História Medo de Amar - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella, Henriquefogaca, Masterchefbr, Paolacarosella
Visualizações 738
Palavras 2.429
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Daqui pra frente não grilem com ordens, roupas ou tempo em que as coisas aconteceram na real life, manXs. Pensem que essa fic é uma mistura do que aconteceu de verdade com o que eu gostaria que fosse e a minha teoria sobre eles. Relaxem e gozem tanto quanto Farosella quando transam :).

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Medo de Amar - Capítulo 2 - Capítulo 2

– Tem certeza? – Ele perguntou sabendo que depois daquela noite tudo mudaria entre os dois.

Ainda olhando em seus olhos ela levou as mãos para seus próprios cabelos e os soltou do lenço colocando o tecido ao lado do rádio. Os cabelos escuros e ondulados da mulher caíram instantâneamente em seu colo.

Paola desviou o olhar do dele o direcionando para seus próprios seios. Sem dizer nada levou as duas mãos para trás e abriu seu sutiã deixando que o tecido "murchasse no copo" dela revelando aos poucos cada vez mais a pele antes escondida. 

O retirou calmamente escorregando alça por alça ao longo de cada braço, oscilando entre olha-lo e olhar o que estava fazendo. Quando finalmente retirou todo o tecido apenas alguns fios dos cabelos dela cobriam seus seios.

Fogaça observou hipnotizado os seios arrendodados e fartos da mulher. Sentiu seu pau pulsar dentro da calça. Nunca tinha a visto daquele jeito, apesar de ter imaginado muitas vezes o que a Argentina escondia embaixo da dolmã. Ela passou a língua nos lábios os umidecendo e esticou o sutiã na direção dele.

– Isso responde a sua pergunta? – Ela disse com um sotaque forte. A música acabando e dando lugar a  outra da mesma banda. Ele pegou o sutiã da mão dela e o jogou em qualquer lugar no chão a puxando pra si pelos cabelos da nuca. Paola arfou surpresa com a força que ele a puxou e sentiu seu corpo arrepiar.

Ele mordeu os lábios dela e ela levou as mãos para a cintura dele o puxando pra mais perto. Sentiu sua vagina se contrair quando o membro dele encostou em seu corpo. Volumoso e duro, ainda que distanciado pela calça que ele usava. Queria prova-lo desde o dia que viu Henrique apenas de cueca no vestiário do restaurante.

– Se você soubesse quantas vezes eu imaginei você assim... Porra, Paola! – Ele disse com os lábios nos dela a fazendo sorrir e logo seguiu chupões para o pescoço da morena enquanto suas mãos subiam pela cintura da mulher. Seus polegares apertando a pele branquinha da cozinheira. Ela o afastou por um instante e retirou a blusa dele.

Ele se aproximou outra vez e desceu os chupões para o ombro de Paola e ela segurou a nuca dele. Logo o homem alcançou os seios da chef, que observava cada passo dele. Henrique passou os dentes em um dos bicos eriçados dela a fazendo gemer baixinho. Então abocanhou alternadamente os seios dela com intensidade. Imediatamente a pele da mulher ganhou uma marca avermelhada.

– Você é linda. – Ele disse se abaixando diante dela. Seguia beijos para a barriga de Paola enquanto a olhava nos olhos. Ela fazia carinhos na cabeça e na nuca dele.

– Faz tempo que yo quero te ver daqui de cima. – Ela sussurrou enquanto ele abria a calça dela. – É una visão e tanto. – Mordeu a própria boca contendo um sorriso safado.

Ele puxou a calça dela para baixo lentamente logo a livrando do jeans, o colocando de lado. Se deparou com a calcinha branca de laterais grossas da mulher, que moldava seu corpo perfeitamente. Passou os dedos na vagina dela sobre o tecido fazendo Paola virar o rosto para o outro lado inspirando pesadamente.

Ele subiu as mãos pelas pernas dela indo até sua bunda, percebendo que o tecido não cobria quase nada atrás. Puxou a calcinha da morena para baixo rapidamente se deparando com a pele lisinha da cozinheira. Afastou as pernas dela e beijou a parte interna de sua coxa, mordiscando.

– Fogaça!... – Ela gemeu se sentindo umidecer cada vez mais enquanto ele subia os beijos lentamente alternando as pernas.

De repente Henrique levou um dedo para entre as pernas dela. Não precisou sequer penetra-la para senti-los enxarcar. Aproximou seu rosto e depositou um beijo intenso sobre a vagina dela.

– Porra, como seu cheiro é delicioso. – Ele disse baixinho provocando nela arrepios com seu hálito quente.

– Me chupa. – Ela pediu ofegante. – Quero te sentir em mim.

Não precisou repetir, ele logo passou a língua na intimidade dela e chupou sua vagina como se comesse uma manga madura no pé. Paola arqueou as costas pra trás e gemeu alto segurando firme no móvel atrás de si.

– Dios!!! – Ela gemeu e colocou uma de suas pernas apoiadas no ombro dele lhe dando mais espaço. 

Henrique levou o polegar para o clitóris da mulher e o massageou enquanto a chupava com delicadeza. Ela fechou os olhos e desviou a cabeça apertando os lábios um contra o outro. 

– Caralho, Fogaça! Hm! – Movimentou a cabeça de um lado para o outro tentando se manter consciente. Ele não a olhava pedindo permissão, não parava de estimula-la. Ela se sentia cada vez mais sensível quando o tatuado parou de lambe-la para colocar um dedo dentro da vagina da moça. – Por Dios, Henrique, no faz assí. – Ele a encarou sem parar os movimentos.

– Você tá imporando, chef? – A provocou.

– Si.

– Sim? – Ele intensificou os movimentos no clitóris dela que soltou um gemido num fio de voz. – Sim ou não, Paola?

– Si, Henrique. – Se esforçou o fazendo rir. Ele parou lentamente o que estava fazendo e se levantou a olhando inteiramente nua e suada diante dele.

– Você faz ideia do quanto é gostosa? – Perguntou segurando o rosto dela com as duas mãos secando seus dedos no rosto delicado dela. – Da vontade que eu tinha de saber o seu gosto? – Ela sorriu ofegante tentando se recuperar. Pegou o copo atrás de si e tomou todo o resto de Whisky de uma vez fazendo uma careta no final. Um pouco do líquido escorreu pela boca dela descendo entre seus seios.

– Então era esse seu fetiche?: Fuder tua chef de cocina!? – Respondeu com um meio sorriso no rosto e ele ficou em silêncio.

Ela levou as mãos para a calça dele a retirando com agilidade. Se agaixou diante do cozinheiro e puxou sua cueca também, se deparando com o pau do homem. Era maior do que havia percebido e tinha a grossura ideal. A chef sorriu ao lembrar que sempre imaginou se o homem tinha alguma tatuagem escodida por ali também. Ergueu o olhar e se empinou para que ele tivesse uma boa visão de sua bunda.

Segurou o membro dele com uma das mãos e passou a outra dentre os fios de seus cabelos os jogando para o lado. Logo massageou o pau do estagiário o masturbando. Ele observou a maestria dela com a boca entreaberta passando uma mão em sua própria cabeça enquanto pairou a outra no topo da cabeça dela.

– Aí você me complica, mano. Porra...! – Prendeu os lábios um no outro quando sentiu a quentura da boca dela contra sua pele. E contraiu a mão nos cabelos dela.

Paola passou a língua pela extensão do pênis dele e arrastou com muita delicadeza os dentes na cabeça do mesmo. O contornou e sorriu contra o pau do homem quando o escutou gemer. Ela colocou a língua para fora e inclinou sua cabeça pra baixo antes de enfia-lo na boca o engolindo lentamente. A  posição perfeita para evitar que o pênis batesse em sua garganta. 


O sentiu firme no céu de sua boca e o retirou sem chupa-lo o deixando completamente molhado. Repetiu o processo por no mínimo mais duas vezes. Sentiu Henrique pegar seus cabelos num rabo de cavalo e levou uma das mãos para seu clitóris, se masturbando. Evitava desviar o olhar do dele, gostava da sensação de ver o tatuado enlouquecer de prazer apenas com a sua boca.

– Puta que pariu, Argentina. Você não sabe como eu quero te fuder. – Ele disse ofegante. 

Não sabia se foi o que ele disse ou simples o fato de tê-la chamado de "Argentina" pela primeira vez, mas parou o que estava fazendo e se levantou aos poucos beijando a barriga dele.

– E você no sabe o quanto yo quero que me foda. – Sussurrou entre um beijo e outro. – Camisinha. – Pediu quando sua boca alcançou a dele. Henrique sorriu a encarando.

– Na cômoda perto da cama. – Ele respondeu no mesmo tom devolvendo o sorriso à ela. Agora com mais malícia.



....



Paola acordou de repente e assustada. Sentou-se olhando em volta e não reconheceu o quarto em que estava. Percebeu que estava completamente nua envolta em um lençol acinzentado. Esfregou os olhos os limpando e passou a mão em seus longos cabelos os jogando para o lado aproveitando para coçar o topo da cabeça. 

Só então percebeu o corpo masculino deitado ao seu lado deitado de barriga para baixo também completamente nu, mas, diferente dela, nenhum lençol o cobria. Ela estreitou os olhos observando as costas largas do homem, se lembrando da noite passada e se deu conta de onde estava. Olhou para o lado e viu um rádio relógio próximo ao porta-retratos. Como não tinha notado a presença dele antes?

Paola se levantou apressada quando viu que já passava das 08h da manhã. Estava atrasada! Ainda tinha de passar em casa, tomar um banho e ir para o Julia preparar tudo para a abertura do almoço.

Andou pelo quarto procurando suas roupas e se deparou com sua calcinha. Quando se inclinou para terminar de vesti-la esbarrou num móvel fazendo um barulho que acordou Henrique. Ele ergueu a cabeça e a olhou apenas de calcinha pegando sua blusa do chão.

– Bom dia. – Ele disse rouco estreitando os olhos. Imaginou diferentes formas de acordar ao lado dela em todas as vezes que fantasiou a transa dos dois, mas jamais esperou acordar com aquela vista.

– Bom dia. – Ela respondeu baixinho andando pelo quarto.

– Onde você vai? – Perguntou se sentando na cama a observando pegar suas roupas. Seus seios fartos a mostra. Teve vontade de se enterrar dentro dela outra vez.

– Para casa. Estoy atrasada. – Ela respondeu sem olha-lo ainda procurando suas roupas pelo chão. – Viu meu sutiã? – Parou para olha-lo finalmente. – No encontro.

Ele respirou fundo e passou as duas mãos no rosto as levando para a cabeça e as deslizou pelo pescoço. Bateu a mão na cama como num pedido que ela se aproximasse. Paola o fez inocentemente. Quando chegou perto ele a puxou para si a jogando na cama segurando em seus quadris.

– Fogaça! – O repreendeu rindo.

– Não entendi a pressa, não estamos numa cozinha de restaurante, mocinha. – Ele disse a prendendo contra a cama enquanto aconchegava seu corpo nu sobre o dela. Paola o olhou com desejo e ele subiu sobre ela unindo seus corpos. – Deus é um cara muito foda pra me deixar acordar com você na minha cama. – Ele disse levando uma das mãos para o cabelo dela, retirando os fios que estavam em seu rosto.

– Nem vem... No temos tempo, Henrique... – Ela tentou se levantar, mas ele a impediu. Se aproximou do colo dela e beijou entre seus seios. Ela gemeu sem perceber. – Não se cansa?

– Eu não tô acreditando que tô escutando isso da mulher que mal me deixou dormir essa noite. – Ele brincou e ela riu segurando o rosto do cozinheiro com as duas mãos.

– Yo amei. Cada segundo. Pero ahora precisamos mesmo ir. Yo ainda tenho que passar em casa, tomar banho...

– Que eu saiba aqui em casa tem água encanada também. – Ele disse e deu um beijo no pescoço dela. – Só não posso prometer que não vou invadir o banheiro. Não é todo dia que uma Argentina gostosa toma banho na minha casa. – Falou divertido passando a mão na perna dela, subindo.

– Melhor no. – Ela segurou a mão dele quando o sentiu segurar a borda de sua calcinha. – E você também vai se atrasar. – Ele revirou os olhos.

– É verdade. Minha chef é exigente. – Os dois riram. – Só promete que pelo menos vai tomar café comigo? – Ele pediu a olhando nos olhos. Ela assentiu.



...



Fogaça abraçava Paola por trás enquanto os dois entravam na cozinha da casa dele rindo de alguma coisa que ele tinha dito.

– Cheirinho de café. – Ela observou olhando para o homem quando os dois foram surpreendidos por um balbucio feminino limpando a garganta.

– Bom dia! – Raquel, a irmã de Henrique os cumprimentou. Ela segurava um cacho de uvas nas mãos enquanto se apoiava na bancada da cozinha. Ainda vestia um pijama confortável. Paola instintivamente deu uma cotuvelada sutil no estagiário para que ele a soltasse. Ele assim o fez.

– Buenos días. – Paola disse nervosa levando as duas mãos para diante de si sem perceber seu espanhol.

– Bom dia. – Fogaça disse gentil indo ate a irmã e depositou um beijo molhado em sua bochecha.

– Hique! – Ela o repreendeu limpando o rosto, fazendo Paola sorrir. – Tudo bom? – Se dirigiu a Argentina indo até ela. – Que linda você. – A cumprimentou com um beijo na bochecha. – Não te conheço. Sou Raquel. Irmã do bonitão alí. – Apontou com a cabeça.

– Obrigada. – Ela respondeu timidamente. Henrique foi até a cafeteira pegando o café e duas canecas. – Prazer. Paola. – Deu seu mais amigável sorriso.

– Argentina? – Tentou advinhar. Paola assentiu. – De onde cê é?

– Buenos Aires. Mas estou no Brasil há um tempinho.

– Legal... Dá pra ver que teu português é bom.

– Obrigada. – Agradeceu outra vez e se encolheu olhando para Fogaça.

Sentia-se tímida com aquela situação. "Será que ela ouviu alguma coisa?" se perguntava o tempo inteiro.

– Você trabalha no restaurante com o meu maninho? – Ela perguntou curisosa colocando uma uva na boca. Henrique se aproximou dando uma caneca com café para Paola.

– Que que é, Quel? Interrogatório agora, porra? – Ele brincou envolvendo a irmã com o braço pelo pescoço como se lhe desse uma falsa chave de braço.

– Ele é bruto, né?! – Raquel reclamou para Paola que bebia um gole do seu café tentando conter o sorriso. Ele a soltou e foi para o lado da Argentina envolvendo a cintura dela. – Só quero saber, seu cuzão. Se bem que você troca de namorada mais que o Gui. – Deixou escapar criando um silêncio repentino.

– Yo realmente preciso ir. – Paola disse tirando a mão do tatuado de sua cintura, deixando a caneca sobre a bancada. Sentiu um enorme ciúmes tomar conta de si. Seria o momento perfeito para apertar o botão de "desouvir". – Obrigada pelo café. E pelo papo. Foi um prazer te conhecer. – Falou dando um sorriso fraco e acenando com a cabeça. Queria sair depressa daquele lugar e daquela situação.

– Eu vou com você. – O tatuado se prontificou.

– No, no precisa. Você só pega mais tarde.

– Paola... – Ela o interompeu séria.

– Fica aí tomando o seu café, yo pego um taxi lá embaixo.

– Deixa eu te acompanhar até a porta pelo menos. – Se ofereceu e ela não resistiu. Não queria criar um clima na frente da  irmã dele. Ele deixou que ela fosse na frente seguindo caminho para a sala e olhou para a irmã repreensivo.

– Porra, Raquel! – Sussurrou quase sem emitir som.



...


Notas Finais


Qual a sua parte favorita até agora? Comenta aí! Tudo inspira :)

Recomendem pros amigos.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...