lado do motorista, adentrando o carro e me colocando a dirigir.  

— Está na hora do almoço, vamos parar em algum restaurante e almoçar, aí seguiremos para o shopping, tudo bem? 

Perguntei aos dois que assentiram, concordando com o que eu tinha proposto e então seguimos para o restaurante. 

(...)

Fazia um tempo que tínhamos chego no meu apartamento, (S/N) estava tomando banho no banheiro do meu quarto enquanto eu ajudava o Jae a tomar banho no quarto dele. Na verdade, eu já tinha terminado de banhar essa criança de vinte e um (21) anos, e o que mais estava me enrolando naquele quarto era o fato dele não querer se vestir. 

— Anda Jae, tenho que fazer o jantar! —digo segurando a cueca dele em mãos e com os braços cruzados. 

— Jae não quer vestir roupa! —reclamou e eu rolei os olhos. 

— Mas você vai vestir roupa, Park Youngjae! Está frio! —puxei suas pernas com cuidado e ele emburrou mais ainda.— Te dou chocolate depois do jantar se você vestir o pijaminha!

— Tudo bem, pode me vestir! 

Ora seu! —Pensei comigo mesmo

 Dei risada e coloquei-me a vestir meu irmão menor, amanhã eu levaria os dois ao médico para saber qual seria o tratamento adequado para os dois. (S/N) tinha tido uma lesão não tão severa onde as lembranças são armazenadas no cérebro, creio eu que com terapia, elas voltarão aos poucos. E bom, Youngjae é um caso complicado, ele passará por sessões extremamente exaustivas de terapia para sabermos onde está o trauma que o impediu de crescer e ser um adulto normal. 

— Prontinho! 

Ditei e ele sorriu, o ajeitei melhor na cama e liguei a televisão em um canal de desenhos qualquer. 

— Jae, eu vou fazer o jantar e depois eu volto, okay? 

Youngjae apenas assentiu e com sua resposta, saí do quarto dele e rumei para cozinha, encontrando (S/N) na bancada preparando algo e olhando para a panela que estava no fogo, cozinhando algo. 

— O que está fazendo, chef renomada da gastronomia? —perguntei e ela se assustou colocando a mão no peito. 

— Aish, Jinyoung! —reclamou e eu ri.— Estou preparando um escondidinho de carne. 

— Okay, deixo nas mãos da chef. Mas o que seria isso? 

— Uma comida do meu país de origem, acho eu.—Ela fez uma expressão pensativa e voltou a se concentrar no que fazia. 

 Me sentei na mesa e observei os movimentos que ela fazia, preparando o alimento e em pouco tempo a assadeira com uma espécie de massa feita de batata estava no forno e depois de um espaço-tempo de espera, o jantar estava na mesa e eu fui rapidamente buscar meu irmão. E quando voltei, ela já estava colocando nossos pratos e servindo sucos em nossos copos. 

— Bom apetite. 

Ela disse assim que sentamos à mesa, e nos colocamos a comer, claro que vez ou outra eu ajudava meu irmão que provavelmente se sujaria todo se comesse sozinho. E realmente a comida era uma delícia.  

— Obrigada pela refeição, querida. —disse assim que todos terminamos de comer e retirei os pratos da mesa.— Deixa que eu cuido da louça, vai descansar. 

Dei-lhe um beijo na testa assim que voltei pra mesa e levei meu irmão para o quarto. 

— Hyung, meu chocolate!

Youngjae reclamou e eu ri, tirando o chocolate do bolso e dei pra ele. Ele comeu e eu o levei para escovar os dentes e depois o ajudei a se deitar e cobrir. 

— Boa noite, hyung. 

— Boa noite, Jaejae. 

Dei um beijo na testa dele e saí do quarto me direcionando para cozinha, onde encontrei algumas louças sujas, pois Lang já tinha lavado um pouco. Então terminei de lavar o resto e segui para o quarto, passando antes no quarto dela e desejar-lhe uma boa noite. 

É uma tortura tê-la perto e não podermos dormir juntos, mas foque Jinyoung. Não vamos forçar nada. 


Notas Finais


Beijão lindas.


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