História Medíocre - Capítulo 6


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Hendery, Jaehyun, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, Yuta
Tags Dojae, Jaeyong, Jieun, Johnil, Johnyong, Luwoo, Yucas, Yutae, Yuwin
Visualizações 97
Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, fiz minhas 3 provas de hoje então tô com algum tempo até a próxima
Desculpem qualquer erro, eu não revisei por pura preguiça
Eu AMO o grupinho do Tae
Tenho mais nada pra falar não

espero que gostem
boa leitura

Capítulo 6 - VI - O inocente


— Você ainda não foi tomar banho? — Jaehyun se pronunciou colocando as mãos na cintura quando ao voltar para o banheiro o viu com a porta aberta e Taeyong ainda encarando o espelho.

— Você acha que eu tenho cara de marginal? — o loiro segurou novamente as orelhas antes de continuar — Sem orelhas eu vou ficar ainda pior!

 

Jung se aproximou deixando as roupas que havia pegado sobre a bancada do banheiro e segurou ambos os ombros do cunhado, forçando-o a encará-lo.

 

— Tae, me escuta. — sorriu ao notar a carinha fofa que o homem fazia, como se estivesse prestes a chorar — Você não vai perder suas orelhas. — cobriu as mãos do Lee com as suas e as tirou dali.

 

No entanto, Taeyong sequer parecia prestar atenção em algo enquanto encarava Jaehyun, que pensou que ele só estivesse encarando um ponto qualquer refletindo, mas estava errado.

As mãos do cunhado que ainda eram seguradas por si se desprenderam rapidamente e foram em direção as suas bochechas. Com a ação alheia, os corpos automaticamente se aproximaram e aquilo não foi um problema naquele momento, não quando o foco de Taeyong estava em forçar seus indicadores nas covinhas fundas de Jung. O aperto das mãos em seu maxilar era um tanto bruto, mas não de uma forma que o machucasse de fato, seus lábios se curvaram em um sorriso ainda maior e o Lee parecia encantado, seus olhos até mesmo brilhavam.

 

— Suas covinhas são bonitas. — pontuou sorrindo fraco entretido em passar o dedão sobre as mesmas, talvez não tivesse parado para pensar que estava quase colado ao cunhado enquanto acariciava suas bochechas, mas Jung sim, e o mais novo só conseguiu sentir um arrepio pelo corpo.

— Obrigado, eu acho... — engoliu em seco desviando o olhar do rosto do loiro.

 

Analisar a forma que o Lee permanecia com os lábios entreabertos e olhava para si parecia muito perigoso, assim como o maxilar bem marcado do homem, as sobrancelhas bem delineadas e até mesmo a cicatriz perto do olho. Perigoso por ser ninguém mais ninguém menos que o namorado de sua irmã ali.

 

— Vou tomar banho! — o loiro exclamou tirando as mãos do rosto alheio e quase pulando de alegria, assim que o mesmo fez menção de tirar a blusa em sua frente o Jung saiu do banheiro.

 

Enquanto esperava Taeyong sair do banheiro para se certificar que estava tudo bem pensava no que estava se metendo. De fato sabia que encarava o cunhado mais que o necessário, ou que o que o olhar dele causava em si não era normal, mas não conseguia evitar.

E foi ao pensar que o namoro com sua irmã sequer parecia um namoro real, que foi tirado de seus devaneios por um barulho um tanto alto vindo do banheiro. Ficou em dúvida se deveria entrar — após olhar as escadas e constatar que pelo menos Jieun não estava descendo — e foi nesse momento que a porta abriu revelando o loiro.

Lee Taeyong tinha os fios molhados — mesmo que Jung tenha o dito através da porta para não lavar naquele horário momentos antes — e trajava suas roupas enquanto sorria para si.

Os dois subiram sem falar nada por hora. O loiro subia lentamente as escadas como estivesse sem vontade e Jung o acompanhava um pouco mais atrás. E, mesmo no ritmo lento, chegaram à porta do quarto de Jieun onde o mais velho girou os calcanhares e ficou de frente para Jae.

— Obrigado, Jae. — sorriu fraco encolhendo os ombros, experimentando a forma que o apelido saia de seus lábios. O viu se esticar e deixar um selar na covinha direita de sua bochecha e em seguida corar — Por tudo, sério. Boa noite, Jae.

 

[...]

 

Para Lee Taeyong, o cheirinho de amaciante que dominava a roupa que Jaehyun havia o emprestado ainda estava presente mesmo que mascarado pelo cheiro, agora, de Jieun era bom até demais. A blusa roxa parecia grande demais, assim como o short preto, entretanto, pegar roupas emprestadas com o cunhado era mais viável do que entrar no quarto da namorada silenciosamente.

A menina o abraçou como nunca ao que Taeyong deitou na cama lhe dando um beijo na testa na madrugada anterior, ela possuía um bico nos lábios e o rosto inchado. Acordou explicando brevemente que tinha brigado com Soojin por besteira e que a menina estava a ignorando atualmente e que não podia viver sem a amiga.

No momento, os dois iam para a faculdade no carro de Jae. Jieun estava no passageiro como se nada tivesse acontecido e Lee estava atrás respirando fundo tentando amenizar a dor de cabeça que sentia mesmo tomando o remédio que o Jung lhe entregara escondido antes de saírem.

Seus pés batiam contra o chão do carro em uma ansiedade que não sabia sentir, o clima parecia estranhamente pesado. Jieun que normalmente era falante e animada com tudo estava quieta ajeitando sua franja pelo espelho do carro, Jaehyun tinha iniciado uma música baixinha no rádio também em completo silêncio, aquele era um dia estranho, de fato.

Encontrar os amigos no intervalo pareceu-lhe ainda mais estranho. Yuta sequer apareceu enquanto Yukhei permaneceu quieto durante o tempo todo — ele até mesmo estava bebendo café, e ele não gostava de café até então —, Johnny comentava coisas aleatórias enquanto devorava sua batata frita grande — o vício do amigo em batata frita era a única coisa comum no dia.

Jieun sentou-se com eles e ninguém fez cara feia, Johnny pareceu até mesmo se animar ao iniciar uma conversa sobre estágios e afins com a menina, já que ambos estavam em seu último semestre. Lucas só proferiu algumas poucas palavras quando seu telefone tocou de repente chamando mais atenção do que precisava naquele momento. 

 

— O que está acontecendo com ele? — Lee questionou ao ficar apenas ele e o americano na mesa, Lucas retirou-se com um simples aceno com a cabeça segundos atrás e Jieun disse que iria ao banheiro.

— Você realmente não sabe? — Lee estreitou as sobrancelhas levando o canudo do refrigerante que Jieun lhe dera aos lábios — Esquece, eu também não sei ao certo, só sei que tem a ver com o Yuta.

 

Ainda com as palavras do amigo na cabeça as aulas foram finalizadas sem que o loiro prestasse qualquer atenção nas mesmas. Sem nem perceber caminhou até o ponto de ônibus mesmo que pegasse metrô, no entanto, ao notar a linha do transporte que se aproximava sabia o que queria no momento.

O local estava idêntico a primeira vez que esteve ali, com exceção de Moonbin que não se encontrava jogado no sofá da recepção dessa vez. Duas meninas nervosas sobre o que fariam com seus corpos estavam sentadas aguardando e Tae apenas sentou esperando sua própria vez.

O conhecido de Jaehyun havia sido tão gentil e legal quanto da primeira vez, tinha até mesmo perguntado sobre o Jung e o mandado “aparecer”. Apesar da dor, Taeyong sentia-se bem de estar ali sozinho, não parecia mais uma criança assustada como da primeira vez, não precisava de companhia.

E foi saindo daquele lugar depois de acertar o pagamento e com a blusa roçando sobre os piercings recém-colocados que esbarrou com o mesmo homem da última vez, aquele incrivelmente belo, Cha Eunwoo.

 

— Olha se não é o menino do Jae, é bom te rever.

— Eu não sou o menino do Jae. — rebateu um tanto petulante de forma automática e viu o homem ficar um tanto sem jeito, automaticamente cobriu sua boca, desde quando era tão mal educado? — Bom te rever também... — tentou disfarçar o constrangimento.

— Fico feliz de saber isso, na verdade. — sorriu encarando o loiro e vendo como ele parecia sem jeito ao notar sua grosseria — Jaehyun não é flor que se cheire, afinal.

— O que quer dizer? — estreitou as sobrancelhas e mordeu o lábio inferior — Eu sou namorado da irmã dele, sabe disso, certo?

— Oh, entendo, a situação é ainda pior do que parece. — Cha comprimiu os lábios e retirou uma caneta do bolso pequeno da mochila que carregava puxando o pulso do Lee para si — Isso é para caso queira algo simples.    

 

Taeyong repassava a cena em sua cabeça repetidamente enquanto encarava o telefone de Eunwoo seguido de um coração torto em seu pulso, ele estava dando em cima de si. Aquele homem dono de uma beleza surreal estava interessado em ter algo e aquilo parecia inacreditável, não que se considerasse feio ou coisa do tipo, apenas se achava muito comum e sem graça.       

Pensar sobre esse tipo de coisa o fazia sentir-se culpado, sequer pensara em Jieun até o momento, simplesmente pensara que não poderia ter algo com alguém tão bonito pois seus padrões subiriam. Era cruel parar para refletir em como não ligava para a namorada, como nem pensava na mesma ao ter alguém lhe dando mole, sentia-se sujo de só pensar nisso. Não se tratava apenas dele, ele não poderia ficar com Eunwoo por já ter alguém não por ele ser muito bonito, o que pensava afinal?

 

— Tae, — Chaerin cutucou o ombro do neto ao vê-lo perdido em pensamentos — o que está havendo?

— Nada, vó, só estava pensando.

— Tubo bem, entendo. Yuta está aqui. — apontou para o japonês na entrada da sala que parecia um tanto nervoso.

 

Taeyong teve que expulsar o labrador marrom, Wain, de seu colo para que pudesse levantar e caminhar até seu quarto sem nem falar nada antes, sabia que o amigo lhe seguiria. Jogou-se na cama e esperou que o japonês fizesse o mesmo ao seu lado.

 

— O que houve? Você nunca vem aqui...

— Eu não sei o que fazer. — Nakamoto suspirou rodando o corpo e encarando o Lee.

— Como assim?

— Eu tenho um encontro com o Sicheng. — confessou suspirando e viu o loiro arregalar os olhos.

— Isso é ótimo! Não é tudo o que você queria?

— Não é exatamente tudo, ok? — Tae estreitou as sobrancelhas, desde que se conheceram o japonês queria aquilo, na verdade, só se conheceram por isso, o que era um tanto contraditório — E eu não sei mais se...

— Quando isso aconteceu?

— Na festa da fraternidade, eu bebi demais e resolvi falar com ele, longe do grupinho. Conversamos por pouco tempo e ele me deu o celular dele. — bagunçou os fios já grandes demais e mordeu o lábio inferior — E ele é lindo, sabe? Muito mais bonito de perto. Mas eu sinto que tem algo errado.

— E vocês combinaram de se encontrar por mensagens? — Yuta assentiu e comprimiu os lábios — Yu, não tem nada de errado nisso. Ele está interessado, você também, vocês são adultos e podem lidar com isso.

— Lucas está chateado comigo, quer dizer, não comigo exatamente. Ele acha que eu vou me magoar, disse algo sobre saber como eles são. Eu contei para ele ontem, pouco antes da gente dormir.

— Você sabe que ele não gosta deles, não lhe dê tanta ideia.

 

Nakamoto assentiu e sorriu com amigo o mandando ignorar Yukhei, não era uma coisa comum de se ver, Taeyong tinha a tendência de se preocupar sobre como todos iriam se sentir a todo o momento.

O japonês permaneceu ali até precisar correr para se arrumar, tinha certeza que Dong odiaria que ele atrasasse. Passou todo o caminho de volta para casa pensando no que Lee falara enquanto encarava a última mensagem que havia recebido de Lucas pela manhã, “não faz isso”.

Lembrava-se do amigo falando pessoalmente a mesmíssima coisa, enquanto estavam deitados no quarto de hóspedes de Seo, na madrugada anterior. Wong estava deitado de frente para si quando contou, o chinês se remexeu incomodado e pediu que explicasse direito — assim como Taeyong fizera.

Ao terminar de contar tudo ao chinês o mesmo girou o corpo encarando o teto do quarto fixamente, parecia pensar em algo.

 

— Sabe que isso pode não dar certo, né?

— Yukkie... — resmungou abraçando a cintura do amigo em pura manha e sentiu mãos grandes começarem a escovar seus fios com os dedos.

— Eu só não quero que se magoe, sabe como ele e seu grupinho são.

— Eu sei.

— Então não faz isso, não se envolva com alguém que sabe que vai te magoar.

— O que? — Nakamoto se afastou apoiando-se nos braços para encarar o amigo que nem o olhava direito — Você está brincando? Isso é o que eu sempre quis, pode, pelo menos, fingir torcer por nós dois?

 

O japonês virou de costas nem falar mais nada, não queria olhar para o rosto de Yukhei mais naquela noite, era difícil deixar essa implicância de lado para apoiá-lo? A pergunta circulava sua mente sem parar e foi com ela que acabou pegando no sono, um sono pesado o suficiente para não escutar o que o amigo falou a seguir, enquanto o abraçava por trás e enfiava o nariz em sua nuca para sentir seu cheiro melhor.

 

— Não fica com ele, — apertou o braço ao redor da cintura do amigo e sorriu triste — fica comigo.

         

Na manhã seguinte ele não estava lá, e, pela mensagem, nem parecia disposto a apoiar esse relacionamento e isso deixou Yuta chateado o suficiente para não aparecer na mesa deles durante o intervalo. Intervalo o qual, Lucas passou tomando o café preferido de Nakamoto — mesmo que não gostasse nada da bebida — que havia levado como um pedido de desculpas ao amigo.

 

[...]

 

Taeyong segurava entre os dedos uma mecha de fios loiros já amarelados e muito grandes, encarava seu cabelo com uma careta onde projetava um bico de descontentamento e sobrancelhas franzidas, enjoara daquela cor. Na verdade, nunca tinha curtido muito pintar daquela cor, Jieun que insistiu e ele apenas aceitou.

Enviou uma mensagem hesitante para Lucas pedindo uma sugestão de cor e que o mesmo fosse ali além de passar na farmácia para comprar o que precisaria, estava decidido a se livrar daquela cor. O chinês não demorou a chegar com a moto que tinha e a falta de responsabilidade no trânsito, o mesmo parecia estranhamente animado em pintar os cabelos de Lee e até soltava risadinhas maléficas.

 

— E o Yuta?

— Yuta? O que tem o Yuta? — Wong desviou o olhar rapidamente e forçou o mais velho a olhar para frente novamente.

 

Os dois estavam sentados na escada do quintal da casa dos Lee, Taeyong um degrau abaixo, entre as pernas do moreno esperando que o mesmo começasse a pintura quando o futuro arquiteto questionou o amigo.

— Não sei, só achei que ele fosse estar com você. Vocês sempre estão juntos... — rebateu sentindo o corpo do amigo tencionar, estava jogando o verde, admitia.

— Não sabe que ele agora só quer saber de Sicheng? — se referiu ao “lance” dos dois que acontecia há uma semana.

— Implicante. — revirou os olhos com o drama do chinês e resmungou ao senti-lo puxar seu cabelo.

 

Cerca de três horas depois Taeyong se encontrava com os fios vermelhos — cor escolhida por Wong que não quis mudar de jeito nenhum — e uma escova que o mesmo insistiu em fazer, estava satisfeito com o resultado. Após terminarem os dois subiram na moto vermelha de Yukhei e rumaram à casa de Johnny, passaram, ainda, em um restaurante de comida da japonesa que levaram com dificuldade até lá.

Assim que chegaram, Lee viu que Nakamoto tinha respondido a mensagem dizendo que iria um pouco mais tarde, quando deixasse Dong em casa. Lucas tocou o interfone direto até o porteiro parar de olhar para a tela do celular e liberar a passagem dos dois.

Ao entrarem no apartamento luxuoso do americano sem nem bater os dois já falavam alto mandando o que o mesmo ligasse o vídeo game e pegasse algum vinho da coleção de seu pai que existia ali. No entanto, ambos se calaram ao notar Moon Taeil sentado no sofá com o rosto vermelho sorrindo sem jeito para eles, Johnny vinha da cozinha com um pano de prato sobre os ombros.        

Taeyong desejava perguntar o que o menino fazia ali e podia apostar que Lucas também, entretanto, ambos apenas o cumprimentaram deixando a comida na mesa de centro e foram em direção à cozinha para escolher o vinho. Lee, ainda, permaneceu parado por mais uns segundos para agradecer ao elogio sobre seu cabelo por parte do mais velho.

 

— O que ele faz aqui? — Wong sussurrou passando o dedo sobre uma garrafa qualquer.

— Eu não sei. — sussurrou de volta dando os ombros e puxou a garrafa que parecia conter a data mais antiga, sequer sabia a diferença entre os vinhos, mas diziam que os mais antigos eram melhores.

 

Ao retornarem para sala, Taeil já não se encontrava mais lá. John voltava da porta com um sorriso mínimo e o pano de prato agora em mãos.

— O que está acontecendo? A verdade, eu quero a verdade John Seo. — o chinês exclamou assumindo uma postura determinada.

— Nada, é a verdade.

— E o que ele fazia aqui? — Taeyong questionou.

— Por que Yuta e Lucas não estão se falando? — Seo questionou, parecia querer fugir do rumo da conversa.

— O que?! Nós não...

— Ou então, por que você continua se encontrando com seu cunhado, Taeyong?

         

Os três se encaravam como quem dizia que aquilo não era da conta de ninguém e foi aí que entenderam que não queriam falar sobre, todos tinham coisas das quais não queriam falar. Caminharam até o sofá jogando-se praticamente juntos e suspiraram, o que estava acontecendo?

 

— Trouxemos comida japonesa. — Tae disse fofamente e todos pareceram voltar à realidade, Lucas foi pegar copos e Johnny começou a ajudá-lo a tirar os alimentos do embrulho.

— Gostei do cabelo, você parece ainda mais um delinquente. — riu bagunçando os fios recém-pintados do amigo.


Notas Finais


Outra coisa, já sabem a quem se refere cada título dos capítulos? Já dá pra saber muitos.

Espero que tenham gostado a


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